ADOTADO EM VEZ DE ABORTADO SOB A VISÃO ESPÍRITA

abortado

FILHOS ADOTIVOS NA VISÃO ESPÍRITA

TODOS SOMOS FILHOS ADOTIVOS?

Pela visão espírita, todos somos adotados. Porque o único Pai legítimo é Deus. Os pais da Terra não SÃO nossos pais, eles ESTÃO nossos pais. Porque a cada encarnação, mudamos de pais consanguíneos, mas em todas elas Deus é sempre o mesmo Pai. Mas, para entendermos melhor a existência desta experiência na vida de muitos pais, é necessário analisá-lo sob a óptica espírita, sob a luz da reencarnação. A formação de um lar é um planejamento que se desenvolve no Mundo Espiritual. Sabemos que nada ocorre por acaso. Assim como filhos biológicos, nossos filhos adotivos também são companheiros de vidas passadas. E nossa vida de hoje é resultado do que angariamos para nós mesmos, no passado.
Surge, então, a indagação: “se são velhos conhecidos e deverão se encontrar no mesmo lar, por que já não nasceram como filhos naturais?” Na literatura espírita encontramos vários casos de filhos que, em função do orgulho, do egoísmo e da vaidade, se tornaram tiranos de seus pais, escravizando-os aos seus caprichos e pagando com ingratidão e dor a ternura e zelo paternos. De retorno à Pátria Espiritual (ao desencarnarem), ao despertarem-lhes a consciência e entenderem a gravidade de suas faltas, passam a trabalhar para recuperarem o tempo perdido e se reconciliarem com aqueles a quem lesaram afetivamente.
Assim, reencontram aqueles mesmos pais a quem não valorizaram, para devolver-lhes a afeição machucada, resgatando o carinho, o amor e a ternura de ontem. Porque a lei é a de Causa e Efeito. Não aproveitada a convivência com pais amorosos e desvelados, é da Lei Divina que retomem o contato com eles como filhos de outros pais chegando-lhes aos braços pelas vias de adoção.
Aos pais cabe o trabalho de orientar estes filhos e conduzi-los ao caminho do bem, independente de serem filhos consanguíneos ou não. A responsabilidade de pais permanece a mesma. Recebendo eles no lar a abençoada experiência da adoção, Deus sinaliza aos cônjuges estar confiando em sua capacidade de amar e ensinar, perdoar e auxiliar aos companheiros que retornam para hoje valorizarem o desvelo e atenção que ontem não souberam fazer. Trazem no coração desequilíbrios de outros tempos ou arrependimento doloroso para a solução dos quais pedem, ao reencarnarem, a ajuda daqueles que os acolhem, não como filhos do corpo, mas sim filhos do coração. Allan Kardec elucida: “Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias”.
DEVEMOS ESCONDER QUE ELES SÃO ADOTIVOS? Um dos maiores erros que alguns pais adotivos cometem é o de esconder a verdade aos seus filhos. É importante, desde cedo, não esconder a verdade. Ás vezes, fazem por amor, já que os consideram totalmente como filhos; outros o fazem por medo de perder a afeição e o carinho deles. Quando os filhos adotivos crescem, aprendendo no lar valores morais elevados, sentem-se mais amados por entenderem que o são, não por terem nascido de seus pais, mas sim frutos de afeição sincera e real, e passam a entender que são filhos queridos do coração. Revelar-lhes a verdade somente na idade adulta é destruir-lhes todas as alegrias vividas, é alterar-lhes a condição de filhos queridos em órfãos asilados à guisa de pena e compaixão. Não devemos traumatizá-los, livrando-os do risco de perderem a oportunidade de aprendizado no hoje.
André Luiz esclarece-nos quanto a este perigo: “Filhos adotivos, quando crescem ignorando a verdade, costumam trazer enormes complicações, principalmente quando ouvem esclarecimentos de outras pessoas”. Identicamente ao que ocorre em relação aos nossos filhos biológicos, buscar o diálogo franco e sincero, com base no respeito mútuo, sob a luz da orientação cristã de conduta.
Pais que conversam com os filhos fortalecem os laços afetivos, tornando a questão da adoção coisa secundária. Recebendo em nossa jornada terrena a oportunidade de ter em nosso lar um filho adotivo, guardemos no coração a certeza de que Jesus está nos confiando a responsabilidade sagrada de superar o próprio orgulho e vaidade, amando verdadeiramente e desinteressadamente a criatura de Deus confiada em trabalho de educação e amparo. E, ajudando-o a superar suas próprias mazelas, amanhã poderá retornar ao seio daqueles que o amam na posição de filho legítimo.

É CERTO A ADOÇÃO POR CASAIS HOMOSSEXUAIS?

Raul Teixeira responde: “O amor não tem sexo. Como é que podemos imaginar que o melhor para uma criança é ser criada na rua, ao relento, submetida a todo tipo de execração, a ser criada nutrida, abençoada por um lar de casal homossexual? Muita gente assevera que a criança corre riscos. Mas como? Nós estamos acompanhando as crianças correndo riscos nas casas de seus pais heterossexuais todos os dias. Outros afirmam que a criança criada por homossexuais poderá adotar a mesma postura, a mesma orientação sexual. O que também é falso. A massa de homossexuais do mundo advêm de lares heterossexuais. Então, teremos de concluir que são os casais heterossexuais que formam os homossexuais. Logo,não devemos entrar nessa discussão que é tola e preconceituosa. aquele que tem amor para dar que dê.”
Amemos nossos filhos, sem cogitar se nos vieram aos braços pela descendência física ou não, como encargo abençoado com que o Céu nos presenteia. Encerremos com Emmanuel: “Recorda que, em última instância, seja qual seja a nossa posição nas equipes familiares da Terra, somos, acima de tudo, filhos de Deus”.

Aborto

O Aborto na Visão Espírita

Índice

01- Introdução
02- O que diz a bíblia sobre “não matarás”
03- Amar ao próximo como a si mesmo
04- O Deus de Moisés e o Deus de Jesus
05- Estatísticas do aborto no mundo
06- O navio do aborto
07- Aborto: o que diz a ciência
08- Frases de um pesquisador
09- Uma fotografia de um feto pegando na mão do médico

01 – Introdução

O Espiritismo, por ser uma doutrina que traz ao homem o conhecimento abrangente de Deus e da Criação, demonstra que os Espíritos estão na Terra para aprender, fazer, estudar, crescer, tendo em vista o alcance da perfeição.
Se o homem ainda está nas fases iniciais de aprendizado e ainda muito voltado ao mal, é porque está no mesmo nível de elevação do planeta, ou seja, em provas e expiações. A Terra passará a ser um mundo de regeneração e somente Espíritos bons aqui poderão aportar. Como conseqüência tudo haverá de ser melhor em todos os sentidos: A Terra será cuidada com o carinho que merece e dela tirar-se-á o sustento da população preservando a natureza, cuidando das florestas, dos rios, dos campos, dos oceanos, do ar e de tudo o que à Terra pertence. Os homens mansos povoarão a Terra como predisse Jesus. A Terra respeitará o homem e o homem respeitará a Terra.
Neste estudo que ora entregamos aos amigos vamos procurar demonstrar o que acontece com aqueles que cometem aborto delituoso. Muitos haverão de mudar de página porque tem a consciência culpada, mas garanto aos amigos que isso não se deve fazer. Se alguém já praticou ou induziu outros a fazer isso, não fique triste, pois devemos obedecer a Simão Pedro que nos disse: “O amor cobre a multidão de pecados”.
Isso quer dizer que todos nós que erramos, por qualquer motivo, temos condições de refazer o caminho e entrar na Legião de Espíritos que são chamados de discípulos de Jesus. Quem errou que recomece o seu caminho. Quem ainda não errou, não erre e saiba o porquê não deve fazer isso.
Quanto ao aborto gostaria de fazer um pequeno comentário:
Coloque-se meu amigo na condição seguinte: Se quando nossas mães ao saber da concepção de nosso corpo material, ainda imperceptível em seu ventre, desejasse a todo custo nos abortar e o fizesse, onde é que estaríamos agora?. Muitos dirão que encontrariam outros pais que os desejassem e que os trariam à encarnação.
Mas as coisas não são bem assim. A maioria esmagadora de Espíritos que são rejeitados pelas mães e abortados em seus corpos programados para adentrarem o mundo dos encarnados, se revolta, não perdoa e passa a obsidiar os pais, causando males de toda sorte. Ficam por muitos anos perseguindo e maltratando, levando-os à loucura e muitas vezes à morte prematura.
Tornam-se malfeitores e carregam isso até que possam de alguma maneira acertar essas contas com Deus, através de muitas lágrimas e lamentos.
Como nos disse Jesus, devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem. A medicina está muito avançada e hoje só tem filhos quem realmente quer, pois são muitos os métodos eficazes de evitar a concepção.
Digo isso porque no momento em que ocorre a concepção é que o Espírito designado a encarnar com o novo corpo é ligado e então existe vida intra-uterina. Desde o momento da concepção o Espírito reencarnante está jungido ao corpo em formação e o aborto, se realizado, é crime. Quem pratica o aborto está cometendo um crime contra alguém que não pode se defender.
Os que são cristãos conhecem muito bem um dos mandamentos do Decálogo que é: “Não matarás”.
Jesus nos ensinou que alem de não matar, devemos fazer o bem e a caridade para com o próximo, e ser parecidos com as crianças porque deles é o Reino dos Céus.

