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MANIFESTAÇÕES DE CRIANÇAS MEDIÚNICA SOB A VISÃO ESPÍRITA

CRIANÇA ESPIRITUAL 1

Crianças no Plano Espiritual

1 – Como encarar a manifestação de uma criança apavorada, que se diz num lugar escuro, onde apanha muito?
Há três possibilidades: trata-se de uma mistificação do Espírito, com a intenção de envolver o grupo; uma fantasia anímica do médium, que guarda afinidade com crianças, ou um desajuste do comunicante, que regrediu a um comportamento infantil, como acontece, não raro com doentes mentais.
2 – E quando se trate de Espírito imaturo, desencarnado na infância, não seria interessante o esclarecimento que poderia receber?
Seria totalmente ocioso. Geralmente o adulto recém-desencarnado, sem nenhuma noção sobre a vida espiritual, enfrenta dificuldades de adaptação em virtude de seus comprometimentos com os vícios, as paixões, as ambições do mundo. A criança não tem esse problema.
3 – Por quê?
Ao reencarnar o Espírito adormece e somente começará a acordar para a vida física a partir dos sete anos, quando se completa a reencarnação. Até então não detém o comando de sua existência, nem a possibilidade de envolvimento com as seduções da vida física. Embora possa trazer tendências inferiores cultivadas em existências pretéritas, elas ainda não se manifestaram e nem o comprometeram, razão pela qual a criança é considerada o símbolo da inocência.
4 – E o que acontece com as crianças recém-desencarnadas?
São imediatamente recolhidas por familiares ou mentores, que lhes darão ampla assistência. Se são Espíritos evoluídos, retomam a personalidade anterior. Se de mediana evolução, conservam a condição infantil, que será superada com o tempo, como ocorre com as crianças na Terra. Podem, também, retornar à reencarnação.
5 – Isso significa que crianças nunca se manifestam em reuniões mediúnicas?
Pode acontecer, mas em caráter de exceção. Um Espírito evoluído que desencarnou em tenra infância, atendendo à sua programação evolutiva, já reintegrado na vida espiritual, poderá manifestar-se como criança, com o propósito de consolar seus pais.
6 – Como deve o doutrinador agir quando lidando com suposta manifestação de criança?
Conversar normalmente, mas com a sutileza de quem sabe que está lidando com uma das três situações a que nos referimos, dispondo-se a abordar o assunto com o grupo, após a reunião, para os esclarecimentos necessários.
7 – Há grupos espíritas que se dizem especializados em doutrinar crianças desencarnadas. Como situá-los?
Provavelmente estão sendo envolvidos por Espíritos mistificadores, que exploram a ingenuidade dos participantes. As pessoas emocionam-se quando um Espírito situa-se como uma criança que estava sendo judiada num antro escuro da espiritualidade, sem considerar o absurdo de semelhante ideia.
E onde estavam os mentores e familiares desencarnados, a permitir que isso acontecesse com um inocente?
8 – Além dos argumentos apresentados, que mais se poderia dizer para os que têm dificuldade em aceitar que crianças desencarnadas não precisam de reuniões mediúnicas para receber ajuda?
É significativo considerar que não há uma única manifestação de criança nas obras de Allan Kardec, principalmente em O Livro dos Médiuns, o grande manual de intercâmbio com o Além, nem nos livros de André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, onde temos a mais clara e objetiva visão do relacionamento entre o plano físico e espiritual.
Pinga Fogo – Richard Simonetti

CRIANÇA ESPIRITUAL 4

Mediunidade –

Perguntas e Respostas – Parte I 36 Comentários

Onde se localiza a mediunidade?

A mediunidade tem base na organização física, corpórea, a qual permitirá maior facilidade na emancipação parcial do perispírito; assim o espírito do médium readquire percepções e faculdades espirituais que geralmente o corpo material embota.
A mediunidade corresponde tanto a merecimentos como a necessidades espirituais.

Qual a relação entre mediunidade e a moral do médium?

A do emprego que o médium dá à sua faculdade, para o bem ou para o mal, o que determina que espíritos, bons ou maus, ele atrai para secundá-lo. (Vide LM, XX e EM pg. 18 e 93)

Como identificar a mediunidade?

