CAUSAS DAS AFLIÇÕES – VISÃO ESPÍRITA

CAUSA DAS AFLIÇÕES

Causas das Aflições

João Paulo Bittencourt Cardozo

O Mestre Jesus, em suas andanças pela Terra, certa vez disse “bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados” (S. Mateus, cap. V, v. 5). Quando refletimos sobre nossas vidas, e constatamos a quantos sofrimentos estamos sujeitos, e o quanto padecem as pessoas em geral, inevitavelmente perguntamo-nos: por que tudo isso? Há alguma utilidade nas aflições? A resposta à primeira pergunta é: sofremos por conseqüência de nossos próprios atos. A resposta à segunda já nos deu o próprio Cristo: as aflições vêm para o nosso crescimento e, assim, para o nosso bem.
O Dicionário Aurélio define aflição como agonia, atribulação, angústia, sofrimento. Sob certo ponto de vista, é tristeza, mágoa, dor ou, ainda, preocupação, inquietação.
Nossa dificuldade em compreender as aflições deriva de nossa dificuldade de compreender Deus. As pessoas normalmente fazem-Lhe idéia errada, imaginando-o como um bom velhinho de barbas brancas, sentado num trono celestial. Isso decorre, entretanto, da tendência que temos de definir aquilo que não conhecemos com uma imagem humana, que é algo que conhecemos. Sabemos que fomos criados à imagem e semelhança de Deus, mas não no corpo, e sim em espírito, como uma essência inteligente.
Na questão nº 1 de “O Livro dos Espíritos”, perguntou Allan Kardec aos Espíritos Superiores “que é Deus”, tendo eles respondido “Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”. No atual estágio evolutivo da Humanidade, ainda primitivo e mais próximo do homem das cavernas que do anjo, não temos condições de ter uma compreensão exata de Deus. No entanto, algumas de suas características já são de nosso conhecimento, pois o sabemos imutável, imaterial, único, onipotente e, acima de tudo, soberanamente justo e bom. A razão é que nos demonstra, pois, se deixasse de ter qualquer uma destas características, já não mais seria Deus.
Com isso começamos a entender o porquê das aflições: se Deus é soberanamente justo, toda aflição, todo sofrimento que temos é justo, pois só o temos porque Ele permite. Se Deus é soberanamente bom, não sofremos porque Ele o quer, mas sim como conseqüência dos nossos próprios atos.
É exatamente esta a explicação que nos dá a Doutrina Espírita em dois de seus postulados básicos, a lei de causa e efeito e a reencarnação. A lei da física segundo a qual toda ação gera uma reação de idêntica potência tem uma aplicação em nossas vidas e em nossos atos maior do que imaginamos. Sempre que praticamos atos maus, prejudicando nossos semelhantes, produzimos sobre nós os mesmos efeitos, assim também quando falamos ou simplesmente pensamos o mal. Mas – aí o aspecto positivo –, tudo o que fizermos de bom, que seja benéfico às outras pessoas, a nós retorna com as mesmas características.
A reencarnação é uma conseqüência necessária da soberana justiça e bondade de Deus. Não fosse por ela, como explicar a existência de pessoas más que navegam no mar da vida sem qualquer atribulação, ao lado de pessoas boas, totalmente dedicadas ao próximo, que padecem os mais brutais sofrimentos? Mais do que isso, como entender a morte prematura de uma criança em tenra idade? É nas sucessivas reencarnações, em que progressivamente ocupamos os mais variados papéis no teatro do mundo, que a soberana justiça e bondade de Deus impõem as devidas compensações, fazendo-nos sofrer as conseqüências das ações más que porventura tenhamos praticado e, melhor do que isso, colher os frutos de nossas boas obras.
Desse modo, se sofremos é porque, em nossas próprias ações, infringimos as leis divinas ou naturais, bem sintetizadas por Jesus Cristo ao nos recomendar amar ao nosso próximo como a nós mesmos.
No entanto, não devemos acreditar que nossos sofrimentos atuais são decorrência pura e simplesmente de nossas encarnações passadas. Allan Kardec, no Capítulo V de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, bem nos mostra que a quase totalidade de nossas dores são conseqüências de nossos atos nessa mesma encarnação em que ora transitamos (item 4). Pondera o Codificador, em diversos exemplos, quantos estão endividados porque não sabem viver com quanto ganham? Quantos os casamentos fracassados porque os cônjuges deixam de dialogar e se perdoar em acontecimentos insignificantes? Quantas doenças seriam evitadas se as pessoas não cometessem excessos de alimentação, ou se abandonassem vícios perniciosos como o álcool e o fumo? Quantos os filhos que seguem o caminho do vício porque os pais, no momento adequado, na infância, deixaram de lhes dar limites e os ensinar por bons exemplos?
Assim, se estamos sofrendo e olharmos com honestidade para dentro de nós mesmos, certamente constataremos que a causa desse sofrimento está em ações passadas por nós praticadas, quase sempre na atual encarnação.
Isso, entretanto, não significa que devemos simplesmente nos deixar sofrer sem nada fazer por nosso bem estar.
A dor física nos mostra que algo não está bem em nossa saúde: procuramos o médico, fazemos o tratamento adequado e recompomos o nosso bem estar. A aflição, a seu turno, demonstra-nos que estamos tomando caminhos errados em nossa vida e que temos que corrigir o curso.
A aflição, o sofrimento são como o despertador na madrugada: serve apenas para nos acordar, logo após o desligamos. Assim como não há quem deixe o despertador ligado o dia inteiro, devemos simplesmente “acordar” diante do sofrimento e, sem seguida, fazer o que seja necessário para “desligá-lo”, corrigindo as ações equivocadas que nos fazem sofrer.
E a Doutrina Espírita está aí, justamente, para nos auxiliar a descobrir o que está errado em nossa vida e a retomar o correto caminho. Para nos lembrar que todos os recursos da Espiritualidade Superior estão à disposição de todos nós. Os bons espíritos sempre tentam nos influenciar para o bem, nós é que os impedimos quando nos fixamos em aspectos negativos, como egoísmo, orgulho, medo, raiva, rancor.
É urgente, portanto, que olhemos para dentro de nós mesmos e reflitamos sobre por que estamos sofrendo, a fim de mudar de atitude, aproveitando o que de bom nos proporciona a Doutrina Espírita em matéria de reflexão e oportunidades de praticar o bem, tornando-nos felizes pura e simplesmente por estarmos cumprindo a lei maior que nos recomenda fazer ao próximo o que gostaríamos que a nós fosse feito.
Concluímos com Joanna de Ângelis em sua belíssima obra “Iluminação Interior” (psicografia de Divaldo Pereira Franco, cap. 18), ao nos dizer que não sofrer é uma pretensão utópica no atual estágio de evolução da Humanidade. No entanto, muitos sofrimentos podem ser modificados se as pessoas compreenderem por que eles existem e alterarem sua conduta diante deles, dispondo-se à renovação, pois a felicidade “não é ausência de dor, mas a perfeita compreensão da sua finalidade”.

