Amai vossos inimigos: fazei o o bem e emprestai sem esperar

amai vossos inimigos

AMAI VOSSOS INIMIGOS

 
“Amai vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Será grande a vossa recompensa, e sereis filhos do Altíssimo.”
 
Jesus Cristo 

 

Família 

Significado dos Laços Familiares III

 
Nesta aula você encontrará várias sugestões para trabalhar o tema proposto.
Objetivos da aula: levar os evangelizandos a reconhecerem que a família não se forma por acaso, mas por compromissos, necessidades e afinidades de seus integrantes. Ampliar a concepção de família, entendendo-a, não apenas como o grupo consanguíneo, mas também como a reunião de pessoas que se propõem conviver juntas, harmonizando interesses e desenvolvendo laços afetivos.
Levá-los a reconhecer que a família é formada não só pelos laços de sangue, mas também por laços espirituais. Os familiares que já desencarnaram continuam fazendo parte da família.
Despertar na criança a compreensão de que é no lar, junto do grupo familiar que encontramos a ajuda que necessitamos para nosso crescimento espiritual.

Prece inicial

Primeiro momento: questionar:
Todos nós pedimos para nascer?
Pedimos para reencarnar na família que temos?
O que mais pedimos? O corpo, os amigos. Escolhemos a nossa família, ela é a família ideal para nossa evolução.
Escolhemos só as coisas boas? Não, escolhemos o necessário para nossa evolução. Também escolhemos situações que vão nos auxiliar a evoluir, que podem ser boas ou não (nosso corpo físico, situação financeira, doenças).
Lembrar que nem todas as pessoas tiveram condições de escolher, muitas vezes são os amigos espirituais que escolhem as melhores condições para nossa reencarnação, aquelas que irão nos oportunizar a evolução espiritual.
Sempre temos um bom relacionamento com os membros de nossa família? Nem sempre. Alguém que brigou com uma pessoa, ficou de mal, pode pedir para reencontrar aquele Espírito em outra vida a fim de fazer as pazes. Se magoou, traiu a confiança de alguém nos negócios, no casamento, causou mal a alguém, depois do desencarne, no Mundo Espiritual se dá conta que errou e pede uma nova oportunidade para se reconciliar.
Por bondade de Deus não lembramos o que aconteceu, mas Deus nos dá uma nova oportunidade com os mesmos Espíritos (em outros corpos). Se temos dificuldades com alguém pode ser que tenhamos tido dificuldades em outra existência. Mas também pode ser que não, que seja apenas má vontade nossa nesta existência.
Como você gostaria que sua família fosse? Justifique sua resposta.
Segundo momento: exposição dialogada.
Falar sobre a importância da família, lembrar que muitas crianças estão em orfanatos por não terem família. Devemos valorizar a nossa família, respeitando nossos pais, avós, irmãos, as pessoas que cuidam de nós e as demais pessoas que fazem parte dela.
Nem sempre a nossa família é formada por pai, mãe, avós, pois pode haver aqueles que já desencarnaram e várias outras situações.
Devemos nos lembrar que família são aquelas pessoas que convivem conosco. Podemos morar apenas com o pai ou com a mãe ou com nossos avós, ou com outra pessoa como uma tia, mas mesmo assim estamos em família.
Devemos agradecer ao Mestre Jesus pela família que temos e pedir forças para que saibamos agir com amor e respeito com nossos familiares, para contribuirmos com a felicidade do nosso lar.
* Aproveitar a oportunidade e falar da situação em que uma família adota uma criança: não possuem laços corporais (sanguíneos), porém, como nada acontece por acaso, eles poderão ter laços espirituais, podendo ser uma oportunidade de apertar os laços de afeto que já os unem ou de desenvolver bons sentimentos em família (aprender a se amar e se respeitar mutuamente).
* Lembrar que herdamos de nossos pais a semelhança física, os olhos, o nariz, o jeito de falar, mas não as virtudes, as qualidades. Ex.: calma, humildade, bom humor.
Ex.: pais caridosos podem ter filhos de natureza má e vice-versa. Filhos pacientes e bem humorados podem ter pais tristes e impacientes.