Para que se saiba se a pessoa é médium ou não, Kardec (falando da psicografia mas servindo para todas as faculdades) diz: “Infelizmente, até hoje, por nenhum diagnóstico se pode inferir ainda que aproximadamente, que alguém possua essa faculdade. Os sinais físicos, em os quais algumas pessoas julgam ver indícios, nada têm de infalíveis. Ela se manifesta nas crianças e nos velhos, em homens e mulheres, quaisquer que sejam o temperamento, o estado de saúde, o grau de desenvolvimento intelectual e moral. Nenhum só meio existe de se lhe comprovar a existência. É experimentar.
Experimentando, verificaremos, pelo tipo de fenômenos produzidos quais as mediunidades que a pessoa possui, qual a mais destacada, e se há possibilidade de um exercício regular e produtivo através desse médium.

Quando eu participo de reuniões mediúnicas, me ocorre pensamentos que eu não estava ligado e eu fico em dúvidas, será que isto é mediunidade?

Se é ou não mediunidade, só o saberemos se você der passividade a esses pensamentos falando ou escrevendo, para que o dirigente da reunião os possa observar e analisar em repetidas oportunidades e verificar se caracterizam ou não espíritos se comunicando.

Há possibilidade de uma pessoa quando criança ter visões e depois de adulta não ter mais? Ela pode ter sido uma vidente ou continuar apenas adormecida a sua mediunidade?

Obs. Quando criança acreditava muito em santo, inclusive os pais prometeu sua 1ª filha para N.S.ª Aparecida.
Até aos 7 anos, mais ou menos, os órgãos do corpo da criança ainda não estão plenamente desenvolvidos e não oferecem ao espírito todas as possibilidades de manifestação corpórea. Nessa fase em que, por assim dizer, a sua encarnação ainda não se completou, o espírito com facilidade transcende ao corpo e usa as de faculdades espirituais.
Daí não ser raro a criança manifestar percepções extra sensoriais (ver/ouvir além do físico), sem que isso indique, propriamente, a existência de mediunidade, tanto que, com o passar dos anos, essas percepções desaparecem. Entretanto, há crianças que são real e espontaneamente médiuns. Nelas, as percepções e manifestações não se interrompem ao longo dos anos.
Não convém, porém, estimular nem querer “explorar” a mediunidade em crianças, porque:
– seu organismo, débil e em formação, pode sofrer indesejáveis abalos;
– a imaginação está em grande atividade e pode sofrer sobre-excitação;
– ainda não têm discernimento suficiente para lidar com os espíritos,
valorizar sua faculdade e empregá-la com a gravidade necessária.
A criança médium deve ser esclarecida com simplicidade e naturalidade sobre a vida espiritual e a comunicação entre os dois planos. Deve, também, ser encaminhada para o aprendizado moral/espiritual adequado à sua idade, pois precisará estar bem orientada na vida, quando mais tarde chegar a sua época de trabalhar mediunicamente.
Quanto a acreditar muito em santo, nada a opor, desde que se entenda que se trata de confiança em um espírito amigo e benévolo, que na Terra teve uma vida exemplar, de fé e ação caridosa.
Prometer um filho para uma entidade santa é um hábito religioso muito antigo mas não recomendável, pois não temos o direito de dispor da vida de nossos filhos; o que podemos rogar a Deus e aos bons espíritos, em favor de nossos filhos, é a sua proteção, seu amparo.
Texto extraído dos encontros em diversas casas espíritas e entrevistas concedidas por Therezinha Oliveira, onde ela responde as dúvidas questionadas pelo público.

