A BUSCA DA SABEDORIA

sabedoria

Leveza e a Alegria

Dá-se quando conseguimos, fazer brotar desse dia a leveza e a alegria como no rosto de uma criança sorrindo.
Bruno Bezerra

o-agora

A BUSCA DA SABEDORIA

“dedico esse texto a escritora montesclarense Maria Luiza Teles, pela sua ternura de coração”
Relata o jornalista mineiro Tião Martins que: “O problema da sabedoria é que ela não se entrega facilmente à luz do dia. É preciso garimpar entre palavras e silêncios e, para isso, o garimpeiro não pode cultivar preconceitos, que são o exato oposto do saber”.
Ao buscarmos a sabedoria, e ao avaliarmos o quão conhecedor possamos ser nos deparamos com uma tabela quantitativa puramente sensorial. O Ego, sempre se vê pelo espelho de Narciso! E ao se medir, o faz pela régua da subjetividade.
Os modelos de conhecimento que almejamos, quase sempre são impulsionados pela lei de Braudville. A lei da simulação! A lei das aparências.
A sabedoria vista aos olhos modernos é tão somente do que podemos nos gabar. Mostrarmos à apreciação de quem nos vê! Ela, entretanto, é um dos sete dons do Espírito Santo!
A pluralidade de expressões da mente divina, quando manifesta, se expressa num quantum de personalidades almas. Assim sempre haverá pessoas cujas manifestações serão elevadas, e em contraste, as atávicas. As almas se expressarão pelo caráter, que age como uma unidade integradora.
Analisando, no Novo Testamento, a reflexão do apóstolo Paulo em uma carta doutrinária, o vê afirmar que a prova da erudição são as ações que regem a dinâmica de quem a tem. O seja, o comportamento do autor como integrante da tribo humana a qual ele pertence.
Comenta ainda o instituidor do preceito que, se no nosso coração exista inveja, amargura ou egoísmo; se nos manifestamos pelas disputas com os nossos análogos, o nosso princípio é apenas uma cobiça!
A epístola missionária mostra-nos que, embora possamos acumular a erudição do mundo, Deus tornou-a louca aos seus olhos. Usando linguagem doutrinária, afirmou que a sabedoria divina recai justamente sobre aquilo que não é importante.
Diz que se alguém se julga sábio que mostre isso pela conduta e mansidão. Sem parcialidade ou fingimento. Conclui relatando que a sabedoria sem ação na conduta, é letra morta.
A métrica do antigo discípulo da Escola de Gamaliel nos trás a lembrança que há um só corpo, um só Espírito e uma só esperança. Em virtude da nossa missão como instrumento para se fazer cumprir a Vontade do Criador, a sabedoria divina, se faz em nós, quando conseguimos adquirir a compreensão.
Em nós, o “insight” da sabedoria ocorre nos pequenos momentos aparentemente sem importância. Reminiscências, fragmentos, lembranças de interioridades. Quando acontece, traz felicidade acompanhada de certeza. Todo o nosso ser irradia. Vida e amor incondicional!
É o chamado Céu Interior. Momento único de contato com o Criador. A ele estamos ligados pela Centelha do Espírito Santo, a Linha Mater!
Se lutarmos com o próximo, nossos atos são na verdade mecanismos que impulsiona o nosso saber maior apenas para as coisas do prazer. Diz-nos ainda à doutrina que quando a sabedoria assim se manifesta, ela é como uma neblina passageira!
A amizade, somente com as coisas do mundo material, é segundo a epístola, contrária ou inimiga do conhecimento espiritual. Abona ainda que a conformidade da sabedoria seja a que vem literalmente das coisas divinas.
O autêntico conhecimento é o que nos faz suportar a aflições e provocações, nos fazendo delas extrair a esperança.
Referindo-se ao homem que se julga sábio, comenta o evangelizador que: O homem do coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos. Isto é aplicado também para a sabedoria quando avaliada a luz maior.
Fórum Espírita -Raphael Reys

encanto lindo

COMANDO MAIOR

Jamais podemos ignorar que tudo que nos acontece está sob Um Comando Maior, no entanto, somos convidados a nos manter atentos, para que não nos iludamos com palavreados que levaram muitos irmãos a acreditar sem questionar em outros tempos.
Estamos vivendo momentos em que a responsabilidade precisa se fazer mais presente em nossas condutas.
Sabemos que grandes missionários sempre sofreram ferrenhas oposições por que interferem diretamente nos interesses de poderosos.
Todos aqueles que buscam se promover como supostos salvadores da pátria ou benfeitores de pobres e oprimidos estão com seus discursos defasados; muitos deles não possuem credibilidade, mas não se conformam com isso nos seus rompantes de orgulho de vaidade.
Aprendamos a desconfiar dos falsos profetas e a rejeitá-los com a nossa fé racional que nunca nos dispensa o uso do bom senso. Temos todo o direito de nos resguardar contra esses impostores.
Todo ser humano que esforça para se conservar digno e honesto tem o dever de desmascará-los. Erasto há muitos séculos já nos advertia sobre a reais características do Verdadeiro Profeta.
“A árvore má não tem capacidade para oferecer bons frutos” e a árvore boa com toda certeza nunca nos oferece maus frutos”.
Saibamos avaliar com sinceridade o histórico de obras daqueles que nos rondam com promessas vãs.
Todos nós que já podemos contar com as bênçãos do esclarecimento que o Espiritismo nos oferece, estejamos cada vez mais atentos para não nos deixar enganar.
Busquemos então sintonia com os Benfeitores Espirituais que nos acompanham de perto.
Antonio Lima

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