
CAMINHOS DA AUTOILUMINAÇÃO
O homem atinge um alto nível de evolução quando consegue unir o sentimento e o conhecimento, utilizando-os com sabedoria.
Nesse estágio é-lhe mais fácil desenvolver a paranormalidade, realizando o autodescobrimento e canalizando as energias anímicas e mediúnicas para o serviço de consolidação do bem em si mesmo e na sociedade.
O seu amadurecimento psicológico permite-lhe compreender toda a magnitude das faculdades parapsíquicas, superando os impedimentos que habitualmente se lhe antepõem à educação.
Desse modo, a mediunidade põe-no em contato com o mundo espiritual de onde procede a vida e para o qual retorna, quando cessado o seu ciclo material, ensejando-lhe penetrar realidades que se demoram ignoradas, incursionando com destreza além das vibrações densas do corpo carnal.
O exercício das faculdades mediúnicas, no entanto, se reveste de critérios e cuidados, que somente quando levados em conta propiciam os resultados pelos quais se anela.
A mediunidade é inerente a todos os indivíduos, em graus de diferente intensidade. Como as demais, é uma faculdade amoral, manifestando-se em bons e maus, nobres e delinquentes, pobres e ricos.
Pode expressar-se com alta potencialidade de recursos em pessoas inescrupulosas, e quase passar despercebida em outras, portadoras de elevadas virtudes.
Surge em criaturas ignorantes, enquanto não é registrada nas dotadas de cultura.
É patrimônio da vida para crescimento do ser no rumo da sua destinação espiritual.
O uso que se lhe dê responderá por acontecimentos correspondentes no futuro do seu possuidor.
Uma correta educação da mediunidade tem início no estudo das suas potencialidades: causas, aplicações e objetivas.
Adquirida a consciência mediúnica, o exercício sistemático, sem pressa, contribui para o equilíbrio das suas manifestações.
Uma conduta saudável, calcada nos princípios evangélicos, atrai os bons Espíritos, que passam a cooperar em favor do medianeiro e da tarefa que ele abraça, objetivando os melhores resultados possíveis do empreendimento.
O direcionamento das forças mediúnicas para fins elevados propicia qualificação superior, resultando em investimento de saber eterno.
Se te sentes portador de mediunidade, encara-a com sincero equilíbrio e dispõe-te a aplicá-la bem.
O homem ditoso do futuro será um indivíduo PSI, um sensível e consciente instrumento dos Espíritos, ele próprio lúcido e responsável pelos acontecimentos da sua existência.
Desveste-te de quaisquer fantasias em torno dos fenômenos de que és objeto e encara-os com realismo, dispondo-te à sua plena utilização.
Amadurece reflexões em torno deles e resguarda-os das frivolidades, exibicionismos vãos, comercialização vil, recurso para a exaltação da personalidade ou das paixões inferiores.
Sê paciente com os resultados e perseverante nas realizações.
Toda sementeira responde à medida que o tempo passa.
A educação da mediunidade requer tempo, experiência, ductilidade do individuo, como sucede com as demais faculdades e tendências culturais, artísticas e mentais que exornam o homem.
Quem seja portador de cultura, de bondade e sinta a presença dos fenômenos paranormais, está a um passo da realização integral, a caminho próximo da autoiluminação.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Momentos de Iluminação
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

A Força do Bem na Transição Planetária
O mal que é ausência do bem no indivíduo, existe latente na alma humana.
Conta-se que Sócrates indagado utilizando a sabedoria disse: “Conhece-te a ti mesmo.”… E no falar de Jesus Ele afirmou: “necessário que haja o escândalo, mais ai daquele que por meio dele provêm.”…
O homem foi criado pela lei de evolução do átomo para o arcanjo e atingirá a plenitude do ser segundo o destino incontestável da criação Divina.
Portanto, toda vez que nos questionamos sobre o mal predominante que sobrevive na face da terra, manifestando-se em todas as criaturas pelas suas faculdades anímicas e ou fenômenos paranormais, estados de transição, estão destinados a desaparecer pela força superior do bem.
O indivíduo íntegro, humano e inteligente necessita organizar-se, reavaliar-se interiormente de suas qualidades morais e intelectuais.
Estamos na fase de transição para a escala de mundos mais elevados.
Aqueles que não ouvirem o chamado da sirene que desperta, ficarão resgatando seus débitos passados, para cumprimento final das Leis Divinas, inexoráveis para todos.
Respeito, dignidade, responsabilidade e coerência são valores inestimável, que a sociedade humana deve preservar acima das injunções temporais.
As sombras do mal, energias tenebrosas cobertas negras acima, na erraticidade do planeta, precisam serem dissipadas da face da terra, para que o reino de Deus se estabeleça e seja implantado.
Espíritos que vibrarem na luz, no bem, acima dos valores temporais inferiores, serão os novos habitantes da nova terra.
Que o bem, a verdade e a luz prevaleça acima das densidades escuras vigentes na atmosfera fluídica do planeta azul
Vera Jacubowski – Em 19/03/2026.