02- O que diz a Bíblia sobre “Não Matarás”

“Não matarás”. (Êxodo 20:13)
“De palavras de falsidade te afastarás, e não matarás o inocente e o justo. Porque não justificarei o ímpio”. (Êxodo 23:7)
“Não matarás”. (Deuteronômio 5:17)
“Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo”. (Mateus 5:21)
“Disse-lhe ele: Quais? E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho”. (Mateus 19:18)
“Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe”. (Marcos 10:19)
“Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe”. (Lucas 18:20)
“Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. (Romanos 13:9)
“Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás”. (Tiago 2:11)

03- Amar ao próximo como a si mesmo

Uma das maiores manifestações que conhecemos sobre o amor incide naqueles que desejam ter o coroamento de sua felicidade com o nascimento de filhos para que possam dar continuidade em seu trabalho de vivencia da luz sobre a Terra.
Quando a pessoa exalta a caridade dentro de si em forma de auxilio das mais variadas maneiras ao seu próximo, o que não fará em prol daqueles que são a geração de seu próprio ser na constituição de uma nova forma de vida?
Nisso vemos o “amar ao seu próximo como a si mesmo” em seu próprio sangue na multiplicação da vida.
– Mateus 22
34 E os fariseus, ouvindo que Ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar.
35 E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo:
36 Mestre, qual é o grande mandamento da lei?
37 E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
38 Este é o primeiro e grande mandamento.
39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
40 Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.
– Marcos 12
28 Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar e, sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?
29 E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor.
30 Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.
31 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.
32 E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus e que não há outro além dele;
33 e que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças e amar o próximo como a si mesmo é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.
34 E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do Reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-lhe mais nada.

04- O Deus de Moisés e o Deus de Jesus

O Deus de Moises mandava matar os inimigos sem qualquer compaixão. Mandava até mesmo matar os filhos que fossem rebeldes como está escrito no Deuteronômio (21: 18 a 21) e tantas outras coisas mais que não se coadunam com o pensamento de um Deus de amor e de compaixão como nós aprendemos a conhecer.
O Deus que Jesus nos apresentou está muito longe daquele Deus do “olho por olho dente por dente”. É o Deus do amor que ensina a amar ao próximo como a si mesmo.
Lógico que entendemos que naqueles tempos Moises tinha que ser duro com os seus conterrâneos devido ao atraso e ignorância do povo. Então apresentou um Deus enérgico e sedento de sangue e o povo engoliu isso e muitos ainda seguem os mesmos pensamentos daquela gente.
Os tempos são outros e o pensamento cristão é muito diferente. Mas os Espíritos que encarnavam aqueles homens ainda hoje estão por aqui no mesmo diapasão, na mesma lamuria e nos mesmos hábitos. Continuam ainda com o tacão: pagar as maldades que recebem, com as mesmas maldades.
Os amigos cobram de nós, Espíritas, o porquê que Deus não limpa de vez nosso planeta e deixa aqui apenas os Espíritos que sejam seguidores do amor e da paz.
Entendemos o pensamento dos Espíritos quando nos dizem que a Terra está se transformando, de um planeta de provas e expiações para um planeta de regeneração, mas compreendemos que para isso acontecer leva algum tempo; mas espero que ninguém se preocupe, pois já está acontecendo a retirada definitiva de Espíritos voltados para o mal para outros locais ainda atrasados, pois com eles tem afinidade.
Em a natureza nada pode dar saltos, tudo deve seguir os processos de evolução contínua. Os Espíritos são criados tendo a semente interior, impregnada no âmago da alma, que devem seguir a evolução até Deus, mas essa semente muitas vezes é sufocada pelos atrasos e inconseqüências que o Espírito molda para seu caminho através de seus atos impensados.
No dia a dia vemos que milhões estão engajados no mal e fazem de tudo para que as hostes inferiores vençam o bem. O planeta se segura porque os bons ainda tem forças para lutar e fazer com que a justiça predomine sobre os atos inconseqüentes dos maus elementos.
Milhares de Espíritos permanecem na Terra jungidos aos males que praticaram quando encarnados e continuam praticando na erraticidade.
Quem foi mau na Terra continua mau na Espiritualidade, habitando locais de sofrimento e interagindo com os encarnados. Isso gera todo tipo de conflitos e acaba desaguando num mar sem fim de sofrimentos. Poucos são os que conseguem desamarrar os liames que os prendem aos interesses mundanos e alçar vôo pela espiritualidade maior.
Para piorar o caso de obsessões e possessões temos os abortos delituosos praticados por pessoas inconseqüentes e que levam às piores encrencas que se possa imaginar.
Vamos estudar o caso, na visão Espírita, do aborto criminoso, contando alguns fatos para que o amigo possa pensar e agir certo quando de situações parecidas a que esteja sujeito.

05- Estatísticas de aborto no mundo

Numero de abortos por ano: entre 46 a 55 milhões.
Numero de abortos por dia: aproximadamente 126.000.
Onde ocorrem:
78% de todos os abortos são realizados em países em desenvolvimento e os restantes 22% em países desenvolvidos.

Legalidade dos abortos:

Aproximadamente 97 países, com cerca de 66% da população mundial, têm leis que em essência permitem o aborto induzido.
93 países, com cerca de 34% da população, proíbem o aborto ou permitem o aborto apenas em situações especiais como deformações do feto, violações ou risco de vida para a mãe.
Todos os anos cerca de 26 milhões de mulheres realizam abortos legais, enquanto que 20 milhões de abortos são realizados em países onde esta prática é restringida ou proibida por lei.

06- Navio do aborto

Em 03 de agosto de 2009 a noticia na internet foi esta:
Navio do Aborto suspende viagem ao Brasil
Aurora, o navio do aborto
A organização não governamental Women on Waves (Mulheres sobre as Ondas), liderada pela médica holandesa Rebeca Gomperts, de 43 anos de idade, tomou a iniciativa de realizar abortos e distribuir, nas primeiras semanas de gravidez, pílulas abortivas.
Uma embarcação denominada Aurora, bem equipada, recolhe, há dois anos, nos países da África e da América Latina, mulheres grávidas desejosas de realizar aborto seguro. Segundo as “Mulheres sobre as Ondas”, existe o “direito natural das mulheres de recusar uma maternidade não desejada”.
Nos países que criminalizam o aborto, as grávidas desejosas em interromper a gravidez são colocadas na supracitada embarcação e o aborto é realizado fora das águas territoriais. Ou seja, onde não vigora a legislação do país de proibição.
Depois de efetivado o aborto, dá-se o retorno da mulher ao porto de embarque. A atividade da “Mulheres sobre as Ondas” não se resume ao aborto com intervenção cirúrgica. Elas, depois de examinarem e diagnosticarem o tempo de gravidez, realizam a distribuição de pílulas abortivas. Só são distribuídas as pílulas depois de constatado que o tempo de gravidez não ultrapassa as primeiras semanas.
A embarcação está ancorada em porto holandês e não pode viajar para o Brasil, Chile, Argentina e Nicarágua até que a justiça holandesa defina a situação criada pelo governo que não quer mais que a bandeira da Holanda seja usada por navios do tipo Aurora.
Sem bandeira, a imunidade da nave foi perdida e quando da ancoragem em porto de países anti-abortistas haveria problemas.
Além disso, a organização passou a não mais receber as pílulas abortivas dos programas governamentais holandeses.
Essa gente que se autodenomina salvadora dos direitos das mulheres não sabem o tamanho da encrenca que estão arrumando para si e para aquelas que pretendem “ajudar” retirando a vida que se forma em seu ventre, pelos mais diferentes motivos. Tanto a gestante quanto aqueles que incentivam ou praticam o aborto são réus de crimes perpetrados contra a Lei de Deus e consequentemente serão tratados como tal pela Lei da Causa e Efeito. Se soubessem o tributo cobrado por quem pratica esse crime jamais deixariam que sequer passasse perto de sua cabeça esse pensamento.

07- Aborto: Que diz a ciência?