CRIANÇA ESPIRITUAL 2

Crianças no Plano Espiritual

Estima a ONU que seis mil crianças morrem diariamente na Terra, a maioria por causas derivadas da precariedade do saneamento ambiental (falta de água, saneamento básico, fome). A esses sintomas nascidos na visão imediatista dos políticos, em sua maioria sem maiores comprometimentos com o povo pelo qual deveria trabalhar, deve-se acrescer, segundo autoridade espiritual o “infanticídio inconsciente e indireto largamente praticado no mundo, havendo mulheres cujo coração ainda se encontra em plena sombra, mais fêmeas que mães, obcecadas pela ideia do prazer e da posse”.
Acrescenta que, “embora haja um programa estruturado na Espiritualidade para as nossas tarefas humanas, pertence-nos a condução dos próprios impulsos dentro delas. Em regra geral, multidões de criaturas cedo se afastam do veículo carnal, atendendo a serviços de socorro e sublimação, mas, em numerosas circunstâncias, a negligência e a irreflexão dos pais são responsáveis pelo fracasso dos filhinhos”. De um ângulo mais abrangente, Allan Kardec ouviu daqueles que o auxiliaram na elaboração d’ O LIVRO DOS ESPÍRITOS, questão 199, que “a duração da vida de uma criança pode ser, para o seu Espírito, o complemento de uma vida interrompida antes do termo devido, e sua morte é frequentemente uma prova ou uma expiação para os pais”.
A propósito, comentando sobre a dor de pais diante dessas perdas inesperadas, no livro AÇÃO E REAÇÃO, o Instrutor Druso, diz que “as entidades que necessitam de tais lutas expiatórias, são encaminhadas aos corações que se acumpliciaram com elas em delitos lamentáveis, no pretérito distante ou recente, ou, ainda, aos pais que faliram junto dos filhos, em outras épocas, a fim de que aprendam na saudade cruel e na angústia inominável o respeito e o devotamento, a honorabilidade e o carinho que todos devemos na Terra ao instituto da família”.
O que acontece, porém com esses Espíritos, em sua maioria, praticamente expulsos da vida física recentemente iniciada? Responde-nos a autora do comentário anterior: “- Antigamente, na Terra, conforme a teologia clássica, supúnhamos que os inocentes, depois da morte, permaneciam recolhidos ao descanso do limbo, sem a glória do Céu e sem o tormento do inferno e, com as novas concepções do Espiritualismo, acreditávamos que o menino reencarnado retomasse, de imediato, a sua personalidade de adulto. Em muitas situações, é o que acontece quando o Espírito já alcançou elevada classe evolutiva”. (…) “Contudo, para a grande maioria das crianças que desencarnam, o caminho não é o mesmo.

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Por acharem-se relativamente longe do autogoverno, exigem tempo para se renovarem no justo desenvolvimento, período condicionado à ‘aplicação pessoal do aprendiz à aquisição de luz interior, através do próprio aperfeiçoamento moral’. Via Chico Xavier, não só o assunto ganhou conteúdo mais dilatado, como objetivo. Já em NOSSO LAR (feb,1943), encontramos referências a educandário para jovens e crianças.
No ENTRE A TERRA E O CÉU (feb,1954), André Luiz ouve explicações de Blandina ( Irma de Castro, ou Meimei em sua última encarnação) sobre o Lar da Bênção, parte de vasto estabelecimento de assistência e educação, com capacidade para atender duas mil crianças, distribuídas em grande conjunto de lares abrigando até doze assistidos, quase todos destinados ao retorno à nossa Dimensão para a reintegração no aprendizado que lhes compete.
Indagada, responde ela que possuem até mesmo os cursos primários de alfabetização, salientando que “a inércia opera a coagulação de nossas forças mentais, nos planos mais baixos da vida” e “a evolução, a competência, o aprimoramento e a sublimação resultam do trabalho incessante”. Um manancial de informações do ponto de vista quantitativo desprende-se das centenas de cartas psicografadas pelo médium nas reuniões públicas de Uberaba, entre os anos 70 e 90. Nelas, muitos elementos para reflexões. Numa das escritas por Moacyr Stella aos pais dos quais se separou aos 32 anos, em consequência de um câncer de cabeça, formado recentemente em Medicina, especialização em pediatria, conta que, ultrapassados os difíceis primeiros tempos após sua desencarnação, integrara-se ao serviço em um berçário, que o prendia a duzentos pequeninos, crianças desterradas do lar em que nasceram, que o chamavam de “tio”. “Pequeninos que procuram o papai e a mamãe, vasculhando pavilhão a pavilhão, “chovendo” perguntas sobre ele: – Tio Moacyr, quando meu pai virá buscar-me?; “-quero sair daqui sem esperar mais tempo… e voltar para os meus”; “-onde está Deus que me mandou buscar do colo de mamãe?”; “-eu não quero ficar, quero partir”; “- procure um carro que me leve de volta à casa em que nasci…o meu pai pagará qualquer despesa”., levando Moacyr a dizer à própria mãe: “- Que fazer, senão doar-lhes mais amor?”Há, todavia, interessante livro publicado em 1988, assinado por Cláudia Pinheiro Galasse, desencarnada, seis anos antes, aos 18 de idade.