A força dos bons
Há um provérbio hindu que afirma:
A árvore não prova a doçura dos próprios frutos.
O rio não bebe suas próprias ondas.
As nuvens não despejam água sobre si mesmas.
A força dos bons deve ser usada para benefício de todos.
* * *
Percebamos as lições da natureza.
Tudo serve, tudo visa o benefício de todos e encontra seu equilíbrio, seu sentido de existir, exatamente nisso.
Imaginemos agora, no mundo das relações humanas, um igual propósito: a busca da conciliação dos interesses próprios com as necessidades do coletivo.
Que os que são árvores frondosas disponibilizem seus frutos para todo aquele que cruzar seu caminho.
Que aqueles que são nuvens despejem suas águas sobre os rios e sobre as árvores, para que se mantenham firmes e vivos.
Que aqueles que são rios abriguem os peixes, alimentem os lagos e mantenham o ecossistema em perfeito balanço.
Servindo, todos cuidam de todos. Não há quem esteja em desalento.
O apóstolo Paulo, em sua Carta aos Romanos, recomenda: Nós que somos fortes na fé devemos ajudar os que são fracos. Devemos ajudá-los nas suas fraquezas e não tentar somente agradar a nós mesmos.
Reflitamos sobre nossas potências, sobre nossos talentos, e analisemos como podemos empregá-los para auxiliar os que necessitam.
Não é apenas com recursos materiais que podemos ser úteis.
A caridade material é apenas uma das facetas da virtude suprema.
O que podemos fazer pelo bem de todos?
Podemos não ser um rio Amazonas, ou um Nilo, mas certamente podemos ser um pequeno córrego, em nossa família ou em nossa comunidade.
Despejemos nossas águas de alegria sobre aqueles que nos chegam ressecados pela tristeza, pelo desânimo.
Que cada decisão de vida, que cada ação, seja sempre temperada com esta reflexão: é o melhor para todos? Ou apenas o melhor para nós, em detrimento do bem coletivo?
Se detemos a responsabilidade de coordenar equipes, se temos a responsabilidade de orientar colaboradores, lembremos da máxima desta lição: a força dos bons deve ser utilizada para benefício de todos.
Orientemos, eduquemos, encaminhemos. A ignorância, o descaso, o abandono ainda são realidades severas no mundo.
Convertamo-nos em um bom instrumento, uma alma com quem a natureza e o Criador podem contar sempre para manter a harmonia na Terra.
Não esperemos reconhecimento. Não esperemos gratificação externa. Tenhamos em mente que a árvore não se alimenta do próprio fruto.
No entanto, isso não significa que ela não receba alimento. Lembremos dos rios, das chuvas, que jamais a deixarão sem sustento.
Dessa forma, nos momentos em que nos sentirmos inseguros, sem forças, depois de dias de sol escaldante, busquemos no coração da natureza a inspiração para continuar.
Façamos nossa conexão com a vida através das obras do Criador. Conversemos com Ele com sinceridade, sem formalidades.
Assim como Ele alimenta as aves do céu, veste os lírios do campo, cuida também de todas as árvores e de seus frutos.
Somos frutos de um Deus amoroso e bom.
Redação do Momento Espírita, com citação da
Carta aos Romanos, de Paulo de Tarso, cap. 15,
vers. 1 e 2 e provérbio hindu. Em 13.6.2023.

Mensagens Célebres Atribuídas a Chico Xavier
Esta é uma das mensagens mais célebres atribuídas a Chico Xavier, destacando que a vida terrena é passageira e ilusória, sendo essencial cultivar a alegria, a confiança em Deus e o amor ao próximo para manter a consciência tranquila.
A frase reflete a necessidade de superar as dificuldades com fé, focando no que realmente importa: o bem interior e a evolução espiritual.
Tudo passa: As dores, alegrias e dificuldades são temporárias, por isso não devemos nos desesperar nos momentos difíceis.
Fé e Confiança: Confiar em Deus é aceitar que Ele organiza as circunstâncias para o nosso aprendizado, no tempo certo.
Alegria Interior: A alegria deve ser cultivada interiormente, independentemente das circunstâncias externas.
O que conta: No final, o que importa é a consciência tranquila e o bem que praticamos.
Precisamos ser alegres, ter confiança em Deus, amar os nossos semelhantes, no momento da morte nada valerá tanto quanto a consciência tranquila.
Chico Xavier

Força do bem
Os equívocos são bastante comuns nos caminhos humanos.
Mesmo pessoas bem-intencionadas, por vezes, se equivocam.
No ardor de discussões, muitas palavras são ditas sem a necessária reflexão.
O que parece correto em um contexto, mais tarde se afigura terrivelmente errado.
A maturidade fornece novos contornos ao que antes parecia simples.
O problema reside no que fazer após surgir a consciência do equívoco.
Depois que o mal foi feito, a palavra estranha foi dita, o amigo foi ferido.
Nessa situação, o orgulho é mau conselheiro.
Ele faz com que o homem, embora ciente de seu erro, não se disponha a assumi-lo.
Então, ele vive uma situação doentia e artificial.
Em seu íntimo, sabe-se em falta.
Contudo, procura afetar uma tranquilidade externa de todo falsa.
Ou até admite que errou, mas nada procura fazer a respeito.
Por vezes, adota algumas fórmulas para tentar se redimir, mas sem enfrentar realmente o problema.
Confessa-se pecador, penitencia-se, priva-se de alguns pequenos prazeres, pune-se das mais diversas formas.
Entretanto, a Espiritualidade Superior ensina que apenas por meio do bem se repara o mal.
Também alerta que essa reparação, para ser efetiva, precisa atingir o orgulho do homem e os seus interesses.
Tal significa que de pouco adianta orar pedindo perdão pelo erro cometido contra o semelhante, mas não o admitir para o próprio ofendido.
Jesus bem o disse:
Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás a caminho com ele.
Também recomendou que, antes de fazer uma oferta no altar, o homem deve se acertar primeiro com o seu irmão.
Quem erra o faz em relação à ordem cósmica, instituída por Deus para a harmônica evolução dos seres.
Contudo, o ofendido, em certa medida, representa a Lei Divina em face do ofensor.
Se é possível o acerto direto, ele deve ser efetuado.
Caso contrário, não faltaria quem decidisse comprar o Reino dos Céus com cestas básicas.
Prejudicaria os desafetos e buscaria se redimir mediante pequenos serviços para desconhecidos.
Só o bem apaga o mal.
Ou seja, é preciso haver progresso no íntimo da criatura, a revelar-se mediante uma conduta renovada.
Não é necessário sofrer longamente, desenvolver neuroses e enfermidades as mais variadas.
Mas é preciso enfrentar as consequências do que se fez.
Domar o próprio orgulho, admitir a falta e reparar o equívoco diretamente com o ofendido.
Caso esse fique irredutível e não queira a reconciliação, nem por isso a reabilitação se inviabiliza.
Nesse caso, ela se processa mediante gestos de genuíno amor em relação a terceiros.
O importante é que o mal se apague pela pujança do bem.
Não só pela reparação exterior, mas pelo progresso revelado na disposição firme de não mais errar.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita, com base na pt. 4,
cap. II, item 1000 de O Livro dos Espíritos,
de Allan Kardec, ed. FEB.Em 3.11.2025

