A justiça Divina é a justa verdade

2001

JUSTA VERDADE

 

“A justiça Divina é a justa verdade.

Equitativa e unânime só nos dá o que escolhemos

pela lei do Livre-Arbítrio.

Aquilo que semeamos vamos colher.”

 

Vera Jacubowski

Jesus Luz

Na lei do bem

Perguntas, muita vez, de alma inquieta, que vem a ser o bem,
tão diversas surgem as interpretações, ao redor do bem, por toda
parte.
Entendamos, contudo, que o bem genuíno será sempre o bem
que possamos prestar na obra do bem aos outros.
*
Colheste pedradas, na construção a que te dedicas; no entanto,
compadeces-te da mão que te ultraja, interpretando-lhe os
golpes por sintomas de enfermidade.
Ouviste frases insultuosas, em torno do teu nome, e registras
a agressão por loucura daqueles que as pronunciam, sem alterarte
no auxílio a eles.
Sofreste assalto, na tarefa que realizas, mas não te revoltas
contra a injúria dos que te invadem a seara de esforço nobre,
trabalhando sem mágoa, no clima da tolerância.
Podes falar, com razão, a palavra acusadora contra o adversá-
rio que te feriu; contudo, reconheces a ofensa por crise de ignorância
e, nem de leve, te afastas da desculpa irrestrita.
Tens bastante merecimento para destaque e ocultas-te, na atividade
silenciosa, sem fugir à cooperação, junto daqueles que te
dirigem.
Conservas a possibilidade de reter o melhor quinhão de vantagens
e não te lembras disso, ofertando o melhor de ti mesmo
aos que te comungam a experiência.
O bem é luz que se expande, na medida do serviço de cada
um ao bem de todos, com esquecimento de todo mal.
*
Sem afetação de santidade, ajudemos o próximo, a fim de que
o próximo aprenda a ajudar-se.
Sem cartaz de virtude, olvidemos as faltas alheias, reconhecendo
que poderiam ser nossas, diante das franquezas que carregamos
ainda.
Recorda que, se há espíritos transviados ou injustos, em decúbito
moral, através do caminho, são eles tão necessitados da
parcela de teu amor quanto os famintos, a quem dás espontaneamente
o prato de pão.
A felicidade real nasce, invariável, daquela felicidade com
que tornamos alguém feliz.
Façamos, assim, aos outros o que desejamos nos façam eles,
na convicção de que, se cuidamos da lei do bem, a lei do bem
cuidará de nós.
Francisco Cândido Xavier
Justiça Divina
Estudos e dissertações em torno da obra
“O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec
Ditado pelo Espírito
Emmanuel

 

CARDS2334

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