MENSAGEIROS AMPARADORES AMIGOS DE JESUS CRISTO VERDADE LUZ

MENSAGEIROS AMPARADORES OS AMIGOS DE JESUS

Os Mensageiros Espirituais

Em nossas existências físicas.
Contamos desde nossa chegada ao berço, com o auxílio dos Amigos Espirituais.
E com eles contamos em cada segundo da existência no corpo físico.
Eles nos orientam o caminho certo.
Eles nos nutrem a fé e a esperança.
Eles nos sustentam a frente das provas.
Eles nos fortalecem diante da cruz e dos sofrimentos.
Eles nos asilam nas intempéries da vida.
Eles nos moldam ao trabalho e ao serviço de amor e de caridade.
Eles nos afastam do vício e das sugestões do mal.
Eles providenciam remédios, em nossas enfermidades.
Eles nos alentam nas horas de dores.
Eles caminham conosco a maneira de verdadeiros anjos guardiães. Evitando todo erro.
E diminuindo as dificuldades.
Das quais nos encontramos.
Eles nos devotam a existência inteira.
E no leito onde a morte se aproxima.
Ei-los ao nosso lado.
Fiéis amigos a nos resignar para a vida nova.
Nos auxiliam na descida ao túmulo.
E na outra margem da vida.
Estão devotados nos aguardando para dar as boas vindas.
E celebrar conosco.
A festa aos esplendores do mundo Maior.
Onde ainda caminham conosco pelo tempo que se fizer necessário.
Até que consigamos seguir com os próprios passos.
Jair Presente. Página ditada através da Psicofonia a Romes Marcos de Souza. Em Culto do Evangelho no Lar. Em 10 de março de 2026. Em Uberaba. MG. Brasil.

HUMBERTO DE CAMPOS POR
CHICO XAVIER em
CRÔNICAS DE ALÉM TÚMULO

(…) “Há uma providencia misericordiosa acompanhando os surtos evolutivos da Terra, e, na hora justa dos abalos sociais de toda natureza, os túmulos se enchem de vozes e de revelações consoladoras, realizando profecias…
Fascismo, ditaduras para o proletariado, falsas democracias terão de desaparecer nos fragores da luta, para que a política espiritualista inaugure o direito novo, a lei nova, os controladores de todos os fenômenos da economia dos povos.
O homem compreendera então a necessidade de um imperativo de paz, solidário com o progresso espiritual dos outros mundos.
É objetivando a construção do edifício da concórdia universal sobre a base da educação de cada personalidade e de leis econômicas que façam desaparecer para sempre o quadro doloroso da miséria e da fome, que os mortos voltam para falar aos encarnados, no turbilhão escuro de suas vidas.“

PAI Misericordioso 

Sofres e tuas tribulações não são poucas, mas somente Deus sabe o quanto podemos ser merecedores do bem-estar, da paz interior, se temos a capacidade de suportá-las com resiliência e coragem.
Esta é a melhor forma de garantir nossas forças para continuar acreditando no bem legítimo, no amor sem mescla.
Se Deus não dá fardos superiores às nossas forças, acreditamos que devemos ter fé e convicção de que somos felizes pelo dom maior que é a concessão da nossa vida pelo Pai Misericordioso.
Não importa a nossa realidade hoje, uma esperança nos move para mais além.
Vera Jacubowski – Em 11/03/2026

Dr. Bezerra de Menezes sempre ensinou que:

O verdadeiro amor não aprisiona, não exige, não controla. Ele liberta.
E é nessa chave espiritual que suas palavras ecoam profundamente nesta mensagem:
“Quanto mais liberdade concederdes aos vossos entes amados, permitindo que eles vivam a existência que escolheram, mais livres estareis para obedecer a Jesus, construindo a vossa própria felicidade.”
Há uma sabedoria doce e firme nisso.

Dr. Bezerra compreendia as dores da alma humana: o medo de perder, o apego que fere, a vontade de conduzir o destino de quem amamos.

