EU CERTAMENTE ESPERO QUE AS COISAS MUDEM

espero que as coisas mudem

Eu costumava dizer:

“Eu certamente espero que as coisas mudem.”
Então eu aprendi que o único modo de as coisas mudarem para mim é quando eu mudo.
Jim Rohn

ENERGIAS E VIVÊNCIA DO EVANGELHO DE JESUS

Nem sempre consideramos as energias que geramos como auto-malefícios, mas podemos ter a certeza de que elas são mais atuantes em nós do que supomos.
É por isso que a Doutrina Espírita mais do qualquer outra prega a “Vivência do Evangelho de Jesus”, principalmente do amor que é o melhor remédio contra qualquer tipo de mal. Aos irmãos de outras religiões que vêem afirmação algum tipo de fanatismo, dizendo que O Evangelho Segundo o Espiritismo não é capaz de curar tudo, nós Espíritas os respondemos com serenidade da seguinte forma: O Evangelho não, mas “a Sua Vivência sim”.
Ser simples, humilde, manso, pacífico, limpo de coração e fraterno, vai nos impedir de nos tornar orgulhosos, egoístas, vaidosos e gananciosos, além de nos fortalecer de maneira comprovada, a capacidade de perdoar sempre, buscando amar a Deus e ao próximo para conseguirmos ser também mais caridosos.
Tudo isso junto representa um somatório de atitudes e ações que nos garantem poderosas defesas, que nos gerando luz interior, elevam nosso campo vibratório e assim nos colocam bem acima da faixa de sintonia onde os males ficam. Nessas faixas de sintonias inferiores estão as forças negativas onde também estão as ondas mentais de baixa freqüência no sentido horizontal.
Quando nosso pensamento e emoções vibram em frequência elevada, fluindo no sentido vertical, não damos acesso algum, a essas forças negativas.
(Texto extraído do Livro “Mundo Espíritual” de Saara Noiasiainen).

Alguém Deve Plantar

“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”. Paulo (I Corintios, 3:6.)
Nada de personalismo dissolvente na lavoura do Espírito.
Qual ocorre em qualquer campo terrestre, cultivador algum, na gleba da alma, pode jactar-se de tudo fazer nos domínios da sementeira ou da colheita.
Após o esforço de quem plantam, há quem siga o vegetal nascente, quem o auxilie, quem o corrija, quem o proteja.
Pensando, porém, no impositivo da descentralização, no serviço espiritual, muitos companheiros fogem à iniciativa nas construções de ordem moral que nos competem. Muitos deles, convidados a compromissos edificantes, nesse ou naquele setor de trabalho, afirmam-se inaptos para a tarefa, como se nunca devêssemos iniciar o aprendizado do aprimoramento íntimo, enquanto que outros asseveram, quase sempre com ironia, que não nasceram para líderes. Os que assim procedem costumam relegar para DEUS comezinhas obrigações no que tange à elevação, progresso, acrisolamento, ou melhoria, mas as leis do CRIADOR não isentam a criatura do dever de colaborar na edificação do bem e da verdade, em favor de si mesma.
Vejamos a palavra do Apóstolo Paulo, quando já conhecia os problemas do auto-aperfeiçoamento, em nos referindo à evangelização: “Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”.
A necessidade do devotamento individual à causa da verdade transparece, clara, de semelhante conceituação.
Sabemos que a essência de toda atividade, numa lavra agrícola, procede, originariamente, da Providência Divina.
De DEUS vem a semente, o solo, o clima, a seiva e a orientação para o desenvolvimento da árvore, como também dimanam de DEUS a inteligência, a saúde, a coragem e o discernimento do cultivador, mas somos obrigados a reconhecer que alguém deve plantar.
XAVIER, Francisco Cândido. Segue-me!… Pelo Espírito Emmanuel. O Clarim.

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