LIVRO DOS ESPÍRITOS – Questões:
625. Qual o tipo mais perfeito que Deus ofereceu ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
– Vede Jesus. Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do Espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra. Se alguns dos que pretenderam instruir os homens na lei de Deus algumas vezes os desviavam para falsos princípios, foi por se deixarem dominar por sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regem as condições da vida da alma com as que regem a vida do corpo. Muitos deles apresentaram como leis divinas o que era apenas leis humanas, instituídas para servir às paixões e dominar os homens.
Livro dos Espíritos – Pergunta Numero: 625
Por Allan Kardec

MANTÉM O OTIMISMO
Este companheiro desalentado, talvez tenha lutado até à exaustão.
Aquele amigo que tombou na delinquência, provavelmente adiou a hora do crime quanto pôde.
Esse conhecido que se arrojou ao vício, reagiu por muito tempo, não havendo conseguido superar a circunstância ingrata.
Estoutro cooperador que debandou da ação dignificante, esforçou-se ao máximo das suas possibilidades, não logrando permanecer no trabalho.
Aqueloutro conhecido que se te fez adversário contumaz, não teve valores morais para vencer as más inclinações.
As criaturas em queda merecem compreensão antes que censura.
Algumas gostariam de encontrar-se em situação melhor e não conquistaram os recursos para manter-se no bem.
Outras ainda lutam, intensivamente, sem que ninguém saiba.
Diversas têm sido heroínas anônimas, agora em fracasso.
Todas anelam pela oportunidade de soerguimento, embora nem sempre o demonstrem ou peçam ajuda.
Fixa-te no lado positivo dos seres e olvida-lhes o outro.
Não os rechaces.
É fácil simpatizar com pessoas afáveis e úteis, sempre dispostas a ajudar e a servir.
Faz-se agradável a companhia de criaturas dignas, que conquistam sem esforço.
Mesmo estas, no entanto, têm problemas; só que não os conheces.
A Terra é escola-hospital de aprendizes e enfermos da alma.
Não há ninguém que aqui se encontre em clima excepcional.
Inútil intentares conseguir a convivência com anjos, que aqui não se encontram reencarnados.
Da mesma forma que sofres, que tens limitações, que anelas pela paz e aguardas a felicidade, eles também, esses que compartilham das tuas horas e estão no teu caminho.
Evita censurar as deficiências que observas no teu próximo.
Se não podes ajudar, silencia e desculpa, quando fores atingido pelas imperfeições deles.
Não te desalentem os fracassos que anotas no comportamento alheio.
Conheces a diretriz de segurança e te afeiçoas ao trabalho do bem.
Permanece, desse modo, confiante, voltando à gentileza para com todos.
Sob qualquer esforço, retira mágoas e desencantos das tuas paisagens emocionais e recupera o otimismo, com o qual emularás ao avanço e reconquistarás os que se afastaram, para que voltem à vida.
Jesus jamais desanimou, nunca recolheu ressentimentos, mesmo quando abandonado após a traição e vencido pela urdidura da mentira, a fim de tornar-se o Vencedor perene em todas as refregas.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Viver e Amar
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

A força do amor
Eram noivos e se preparavam para o casamento, quando o pai da noiva descobriu que o rapaz era dado ao jogo.
Decidiu se opor à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem que se dá ao vício do jogo jamais seria um bom marido.
Contudo, a jovem obstinada decidiu se casar, assim mesmo. E o conseguiu, fazendo valer a sua vontade, vencendo a resistência do pai.
Nos primeiros dias de vida conjugal, o rapaz se portou como um marido ideal. Entretanto, com o passar dos dias, sentia crescer em si cada vez mais o desejo de voltar à mesa de jogo.
Certa noite, incapaz de resistir, retornou ao convívio de seus antigos companheiros.
Em casa, a jovem tomou de um bordado e ficou aguardando. Embora ocupada com o trabalho manual, tinha os olhos presos ao relógio. As horas pareciam se suceder cada vez mais lentas.
Alta madrugada o marido chegou. Nem disfarçou a sua irritação, por surpreender a companheira ainda em vigília. Logo imaginou que ela o esperava para censurar a sua conduta.
Quando ele a interrogou sobre o que fazia àquela hora acordada, ela, com ternura, disse que estava tão envolvida com seu bordado, que nem se dera conta da hora avançada.
No dia seguinte, quando ele retornou ainda mais tarde da casa de jogo, a encontrou outra vez a esperá-lo.
Outra vez acordada?, Perguntou ele quase colérico.
Não quis que fosse se deitar, sem que antes fizesse um lanche. Preparei torradas, chá quentinho. Espero que você goste.
E, sem perguntar-lhe onde estivera e o que fizera até aquela hora, ela o beijou carinhosamente e se recolheu ao leito.
Na terceira noite, ela o esperou com um bolo delicioso. Antes mesmo que o marido dissesse qualquer coisa, ela se prendeu ao pescoço dele, abraçou-o e pediu que provasse da nova delícia.
Assim, todas as madrugadas, a ocorrência se repetiu. O marido começou a se preocupar.
Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa, que o esperava, pacientemente, como um anjo da paz.
Começou a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo de indiferença e quase repulsa por tudo quanto o rodeava.
O que ele tinha em casa era uma mulher que o esperava, toda madrugada, para o abraçar, dar carinho.
Aos poucos, foi se tornando mais forte aquele incômodo. Finalmente, um dia, de olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro cenário, o rapaz se levantou da mesa de jogo e retirou-se, para nunca mais voltar.
* * *
Nos dias atuais, é bem comum os casais optarem por se separar, até por motivos quase ingênuos.
Poucas criaturas, em nome do amor, decidem lutar para harmonizar as diferenças, superar os problemas, a fim de que a relação matrimonial se solidifique.
Contudo, quando o amor se expressa, todo o panorama se modifica. É difícil a alma que resista às expressões do amor porque ele é portador da mensagem do bem-estar, da alegria.
Sempre salutar, portanto, investir no amor, expressando-o através de gestos, atenções pequenas, gentilezas.
O amor é o sentimento por excelência e tem a capacidade de transformar situações e pessoas.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no cap.
A força do amor, do livro O primado do Espírito,
de Rubens C. Romanelli, ed. Síntese. Em 25.4.2017.