Mas também sabia que o amor verdadeiro não é posse, é amparo. Não é prisão, é luz. Não é direção forçada, é bênção silenciosa.
Quando permitimos que aqueles que amamos sigam o próprio caminho, com seus acertos e tropeços, entregamos ao Universo o que nunca nos pertenceu. E, nesse ato de confiança, libertamos também a nós mesmos.
Dr. Bezerra falava da lei divina que sustenta a vida: cada espírito tem um roteiro sagrado, escrito antes mesmo de chegar à Terra. Interferir além do necessário gera sofrimento. Apoiar com amor, porém, gera cura.
Ao oferecer liberdade, você abre espaço para que Jesus trabalhe no coração do outro, sem sua ansiedade interferindo. E abre espaço para que Jesus trabalhe em você, construindo serenidade, maturidade e propósito.
A liberdade dada ao outro é a paz que retorna ao seu peito.

E assim, seguindo o conselho desse médico das almas, você aprende que amar é confiar, soltar, abençoar e seguir.
No fim, como dizia Dr. Bezerra,

“quem ama cuida, mas também deixa ir; acompanha, mas não acorrenta; ora, mas não exige”.
E é exatamente aí que nasce a verdadeira felicidade espiritual.

NO CORPO

1- Há quem menospreze o corpo, alegando com isso honorificar a alma; no entanto, isso é o mesmo que combater a escola, sob o estranho pretexto de beneficiar o aprendiz.

Leve observação, porém, nos fará lembrar a importância da vida física;
2- Diz-se, muitas vezes, que o corpo é adversário do espírito; contudo, é no corpo que dispomos daquele bendito anestésico do esquecimento temporário, com que a cirurgia da vida, nos hospitais do tempo, nos suprime as chagas morais instaladas por nós mesmos, no campo íntimo;
3- Nele reencontramos os desafetos de passadas reencarnações, nas teias da consanguinidade ou nas obrigações do grupo de serviço para a quitação necessária de nossos débitos, perante a lei que nos governa os destinos;
4- Com ele, entesouramos, a pouco e pouco, os valores da evolução e da cultura;
5- auxiliados por ele, perdemos os derradeiros resquícios de herança animal, que carregamos por força da longa vivência nos reinos inferiores da Criação, a fim de que nos elevemos aos topes da inteligência;
6- Integrados nele, é que somos pacientemente burilados pelos instrumentos da Natureza, ante a glória espiritual que a todos nos aguarda, no Infinito, na condição de filhos de Deus;
7- E, finalmente, é ainda no corpo que somos defrontados pelos grandes amores, a começar pela abnegação dos anjos maternais da Terra, que nos presidem o estágio no Plano físico, habilitando-nos para a aquisição dos mais altos títulos na escola da experiência.
8- Meditemos em tudo isso e saibamos ver no corpo a harpa sublime em que a sabedoria do Senhor nos ensina, século a século, existência a existência e dia por dia, a bendita ciência do crescimento e da ascensão para a Vida Imortal.
Emmanuel/Chico Xavier.
Livro: Mãos Unidas.
Texto extraído da 2ª edição desse livro.

“Chico Xavier” sempre alertou que:

A humanidade estava caminhando para um abismo de obsessões, impulsionada por vícios, tragédias e desequilíbrios familiares. No entanto, ele via essas aflições como testes para a nossa resistência moral. Ele ensinava que o tratamento para a obsessão exige oração e caridade, mas fazia um alerta vital aos espíritas: jamais se deve descartar a medicina terrena.
Segundo Chico, quando uma mente em desequilíbrio ataca alguém, o corpo físico da vítima sofre dilapidações reais que precisam ser tratadas por médicos, enquanto a doutrina foca em socorrer a parte espiritual.
Luciano Napoleão da Costa e Silva, o autor do livro “Nosso Amigo Chico Xavier (50 anos de Mediunidade)” sentiu o peso dessa verdade na própria pele.
Certa tarde, enquanto morava provisoriamente em São Vicente, ele começou a passar muito mal de forma repentina. Ficou pálido, suas feições se desfiguraram e sua boca entortou completamente.
Acreditando estar sofrendo um infarto, pediu socorro à esposa e à cunhada. O primeiro médico que o atendeu foi de uma insensibilidade tremenda e disse sem rodeios que ele estava com uma lesão no cérebro, o que quase provocou um infarto real de tanto medo.
Desesperada com a situação, sua esposa ligou para amigos maçons da cidade de Santos, que rapidamente mobilizaram médicos competentes. O novo diagnóstico trouxe uma enxurrada de remédios, além de proibições severas: nada de fumo, nada de álcool, repouso absoluto e apenas comida leve. Sob o efeito de fortes calmantes, o autor conseguiu dormir.
No dia seguinte, porém, o problema revelou sua verdadeira face. O autor, que era um homem extremamente alegre e extrovertido, afundou em uma tristeza profunda e paralisante. Ele perdeu totalmente o apetite, não queria conversar com ninguém e se recusava até mesmo a tomar banho. Parecia ter entrado em um estado de hibernação.
Vendo aquela loucura, sua esposa recolheu-se em preces e recebeu uma orientação clara de seu guia espiritual: eles precisavam viajar para Uberaba e encontrar Chico Xavier. O autor resistiu duramente. A viagem foi um sacrifício. Ao pararem na casa de parentes em Ribeirão Preto, ele tentou desistir de tudo. Estava exausto, mal conseguia falar e seu rosto transfigurado assustava quem o olhasse. Apesar de tudo, a família não cedeu e o levou até Minas Gerais.
Chegando a Uberaba, deixaram as coisas no hotel e foram direto ao centro espírita. Assim que se aproximaram, Chico o olhou com uma expressão marota, deu-lhe um abraço e perguntou o que havia acontecido com o seu escritor.
Com a boca ainda torta e muita dificuldade, o autor reclamou que estava sendo bombardeado e que os médicos não sabiam o que ele tinha. Chico simplesmente deu uma risada, garantiu que aquilo não era absolutamente nada, mudou de assunto e cobrou a promessa de que ele escreveria um livro espírita. E assim se despediram.
O autor voltou para o hotel apenas para não chatear a família. Mas, de repente, algo mudou. A apatia sumiu e deu-lhe uma vontade imensa de tomar um banho. Logo depois, aceitou acompanhar o grupo até o restaurante para o jantar. Preocupados com a saúde dele, os amigos começaram a sugerir comidas leves e até um chazinho.
Foi então que, como se tivesse acabado de ganhar na loteria, o autor gritou para o garçom em alto e bom som, pedindo um filet à moda e um chope duplo bem gelado. O espanto na mesa foi total.
No dia seguinte, eles retornaram para São Vicente. O autor estava perfeitamente curado, alegre, com o rosto normal, comendo de tudo e sem precisar de nenhum remédio, deixando os médicos da cidade totalmente perplexos.
Só depois de todo o pesadelo sua esposa revelou o que realmente havia acontecido: uma entidade obsessora muito densa havia grudado nele para derrubá-lo, aproveitando-se de seu lado cético. A experiência aterradora provou ao autor que o mundo espiritual é real e esmagador, fazendo-o lembrar da velha frase de que a maior artimanha do demônio é nos convencer de que ele não existe.
Luciano Napoleão, em suas próprias palavras, disse: o “negócio” é impressionante, quando atua é prá valer; é difícil superar. Minha senhora mesmo tendo recebido o aviso de seu guia para que procurássemos Chico Xavier, teve que lutar contra uma força estranha, imensa, que a todo custo queria me deixar prostrado. Mas a fé, que já estava brotando, foi mais forte, felizmente.

Esse relato que você acabou de ler está presente na obra “Nosso Amigo Chico Xavier (50 anos de Mediunidade)”, de Luciano Napoleão da Costa e Silva, 1977.

PERSEVERAR COM DEUS

Quando estiveres a ponto de sucumbir, dá-te outra oportunidade e chama por Deus.

No momento amargo da deserção, concede-te a esperança e ora a Deus.
No açodar da revolta, quando te encontrares a ponto de explodir, transfere o gesto louco e confia em Deus.
Diante da áspera ingratidão que te agride, sentindo-te enlouquecer, pensa em Deus e aguarda.
Desolado, em face das várias tentativas fracassadas, quando já quase não acreditas em nada e pretendes o aniquilamento da razão, intenta outra vez e espera a ajuda de Deus.
Se tudo em volta veste-se de escuridão e o dia claro já passou, substituído pela noite pavorosa do desalento e das mágoas, sentindo-te à borda da loucura, grita por Deus e acende uma débil chama para iluminar a treva.
Insiste, ainda, um pouco mais.
Não desista com facilidade.
Faculta-te uma nova tentativa.
O deserto imenso é feito de grãos de areia em movimento.
A tempestade avassaladora se constitui de moléculas invisíveis que se aglutinam.
(…) E o Universo é o resultado de partículas infinitamente imperceptíveis que o amor de Deus reúne mediante as “leis de atração e repulsão” geradoras de equilíbrio.
Assim, os teus momentos difíceis de agora estarão transpostos logo mais, se souberes reunir as forças combalidas e perseverar na irrestrita confiança em Deus.
JOANNA DE ÂNGELIS
LIVRO: Momentos de Coragem
MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO

Flores no jardim da vida

A lista de compras foi cuidadosamente elaborada. Somente o necessário, nada de supérfluos ou exageros nas quantidades.
Em tempos de crise, a economia doméstica se faz em todos os detalhes.
Laércio apanhou a lista e a transformou em três menores, dividindo os produtos entre elas, de forma mais ou menos equitativa.
Aí, convidou os netos Beatriz, Marcus Vinicius e Gabriel, com as idades variando entre sete e onze anos e rumou para o supermercado.
Descendo do carro, distribuiu as listas, incumbindo a cada um o compromisso de apanhar os produtos.
Com a precisão de atletas, todos se puseram ao trabalho.
Em poucos minutos, três carrinhos estavam com as compras acumuladas em seu interior.
O avô deu uma olhada e constatou que algum exagero fora cometido. Por exemplo, havia dois potes de sorvete, de sabores diferentes, ao invés do único anotado.
Criterioso, Laércio exigiu que fosse feita a devida devolução do excedente, no lugar certo.
No entanto, algumas guloseimas deixou passar. Afinal, os três tinham realizado a mesma proeza de escolherem algo de que gostavam, para as horas de não fazer nada, a não ser saborear algo gostoso.
Dirigiram-se ao caixa preferencial, desde que estavam assessorando o velho avô.
Porém, em seguida, a equipe, notando a presença de um senhor idoso, logo atrás e com poucos itens, pediu que ele passasse à frente, o que fez, agradecido.
Também uma senhora jovem, com um filhinho ao colo e grávida, recebeu o mesmo convite.
Um sorriso brilhante se desenhou no rosto dela e, enquanto ia colocando os itens sobre o balcão, foi falando que estava no sexto mês de gravidez. E era mais um menino.
Finalmente, começou o esvaziamento dos três carrinhos de um lado e o enchimento de outros dois, após passarem os itens pelo caixa e serem empacotados.
Com a mesma disposição, as crianças levaram os carrinhos cheios pela calçada irregular, quase tombando um deles. Nada além de um susto.
Tudo foi colocado no carro, com cuidado: coisas pesadas primeiro, frutas e verduras por último, por cima, para não serem amassadas.
E o retorno para casa se fez entre risos e muita conversa dos três falando ao mesmo tempo, exigindo redobrada atenção do avô para dar conta de tantos verbos e substantivos que lhe chegavam aos ouvidos.
* * *
Uma cena comum. Uma ida ao supermercado. Contudo, para um avô atento à educação dos pequenos, uma oportunidade de ensinar disciplina, economia, cooperação.
E de registrar, feliz, a educação e a boa índole dos netos. Constatar que os seus filhos estão conduzindo muito bem os seus rebentos, preparando-os para a vida.
Esse é, em essência, o verdadeiro papel dos pais: cuidar da educação dos seus pequenos como um jardineiro cuida das flores do seu jardim: podando aqui, enxertando ali, transplantando acolá.
Finalmente, exatamente como nos dias de primavera, as flores se manifestam em profusão, as boas atitudes florescerão no jardim da vida, através de cidadãos conscientes e homens de bem.
E o mundo, então, será melhor, bem melhor.
Redação do Momento Espírita, com
fatos narrados por Laércio Furlan.
Em 7.11.2016.

RECLAMAÇÕES E QUEIXAS

Lenta, mas, sistematicamente, vai-se arraigando na personalidade do homem o hábito infeliz da queixa e da reclamação.

Insubordinado, em razão da predominância dos próprios instintos agressivos, o indivíduo sempre encontra motivos para apresentar-se insatisfeito.

Saúde ou doença, trabalho ou desemprego, alegria ou tristeza, calor ou frio, servem-lhe sempre de pretexto para queixar-se, para reclamar…

Instala-se, esse vício, fixando-se no comportamento, que se torna azedo e desagradável, ao tempo em que fomenta distonias íntimas, neuroses, abrindo campo para que se originem diversas enfermidades.
O queixoso padece de hipertrofia da esperança e do otimismo.

Atrai a desdita e sintoniza com amargura, passando a sofrer aquilo de que aparenta desejar libertar-se.
Para quem deseja encontrar, nunca faltam motivos de queixas e reclamações.
*
Estabelece, no teu cotidiano, o compromisso de solucionar dificuldades, ao invés de gerá-las, ou complicá-las quando se te apresentem.