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Causa das Aflições

Sérgio Biagi Gregório

RESUMO:

1. Introdução. 2. Conceito. 3. Histórico. 4. Dor e Sofrimento: 4.1. Especificando os Termos; 4.2. Necessidade da Dor; 4.3. Tipos de Dor. 5. Lei de Ação e Reação: 5.1. Tempo; 5.2. O Merecimento. 6. Causas das Aflições: 6.1. Causas Atuais das Aflições; 6.2. Causas Anteriores das Aflições; 6.3. Justiça das Aflições. 7. Conclusão. 8. Bibliografia Consultada.

1. INTRODUÇÃO

Por que tanto sofrimento ao redor de nossos passos? Por que uns nascem na miséria e outros na opulência? Por que para uns tudo dá certo e para outros não? Estas são algumas dentre as muitas questões que ficam sem resposta lógica, quando analisamos a vida do ponto de vista de uma única encarnação. Olhemos a vida numa perspectiva mais ampla e obteremos respostas para todas essas dúvidas.

2. CONCEITO

Aflição – do latim afflictione. 1. Agonia, atribulação, angústia, sofrimento. 2. Tristeza, mágoa, pesar, dor. 3. Cuidado, preocupação, inquietação, ansiedade. 4. Padecimento físico; tormento, tortura. (Dicionário Aurélio)
Aflição, na essência, é o reflexo intangível do mal forjado pela criatura que o experimenta, e todo mal representa vírus de alma suscetível de alastrar-se ao modo de epidemia mental devastadora.
Freqüentemente, aflição é a nossa própria ansiedade, respeitável mas inútil, projetada no futuro, mentalizando ocorrências menos felizes que, em muitos casos, não se verificam como supomos e, por vezes, nem chegam a surgir. (Equipe FEB, 1997)

3. HISTÓRICO

O ser humano, premido pela necessidade, sempre buscou inventar aparelhos que lhe possibilitassem viver melhor. No que tange à dor, os antropólogos descobriram, já na Antigüidade, diversos instrumentos de cura. De lá para cá, as descobertas de novas técnicas se incrementaram. Foram inventados os raios-X, a anestesia, o laser e outros. Tudo para melhorar a saúde dos habitantes deste planeta.