A força do agora
O tempo é apenas uma medida relativa da sucessão das coisas transitórias. A eternidade não está sujeita a medida alguma do ponto de vista da duração. Para ela, não há começo, nem fim: tudo é presente.
Esta é uma das contribuições do Espírito Galileu Galilei, que se encontra no livro A gênese, de Allan Kardec, publicada no ano de 1868.
Compreender que tudo é, de certa forma, presente, quando saímos da esfera das coisas transitórias, nos auxilia a ver os dias de forma diferente.
Tudo é agora. Tudo é este instante.
O tempo é o resultado do agora que se une a outro sem solução de continuidade.
Somos nós que passamos pelo tempo. Nós que ligamos umas às outras as experiências, as ações, nossos atos. O tempo é apenas uma forma de medir a quantidade deles.
Sempre somos nós que passamos pelo tempo. Nunca é o tempo que passa por nós.
Tudo que temos é o agora, é este instante. Passado e futuro não estão sob nosso controle, apenas o presente.
Ao se considerar a transitoriedade do tempo, o agora não mais se repetirá nas mesmas circunstâncias e com idênticas possibilidades…
As águas de um rio jamais retornarão ao mesmo leito, e, quando se transformam em vapor e chuva caindo na região, as circunstâncias são outras.
Por isso, vivamos o agora com intensidade e com maturidade.
Viver intensamente o agora é uma atitude de sabedoria que não pode ser adiada. Isso equivale a experienciar as lições da vida sob o ponto de vista da ética e da moral, mediante projetos e compromissos de autoiluminação, conquistando aos poucos as áreas sombrias da personalidade.
Cada agora é dádiva da vida para corrigir, reestruturar, construir.
O indivíduo lúcido está desperto para todas as oportunidades que enfrenta.
A sua consciência está vigilante para retirar sempre os melhores resultados. Inclusive, quando visitado pelo mal, obter o aproveitamento do que seja mais útil.
Mesmo que permaneça indiferente, o agora sinaliza momento de ação.
Por isso, vivamos o agora.
Estejamos completamente presentes em tudo que fazemos, extraindo o aprendizado, a iluminação, a maturidade.
Uma mente que não para no agora, que está sempre no passado ou no futuro, em verdade não está em lugar algum. É quase uma sombra de si mesma.
* * *
Num momento de vacilação, Pedro negou Jesus por três vezes.
Noutro momento, Judas teve a dimensão exata do seu crime hediondo e, arrependendo-se, tentou impedir-lhe a execução.
No entanto era tarde porque já havia passado o significativo agora.
As nossas decisões de um instante vão se refletir nos acontecimentos que virão.
Não podemos retroceder para anular o que passou, mas poderemos iniciar outras iniciativas com os olhos colocados no futuro.
Habituemo-nos, dessa forma, a agir com serenidade em cada momento, de modo que possamos percorrer o curso de nossa reencarnação com sabedoria e retidão.
Jamais subestimemos o poder do agora. Acendamos a luz do amor em nosso íntimo, coloquemos o combustível da ação e sejamos felizes, desde agora.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. VI, item 2, do livro
A Gênese – os milagres e as predições segundo o Espiritismo,
de Allan Kardec, ed. FEB, e no cap. 5 do livro Seja feliz hoje,
pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco,
ed. LEAL. Em 9.5.2018.

Cárcere da Alma
As mãos ociosas furtam precioso tempo à alma na Terra.
Impedem-na de avançar na senda do progresso.
Criam para ela estranho cativeiro.
Anulam-lhe as oportunidades.
As mãos do comodismo são algemas para a alma.
Hão de debater-se muito, se anseiam partir tão pesados grilhões.
Bendito o espírito que já consegue ser útil!
Que já encontrou o caminho do serviço desinteressado…
Quantas almas jazem encarceradas entre as grades dos dedos inoperantes!…
Ignoram que trazem em suas mãos as chaves da eterna libertação.
Livro: Ao Alcance das Mãos, do espírito Irmão José/Psicografia Carlos A. Baccelli – Páginas 69 e 70. Editora Didier.

