JESUS É O CAMINHO E O AMOR É A PONTE

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“Jesus é o caminho.
O amor é a ponte.
A caridade é a bênção.
A verdade é a lâmpada.
E a vida é a LUZ.”
Vera Jacubowski

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Erre auxiliando

Auxilie a todos para o bem. Auxilie sem condições.
Ainda mesmo por despeito, auxilie sem descansar, na certeza de que, assim, muitas vezes, poderá você conquistar a cooperação dos próprios adversários.
Ainda mesmo por inveja, auxilie infatigavelmente, porque, desse modo, acabará você assimilando as qualidades nobres daqueles que respiram em Plano Superior.
Ainda mesmo por desfastio, auxilie espontaneamente aos que lhe cruzam a estrada, porque, dessa forma, livrar-se-á você dos pesadelos da hora inútil, surpreendendo, por fim, a bênção do trabalho e o templo da alegria.
Ainda mesmo por ostentação, auxilie a quem passa sob o jugo da necessidade e da dor, porque, nessa diretriz, atingirá você o grande entendimento, descobrindo as riquezas ocultas do amor e da humildade.
Ainda mesmo sob a pressão de grande constrangimento, auxilie sem repouso, porque, na tarefa do auxílio, receberá a colaboração natural dos outros, capaz de solver-lhe os problemas e extinguir-lhe as inibições.
Ainda mesmo sob o império da aversão, auxilie sempre, porque o serviço ao próximo dissolver-lhe-á todas as sombras, na generosa luz da compreensão e da simpatia.
Erre auxiliando.
Ainda mesmo nos espinheiros da mágoa ou da ilusão, auxilie sem reclamar o auxílio de outrem, servindo sem amargura e sem paga, porque os erros, filhos do sincero desejo de auxiliar, são também caminhos abençoados que, embora obscuros e pedregosos, nos conduzem o espírito às alegrias do Eterno Bem.
Francisco Cândido Xavier/Ditado pelo Espírito André Luiz

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A HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO

 
Redação do Momento Espírita
A história é comovente. Fala de uma honestidade a toda prova, contada por Vladimir Petrov, jovem prisioneiro de um campo de concentração no Nordeste da Sibéria.
Vladimir tinha um companheiro de prisão chamado Andrey.
Ambos sabiam que daquele lugar poucos saíam com vida, pois o alimento que se dava aos prisioneiros políticos não tinha por objetivo mantê-los vivos por muito tempo.
A taxa de mortalidade era extremamente alta, graças ao regime de fome e aos trabalhos forçados. E como é natural, os prisioneiros, em sua maioria, roubavam tudo quanto lhes caía nas mãos.
Vladimir tinha, numa pequena caixa, alguns biscoitos, um pouco de manteiga e açúcar – coisas que sua mãe lhe havia mandado clandestinamente, de quase três mil quilômetros de distância.
Guardava aqueles alimentos para quando a fome se tornasse insuportável. E como a caixa não tinha chave, ele a levava sempre consigo.
Certo dia, Vladimir foi despachado para um trabalho temporário em outro campo. E porque não sabia o que fazer com a caixa, Andrey lhe disse: “Deixe-a comigo, que eu a guardo. Pode estar certo de que ficará a salvo comigo.”
No dia seguinte à sua partida, uma tempestade de neve, que durou três dias, tornou intransitáveis todos os caminhos, impossibilitando o transporte de provisões.
Vladimir sabia que no campo de concentração em que ficara Andrey, as coisas deviam andar muito mal.
Só dez dias depois os caminhos foram reabertos e Vladimir retornou ao campo.
Chegou à noite, quando todos já haviam voltado do trabalho, mas não viu Andrey entre os demais.
Dirigiu-se ao capataz e lhe perguntou:
“Onde está Andrey?”
“Enterrado numa cova enorme junto com outros tantos prisioneiros.” – respondeu ele. “Mas antes de morrer pediu-me que guardasse isto para você.”
Vladimir sentiu um forte aperto no coração.
“Nem minha manteiga, nem os biscoitos puderam salvá-lo.” – pensou.
Abriu a caixa e, dentro dela, ao lado dos alimentos intactos, encontrou um bilhete dizendo:
“Prezado Vladimir. Escrevo enquanto ainda posso mexer a mão. Não sei se viverei até você voltar, porque estou horrivelmente debilitado. Se eu morrer, avise a minha mulher e meus filhos. Você sabe o endereço. Deixo as suas coisas com o capataz. Espero que as receba intactas.
Andrey.”
* * *
Ser honesto é dever que cabe a toda criatura que tem por meta a felicidade.
E a fidelidade é uma das virtudes que liberta o ser e o eleva na direção da luz.
Uma amizade sólida e duradoura só se constrói com fidelidade e honestidade recíprocas.
Somente as pessoas honestas e fiéis possuem a grandeza d’alma dos que já se contam entre os espíritos verdadeiramente livres.
Texto da Redação do Momento Espírita, com base em artigo da Revista Seleções do Reader’s Digest de janeiro de 1950.