sermão da montanha

4. DOR E SOFRIMENTO

4.1. ESPECIFICANDO OS TERMOS

Dor e Sofrimento — a simples reflexão sobre a dor e o sofrimento basta para evidenciar que eles têm uma razão de ser muito profunda. A dor é um alerta da natureza, que anuncia algum mal que está nos atingindo e que precisamos enfrentar. Se não fosse a dor sucumbiríamos a muitas doenças sem sequer nos dar conta do perigo. O sofrimento, mais profundo do que a simples dor sensível e que afeta toda a existência, também tem a sua razão de ser. É através dele que o homem se insere na vida mística e religiosa. (Idígoras, 1983)

4.2. NECESSIDADE DA DOR

A dor física anuncia que algo em nós não vai bem e precisa de melhora. Embora sempre queiramos fugir dela, ela nos oferece a oportunidade de reflexão — volta para o nosso interior —, objetivando o conhecimento de nós mesmos.
Dada a grande coerência da dor, tanto sofrem os grandes gênios e como as pessoas mais apagadas. Nesse sentido, observe o sofrimento anônimo daqueles que dão exemplo de santidade aos que lhe sentem os efeitos, mesmos ocultos e sigilosos.

aflições

4.3. TIPOS DE DOR

O processo de crescimento espiritual está associado à dor e ao sofrimento. De acordo com o Espírito André Luiz, a dor pode ser vista sob três aspectos:

1) Dor-expiação

— que vem de dentro para fora, marcando a criatura no caminho dos séculos, detendo-a em complicados labirintos de aflição, para regenerá-la, perante a justiça. É conseqüência de nosso desequilíbrio mental, ou proceder desviado da rota ascensional do espírito. Podemos associá-la às encarnações passadas. Muitas vezes é o resgate devido ao mau uso de nosso livre-arbítrio.

2) Dor-evolução

— que atua de fora para dentro, aprimorando o ser, sem a qual não existiria progresso. Na dor-expiação estão associados o remorso, o arrependimento, o sentimento de culpa etc. Na dor-evolução estão associados o esforço e a resistência ao meio hostil. Enquanto a primeira é conseqüência de um ato mau, a segunda é um fortalecimento para o futuro.

3) Dor-Auxílio

— são as prolongadas e dolorosas enfermidades no envoltório físico, seja para evitar-nos a queda no abismo da criminalidade, seja, mais freqüentemente, para o serviço preparatório da desencarnação, a fim de que não sejamos colhidos por surpresas arrasadoras, na transição para a morte. O enfarte, a trombose, a hemiplegia, o câncer penosamente suportado, a senilidade prematura e outras calamidades da vida orgânica constituem, por vezes, dores-auxílio, para que a alma se recupere de certos enganos em que haja incorrido na existência do corpo denso, habilitando-se, através de longas reflexões e benéficas disciplinas, para o ingresso respeitável na vida espiritual (Xavier, 1976, p. 261 e 262)

5. LEI DA AÇÃO E REAÇÃO

O que é uma causa? É algo que origina um efeito. Por exemplo: qual a causa do leite? A vaca. Qual a causa da manteiga? O leite. Mas todas essas causas estão sujeitas a um princípio. Quando estamos falando de causa e efeito, estamos falando de tempo.

livre-arbítrio
5.1. TEMPO

Que é o tempo? Sucessão de coisas ou de acontecimentos, que se expressam em termos de presente, passado e futuro. Embora na sua concepção infinita de tempo, o passado, o presente e o futuro se confundem, não há dúvida de que o ontem foi passado, o hoje é o presente e o amanhã o futuro.
Axioma: dada uma causa, o efeito se realiza necessariamente.
Importante: passagem do tempo, ou seja, podemos modificar a causa e concomitantemente o efeito.

5.2. O MERECIMENTO

Um exemplo clássico da Doutrina está na história da pessoa que perdeu o dedo, mas deveria ter perdido o braço.
Esta história foi retratada pelo Espírito Hilário Silva, no capítulo 20 do livro A Vida Escreve, psicografada por F. C. Xavier e Waldo Vieira, no qual descreve o fato de Saturnino Pereira que, ao perder o dedo junto à máquina de que era condutor, se fizera centro das atenções: como Saturnino, sendo espírita e benévolo para com todas as pessoas, pode perder o dedo? Parecia um fato que ia de encontro com a justiça divina. Contudo, à noite, em reunião íntima no Centro Espírita que freqüentava, o orientador espiritual revelou-lhe que numa encarnação passada havia triturado o braço do seu escravo num engenho rústico. O orientador espiritual assim lhe falou: “Por muito tempo, no Plano Espiritual, você andou perturbado, contemplando mentalmente o caldo de cana enrubescido pelo sangue da vítima, cujos gritos lhe ecoavam no coração. Por muito tempo, por muito tempo… E você implorou existência humilde em que viesse a perder no trabalho o braço mais útil. Mas, você, Saturnino, desde a primeira mocidade, ao conhecer a Doutrina Espírita, tem os pés no caminho do bem aos outros. Você tem trabalhado, esmerando-se no dever… Regozije-se, meu amigo! Você está pagando, em amor, seu empenho à justiça…”