ANTE O TEMPO
Generaliza-se o hábito de adiar realizações, sob justificativas sem cabimento, ocultando-se mecanismos neuróticos da personalidade em processo de destruição do homem.
Neste sentido, as pessoas parecem detestar o tempo e procuram anulá-lo, utilizando-se de fórmulas escapistas, mediante as quais tudo transferem para depois, em um amanhã de difícil logro.
Subitamente, porém, dão-se conta do acúmulo de compromissos a atender, afligindo-se, e, precipitadamente, intentam dar cumprimento ao que já deveria estar realizado há muito tempo.
O velho brocardo que afirma, “o tempo passa”, encontra-se decadente, já que, eterno, é sempre o mesmo, sendo as pessoas que o atravessam, qual ocorre com os acontecimentos que nele se manifestam.
Tentar tornar-se insensível ao tempo é fórmula neurotizante, em busca ingênua de ignorar uma realidade iniludível.
Esse mecanismo se manifesta através das fugas psicológicas expressas nos axiomas “passar o tempo”, “matar o tempo”, qual se este fosse algo indesejável, mortificante, devastador.
Há uma preocupação muito grande em gastar-se ou não o tempo, tornando-o uma coisa de fácil consumpção. Noutras vezes, diz-se “encher as horas”, para delas ver-se livre. E são tomadas providências para tal: bebidas, sexo, desportos variados, jogos, divertimentos…
Antecipando-se, porém, a todas essas escapadas emocionais, o tempo se apresenta imutável, aguardando…
Com isto, não há, conforme pretendem os ociosos e neuróticos, como adiar os mecanismos de ação da vida ou ignorá-los.
Há quem planeje anular os tempos maus através de esperanças que, talvez, não se concretizem, afirmando: mais tarde este panorama se modificará, ou quando eu conseguir um trabalho, ou assim que eu recuperar a saúde…
Não te facultes as transferências de tempo através de fórmulas anestesiantes em relação à atualidade, omitindo-se quanto aos deveres que te cabe assumir neste momento.
O tempo é a tua oportunidade de realização, que deves aproveitar com empenho.
Períodos haverá mais difíceis, nos quais viverás desafios mais severos.
Quem busca viver bem no futuro, desperdiçando o presente, não alcançará esse porvir ambicionado.
Da mesma forma, viver parado nas evocações do pretérito, é maneira inditosa de perder a ocasião de produzir felicidade.
Certamente, o tempo te proporciona variações emocionais curiosas: na dor, uma hora se estende indefinidamente, enquanto na alegria ela tem a celeridade de um relâmpago.
Viver intensamente é a melhor maneira de o enfrentar, quando ele passará a brindar-te uma dimensão agradável, rápida e feliz.
Cria os teus momentos fecundos, vivendo a realidade conforme se expresse.
O presente é a única dimensão que tens ao alcance.
O que sucedeu existe apenas durante o período que o recordes.
O que virá é incerto.
Jesus ensinou-nos esta conduta fazendo tudo quanto pretendia, e emulando-nos a valorizar o hoje em face da sua grandiosa significação.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Momentos de Iluminação
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

O bem só é bom se for para todos.
Se ele é bom só pra mim então ele é mau.
André Luiz/Francisco Cândido Xavier
A frase reflete a essência do pensamento de André Luiz (espírito), psicografado por Chico Xavier, de que o bem é universal, impessoal e visa o progresso coletivo, não apenas o benefício pessoal. Fazer o bem, segundo suas obras (como Os Mensageiros), é uma profilaxia para a alma e uma necessidade de evolução espiritual, beneficiando a todos.

Principais conceitos de André Luiz sobre o Bem:
Trabalho no Bem:
É fundamental renovar os pensamentos e agir construtivamente, usando o tempo de vida para ajudar o próximo, independentemente de recursos financeiros.
O Bem como Destino:
André Luiz enfatiza que o pensamento cria o destino e, ao mentalizar e praticar o bem constantemente, criamos um futuro superior.
Ação Coletiva:
O verdadeiro bem não é egoísta; ele lubrifica as relações e ameniza as dificuldades alheias, funcionando como “adubo” para o crescimento espiritual de todos.
Portanto, para André Luiz, o bem é uma ação contínua de amor e trabalho, que quando praticada sinceramente, harmoniza o indivíduo com as leis divinas e promove a melhoria de todo o ambiente ao seu redor.

O bem antes
Não ignoramos que a lei de causa e efeito funciona mecanicamente, em todos os domínios do Universo. Sabemos, porém, que diariamente criamos destino.
Decerto que a Eterna Sabedoria não nos concede a inteligência para obedecermos passivamente aos impulsos exteriores; confere-nos inteligência e razão para obedecermos às leis por ela estabelecidas, com o preciso discernimento entre o bem e o mal.
Cabe-nos, assim, criar o bem e promovê-lo com todas as possibilidades ao nosso alcance.
Deploramos a tragédia passional em que se envolveram amigos dos mais queridos… Indaguemos de nós sobre o que efetuamos, em favor deles, para que não se arrojassem na delinquência.
Espantamo-nos perante a desolação de mães desvalidas que se condenam à morte, à frente dos próprios filhos desamparados… Perguntemo-nos quanto ao que foi feito por nós, a fim de que a penúria não as levasse às grimpas do desespero.
Lamentamos desajustes domésticos e perturbações coletivas, incompreensões e sinistros; entretanto, em qualquer falha nos mecanismos da vida, é necessário inquirir, quanto à nossa conduta, no sentido de remover, em tempo hábil, a ocorrência infeliz.
“O bem antes de tudo” deve erigir-se por item fundamental do nosso programa de cada dia.
Atendamos ao socorro fraterno, na imunização contra o mal, com o desvelo dentro do qual nos premunimos contra acidentes, em respeitando os sinais de trânsito.
Alguém se permitirá dizer que, se somos livres, nada temos a ver com as experiências do próximo; e estamos concordes com semelhante assertiva, no tocante a viver; de vez que todos dispomos de independência nas escolhas e ações da existência, das quais forneceremos contas respectivas, ante a Vida Maior; contudo, em matéria de conviver, coexistimos na interdependência, em que necessitamos do amparo uns dos outros, para sustentar o bem de todos.
Os viajantes de um navio, a pleno oceano, reclamam auxílio mútuo, a fim de que se evite o soçobro da embarcação.
Nós, os Espíritos encarnados e desencarnados, em serviço no planeta, não nos achamos em condição diferente. Daí, a necessidade de fazermos todo o bem que nos seja possível na reparação desse ou daquele desastre, mas, para que tenhamos sempre a consciência tranquila, é preciso saber se fizemos o bem antes.
Livro: Estude e Viva – Waldo Vieira (Psicografia de Francisco C. Xavier)