No século XIX descobriu-se que a partir da concepção tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente.
“Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano… Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto.” (K. L Moore. The Developing Human)
“Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula.” (Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)
“A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo.” (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)
“O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo.” (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institule of Technology (MIT) Press)
“Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:” (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Palhology of lhe Fetus and lhe lnfant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)
“O zigoto (…) representa o início de uma nova vida.” (Greenhill and Freidman’s, Biological Principies and Modem Practice of Obstetrics)
Como já se disse o valor científico destas afirmações é inquestionável, pois constam dos livros adotados pela maioria das Faculdades de Medicina dos EUA.
Em 1971 o Supremo Tribunal de Justiça dos EUA pediu a mais de duzentos cientistas, entre os mais prestigiados especialistas americanos, que elaborassem um relatório sobre o desenvolvimento embrionário. Esse documento diz o seguinte:
“Desde a concepção a criança é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento. Na sequência de um processo natural e contínuo o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos triliões de células do bebé recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra. No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomas de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v. Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)
Diante disso, pode-se concluir:
1. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo.
2. Este ser vivo está individualizado.
3. Este ser vivo pertence a uma espécie definida: a espécie à qual pertencem todos os seres humanos. Portanto,
4. A partir do momento da concepção, do ponto de vista biológico, temos um ser vivo, individualizado e humano.
Está completamente fora de dúvidas que o aborto mata um ser humano. Aos defensores do aborto resta explicar como se pode defender a morte arbitrária de seres humanos inocentes.

08- Frases de um pesquisador

O pesquisador francês Dr. Lejane que identificou a origem genética da chamada Síndrome de Down disse:
“Se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano, ele não poderia tornar-se um, pois nada é acrescentado a ele.”
“Penso pessoalmente que diante de um feto que corre um risco, não há outra solução senão deixá-lo correr esse risco. Porque, se se mata, transforma-se o risco de 50% em 100% e não se poderá salvar em caso nenhum. Um feto é um paciente, e a medicina é feita para curar… Toda a discussão técnica, moral ou jurídica é supérflua: é preciso simplesmente escolher entre a medicina que cura e a medicina que mata”.
“A sociedade não tem que lutar contra a doença, suprimindo o doente.”
“Um único critério mede a qualidade de uma civilização: o respeito que ela prodiga aos mais fracos de seus membros. Uma sociedade que esquece isso está ameaçada de destruição. A civilização consiste, muito exatamente, em fornecer aos homens o que a natureza não lhes deu. Quando uma sociedade não admite os deserdados, ela vira as costas à civilização”
“Logo que os 23 cromossomas paternos trazidos pelos espermatozóides e os 23 cromossomas maternos trazidos pelo óvulo se unem, toda a informação necessária e suficiente para a constituição genética do novo ser humano se encontra reunida”.
“O fato de que a criança se desenvolve em seguida durante 9 meses no seio de sua mãe, em nada modifica a sua condição humana.”
“Assim que é concebido, um homem é um homem”.
“Não quero repetir o óbvio, mas na verdade, a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomas masculinos se encontram com os 23 cromossomas femininos, todos os dados genéticos que definem o novo ser humano já estão presentes. A fecundação é o marco da vida”.
“…Se logo no início, justamente depois da concepção, dias antes da implantação, retirássemos uma só célula do pequeno ser individual, ainda com aspecto de amora, poderíamos cultivá-la e examinar os seus cromossomas. E se um estudante, olhando-a ao microscópio não pudesse reconhecer o número, a forma e o padrão das bandas desses cromossomas, e não pudesse dizer, sem vacilações, se procede de um chimpanzé ou de um ser humano, seria reprovado. Aceitar o fato de que, depois da fertilização, um novo ser humano começou a existir não é uma questão de gosto ou de opinião.
A natureza humana do ser humano, desde a sua concepção até à sua velhice não é uma disputa metafísica. É uma simples evidência experimental.”
“No princípio do ser há uma mensagem, essa mensagem contém a vida e essa mensagem é uma vida humana”.

09 – Uma fotografia do feto pegando na mão do médico

Um fotógrafo que fez a cobertura de uma intervenção cirúrgica para espinha bífida, realizada dentro do útero materno num feto de apenas 21 semanas de gestação, numa autêntica proeza médica, nunca imaginou que a sua máquina fotográfica iria registrar talvez o grito a favor da vida mais eloqüente conhecido até hoje.
Enquanto Paul Harris cobria, na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tennessee, aquilo que considerou uma das boas notícias no desenvolvimento deste tipo de cirurgias, captou o momento em que o bebe tirou sua mão pequena do interior do útero da mãe, tentando segurar um dos dedos do doutor que estava a operá-lo.
A mão pequena que comoveu o mundo pertence a Samuel Alexander, nascido a 28 de dezembro 1999 (no dia da foto ele tinha 3 meses de gestação). os especialistas sabiam que não conseguiriam mantê-lo vivo fora do útero materno e que deveriam tratá-lo lá dentro, corrigir a anomalia fatal e fechá-lo para que o bebe continuasse seu crescimento normalmente.
Por tudo isto, a imagem foi considerada como uma das fotografias médicas mais importantes dos últimos tempos e uma recordação de uma das operações mais extraordinárias efetuada no mundo.
Uma espinha dorsal bífida pode levar a danos cerebrais, gerar paralisias diversas e até mesmo uma incapacidade total. Porém, quando pode ser corrigido antes de o bebê nascer, muitas são as chances de cura. Apesar do grande risco por o bebê não poder nascer ainda naquele momento. Nela, os médicos puderam tratar o bebe, cujo tamanho não era maior do que o de um porquinho da índia – sem o tirar do útero, fechar a abertura originada pela deformação e proteger a coluna vertebral de modo a que os sinais vitais nervosos pudessem ir agora para o cérebro.

abapézinho

Aborto

O aborto é um ato criminoso, é um assassinato covarde contra um ser ainda indefeso, que está simplesmente pedindo abrigo e compaixão para continuar o seu ciclo evolutivo. Não existem desculpas ou argumentos para justificar esse erro, salvo os casos em que ocorre pelo desequilíbrio do espírito reencarnante, que não possui condições ou merecimento de renascer.
Oxalá chegará o dia em que os irmãos da Terra entenderão o verdadeiro valor da vida, recebendo de coração aberto os irmãos que voltam a luta, rumo a redenção.
Falamos inicialmente sobre a reencarnação para que os leitores pudessem refletir sobre a grandiosidade da vida e o esforço que é realizado pela espiritualidade durante a gravidez.
O aborto é uma infração grave diante das leis divinas e as conseqüência desse ato são sempre desastrosas.
358. Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?
“Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando.”
Allan Kardec – O Livro dos Espíritos
Vamos citar alguns exemplos de fatores que levam ao Aborto:
– Marginalização da mulher – Embora a sociedade esteja bem mais flexível sobre o assunto mãe solteira, ainda existe preconceito em algumas famílias que ameaçam até o abandono. Embora seja uma situação desagradável, não é motivo para realização do aborto, e se o ato for consumado todos que participaram terão sua cota de responsabilidade, embora a maior delas seja da mãe, que não cumpriu o dever sagrado que lhe foi confiado.
– Condições Financeiras – São inúmeros os casos em que os pais são auxiliados a prover materialmente o filho. quantas vezes um emprego aparece, algum familiar ajuda, etc, Deus, que é infinito em sua abundancia, a ninguém desampara.
Muitas vezes o filho possui um bom Karma e por isso atrairá para a família diversas oportunidades de crescimento material, espiritual ou ambos. Tenha certeza – Deus não vai desampará-los na criação dos filhos. Se, em ultimo caso, a família não puder alimentar e amparar o filho então que ele seja encaminhado à instituições até que a situação seja amenizada.
– Posição Social – Muitas mulheres que acompanham homens importantes têm medo de perder o destaque e o seu companheiro por causa da gravidez.
É lamentável se a mulher optar sozinha ou com a concordância do companheiro no assassinato do rebento, porque ambos assumirão um grande debito com a justiça divina. Devido a brecha espiritual que esse ato provoca, muitas mulheres acabam perdendo o companheiro e a razão, pois a culpa cria brechas para a obsessão do espírito abortado ou outros que se aproximam(falaremos mais sobre esse assunto).
– Aproveitar a Vida – Reflitam… Exterminar a oportunidade da volta de um espírito por um motivo egoísta com esse….. Pode ter certeza que com o filho você aproveitaria a vida de forma diferente, com muito mais alegria. A culpa o seguirá como uma sombra durante toda a sua “proveitosa” vida.
Se não descambam para a delinquência do aborto, na maioria das vezes são trabalhadores desprevenidos que preferem poupar o suor, na fome de reconforto imediatista. Infelizmente para eles, porém, apenas adiam realizações sublimes, às quais deverão fatalmente voltar, porque há tarefas e lutas em família que representam o preço inevitável de nossa regeneração.
Desfrutam a existência, procurando inutilmente enganar a si mesmos, no entanto, o tempo espera-os, inexorável, dando-lhes a conhecer que a redenção nos pede esforço máximo. Recusando acolhimento a novos filhinhos, quase sempre programados para eles antes da reencarnação, emaranham-se nas futilidades e preconceitos das experiências de subnível, para acordarem, depois do túmulo, sentindo frio no coração…