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Conta Emmanuel que, “em janeiro de 1987, institui-se entre vinte, das dezenas de institutos educativos de certa região, um concurso para apresentação de um livro, em pequenas dimensões, tão simples quanto possível, para esclarecimento e reconforto dos familiares que choram a perda de crianças no mundo, especialmente os pais. Seria elaborado por professores vinculados às áreas do ensino, devendo contar com simplicidade o cotidiano das crianças desencarnadas, retratando lhes a Vida Espiritual, em traços rápidos. Cinco mentores examinaram os trabalhos de duzentos educadores que compareceram ao certame e, depois de meses, os resultados apontaram a contribuição de Claudia como vencedora”. Contando um pouco sobre ela, diz o Orientador Espiritual que após seu desencarne, em tratamento de recuperação, só em princípios de 1983, conseguiu equilibrar-se à custa de persistente esforço mental. Admitida em 1984, em um dos vários Institutos de apoio à infância no Além, promovida a professora em 1985, realizou notáveis diálogos e palestras, em 1986, destinados à elevação do nível mental dos envolvidos.
No livro intitulado ESCOLA NO ALÉM (ideal,1988), Claudia revela dedicar-se com amigas durante o dia a uma espécie de creche onde as crianças são separadas por faixa etária ( no seu caso, de meses até dois anos), sendo substituídas à noite, por mães desencarnadas. Explica serem as crianças enviadas pela Direção Geral, com instruções e avisos referentes a cada uma, que as abrigadas onde trabalha em sua maioria são de São Paulo, que trabalha com mais de cem, aplicando-se programas educativos recebidos semanalmente de Departamento Superior. Disciplina, horários específicos, passeios e hora de recreio fazem parte dessas atividades. Afirma ainda, entre inúmeras informações, não existir nenhuma desamparada e que muitas mães, durante o repouso físico, são levadas a visitar os filhos já domiciliados no Plano Espiritual (ver postagem Sono e Sonhos – Uma Visão Original )

jesus e as crianças

MEDIUNIDADE INFANTIL

Na novela “Páginas da Vida” do ano de 2006, Nanda, morta após dar à luz Clara e Francisco, tem visitado os filhos com uma freqüência cada vez maior. Os gêmeos vêem a mãe e até conversam com ela!

Parece coisa de ficção.

Mas, na vida real, há muitos relatos de crianças que, assim como os gêmeos de Páginas da Vida, já viram ou conversaram com pessoas que já morreram (confira os casos reais no final da matéria).
De acordo com a doutrina espírita, a meninada tem mesmo mais facilidade para interagir com quem já se foi, conforme explica Sônia Zaghetto, assessora de comunicação social da FEB (Federação Espírita Brasileira):
“Isso ocorre porque as crianças ainda têm ligações ligeiramente mais tênues com o corpo físico, assim como os doentes terminais, em que a ligação espírito-corpo já se enfraqueceu e eles podem ver os espíritos.
Há medida que a pessoa cresce, vai se tornando ainda mais forte a ligação com o corpo e ela vai deixando de vê-los”. No entanto, Sônia alerta: nem todas as crianças vêem os espíritos. “É natural que os vejam, mas não é obrigatório que aconteça”, explica.
O que também pode confundir quem não está muito por dentro do tema é achar que a criança é médium só porque teve um episódio em que viu, ou ouviu um espírito. “Nem sempre a visão de espíritos pelas crianças caracteriza mediunidade. Somente com o tempo se pode discernir, pois o fenômeno pode ser passageiro. Pode ser aquela questão relacionada à ligação do espírito com o corpo.
Quando não é mediunidade, essas visões desaparecem entre 6 e 8 anos de idade. Como, por exemplo, os amiguinhos imaginários, que costumam desaparecer por volta dessa idade”, esclarece Sônia.