O universo é uma oficina eterna semelhante a uma nação um país bem dirigido.
Caibar sShutel
A frase “O Universo é uma oficina eterna, semelhante a uma nação, um país bem dirigido” é uma metáfora frequentemente associada à visão espírita do universo como um local de trabalho, progresso e aprendizado contínuo, muitas vezes citada em obras que compilam o pensamento de Cairbar Schutel (conhecido como “O Bandeirante do Espiritismo”) sobre a evolução da alma e a organização divina.
Principais conceitos da metáfora:
Oficina Eterna:
Representa o universo como um ambiente de trabalho contínuo, onde espíritos evoluem através da ação e do aprendizado.
País Bem Dirigido:
Sugere a existência de leis divinas inteligentes, justas e organizadas que regem a evolução de todos os seres.
Trabalho e Evolução:
A ideia central é que a vida não é ociosa, e sim uma série de experiências necessárias para o aprimoramento intelectual e moral.
Essa abordagem ressalta a responsabilidade individual na construção do próprio porvir, inserido em um plano maior e ordenado.

O universo é uma oficina eterna semelhante a uma nação, um país bem dirigido, onde a ordem, a harmonia, o trabalho e a abundância são mananciais de felicidade para todos.
Caibar Schutel
Sim, Cairbar Schutel definiu o universo como uma “oficina eterna”, onde o “martelo do progresso” trabalha ininterruptamente. Em sua obra, ele descreve o cosmos não como um vazio desolado, mas como uma arena infinita de trabalho e evolução, onde a alma se aprimora e a criação se renova constantemente.
Conceito de Oficina Eterna:
Cairbar Schutel, em A Vida no Outro Mundo, contrapõe a ideia de um universo inativo ou um “sorvedouro onde tudo desaparece”. Ele propõe que o universo é um campo de laboratório constante.
O “Martelo do Progresso”:
Essa expressão metaforiza a evolução constante, onde o labor contínuo e as experiências (as “lutas ásperas, porém necessárias”) transformam almas e mundos.
Finalidade Evolutiva:
O universo, nesta visão, é um cenário para a evolução da alma, onde cada espírito desempenha seu papel na construção do progresso, aprendendo e desenvolvendo-se através da ação.
Esta visão está alinhada com a visão espírita de evolução constante e a imortalidade da alma, com Schutel sendo um grande divulgador do espiritismo no Brasil.

A força de uma nação
Em 9 de abril de 1940, a Alemanha ocupou a Dinamarca. Diferentemente de outros países ocupados, a Dinamarca manteve relativa autonomia. O governo e o rei Christian X deixaram claro que não imporiam leis antijudaicas.
No entanto, à medida que a guerra avançava e a resistência dinamarquesa crescia, a relação sofreu alterações.
Em agosto de 1943, o governo dinamarquês renunciou após os alemães exigirem o fim da resistência. Foi imposta a lei marcial.
No final de setembro de 1943, Georg Duckwitz, um diplomata alemão, alertou líderes dinamarqueses sobre o plano de deportação dos judeus, agendado para a noite de 1º de outubro, durante a celebração do ano novo judaico.
Essa ação contra os judeus foi vista como um ataque a todos os dinamarqueses. A forte integração da população judaica e o nacionalismo romântico da Dinamarca contribuíram para uma resposta unificada contra essa perseguição.
Os dinamarqueses se organizaram para esconder os judeus em suas casas, hospitais, igrejas e barcos de pesca. Graças a essa solidariedade nacional, diga-se, única registrada durante o holocausto, mais de sete mil judeus escaparam para a Suécia, que ofereceu asilo.
A travessia de Copenhague para a Suécia foi feita em barcos de pesca, com a ajuda de pescadores que transportavam os refugiados.
Graças a essa união nacional, foram capturados pelos nazistas somente cerca de quatrocentos judeus, que foram enviados para o campo de concentração.
Essa ação é um exemplo notável de resistência civil em massa. Uma nação inteira se mobilizou em solidariedade para proteger sua população judaica.
Esse ato heroico é um farol eterno da força da união e da solidariedade humana. Diante da máquina de extermínio nazista, o povo dinamarquês, do rei aos pescadores, recusou-se a ser cúmplice da barbárie.
Essa operação notável demonstra que a verdadeira grandeza de uma nação reside na sua bússola moral, não no poderio militar.
A união em torno do valor inegociável da vida e da dignidade humana transformou cidadãos comuns em heróis.
Eles provaram que, quando a empatia prevalece sobre o medo e o povo se levanta em nome de um ideal maior, é possível confrontar o mal.
O resgate dinamarquês é uma lição histórica: uma nação unida faz a diferença no mundo, salvando vidas e preservando a própria Humanidade.
* * *
Quanto temos a aprender com esse evento. Aprender a nos unirmos para banir da nossa nação o terrível inimigo que a apequena, a corrupção, esse câncer que devora os recursos públicos, desviando-os da saúde, educação e segurança.
O resultado é um desmonte dos serviços essenciais, enquanto uma minoria enriquece ilicitamente.
Sofremos duplamente: com a falta de serviços e com a certeza da impunidade, minando nossa fé na justiça e na democracia.
Quando nos uniremos pela honestidade, pelos princípios éticos?
Basta querermos, começando pelo correto proceder individual.
Afinal, uma nação somente será invencível, grande e livre quando todos os seus filhos se unirem em torno do bem comum.
Redação do Momento Espírita, com
base em registros históricos.