Ação e Reação – Chico Xavier

– Abandono do Companheiro – Muitas mulheres têm medo de criar seus filhos sozinhas, contudo, em quantos casos temos nos filhos os companheiros para as noites de solidão ou o auxilio nos momentos mais difíceis.
Para muitas mães os filhos são a força motriz para vencerem na vida, superarem seus medos e não desistir. A mulher que se torna mãe transforma-se para nunca mais ser a mesma, pois de forma inexplicável o Criador toca o seu coração.
– Risco de Vida para a Mãe – Deixamos esta resposta para Allan Kardec:
359. Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?
“Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.”
Um instrutor espiritual nos fala um pouco mais sobre o aborto no livro Missionários da Luz
Em razão disto – prosseguiu ele –, o aborto muito raramente se verifica obedecendo a causas de nossa esfera de ação. Em regra geral, origina-se do recuo inesperado dos pais terrestres, diante das sagradas obrigações assumidas ou aos excessos de leviandade e inconsciência criminosa das mães, menos preparadas na responsabilidade e na compreensão para este ministério divino. Entretanto, mesmo aí, encontrando vasos maternais menos dignos, tudo fazemos, por nossa vez, para opor-lhes resistência aos projetos de fuga ao dever, quando essa fuga representa mero capricho da irresponsabilidade, sem qualquer base em programas edificantes.
Claro, porém, que a nossa interferência no assunto, em se tratando de luta aberta contra nossos amigos reencarnados, transitoriamente esquecidos da obrigação a cumprir, tem igualmente os seus limites. Se os interessados, retrocedendo nas decisões espirituais, perseveram sistematicamente contra nós, somos compelidos a deixá-los entregues à própria sorte.
Daí, a razão de existirem muitos casais humanos, absolutamente sem a coroa dos filhos, visto que anularam as próprias faculdades geradoras.
Quando não procederam de semelhante modo no presente, sequiosos de satisfação egoística, agiram assim, no passado, determinando sérias anomalias na organização psíquica que lhes é peculiar.
Neste último caso, experimentam dolorosos períodos de solidão e sede afetiva, até que refaçam, dignamente, o patrimônio de veneração que todos nós devemos às leis de Deus
O abandono do filho que acaba de nascer é menos grave diante das leis espirituais que o aborto, contudo, isso não se aplica nos casos de desencarne por falta de cuidados.
Não estamos estimulando esse ato, que também é abominável, mas, devemos desestimular de qualquer forma o ato homicida do Aborto.
O Aborto pode ser realizado de duas formas distintas: Consciente e Inconsciente.

Aborto Consciente

O aborto consciente é o mais agressivo, a mãe intervém de forma deliberada para exterminar o filho, pode ser realizado através de remédios, médicos inescrupulosos ou outras formas
No aborto consciente o espírito recebe um choque quando desligado abruptamente da mãe, é muito parecido com os desencarnes em tragédias. Nesses casos o espírito volta a forma que tinha antes de tentar reencarnar e na maioria das vezes têm alguma consciência do que está acontecendo.
Se o espírito já tiver alcançado um pouco de compreensão e perdão no coração então ele não se voltará contra a mãe que o expulsou, agora, se ele decidir se vingar (é o que ocorre na maioria das vezes) então…. temos um grandioso problema. Como será visto no tópico sobre as conseqüências do aborto, a mãe abre uma janela para a influencia do astral inferior, principalmente para o espírito que ele expulsou.
Não são raros os casos de possessão pelo espírito abortado, o remorso e culpa pelo ato cometido quebram as barreiras de proteção espiritual e deixam livro o caminho para os que desejam fazer o mal.
A loucura, doenças incuráveis, comprometimentos físicos e até o desencarne podem ter como causa o Aborto Consciente.

Aborto Inconsciente

O aborto inconsciente acontece pelo desregramento ou rejeição da mãe, que pode se negar a receber o filho e criar um ambiente inapropriado para sua formação.
Temos casos de mulheres que não seguem as restrições necessárias para uma gravidez saudável e acabam expelindo os filhos, mortos pela irresponsabilidade e egoísmo.
No livro Evolução em Dois Mundos (Chico Xavier) André Luiz nos fala sobre o alcance que a rejeição da mãe pode acarretar:
Em contrário, há, por exemplo, os casos em que a mulher, por recusa deliberada à gravidez de que já se acha possuída, expulsa a entidade reencarnante nas primeiras semanas de gestação, desarticulando os processos celulares da constituição fetal e adquirindo, por semelhante atitude, constrangedora dívida ante o Destino.
Quando ocorre o aborto insconsciente as equipes reencarnacionistas recolhem o filho rejeitado, ele é levado para um hospital onde receberá o devido tratamento, contudo, nada impede que ao despertar sinta um ódio descontrolado e acabe obsediando a mãe.
As duas formas são consideradas como assassinato pela justiça divina e estão sujeitas as conseqüências que falaremos no próximo tópico.
No livro Missionários da Luz temos um exemplo de aborto inconsciente:
– Isto mesmo – prosseguiu o interlocutor –. Enquanto os desequilíbrios se localizam na esfera paternal ou procedem da influência de entidades malignas, simplesmente, há recursos a interpor; no entanto, se a desarmonia parte do campo materno, é muito difícil estabelecer proteção eficiente.
A pobre criatura, por duas vezes sucessivas, provocou o aborto inconsciente pelo excesso de
leviandades e, atualmente, será vítima das próprias irreflexões pela terceira vez, segundo parece. Debalde temos oferecido o socorro de que podemos dispor. A infeliz deixou-se empolgar pela ideia de gozar a vida e irmanou-se a entidades desencarnadas da pior espécie, que, para acentuar os seus planos sombrios, separaram- na do próprio companheiro, ansiosas por lhe precipitarem o coração na esfera das emoções baixas.
..
– Infelizmente – disse um deles ao chefe – a situação é muito grave. É impossível prosseguir em nosso esforço de assistência, com o êxito desejável. Nossa irmã afunda-se, cada vez mais, nos desequilíbrios destruidores. Unindo-se voluntariamente – e indicou as entidades viciosas que a cercavam – a estes adversários infelizes, entrega-se, agora, a prazeres e abusos de toda sorte.
Seus desvios sexuais, nos últimos dias, têm sido lastimáveis, e enorme é a quantidade de alcoólicos, aparentemente inofensivos, de que tem feito consumo sistemático. Aliados semelhantes distúrbios às vibrações desordenadas do plano mental, vemos que a posição de Volpini é insustentável, não obstante nossos melhores esforços de socorro.
No mesmo livro nos é relatado o processo de desligamento do espírito reencarnante:
Apuleio aproximou-se e retirou Volpini, que a ela se abraçava como criança semiconsciente. Em seguida, vi-o aplicar passes magnéticos em toda a região uterina, empregando infinito cuidado.
Retomando Volpini, que confiara às minhas mãos, para poder
operar com eficiência, falou-me, calmo Retiramo-nos conduzindo o companheiro, prematuramente desligado, a uma organização socorrista:

A Pílula do Dia Seguinte

Conforme foi explicado nos tópicos sobre Reencarnação, o espírito é ligado ao óvulo antes da fecundação, ou seja, no momento que ocorre a fecundação já existe um espírito ligado magneticamente à mãe.
A pílula do dia seguinte, quando ingerida e atuando sobre o óvulo fecundado é um aborto CONSCIENTE, pois já existia um espírito ligado à mãe.