 

DIGNIDADE NÃO SE COMPRA
Muriel Elisa Távora Niess Pokk

Para meu pai, a ética e o amor aos filhos estavam acima de qualquer coisa.
Sua mãe era alemã e seu pai grego. Como para os estrangeiros (daquela época) a cultura estava acima de tudo, ele estudou muito, alem de falar seis idiomas, era formado em contabilidade.
Infelizmente nunca teve uma oportunidade na vida de demonstrar seus conhecimentos. Sempre lutou com muita dificuldade para sustentar seus seis filhos, a esposa e a mãe doente.
Uma das habilidades de papai era saber cerzir vários tipos de tapetes, como os belíssimos tapetes de seda, os maravilhosos tapetes persa, e os raríssimos tapetes antigos. Como ele era poliglota estrangeiros de todos os lugares do Brasil o contratavam para fazer esse tipo de trabalho, em suas casas.
Por ser culto, delicado e atencioso, algumas vezes, algumas damas, ricas e solitárias, dos lugares que ia trabalhar, lhe faziam propostas indecorosas. Claro é que todas elas eram exorcizadas por ele.
Mas a proposta de uma dessas senhoras, entretanto, nunca foi esquecida por meus pais, e mamãe, sempre que podia relembrando-a, contava para nós: “Sabe seu pai ao voltar à casa de uma madame riquíssima, para terminar de cerzir um belíssimo tapete de seda, ao invés de ser recebido pelo mordomo, foi recebido por ela própria, que vestia uma camisa de homem. A camisa estava totalmente aberta, e deixava à vista seu corpo, totalmente nu.
A casa aparentemente estava vazia.
Segurando-o pela mão ela o levou à sala de visita e pediu que papai se sentasse, pois queria conversar com ele. Assim que papai obedeceu ela lhe deu um papel para ler. Era um contrato assinado por ela com firma reconhecida.
As cláusulas do contrato eram as seguintes: Ela contratava papai por 20 anos. Ele deveria acompanhá-la pelo mundo em suas viagens. Mas para isso era necessário que ele largasse a família. Em troca, ela nos daria uma casa de presente (assim não precisaríamos mais pagar aluguel), os estudos de seus seis filhos, seriam custeados, por ela, até o termino da faculdade, mamãe receberia uma pensão (entre parênteses a importância), corrigida todos os meses, para ajudá-la a manter toda a família com conforto.
Meu pai perplexo retrucou que era casado e que amava minha mãe. Ela respondeu que isso não lhe importava, que ela queria ficar com ele.
Com a delicadeza que lhe era habitual papai lhe respondeu: – Amo minha esposa, não a trocaria por nada.
Levantou-se, e dirigindo-se a outra sala, terminou o serviço que havia começado.
Alegando estar sem dinheiro, naquele momento, a madame pediu para que papai refletisse sobre sua oferta e voltasse outro dia para receber e dar-lhe a resposta.
Papai não voltou.
Inconformada, ela lhe mandava recados para ele ir buscar seu pagamento.
A cada recado recebido, mamãe, no lugar de papai, se dirigia à casa dessa pessoa, mas, ao tocar a campainha, ninguém a atendia.
Apesar dos bilhetes continuarem vindo todas as semanas, meu pai nunca mais voltou à casa daquela mulher, e, portanto, nunca recebeu a importância que ela lhe devia.
Com sua atitude mostrou a ela, que dignidade não se compra.