* Nós escolhemos a família que desejamos reencarnar para conviver com certas pessoas, aprender determinadas coisas. Reencarnamos para evoluir. A convivência pode gerar laços de afeto. Um dia faremos parte de uma grande família espiritual.
Salientar que o nosso grande desafio está em amarmos os nossos inimigos e aquelas pessoas que não simpatizamos. Isso exige esforço e perseverança de nossa parte. Podemos começar a desenvolver o amor, respeitando, tratando bem; desejando somente o bem a quem não gostamos.
Explicar que, apesar das brigas e discórdias no ambiente familiar, “os que encarnam numa família, sobretudo como parentes próximos, são, na maioria das vezes, Espíritos simpáticos, ligados por anteriores relações de amizade e afeto”.
Terceiro momento: contar a historia Porco-Espinho.
Quarto momento: pedir aos evangelizandos que analisem a conclusão da história:
“O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades”.
Quinto momento: dividir o texto Laços de Família em pequenas partes e numerá-las. Em seguida, entregá-los aos evangelizados. Cada qual devera ler na seqüência numérica a sua parte e explicá-la aos demais colegas. O evangelizador deverá auxiliar nas explicações, se necessário.
Sexto momento: perguntar quais são as atitudes que devem ser praticadas em todos os tipos de famílias para que tenhamos uma família mais harmoniosa, saudável e feliz? Exemplos: paciência, amizade, paz, carinho, bom humor, perdão, compreensão, união, respeito, caridade, amor, tolerância, alegria, solidariedade, colaboração.
Sétimo momento: dividir a sala em dois grupos; o grupo dos “encarnados” e o grupo dos “desencarnados”. Cada grupo deverá responder as questões abaixo relacionadas. O evangelizador deverá fazer as correções – caso seja necessário – e esclarecer as dúvidas que surgirem.
SITUAÇÃO: Em um naufrágio após acidente de avião, parte da tripulação desencarna e parte sobrevive em uma pequena ilha. A saída da ilha é incerta, podem ser achados ou nunca mais sair da ilha. Para esses dois grupos de Espíritos: encarnados e desencarnados, as situações são totalmente novas e exigem decisões.
Oitavo momento: pedir para que cada grupo exponha suas respostas. Todos deverão, em conjunto, dialogar sobre as respostas, que devem ser justificadas. Muito importante neste momento a participação e o conhecimento doutrinário do evangelizador, pois as perguntas poderão ter mais de uma resposta.
Nono momento: aplicar a dinâmica O Pote.
Em seguida o evangelizador deverá, entregar aos evangelizandos outro pote de vidro e pedir que repitam a experiência, só que desta vez na ordem inversa dos elementos.
Aguardar a finalização.
Obs.: o evangelizador deverá fazer um teste, antecipadamente, com os componentes da dinâmica, para saber a quantidade de cada elemento que é necessária para realizar a dinâmica.
Décimo momento: indagar por que não conseguiram colocar tudo dentro do vidro? (Aguardar as respostas).
Posteriormente, explicar a lição: o pote de vidro é a nossa vida. A nossa disponibilidade de tempo é o que cabe dentro do nosso pote. As pedras grandes são as coisas realmente importantes da sua vida: nosso relacionamento com Deus, com a família e amigos, nosso crescimento espiritual e pessoal.
Se dermos prioridade a isso, as demais coisas se ajustarão por si só: os afazeres com a profissão, bens e direitos materiais, lazer e todas as demais coisas menores que completam a vida.
No entanto, se preenchermos nosso tempo com coisas pequenas, as realmente importantes nunca terão espaço em nossa vida. Nesta experiência vimos que o tempo é, antes de tudo, uma questão de prioridades, de saber o que vem em primeiro lugar.
Muitas vezes perdemos a nossa saúde para ter mais dinheiro, para depois perder o dinheiro para ter mais saúde. Estamos sempre com pressa e nessa pressa começamos a fazer as coisas automaticamente. Engolimos os fatos da vida da mesma forma que engolimos o alimento no horário de almoço sem saboreá-lo.
Precisamos aprender a saborear a vida. Viver é saber transformar os pequenos instantes em grandes momentos.
Seja o dono do seu pote e o transforme em um pote de felicidade.
“Não são os grandes planos que dão certo, são os pequenos detalhes”.
Stephen Kanitz.

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