Conseqüências do Aborto

357. Que conseqüências tem para o Espírito o aborto?
“É uma existência nulificada e que ele terá de recomeçar.”
Allan Kardec – O Livro dos Espíritos
O aborto não cria uma brecha espiritual para o contato com a espiritualidade inferior, ele cria uma JANELA!!!
Não podemos afirmar que todas as pessoas que praticam o aborto ficam obsediadas, contudo, ela se torna extremamente suscetível a receber a aproximação de um dos seguintes grupos do astral inferior:
• Grupos de Obsessores que se acham no direito de fazer justiça. No livro Ação e Reação (Chico Xavier) temos um exemplo do que esses irmãos podem fazer com espíritos que baixam sua vibração por causa da culpa e entram na sua faixa vibratória.
• O espírito abortado. Se o espírito que foi expulso do ventre da mãe não consegue perdoá-la a situação fica muito complicada, pois o canal entre esse espírito e a mãe é livre. Nesses casos temos quase sempre a obsessão complexa, que podem levar a possessão, loucura e até ao desencarne.
• O espírito abortado também pode se vincular aos grupos de espíritos do astral inferior especializados na arte da obsessão;
Em alguns casos é permitida a intercessão da espiritualidade, contudo, nem sempre é possível a reversão da obsessão. Em alguns somente o tempo pode amenizar o ódio e permitir que as correntes do amor voltem a soprar nesses corações.
A mulher que pratica o aborto cria dois débitos espirituais, o primeiro é com o espírito que ela assassinou no seu útero e o segundo é com a justiça divina, pois não honrou o sublime compromisso que Deus lhe solicitou.
Não basta ter outro filho para livrar a consciência do erro cometido, pois isso só ajusta as contas com aquele que você rejeitou, ainda existe o débito com a justiça divina, que poderá ser quitado através de cotas de amor e misericórdia ou dor e sofrimento.
Caberá ao espírito decidir qual caminho deseja percorrer: batalhando pela melhora interior, lutando contra suas tendências inferiores e buscando ajudar a todos estará escolhendo o caminho do amor, enquanto a preguiça, inércia e a repetição dos erros levam o espírito à dor, onde “Haverá choro e ranger de dentes…”
Não imaginem que abortar agora e ter o filho depois é considerado uma troca justa aos olhos de Deus, porque não é!!! IRMÃOS!!! Não é assim que funciona!!! Não somos nós que escolhemos a hora de ser pais, podemos influenciar no momento mais adequado, mas a volta do espírito é a expressão da vontade do Criador, que deseja que seu querido filho cresça e dilate seus olhos para a eternidade.
Retiramos vários trechos dos livros de André Luiz e Narci Castro de Souza sobre as inúmeras conseqüências do aborto, contudo, todas elas têm a culpa (consciente ou inconsciente) como força motriz do sofrimento. Ela acompanhará o espírito materno até o último suspiro na Terra e também após a morte, onde o ato do aborto será repetido em sua tela mental, até que se arrependa e alcance o nível vibratório mínimo para ser resgatada pelas equipes espirituais responsáveis..
Quando falamos de culpa consciente ou inconsciente estamos falando sobre espíritos mais ou menos conscientes do erro cometido, as mães que são espíritos mais sensíveis e evoluídos têm maior consciência do erro, já as menos evoluídas são menos conscientes. O peso da culpa acompanha as duas, na verdade a VIBRACAO da culpa acompanha as duas, criando uma psicosfera propicia para relembrar inúmeras vezes o erro cometido e permitir a aproximação de espíritos do astral inferior.
Um bom exemplo de onde pode chegar a obsessão que o espírito materno sofre quando o filho não a perdoa pode ser encontrado no livro Perguntas e Respostas Sobre a Vida (Narci Castro de Souza). O espírito obsediou as pessoas que lhe eram próximas e através de uma hemorragia interna foi a enfraquecendo até quase a morte. Através de uma prece sincera a mãe solicitou ao espírito uma nova oportunidade, tentando explicar o motivo que a levou ao ato extremo, conseguindo convencer o espírito a situação foi revertida.
No livro Nos Domínios da Mediunidade o instrutor espiritual mostra um exemplo do que pode acontecer com as mães que abortam:
Você examina o assunto com acertado critério. Nossa amiga, na equipe doméstica, é um enigma para os familiares. Moça de notável procedência, possui belas aquisições culturais, entretanto, sempre se comporta de modo chocante, evidenciando desequilíbrios ocultos. A princípio, compareciam a insatisfação e a melancolia ocasionando crises de nervos e distúrbios circulatórios.
Doente, desde a puberdade, em vão opinaram clínicos de renome
sobre o caso, até que um cirurgião, crendo-a prejudicada pó desarmonias da tireóide, submeteu-a a delicada intervenção, da qual saiu com seus padecimentos inalterados. Logo após, conheceu o cavalheiro sob nossa observação, que a desposou convencido de que o matrimônio lhe constituiria renovação salutar. Ao invés disso, porém, a situação se lhe agravou. A gravidez cedo se verificou, consoante a planificação de serviço, traçada na Vida Superior. Nossa irmã doente deveria receber o perseguidor nos braços maternos, afagando-lhe a transformação e auxiliando-lhe a aquisição de novo destino, mas, sentindo-lhe a aproximação, recolheu-se a insopitável temor, adiando o trabalho que lhe compete.
Impermeável às sugestões da própria alma, provocou o aborto com rebeldia e violência. Essa frustração foi a brecha que favoreceu mais ampla influência do adversário invisível no círculo conjugal. A pobre criatura passou a sofrer multiplicadas crises histéricas, com súbita aversão pelo marido. Principalmente à noite, é colhida, de assalto, por fenômenos de sufocação e de angústia, amargurando o consorte desolado. Médicos foram trazidos, no entanto os hipnóticos foram empregados em vão… Em franca demência, a enferma foi conduzida à casa de saúde, todavia, a insulina e o electrochoque não lhe solucionaram o problema.
Presentemente, atravessa um período de repouso em família, deliberando o esposo experimentar o concurso do Espiritismo. Enquanto Silva e Clementino procuravam sossegar a médium e o comunicante, reunidos numa simbiose de extremo desespero,
Hilário e eu continuávamos famintos de esclarecimento maior.
– E se ela conseguisse nova maternidade? – inquiriu meu colega, estudioso.
– Sim – concordou Áulus, convicto –, semelhante reconquista ser-lhe-á uma bênção, contudo, pela trama de sentimentos contraditórios em que se emaranhou, na fuga das obrigações que lhe cabem, não pode receber, de pronto, esse privilégio.

Ação e Reação

(Chico Xavier)

E o aborto provocado, Assistente? – inquiriu Hilário, sumamente interessado.
– Diante da circunspecção com que a sua palavra reveste o assunto, é de se presumir seja ele falta grave…
– Falta grave?! Será melhor dizer doloroso crime. Arrancar uma criança ao
materno seio é infanticídio confesso. A mulher que o promove ou que venha a
coonestar semelhante delito é constrangida, por leis irrevogáveis, a sofrer alterações deprimentes no centro genésico de sua alma, predispondo-se geralmente a dolorosas enfermidades, quais sejam a metrite, o vaginismo, a metralgia, o enfarte uterino, a tumoração cancerosa, flagelos esses com os quais, muita vez, desencarna, demandando o Além para responder, perante a Justiça Divina, pelo crime praticado. É, então, que se reconhece rediviva, mas doente e infeliz, porque, pela incessante recapitulação mental do atovabominável, através do remorso, reterá por tempo longo a degenerescência das forças genitais.

Evolução em Dois Mundos

(Chico Xavier)