Alguns indícios de mediunidade:

Ela conta ainda que um sinal de mediunidade é quando a criança começa a relatar visões e conversas com os espíritos. “Se essas manifestações ganham caráter mais constante, bem ostensivo e persistem até a pré-adolescência e juventude, tudo indica mediunidade. Logo, uma visão que ocorreu apenas uma vez, por exemplo, não é considerada indício”, conclui ela.

 O que fazer quando a criança é médium?

– Os pais devem observar cuidadosamente o comportamento da criança para ver se elas não estão influenciadas por algo que viram na TV ou em filmes.
– Pode ser também que elas estejam adotando tais posturas apenas para chamar a atenção. É importante discernir e checar tudo isso na hora de avaliar se a criança está realmente vendo espíritos.
– Os pais jamais devem estimular as crianças a desenvolver mediunidade.
– Se a criança tiver idade suficiente para compreender o que está acontecendo, os pais devem explicar a ela a situação, procurando não fazer disso um fenômeno extraordinário que gere medo ou desconforto. “Se os pais não se acharem em condições de conversar com a criança (por desconhecimento do assunto), podem recorrer a um centro espírita, em que as pessoas mais experientes poderão orientá-los sobre a forma abordar o assunto com a criança”, aconselha Sônia.

 O que os pais devem evitar?

– Negação pura e simples, pois a criança pode se sentir acusada de ser mentirosa e desenvolver outros problemas.
– Valorização excessiva do fenômeno.
– Demonstrar medo, pois só deixará a criança mais nervosa e insegura. “Além de que, não se deve temer os espíritos”, completa Sônia.
– Criar expectativas. “É uma imprudência. Os pais devem agir com a máxima naturalidade e ouvir a criança quando ela falar espontaneamente do assunto, sem criticá-la ou ridicularizá-la, sem se mostrar assustados, nervosos, inquietos ou vaidosos e orgulhosos diante do fenômeno que acontece com o filho”, orienta Sônia.
Casos conhecidos e comprovados de mediunidade em crianças*

CHICO XAVIER (1910-2002)

– Um dos mais conhecidos e respeitados médiuns do mundo, Chico via o espírito da mãe morta e conversava com ela desde os 5 anos de idade. Em 1922, no centenário da Independência do Brasil, ele tinha 12 anos e ganhou menção honrosa quando escreveu uma bela redação sobre o Brasil. Na ocasião, afirmou que um espírito havia lhe ditado o texto.
Os amigos duvidaram e acharam que ele tinha copiado a redação de um livro. (…) As visões de Chico fizeram com que ele fosse obrigado pelo pai a freqüentar a Igreja Católica e ele via hóstias brilhando de luz, pessoas mortas sorrindo e carregando rosas. Sebastião Scarzello – padre de Pedro Leopoldo (MG) – nunca duvidou, mas aconselhava Chico a orar mais para afastar aquelas visões.”

DIVALDO PEREIRA FRANCO

– Médium baiano, de 79 anos de idade, Divaldo é hoje o mais conhecido palestrante espírita do mundo, com milhares de palestras em mais de 80 países e mais de 150 livros psicografados. Ele declara publicamente que vê os espíritos desde criança. Aos 4 anos de idade, viu o espírito de sua avó, Maria Senhorinha, e a descreveu para sua mãe, gerando muito espanto na família católica.

JOSÉ RAUL TEIXEIRA

– Médium e conferencista espírita de Niterói – RJ, professor de Física da UFF (Universidade Federal Fluminense) e Doutor em Educação, José Raul afirma que via os espíritos desde criança e, muitas vezes, conversava com eles.
Em uma ocasião, ao ver o espírito de um amigo, quase se atirou nos braços dele. Mas a mãe – que também era médium – impediu que o filho se machucasse, pois notou que ele ia em direção ao espírito e o impediu de cair no vazio, quando se atirou nos braços do amigo invisível.
*Depoimentos cedidos pela FEB (Federação Espírita Brasileira)

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