GOTAS DE PAZ

esforço
REFLEXÃO

Valorizar o que tem importância

 

“Muitos se preocupam em ter uma boa posição social, poder e riqueza material. Fazem qualquer coisa para atingirem seus objetivos. Esquecem-se das coisas simples da vida, afastam-se dos amigos. A preocupação em TER é tanta que se esquecem do SER.
A busca incessante por tudo o que lhes satisfaz o ego se torna um vício e não enxergam nada além dos ganhos materiais, do poder e da posição social de que não abrem mão sequer para visitar um parente, um amigo. Mas como não estamos aqui, neste Planeta Terra, apenas para vivenciarmos os prazeres da riqueza e do poder, chega o momento em que a consciência lhes aponta tudo o que deixaram de importante para segundo plano, iludidos pelos prazeres e facilidades que lhes trouxeram a riqueza e o poder.
Nesse momento um grande vazio invade lhes a alma e percebem que tudo aquilo por que lutaram não lhes trouxe a tão sonhada felicidade tampouco a paz e a alegria. Vêm-se sozinhos, sem o amor e carinho verdadeiros daqueles que os cercam, pois que aqueles que o amavam ficaram distantes.
Descobrem que o prazer, o bem estar e a alegria estão nas pequenas coisas, como num bate papo com um amigo, uma reunião familiar, o carinho de um filho, o auxilio a um irmão necessitado. Por isso, valorizemos aquilo que realmente vale a pena e que seguirá conosco pela eternidade, ou seja, sejamos pacientes, tolerantes, amorosos, caridosos com todos, fazendo o que Deus espera de nós. Busquemos dentro de nós as riquezas do SER, do amor incondicional. Isso é o que realmente importa.

Pense nisso.”

Gotas de Paz.

PAZ

Paz do Mundo e Paz do Cristo

 

“A paz vos deixo, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá.” – Jesus. (JOÃO, 14:27.)

 

É indispensável não confundir a paz do mundo com a paz do Cristo.
A calma do plano inferior pode não passar de estacionamento.
A serenidade das esferas mais altas significa trabalho divino, a caminho da Luz Imortal.
O mundo consegue proporcionar muitos acordos e arranjos nesse terreno, mas somente o Senhor pode outorgar ao espírito a paz verdadeira.
Nos círculos da carne, a paz das nações costuma representar o silêncio provisório das baionetas; a dos abastados inconscientes é a preguiça improdutiva e incapaz; a dos que se revoltam, no quadro de lutas necessárias, é a manifestação do desespero doentio; a dos ociosos sistemáticos, é a fuga ao trabalho; a dos arbitrários, é a satisfação dos próprios caprichos; a dos vaidosos, é o aplauso da ignorância; a dos vingativos, é a destruição dos adversários; a dos maus, é a vitória da crueldade; a dos negociantes sagazes, é a exploração inferior; a dos que se agarram às sensações de baixo teor, é a viciação dos sentidos; a dos comilões, é o repasto opulento do estômago, embora haja fome espiritual no coração.
Há muitos ímpios, caluniadores, criminosos e indiferentes que desfrutam a paz do mundo. Sentem-se triunfantes, venturosos e dominadores no século. A ignorância endinheirada, a vaidade bem vestida e a preguiça inteligente sempre dirão que seguem muito bem.
Não te esqueças, contudo, de que a paz do mundo pode ser, muitas vezes, o sono enfermiço da alma. Busca, desse modo, aquela paz do Senhor, paz que excede o entendimento, por nascida e cultivada, portas a dentro do espírito, no campo da consciência e no santuário do coração.

 

XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de Luz.
Pelo Espírito Emmanuel. 14.ed. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996. Capítulo 105.

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