Reconhecendo-se que os crimes do aborto provocada criminosamente surgem, em esmagadora maioria, nas classes mais responsáveis da comunidade terrestre, como identificar o trabalho expiatório que lhes diz respeito, se passam quase totalmente despercebidas da justiça humana?
— Temos no Plano Terrestre cada povo com o seu código penal apropriado à evolução em que se encontra; mas, considerando o Universo em sua totalidade como Reino Divino, vamos encontrar o Bem do Criador para todas as criaturas, como Lei básica, cujas transgressões deliberadas são corrigidas no próprio infrator, com o objetivo natural de conseguir-se, em cada círculo de trabalho no Campo Cósmico, o máximo de equilíbrio o com respeito máximo aos direitos alheios, dentro da mínima pena.
Atendendo-se, no entanto, a que a Justiça Perfeita se eleva, indefectível, sobre o Perfeito Amor, no hausto de Deus “em nos que movemos e existimos”, toda reparação, perante a Lei básica a que nos reportamos, se realiza em termos de vida eterna e não segundo a vida fragmentária que conhecemos na encarnação humana, porquanto, uma existência pode estar repleta de acertos e desacertos, méritos e deméritos e a Misericórdia do Senhor preceitua, não que o delinquente seja flagelado, com extensão indiscriminada de dor expiatória, o que seria volúpia de castigar nos tribunais do destino, invariavelmente regidos pela Equidade Soberana, mas sim que o mal seja suprimido de suas vítimas, com a possível redução do sofrimento.
Desse modo, segundo o princípio universal do Direito Cósmico a expressar-se, claro, no ensinamento de Jesus que manda conferir “a cada um de acordo com as próprias obras”, arquivamos em nós as raízes do mal que acalentamos para extirpá-las à custa do esforço próprio, em companhia daqueles que se no afinem à faixa de culpa, com os quais, perante a Justiça Eterna, os nossos débitos jazem associados.
Em face de semelhantes fundamentos, certa romagem na carne, entremeada de créditos e dívidas, pode terminar com aparências de regularidade irrepreensível para a alma que desencarna, sob o apreço dos que lhe comungam a experiência, seguindo-se de outra em que essa mesma criatura assuma a empreitada do resgate próprio, suportando nos ombros as conseqüências das culpas contraídas diante de Deus e de si mesma, a fim de reabilitar-se ante a Harmonia Divina, caminhando, assim, transitoriamente, ao lado de Espíritos incursos em regeneração da mesma espécie.
É dessa forma que a mulher e o homem, acumpliciados nas ocorrências do aborto delituoso, mas principalmente a mulher, cujo grau de responsabilidade nas faltas dessa natureza é muito maior, à frente da vida que ela prometeu honrar com nobreza, na maternidade sublime, desajustam as energias psicossomáticas, com mais penetrante desequilíbrio do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que frutescerão, mais tarde, em regime de produção a tempo certo.
Isso ocorre não somente porque o remorso se lhes entranhe no ser, à feição de víbora magnética, mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero e, por vezes, de revolta e vingança dos Espíritos que a Lei lhes reservara para filhos do próprio sangue, na obra de restauração do destino.
No homem, o resultado dessas ações aparece, quase sempre, em existência imediata àquela na qual se envolveu em compromissos desse jaez, na forma de moléstias testiculares, disendocrinias diversas, distúrbios mentais, com evidente obsessão por parte de forças invisíveis emanadas de entidades retardatárias que ainda encontram dificuldade para exculpar-lhes a deserção.
Nas mulheres, as derivações surgem extremamente mais graves. O aborto provocado, sem necessidade terapêutica, revela-se matematicamente seguido por choques traumáticos no corpo espiritual, tantas vezes quantas se repetir o delito de lesa-maternidade, mergulhando as mulheres que o perpetram em angústias indefiníveis, além da morte, de vez que, por mais extensas se lhes façam as gratificações e os obséquios dos Espíritos Amigos e Benfeitores que lhes recordam as qualidades elogiáveis, mais se sentem diminuídas moralmente em si mesmas, com o centro genésico desordenado e infeliz, assim como alguém indebitamente admitido num festim brilhante, carregando uma chaga que a todo instante se denuncia.
Dessarte, ressurgem na vida física, externando gradativamente, na tessitura celular de que se revestem, a disfunção que podemos nomear como sendo a miopraxia do centro genésico atonizado, padecendo, logo que reconduzidas ao curso da maternidade terrestre, as toxemias da gestação. Dilapidado o equilíbrio do centro referido, as células ciliadas, mucíparas e inter-calares não dispõem da força precisa na mucosa tubária para a condução do óvulo na trajetória endossalpingeana, nem para alimentá-lo no impulso da migração por deficiência hormonal do ovário, determinando não apenas os fenômenos da prenhez ectópica ou localização heterotópica do ovo, mas também certas síndromes hemorrágicos de suma importância, decorrentes da nidação do ovo fora do endométrio ortotópico, ainda mesmo quando já esteja acomodado na concha uterina, trazendo habitualmente os embaraços da placentação baixa ou a placenta prévia hemorragipara que constituem, na parturição, verdadeiro suplício para as mulheres portadoras do órgão germinal em desajuste.
Enquadradas na arritmia do centro genésico, outras alterações orgânicas aparecem, flagelando a vida feminina como sejam o descolamento da placenta eutópica, por hiperatividade histolítica da vilosidade corial; a hipocinesia uterina, favorecendo a germicultura do estreptococo ou do gonococo, depois das crises endometríticas puerperais; a salpingite tubercuksa; a degeneração cística do córto; a salpingooforite, em que o edema e o exsudato fibrinoso provocam a aderência das pregas da mucosa tubária, preparando campo propício às grandes inflamações anexiais, em que o ovário e a trompa experimentam a formação de tumores purulentos que os identificam no mesmo processo de desagregação; os síndromes circulatórios da gravidez aparentemente normal, quando a mulher, no pretérito, viciou também o centro cardíaco, em conseqüência do aborto calculado e seguido por disritmia das forças psicossomáticas que regulam o eixo elétrico do coração, ressentindo-se, como resultado, na nova encarnação e em pleno surto de gravidez, da miopraxia do aparelho cardiovascular, com aumento da carga plasmática na corrente sanguínea, por deficiência no orçamento hormonal, daí resultando graves problemas da cardiopatia conseqüente.
Temos ainda a considerar que a mulher sintonizada com os deveres da maternidade na primeira ou, às vezes, até na segunda gestação, quando descamba para o aborto criminoso, na geração dos filhos posteriores, inocula automaticamente no centro genésico e no centro esplênico do corpo espiritual as causas sutis de desequilíbrio recôndito, a se lhe evidenciarem na existência próxima pela vasta acumulação do antígeno que lhe imporá as divergências sanguíneas com que asfixia, gradativamente, através da hemólise, o rebento de amor que alberga carinhosamente no próprio seio, a partir da segunda ou terceira gestação, porque as enfermidades do corpo humano, como reflexos das depressões profundas da alma, ocorrem dentro de justos períodos etários.
Além dos sintomas que abordamos em sintética digressão na etiopatogenia das moléstias do órgão genital da mulher, surpreenderemos largo capítulo a ponderar no campo nervoso, à face da hiper excitação do centro cerebral, com inquietantes modificações da personalidade, a ralarem, muitas vezes, no martirológio da obsessão, devendo-se ainda salientar o caráter doloroso dos efeitos espirituais do aborto criminoso, para os ginecologistas e obstetras delinquentes.

Perguntas e Respostas Sobre a Vida

– Narcí Castro de Souza

Quais as conseqüências para quem pratica um aborto? – perguntou outro assistente.
Se o espírito que vê frustrada a sua possibilidade de reencarnar for um espírito de pouca evolução pode ficar muito revoltado com a recusa daquela que seria sua mãe e desenvolver um sentimento de ódio e vingança. Em decorrência do ato criminoso praticado pela mulher, ela fica carmicamente a mercê deste espírito. Esta vingança vai desde uma obsessão à tentativa de exterminar–lhe a vida. Sobre as conseqüências físicas, a mulher pode ficar estéril se houver um processo inflamatório grave. Se a prática do aborto for repetida, em vidas futuras esta mulher pode renascer estéril e sofrer a frustração de não conseguir gerar um filho. Também ao retornar ao mundo espiritual poderá ser assediada pelos espíritos que tenha rechaçado, sofrendo perseguições dos mesmos.Outra conseqüência para que valorize a vida, será receber em seu ventre um espírito que tenha cometido suicídio em vida anterior e, em decorrência do suicídio, é comum não conseguir ultrapassar a primeira infância, desencarnando nos primeiros anos de vida, e isto consistirá em experiência dolorosa mas redentora para esta mulher.

Os Cúmplices do Aborto

A maior culpada pelo aborto (consciente ou inconsciente) é a mãe, que tem a responsabilidade de ser o canal sagrado para a volta do espírito à carne.
Porém, enganam-se os que acham que ela é única que terá que acertar contas com a justiça divina, TODOS os que participaram incentivando ou se omitindo e permitiram que o ato se consumasse vão contrair débitos cármicos.
Podemos citar como cúmplices o companheiro que incentiva o crime, o irmão ou irmã que ajuda na decisão, o pai ou mãe que não tenta dissuadir a filha e, principalmente o médico ou responsável pelo aborto.

Existem exceções:

• Quando o aborto é necessário para preservar a vida da mãe.
• Algumas vezes o pai é OBRIGADO a levar a filha para fazer o aborto, pois se assim não fosse ela poderia se matar ou realizar um ato insano para abortar. O que imaginar para esse pai, que tudo tenta para dissuadi-la, mas se vê entre a possibilidade da filha exterminar a vida.
No livro Nosso Lar (Chico Xavier) temos um exemplo de uma aborteira no plano espiritual.
Esta mulher, por enquanto, não pode receber nosso socorro.
Trata-se de um dos mais fortes vampiros que tenho visto até hoje.
É preciso entregá-la à própria sorte.
Senti-me escandalizado. Não seria faltar aos deveres cristãos
abandonar aquela sofredora ao azar do caminho? Narcisa, que me
pareceu compartilhar da mesma impressão, adiantou-se suplicante:
– Mas, Irmão Paulo, não há um meio de acolhermos essa miserável
criatura nas Câmaras?
– Permitir essa providência – esclareceu ele -, seria trair minha
função de vigilante.
E indicando a mendiga que esperava a decisão, a gritar impaciente,
exclamou para a enfermeira:
– Já notou, Narcisa, alguma coisa além dos pontos negros?
Agora, era minha instrutora de serviço que respondia negativamente.
– Pois vejo mais – respondeu o Vigilante-Chefe.
Baixando o tom de voz recomendou:
– Conte as manchas pretas.
Narcisa fixou o olhar na infeliz e respondeu, após alguns instantes:
– Cinqüenta e oito.
O Irmão Paulo, com a paciência dos que sabem esclarecer com amor, explicou:
– Esses pontos escuros representam cinqüenta e oito crianças assassinadas ao nascerem. Em cada mancha vejo a imagem mental de uma criancinha aniquilada, umas por golpes esmagadores, outras por asfixia. Essa desventurada criatura foi profissional de ginecologia. A pretexto de aliviar consciências alheias, entregavase a crimes nefandos, explorando a infelicidade de jovens inexperientes.
A situação dela é pior que a dos suicidas e homicidas, que, por vezes, apresentam atenuantes de vulto.