NECESSIDADES REAIS
Onde situes os teus interesses, em torno deles circularão as tuas necessidades.
Onde tenhas o pensamento, ali porás a emoção.
Indispensável repensar as aspirações de maneira a fixar apenas aquelas que trabalham para a tua realização profunda.
A ambição conduz ao tresvario.
A avareza leva à mesquinharia.
A sensualidade brutaliza.
A indolência entorpece os sentimentos.
A gula desajusta a máquina orgânica.
O egoísmo encarcera o homem.
O orgulho envenena o homem.
O vício destrambelha os equipamentos do corpo e da alma.
O ódio enlouquece a criatura.
O ciúme deforma a visão da realidade.
O que mais anelas e pensas corporifica-se e passa a dominar-te interiormente.
Tens um compromisso com a vida, assim como esta dispõe de uma tarefa para ti.
Ausculta as tuas necessidades reais e olha em derredor.
Possuis mais do que precisas, enquanto muitos carecem mais do que dispõem.
Não apenas em recursos materiais, mas, também, em conhecimentos, educação, discernimento, capacidade de serviço, razão…
Há, no mundo, mais escassez de paz do que de pão.
Há mais solidão do que companheirismo.
Faltam mais os valores morais do que os bens materiais.
Estes últimos são os efeitos infelizes do primeiro.
…E porque são escassas as equanimidades e a justiça, abundam a miséria e a ignorância.
Não postergues indefinidamente o teu momento de entrega, de por-te em relação com o melhor tesouro, pois onde o depositares, “aí estarás o teu coração”, conforme acentuou Jesus, facultando-te ou não felicidade.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Momentos de Meditação
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO
RODA DE ORAÇÃO ENTRE FAMILIARES E AMIGOS!
Eis o significado desta Roda:
Faça esta oração a Deus, para SEUS FAMILIARES E AMIGOS. BASTA ISSO, NADA MAIS!
”Senhor nosso Deus e nosso querido Pai. Peço que o Senhor ilumine a todos nós, nossas famílias, nossos amigos, nossa cidade, estado e país. Pedimos para que possamos trilhar um caminho de mais amor e de respeito à vida, à natureza e também ao Senhor.
Que a Terra e os Seres Humanos reencontrem o equilíbrio, com a extinção das guerras, do terrorismo, das corrupções. Dos desrespeitos e de quaisquer vírus, ou doenças.
Que todos os seres se conscientizem de que devemos amar uns aos outros, fazer o bem sem olhar a quem. Como o Senhor nos ensinou!
Senhor, que neste dia nós nos amemos mais e procuremos sempre fazer Vossa Santa Vontade.
Cura-nos de todas doenças físicas, psíquicas e emocionais!
Te pedimos e agradecemos, em nome do Teu Filho amado, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
– Amém!”
Após a sua Oração, envie para parentes e amigos.
Vamos orar uns pelos outros…vamos fazer essa roda girar, em nome do Amor de Jesus Cristo por nós!

CONVITE À PERSEVERANÇA
…Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.
(Mateus, 10:22)
Não asseveres: “É-me impossível fazer!”
Nem redarguas: “Não consigo!”
Nunca informes: “Sei que é totalmente inútil aceitar”.
Nem retruques: “É maior do que as minhas forças”.
Para aquele que crê, o impossível é tarefa que somente demora um pouco para ser realizada, já que o possível se pode realizar imediatamente.
Instado a ajudar, não te permitas condições, especialmente se fruis o tesouro da possibilidade.
Fácil ser delicado sem esforço, ser amigo sem sacrifício, ser cristão sem autodoação…
Perseverança nos objetivos elevados, com oferenda de amor, é materialização de fé superior.
Para que seja atuante, a fé deve nutrir-se do poder dos esforços caldeados para as finalidades que parecem inatingíveis.
Todos podem iniciar ministérios…
Tarefas começantes produzem entusiasmos exaltados.
Mede-se, porém, o verdadeiro cristão, e particularmente o espírita, pelo investimento que coloca na bolsa de valores imortalistas a render juros de paz…
Unge-te, portanto, de fé e deixa que resplandeça a tua fidelidade ao lado de quem padece.
Não fosse o sofrimento, ninguém suplicaria socorro.
Não fosse a angústia, ninguém se encorajaria a romper os tecidos da alma para exibir exulcerações…
Ninguém se compraz carregando demorada canga, não obstante confiando em alívio, lenitivo.
Nas cogitações que te cheguem ao plano da razão, interroga como gostarias que fizessem contigo se foras o outro, o sofredor, o necessitado que ora te roga a ajuda.
Assim, envolve-te na lã do Cordeiro de Deus e persevera ajudando.
Não somente dando o que te sobra, mas aquela doação maior, a que te parece difícil, a quase impossível.
A perseverança dar-te-á paz e plenitude. Insiste na sua execução.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Convites da Vida
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