6. CAUSAS DAS AFLIÇÕES

Faz parte do capítulo V de O Evangelho Segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, cujo título é Bem-Aventurados os Aflitos, e abrange os itens de 3 a 10.
As causas das aflições devem ser procuradas tanto no presente (atual encarnação) como numa existência passada. Devemos partir do princípio de que elas são justas. Se assim não pensarmos, poderemos cair no erro de jogar a culpa nos outros ou em Deus. Quer dizer, tudo o que se nos acontece tem um motivo, embora nem sempre o saibamos explicar com clareza.
Assim sendo, toda vicissitude pode ser vista sob dois ângulos:

6.1. CAUSAS ATUAIS DAS AFLIÇÕES

Aqui devemos refletir sobre o sofrimento que nos visita, fazendo algumas indagações a respeito. Em caso de anemia — será que me descuidei da alimentação? No caso do filho escolher o caminho do vício — dei-lhe a devida educação, os cuidados necessários? No caso de uma querela familiar — será que não fui injusto para com tal pessoa?
“Que todos aqueles que são atingidos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida, interroguem friamente sua consciência; que remontem progressivamente à fonte dos males que os afligem, e verão se, o mais freqüentemente, não podem dizer: Se eu tivesse, ou não tivesse, feito tal coisa eu não estaria em tal situação”. (Kardec, 1984, p. 72)

6.2. CAUSAS ANTERIORES

Não encontrando uma resposta satisfatória na presente encarnação, devemos nos reportar à encarnação passada. “Os sofrimentos por causas anteriores são, freqüentemente, como o das causas atuais, a conseqüência natural da falta cometida; quer dizer, por uma justiça distributiva rigorosa, o homem suporta o que fez os outros suportarem; se foi duro e desumano, ele poderá ser, a se turno, tratado duramente e com desumanidade; se foi orgulhoso, poderá nascer em uma condição humilhante; se foi avarento, egoísta, ou se fez mal uso da fortuna, poderá ser privado do necessário; se foi mal filho, poderá sofrer com os próprios filhos etc.” (Kardec, 1984, p. 74)
A regra é básica: devemos procurar a origem dos males nesta mesma encarnação. Não encontrando indícios, retornemos a uma outra. Mesmo tendo o esquecimento do passado, fica-nos uma lembrança, uma intuição.

6.3. JUSTIÇA DAS AFLIÇÕES

A dor não é castigo: é contingência inerente à vida, cuja atuação visa a restauração e o progresso.
A dor-expiação é cármica, de restauração, é libertação de carga que nos entrava a caminhada; é reajuste perante a vida, reposição da alma no roteiro certo. Passageira, nunca perene.
A dor-evolução, tem existência permanente, embora variável segundo as experiências vividas pelo espírito. Ela acompanha o desenvolvimento, é sua indicação, é sinal de dinamização, inevitável manifestação de crescimento. É a dor, na sua essência, uma vez que as outras são passageiras e evitáveis, mesmo que o Espírito se envolva em suas malhas, por séculos, às vezes.
Jesus, quando falava de dor, sede e fome, referia-se à dor-evolução, à dor insista no crescimento do Espírito impulsionado pela fome de aprender e pela sede de saber. (Curti, 1982, p. 39)

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7. CONCLUSÃO

“Saibamos sofrer e sofreremos menos”. Eis o dístico que devemos nos lembrar em todos os estados depressivos de nossa alma, a fim de nos fortalecermos para o futuro.

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

CURTI, R. Bem-Aventuranças e Parábolas. São Paulo, FEESP, 1982.
EQUIPE DA FEB. O Espiritismo de A a Z. Rio de Janeiro, FEB, 1995.
FERREIRA, A. B. de H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, s/d/p.
IDÍGORAS, J. L. Vocabulário Teológico para a América Latina. São Paulo, Edições Paulinas, 1983.
KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 39. ed., São Paulo, IDE, 1984.
XAVIER, F. C. Ação e Reação, pelo Espírito André Luiz. 5. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1976.
XAVIER, F. C., VIEIRA, W. A Vida Escreve, pelo Espírito Hilário Silva. 3. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1978.
São Paulo, 06/05/2002

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