Resgatando o Débito Contraído com o Aborto

Para melhorar a própria situação, que deve fazer a mulher que se reconhece, na atualidade, com dívidas no aborto provocado, antecipando-se, desde agora, no trabalho da sua própria melhoria moral, antes que a próxima existência lhe imponha as aflições regenerativas?
– Sabemos que é possível renovar o destino todos os dias.
Quem ontem abandonou os próprios filhos pode hoje afeiçoar-se aos filhos alheios, necessitados de carinho e abnegação.
O próprio Evangelho do Senhor, na palavra do Apóstolo Pedro, adverte-nos quanto à necessidade de cultivarmos ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre a multidão de nossos males

Evolução em Dois Mundos – Chico Xavier

Deus não é o carrasco impiedoso ou o justiceiro maquiavélico, embora não consigamos entender os motivos das dores, angustias e dificuldades que passamos, podem acreditar, existe uma lição, um aprendizado, uma reflexão, enfim, uma oportunidade de crescimento em cada desafio da vida.
É possível resgatar qualquer débito através do amor e da caridade, contudo, a preguiça e a acomodação espiritual fazem acordar, em algum momento, os gigantes internos, responsáveis pelo aprendizado espiritual.
Se um dia alguém realizou o Aborto ele poderá resgatar esse erro através do auxilio às crianças órfãs, ou apoio a mães que não tem como criar o filho, etc, revertendo possíveis abortos ele também pode quitar o débito contraído.
No entanto, a maioria de nós quer orar, pedir, chorar e fazer trocas no momento que a justiça nos cobra o débito que em algum lugar do passado cometemos e, por pura ignorância achamos que não seriamos cobrados.
Se o irmão ou irmã participou de um aborto ou o executou e deseja reverter a culpa que invade o seu coração então busque de corpo e alma a reparação do erro através do auto-aprimoramento espiritual e auxilio ao próximo.
Isso vale para qualquer erro, podemos nesta vida, através de nossa vontade transformar um desfiladeiro espinhento em uma ponte radiosa de luz. Acordem irmãos, despertem para o Cristo Interno que existe em cada um de vocês.
No livro Ação e Reação o instrutor espiritual nos fala sobre como podemos reverter a ação do aborto.
– E como se recuperará dos lamentáveis acidentes dessa ordem?
O Assistente pensou por momentos rápidos e acrescentou:
– Imaginem vocês a matriz mutilada ou deformada, na mesa da cerâmica.
Decerto que o oleiro não se utilizará dela para a modelagem de vaso nobre, mas aproveitar-lhe-á o concurso em experimentos de segunda e terceira classe… A mulher que corrompeu voluntariamente o seu centro genésico receberá de futuro almas que viciaram a forma que lhes é peculiar, e será mãe de criminosos e suicidas, no campo da reencarnação, regenerando as energias sutis do perispírito, através do sacrifício nobilitante com que se devotará aos filhos torturados e infelizes de sua carne, aprendendo a orar, a servir com nobreza e a mentalizar a maternidade pura e sadia, que acabará reconquistando ao preço de sofrimento e trabalho justos…

Células Tronco

Aconselho a leitura do livro Perguntas e Respostas Sobre a Vida (Narcí Castro de Souza), a autora faz uma abordagem interessante no livro.

Estupro

Voltamos a informar:
O aborto só é permitido quando a mãe corre risco de vida e não existe outra opção.
Qualquer outro argumento não é desculpa aos olhos de Deus para o aborto.
Narcí Castro de Souza relata no livro Perguntas e Repostas Sobre a Vida a opinião do instrutor espiritual, vale a pena a leitura desta passagem.

Conclusão

Oro a Deus para que todos façam suas tarefas….
Que o instrutor ensine com amor aos pequeninos que ensaiam os primeiros passos…
Que os chefes estimulem o crescimento e emancipação dos subordinados…
Que os políticos velem por toda a comunidade…
Que os empregados realizem suas tarefas com amor e humildade…
e que os Pais,
responsáveis pela volta daqueles que um dia batalharam por este planeta,
aceitem de coração aberto,
a divina oportunidade que Deus lhes atribui.
Todos temos responsabilidades, TODOS,
e só estaremos aptos a melhorar a condição espiritual quando não restar mais tarefas inacabadas.
Aproveitem a oportunidade e cresçam para a vida eterna.

 