Mensagem da Irmã Scheilla:
“Sem perder tempo”
Não aceites o tóxico do ressentimento.
Ora, trabalha, serve e segue adiante.
Não te detenhas no charco do desânimo.
Ora, trabalha, serve e segue adiante.
Não te precipites na fogueira da revolta.
Ora, trabalha, serve e segue adiante.
A experiência física é demasiado rápida para perdermos tempo perante os obstáculos naturais do caminho.
Valorizemos a oração e o trabalho, servindo sempre, a fim de concluirmos a jornada vitoriosos perante a própria consciência.
Fonte: A Mensagem do Dia. Volume II. Médium Clayton B. Levy. Editora Allan Kardec.
Irmãos na fé, boa noite!
A invigilância, os apegos à vida material, às sensações, tudo nos aprisiona na onda que emitimos, muitas vezes nossas companhias espirituais nos esperam na porta do desencarne e nos conduzem as zonas escuras e sombrias, agrupamentos de consciências em desarmonia…
Não nos descuidemos dos nossos pensamentos, lembrem-se, procurem viver o presente focando no futuro, na vida espiritual, que é a verdadeira vida. Soltem-se das amarras que vos prendem às sensações, vivam o amor, pelo amor.
Um amigo.

Mediunidade com Chico Xavier
Certo jovem, muito inteligente, aproximou-se de Chico Xavier e indagou-lhe:
– Chico, eu quero que você pergunte a Emmanuel, pois eu necessito muito de uma orientação.
Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração.
️O que me falta, meu amigo?
Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda me falta alguma coisa.
Nada consegue preencher o vazio que vai por dentro de minha própria alma.
O que me falta, Chico?
O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel, que lhe respondeu:
– Fala a ele, Chico, que o que lhe falta é a alegria dos outros!
Ele vive sufocado com muitas coisas materiais;
É necessário repartir, distribuir com o próximo…
A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que distribui.
É isso, meu filho, o que lhe falta – a alegria dos outros!
Livro: Chico Xavier, mediunidade e luz. Carlos Bacceli

IMPEDIMENTOS
”Deixemos todo impedimento e pecado que tão de perto nos rodeiam e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta.”
— Paulo (Hebreus, 12:1)
O grande apóstolo da gentilidade figura o trabalho cristão como sendo uma carreira da alma, no estádio largo da vida.
Paulo, naturalmente, em recorrendo a essa imagem, pensava nos jogos gregos de sua época e, sem nos referirmos ao entusiasmo e à emulação benéfica que devem presidir semelhante esforço, recordemos tão somente o ato inicial dos competidores.
Cada participante do prélio despia a roupagem exterior para disputar a partida com indumentária tão leve quanto possível.
Assim, também, na aquisição de vida eterna, é imprescindível nos desfaçamos da indumentária asfixiante do Espírito.
É necessário que o coração se faça leve, alijando todo fardo inútil.
Na claridade da Boa Nova, o discípulo encontra-se à frente do Mestre, investido de obrigações santificantes para com todas as criaturas.
As inibições contra a carreira vitoriosa costumam aparecer todos os dias.
Temo-las, com frequência, nos mais insignificantes passos do caminho.
A cada hora surge o impedimento inesperado.
É o parente frio e incompreensivo.
A secura dos corações ao redor de nós.
O companheiro que desertou.
A mulher que desapareceu, perseguindo objetivos inferiores.
O amigo que se iludiu nas ilhas de repouso, deliberando atrasar a jornada.
O cooperador que a morte levou consigo.
O ódio gratuito.
A indiferença aos apelos do bem.
A perseguição da maldade.
A tormenta da discórdia.
A Boa Nova, porém, oferece ao cristão a conquista da glória divina.
Se quisermos alcançar a meta, ponhamos de lado todo impedimento e corramos, com perseverança, na prova de amor e luz que nos está proposta.
Emmanuel Livro: Fonte Viva
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

A FORÇA DO BEM NO ESPIRITISMO
No espiritismo, a força do bem é a maior energia motriz do universo, fundamentada no amor e na caridade como caminhos para a evolução espiritual. Praticar o bem é uma lei superior que transforma o indivíduo, elevando sua vibração e aproximando-o de Deus, sendo a essência da moral cristã.
Principais Aspectos da Força do Bem no Espiritismo:
Caridade Essencial: Allan Kardec ensina que “fora da caridade não há salvação”, posicionando o bem como a ferramenta principal de progresso da alma.
Ação Transformadora: O bem não é apenas evitar o mal, mas agir ativamente para o próximo, gerando ondas de luz que retornam ao indivíduo.
Bem-Aventuranças: O “bem sofrer” e a perseverança no bem, mesmo diante de aflições, consola e fortifica o espírito, conforme o programa A Força do Espiritismo.
Instrumentos de Deus: O espiritismo incentiva o ser humano a ser um instrumento do bem, utilizando os próprios recursos para ajudar e servir ao coletivo.
A prática do bem é, portanto, a maneira de construir a própria felicidade através da benevolência e da dedicação ao próximo.
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ENTENDENDO O ESPIRITISMO
“Os Espíritos bons só dão conselhos perfeitamente racionais. Toda recomendação que se afaste da linha do bom-senso ou das leis imutáveis da Natureza acusa a presença de um Espírito estreito e portanto pouco digno de confiança.”
ALLAN KARDEC
(O Livro dos Médiuns – Segunda Parte – Capítulo XXIV: Identidade dos Espíritos – item 267, questão 18)
O mundo não é dos espertos. É das pessoas honestas e verdadeiras. A esperteza um dia é descoberta e vira vergonha. A honestidade se transforma em exemplo para as gerações do futuro. Uma corrompe a vida, a outra enobrece a alma.
Chico Xavier


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