ÉTICA
Humberto Rodrigues Neto

Sê esperto e hábil, se és inculto e fraco,
em tudo aquilo que te vier à mente
só não deixes que a astúcia do velhaco
vença aquilo que tens de inteligente!
Até nas tuas conversas sê educado,
e evita comentar as tuas incúrias;
ninguém gosta de ver-se transformado
num mero lenço de enxugar lamúrias.
Nossa constante e vã preocupação
de ser ladinos nos mais simples gestos,
é o que acaba estragando a obrigação
que nos cabe, afinal, de ser honestos!
O êxito, o triunfo, haja o que houver,
não é, como supõe a mente nossa,
chegar de qualquer jeito ao que se quer,
mas chegar com decência ao que se possa!
 

UMA AMIZADE SINCERA E HONESTA
Marcial Salaverry

A alma mostra sua real beleza, quando praticamos a gentileza, quando agimos com honestidade de sentimentos, com sinceridade na alma.
Um gesto amigo, um carinho, para sentir-se bem, saber retribuir um gesto de confiança com pureza d’alma, é o melhor caminho para bem viver, e sentir-se bem.
Atos como carinho, gentileza, um abraço sincero mostram como é a alma das pessoas…
Uma atitude amiga, deve ser acompanhada de sinceridade e um bom espírito de solidariedade, e claro deve refletir a honestidade de nosso sentimento, não pode haver fingimento, mentira ou falsidade.
Para viver o dia a dia, com um sorriso e alegria, basta ter amor no coração, e ao amigo, estender a mão, seja para pedir, seja para atender, numa atitude de honesta amizade, pode ter certeza de que um aperto sincero de mão é algo mágico que toca o coração, pois é um gesto amigo e delicado, um gesto de paz ofertado…
* * *

HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO
Clara da Costa

 

Certa vez, passeando pelas praias do RN
chegamos a uma praia praticamente deserta,
onde a exploração imobiliária ainda não havia descoberto aquele paraíso.
Poucas casas faziam parte daquele lugarejo, algum comércio de artesanato
(já que era visitada por turistas que passeavam nesse litoral sul,
do Estado)
e um bar, no qual sentamos, antes de seguirmos a viagem de volta à Natal.
Observando a decoração bem rústica do referido bar,
me deparei com uma placa de madeira, na parede à minha frente,
e, nela, uma frase entalhada, escrito assim:
“A maior malandragem é ser honesto”.
Não sei a autoria da referida frase, mas me fez divagar muito,
sobre o sentido da mesma…
Sinceridade é uma questão de caráter… quem é sincero tem caráter,
e quem não é honesto, além de não ser sincero,
tem caráter duvidoso.
O melhor é sermos honestos, porque se temos credibilidade,
muitas portas se abrirão…
A desonestidade impera nesse caos em que vivemos?
Sim… impera!
Mas isso não é motivo para que sejamos também desonestos!
Pessoas desonestas, são nefastas para a sociedade,
assim como para qualquer relação e, ninguém engana
por muito tempo, um dia a máscara cai.
Vamos usar nossa malandragem sadia,
para nosso bem, para o bem de todos.
Assim seremos muito mais amados e respeitados,
como ser humano.
E a honestidade é uma qualidade que não tem preço!