ABORTO NÃO

O aborto sob a visão Espírita e sob a visão materialista

Maria Ribeiro

Recentemente* o Supremo Tribunal Federal legalizou o aborto de fetos, cujos exames comprovem que sejam portadores de uma má formação encefálica denominada anencefalia.
O termo anencefalia sugere falta total do encéfalo, o que impediria que o bebê se desenvolvesse, com o comprometimento das funções orgânicas. Isto é fato, uma vez que o encéfalo é o veículo imediato de manifestação do Espírito; portanto, será deficiente tanto quanto forem a profundidade ou a gravidade da lesão. Ocorre a não formação dos hemisférios cerebrais e da calota craniana. No entanto, estas crianças não são totalmente desprovidas da massa encefálica, possuindo tronco encefálico e isso faz com que algumas funções orgânicas se manifestem, embora que precariamente.
Não se tem intenção de criticar o Tribunal por este feito, uma vez que as mentes materialistas ainda dominam a sociedade e, com a aprovação ou não da lei, abortos acontecem às mancheias, de bebês normais ou não. As leis humanas tentam se adequar ao comportamento já estabelecido. De igual forma, longe existe a crítica às mães que encontram no aborto a solução para aquilo que pensam ser o seu problema. Bem se sabe que o machismo ainda está no controle, e na maioria das vezes em que uma mulher decide abortar, é porque faltou o apoio do companheiro, da família, e, claro, do sistema vigente.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde**, ocorre um aborto a cada 24 segundos. São cerca de 46 milhões de abortos anualmente, sendo 26 milhões em países cujas leis o legalizaram. Ou seja, 20 milhões se realizam sem o aval da lei. É para grande parte destas que alguns grupos de extermínio reencarnados querem a legalização, pois, dizem, as mulheres que tem dinheiro podem pagar pelo aborto, têm assistência médica e não terão seqüelas. Lembrando que estes números são uma estimativa, podem estar bem longe da realidade, já que a mãe que aborta só procura ajuda hospitalar em casos de complicações.
Há o argumento de que a gravidez de uma criança em condição de anencefalia oferece risco para a vida da mãe, mas existem mais casos de gravidezes normais nas quais, por outras razões, algumas vezes, nos últimos momentos ou nos que decorrem após a gestação, em que a vida da mãe não pôde ser poupada, do que as mortes maternas decorrentes de gravidezes anencefalíticas. Aliás, nestes casos, ocorrem muitas vezes o aborto espontâneo. A ciência aponta que uma das causas desta má formação, bem como de outra má formação, a espinha bífida, seja a deficiência de ácido fólico, uma vitamina do complexo B, daí, advertem que alguns microgramas diários diminuiriam as chances. Os Espíritas, entretanto, compreendendo os postulados da Doutrina que abraçaram, reconhecem que a causa primária desta como todas as mazelas físicas, é espiritual.
Gravidez no caso de estupro poderia ser evitada, se, uma vez praticado o estupro a vítima recorresse à “pílula do dia seguinte”, evitando assim, que haja a fecundação; esta não ocorre logo após a ejaculação. E, em casos onde esta medida não foi possível, deveria haver a intervenção do Estado, oferecendo apoio moral e psicológico para a vítima, sem fazer novas vítimas.
O sistema deveria igualmente oferecer apoio psicológico e financeiro para os pais dos que têm sido chamados anencéfalos, pois é sabido que uma criança em tal condição é uma criança dispendiosa. Geralmente faz uso contínuo de medicamentos muito caros, a alimentação costuma ser especial. Parece ter sido mais fácil aniquilá-la antes que pudesse respirar da atmosfera individualista e vaidosa em que o mundo está mergulhado.
De acordo com a questão 354 da Magnânima obra O Livro dos Espíritos, Kardec questiona: ”Como explicar a vida intra uterina?” Ao que os Espíritos respondem:
“É aquela da planta que vegeta. A criança vive a vida animal. O homem possui em si a vida animal e a vida vegetal que ele completa, no nascimento, pela vida espiritual.”
Os Espíritos dizem com estas palavras que toda criança tem uma vida vegetativa no interior do útero, e não somente as crianças a que chamam anencéfalas. Trata-se de uma condição humana, esta primeira fase de desenvolvimento antes que a reencarnação se complete. Não é a má formação que lhe granjeia a vida vegetativa, portanto.
Com o nascimento, o homem, no dizer dos Espíritos, se completa pela vida espiritual, ou seja, ocorre a reencarnação propriamente dita, o espírito que estava apenas ligado ao corpo em formação, toma posse do corpo que lhe foi destinado.
É possível concluir que com as crianças a que chamam anencéfalas ocorra identicamente, pois que não são aberrações da natureza, como quer o materialismo, nem criações à parte desmerecedoras da oportunidade de viver, conforme crê povos indígenas, que sacrificam os que nascem fora dos seus padrões; pois que viver é o primeiro direito natural do homem.
Muitos, entretanto argumentarão que um dito anencéfalo nunca chegará a ser um homem. Daí, seria o caso de se perguntar se ter-se-ia coragem de ceifar a vida de um feto se, por meio de uma revelação segura, ficasse evidente que ele será um terrível criminoso. Ou então, se se mataria uma criança nascida perfeita, mas que foi vitimada por um acidente que lhe deixou danos irreparáveis, e com certeza, a expectativa de vida em tal caso estaria reduzida para alguns meses.
A ciência tem seus méritos, e a Doutrina os reconhece. A tecnologia vem se desenvolvendo e garantindo bem estar físico ao homem, o que é conseguido com diagnósticos cada vez mais precoces e precisos, promovendo maior qualidade de vida: o diagnóstico por meio de imagem revela informações que tornam o diagnóstico mais seguro e rápido. Imediatamente o paciente é encaminhado para um especialista que irá estudar o caso e ver qual o melhor procedimento a ser feito. Desde uma simples radiografia para verificar possíveis fraturas ósseas até as imagens de procedimentos delicados em órgãos como o coração, a presteza tecnológica tem lugar destacado.
Mas porque se usaria esta mesma tecnologia para um gesto tão bestial?
Os exames de diagnóstico por imagem revelam se a morfologia do futuro bebê está normal, bem como o tempo aproximado da gestação. Uma ultrassonografia feita por volta da sexta semana revela membros ainda incompletos; após a décima quinta semana é possível perceber a diferenciação sexual; mais ou menos a mesma época em que se detecta a má formação em análise. Porém, é ainda na terceira semana que o coração bate pela primeira vez… Não há atividade cerebral senão a partir da décima segunda semana, e é este o argumento dos partidários do aborto, inclusive de bebês que nascerão normais.
Ora, os materialistas entendem “atividade cerebral” do ponto de vista puramente orgânico, físico, visto que não crêem na alma, ou no Espírito ou em qualquer outra coisa que não seja material. Daí, o espanto por se conhecerem adeptos do Espiritismo se sentirem divididos com relação ao aborto dos ditos anencéfalos, pela razão mesma de, não tendo uma máquina material em perfeitas condições, não podem agir por si mesmos, sequer pensar. Mas, e sentir? Será que, além de desprovidos de massa encefálica, os ditos anencéfalos também o são da sensibilidade?
Compreende-se que os casos de anencefalia não sejam absolutos, mas guardam características particulares entre um e outro. Pode-se, grosso modo, enquadrá-los em dois grupos: os casos em que, definitivamente, não há Espírito e, neste caso, recorra-se à questão 136 b e c, em que os Espíritos dizem: “A vida orgânica pode animar um corpo sem alma, mas a alma não pode habitar um corpo privado de vida orgânica”; e mais adiante, completam que se o corpo não tivesse alma, seria ”massa de carne sem inteligência, tudo o que quiserdes menos um homem.” Neste caso, a criança não vive. Senão, veja-se o que a Doutrina Espírita diz a respeito na questão 356:
“Existem natimortos que não foram destinados à encarnação de um Espírito?”
-“Sim, há os que jamais tiveram um Espírito designado para os seus corpos: nada deviam realizar por eles. É, então, somente pelos pais que essa criança veio.”
Este primeiro item se completa no terceiro, ou seja, se há vida há um Espírito no comando desta. Do contrário, não seria um ser humano, palavra dos Espíritos.
O item b questiona se um ser em tal condição – não ter Espírito designado para o corpo – pode chegar ao fim da gestação; no que é respondido: ”Sim, algumas vezes, mas não vive.”
E os casos em que há, sim, um Espírito reencarnado para atender às suas próprias necessidades morais, bem como daqueles que foram chamados a servir-lhe como genitores.
“Existe, como indica a Ciência, crianças que desde o seio materno não são viáveis? Com que fim isso ocorre?”
Esta pergunta, oportuníssima, a 355, traz resposta que muitos adeptos ignoram, visto que parecem obedecer a uma tendência extremista do movimento separatista da Doutrina Espírita. Os Codificadores esclarecem: “Isso ocorre com freqüência; Deus o permite como prova, seja para os pais, seja para o Espírito destinado a reencarnar.”
Eles dizem “Espírito destinado a reencarnar”, portanto, há Espírito, Ser inteligente, necessitado de voltar ao mundo físico para se provado ou mesmo experimentar a dor pungente de tal expiação.
O desafio está em se saber em que casos haverá ou não um Espírito para habitar o corpo em má formação…
A televisão, a despeito do sensacionalismo, mostrou alguns casos de crianças ditas anencéfalas, fato que surpreende a Ciência, visto que em inúmeros casos há óbito logo nos primeiros minutos ou dias após o nascimento.
Aos irmãos que não compartilham das mesmas aspirações filosóficas, especialmente às mentes materialistas, não se pode esperar compreensão mais profunda a respeito de um assunto tão delicado. Dos Espíritas convictos, entretanto, não se pode esperar outra coisa senão uma compreensão mais exata, um entendimento mais elevado. O pensamento de um Espírita não pode se nivelar com o senso comum, especialmente se este se caracteriza pela mais tenebrosa visão materialista: punir mortalmente uma criatura por ser portadora de uma má formação orgânica. Seria também o caso de se questionar porque não se aprova a pena de morte para os que têm má formação de caráter.
Fato é que, ao menos nos casos exibidos, os pais receberam muito bem a criança e a trataram com desvelado carinho, onde a sensibilidade e o sentimento religioso, (sim, este tem operado grandes ações de benevolência na Humanidade!) alimentam a coragem para que os envolvidos sejam capazes de suportar decentemente as provas a que se submeteram.
A lei brasileira, que aprovava o aborto nos casos de estupro e nos em que a vida da mãe estivesse em perigo, sendo esta última razão respaldada pela Doutrina Espírita, apreciável na questão 359, após a legalização do aborto aos anencéfalos, deu o segundo passo, criando a descriminalização do aborto, ou seja, quer aprová-lo em qualquer circunstância, dando amparo legal à mãe abortante, com o frágil argumento de que as mulheres carentes que recorrem ao aborto clandestino têm perdido suas vidas por causa da condição precária na qual o procedimento é feito.
Pode-se ver o quanto a sociedade moderna persiste em manter determinados costumes da barbárie, e parece em alguns momentos temer que estes se aniquilem.
Evocando a Doutrina Espírita, em análise ainda da questão 359, os Espíritos defendem que a vida da mulher seja poupada no caso em que a gravidez represente ameaça. No caso em questão, o que representa a ameaça de morte para a mulher, não é a gravidez, mas o aborto; em última estância: a própria mulher se coloca numa condição de risco ao empreender o procedimento abortivo. Portanto, seria inútil utilizar-se de qualquer fala doutrinária, como ousam alguns confrades, para defender a tal descriminalização do aborto.
A questão da ética médica será tocada em sua raiz: que profissional da saúde, médicos, enfermeiros, acostumados a trabalhar em prol da vida, terá coragem de, a partir de determinado instante, ver-se na obrigação de aniquilar uma vida? Percebe-se que em pouco tempo ter-se-á muitos destes com sérios problemas psicológicos! Cabe aqui também tentar descobrir porque o Estado, tão preocupado em amparar a mulher abortante, não dispensa o mesmo cuidado às bravas guerreiras que, ao assumirem suas gestações, num ato de reconhecimento à supremacia das leis naturais, se veem abandonadas antes e após o parto.
A única coisa que se tem a fazer é aguardar os acontecimentos. Plagiando Mário Quintana, o mundo não muda as leis; quem muda as leis são os homens, portanto, para um mundo melhor, é preciso homens melhores.
Têm-se leis compatíveis com o atual estado mental do globo; daí a razão para se lamentar, não a nova lei aprovada pelo Supremo Tribunal, já que o aborto não é menos criminoso só porque tem o seu aval da justiça humana, mas por terem-se ainda criaturas que embargam o progresso de outras. Não há nada de errado, em principio, com as leis humanas – os homens é que estão errados em seus julgamentos superficiais sobre o que não podem compreender.
É preciso, a partir do pensamento Espírita, difundir ideias que possam fazer refletir, para que, aos poucos, possa haver o início de qualquer processo de mudança. Neste particular, é oportuno que cada adepto se questione o que tem feito para este propósito.
Texto escrito em 15/09/2012
*04/2012.
**Dados da OMS de 2012.
Bibliografia:
O Livro dos Espíritos, Allan Kardec.

PEQUENOS

•Curta e Partilhe↓

Comentários

Os comentários realizados nesse site não são armazenados em nosso banco de dados e podem ser excluídos diretamente na página da postagem.
*Note que para excluir o comentário será necessário encontrá-lo, clicar na caixa ao lado em seguida no botão excluir... Observando que só será possível excluir o comentário se o usuário estiver logado na mesma conta utilizada na hora que efetuou o comentário.

Política de Privacidade

Qualquer dúvida visite nossa Política de Privacidade: http://www.verdadeluz.com.br/politica-de-privacidade/