EXEMPLO DE HONESTIDADE.
Silvia Giovatto (faffi)

Ser honesto é o dever de todo cidadão,
a honestidade é a nosso cartão de visitas.
Andrey, entrou no céu exibindo o seu cartão
de visitas sem nenhuma rasura.
São esses exemplos que devemos seguir,
levando em consideração que, o que não é nosso,
nunca nos será bem-vindo.
A honestidade não tem preço, não tem tamanho,
mas mostra a dignidade da pessoa, que deve sempre
ser maior que o seu tamanho.
Talvez, Andrey não tivesse morrido, se tivesse se servido
daqueles biscoitos para matar a sua fome,
mas não viveria de acordo como seus princípios.
E acabou nos dando, um grande exemplo de honestidade.
A riqueza ou a pobreza não avaliam o caráter das pessoas,
a honestidade sim.
Pergunta que não pode calar…
Você comeria os biscoitos, ou morreria ciente, de que
eles poderiam salvar a sua vida?

PENSANDO SOBRE HONESTIDADE
by Penhah Castro

Hoje meditei sobre a honestidade
Penso que é um compromisso com a verdade…
Muitas pessoas não podem suportar o peso da responsabilidade
e, esquecem o que é honestidade…
Vivem uma vida de mentiras e, dizem detestar mentirosos…
São muito egoístas, mas dão esmolas para acalmar a consciência…
Dizem não ser interesseiros
mas aceitam mais os que lhes dão conforto ou mais dinheiro…
Tenho muita pena deles, mas temos que sobreviver
e, nadar por este lodo para um bem viver…
Temos ao nosso lado pessoas carregadas
porque alimentam o ódio e, a raiva
estão sempre de cara amarrada…
Damos flores emocionais e, nos devolvem com reclamações…
Não investem no seu autoconhecimento
para usufruir bons momentos…
Ah! É muito difícil esta Universidade da vida
mesmo vivendo consciente
com gente de mal com a sua vida
que querem nos tragar nas águas sujas do seu pensar…
Mas no final desta meditação
tenho ao meu lado um anjinho
que me protege e, me ensina grandes lições…

SER HONESTO
Eri Paiva

Não quero, irmão meu, aqui te julgar
Porque em falcatruas também já caí!
O que aqui quero é te fazer enxergar
Que ser honesto é possível, por aqui!
O mundo todo te dirá sempre que não!
Os teus amigos rirão de ti se és correto,
É bobagem não mentir, outros dirão,
Não sejas tolo… Pra que ser honesto?…
Um rosário de assertivas enganadoras
Tu encontrarás em qualquer lugar…
Mas saiba, todas elas são esmagadoras,
Roubam a paz que em ti guardada está!
Trabalhe as emoções do teu coração,
Não permitas nele ódio, raiva ou cobiça,
Cultive nele amor, bondade, gratidão,
Manda prá longe a mentira, a preguiça.
Um dia tua consciência vai despertar
E ela própria, a cobrança vai te fazer!
Cuida, irmão, para que isto aconteça cá
E não depois que tu vieres a morrer!
Sê pois honesto em tudo que puderes,
No falar, atitudes e nos desejos teus!
Ninguém fará por ti, o que não queres
Tu mesmo te fazer! Olha só… nem Deus!
 

A HONESTIDADE NÃO TEM PREÇO
Eduardo Samuel Ferreira

Os valores da vida estão perturbados,
quem age certo, muitos dizem que está errado.
Um bom caráter fortalece a honestidade que
não pode ser vendida por qualquer vulgaridade.
Quando uma pessoa encontra um montante de dinheiro
e devolve ao seu legítimo dono, logo
vem a reportagem
fazendo um grande estrondo.
Quem é honesto não faz nada em busca de elogios
e nem se deixa levar pela ostentação;
a verdade é um complemento
da sua alma e coração.
Corrupção só existe
aonde não chega a honestidade.
Quem acredita em Jesus,
não pode compartilhar com a maldade.
A honestidade não tem preço
porque é infinito o seu valor.
Se formos honestos enquanto encarnados,
desencarnados não encontraremos o mundo da dor.

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