Silencia o queixoso, propondo-lhe fazer o melhor que lhe esteja ao alcance em detrimento do tempo perdido em reclamações.

O azedume responde pela ideia malsã de tudo ver de forma negativa, engendrando mecanismos de falso martirológio.

O queixoso, normalmente, gosta da indolência e se compraz no pessimismo.

Põe sol e beleza nas tuas paisagens, passando de uma para outra área de ação sem o fardo do mau humor, efeito de algo desagradável que por acaso tenha-te acontecido na anterior.

Quem sabe confiar e trabalha, sempre alcança a meta que busca.
Joanna de Ângelis
Livro: Episódios Diários
Médium: Divaldo Pereira Franco

A DOR 

“A dor possui uma função específica, extraordinária: auxiliar o progresso da criatura humana.
As admiráveis conquistas da Ciência têm tido por objetivo diminuir-lhe a intensidade ou mesmo suprimi-la.

Enfermidades cruéis têm sido debeladas, distúrbios orgânicos de gravidade vêm recebendo valiosa contribuição para serem reequilibrados, e não cessam os investimentos nas pesquisas para tornarem a existência física mais amena, agradável e enriquecedora.

Não obstante, a inferioridade moral, em predomínio, torna-se responsável pelo surgimento de novas doenças e dos mais perversos distúrbios, nos complexos mecanismos do corpo somático. Dores há que domam as paixões inferiores, que resgatam dívidas, que reabilitam, que abençoam vidas…

Abastece-te, porém, nas fontes inexauríveis do Bem, e organiza tua vida moral e mental, de forma que os teus atos sejam produtores de harmonia pessoal e de equilíbrio, quando convidado pela dor-reparação ao testemunho de libertação espiritual, ou diante de qualquer expressão de sofrimento que te visite.”
Joanna de Ângelis
Livro: Desperte e seja Feliz
Médium: Divaldo Pereira Franco
Por mais áspera a crise, por maior a consternação, não percas o otimismo e trabalha, confiante.
Ouçamos, nós todos, a indicação de Jesus:

– “Tende fé em Deus.”
. Emmanuel/Chico Xavier
Livro: Palavras de Vida Eterna, capítulo. 162: Tende Fé em Deus.

Mãe Santíssima – Joanna de Ângelis

Ao nascer em Nazaré (Israel), Maria estava destinada a renovar o mundo na sua condição de pulcritude e amor.
Tornando-se Mãe de Jesus, adornou o sentimento augusto com sacrifícios e abnegação incomuns.
Submetida aos impositivos existentes que faziam da mulher uma servidora do homem, de tal maneira manteve-se digna que exaltou a feminilidade situando-a no seu devido lugar.
Seu Filho veio trazer luz à escuridão da Humanidade, a fim de que se modificassem os hábitos e costumes para melhor.
A Sua vida no trabalho com o Seu Pai recebia-lhe o carinho e o devotamento ímpares, embora não tivesse qualquer ideia do messianato que a Ele competia realizar.
Quando começou a sabê-lo, o seu desvelo seguiu-lhe as pegadas luminosas até aquela tarde trágica diante da cruz de impiedade e da alucinação da massa humana que exigia Sua vida no madeiro infamante.
Vendo-O, naquele momento em estertor, sem um amigo, no tumulto que se estabeleceu no Calvário, buscou superar as angústias e dores, para perguntar em pungente agonia: Meu Filho, meu Filho! Que te fizeram os homens?!
E Ele, com dificuldade nos instantes extremos e finais da existência corporal, respondeu, olhando João, o discípulo amado, que a acompanhava: Mulher! – não a chamou de mãe – Eis aí o teu filho. Filho, eis aí tua mãe!
A Natureza estava dominada pelo terror que tomava conta daquelas testemunhas perversas do Mártir.
Ele a oferecia à Humanidade e esta passaria a ser a sua família.
Foi a partir desse augusto momento que todos os homens e mulheres do mundo passaram a ser seus filhos e ela a Mãe Santíssima de todos.
Hoje, quando o teu calvário parecer excruciar-te e o desespero tentar apossar-se dos teus sentimentos, lembra-te de Maria, a Mãe Santíssima, e prossegue alegre e confiante sob o seu amparo.
Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Pereira Franco,
em 12.2.2023, no Centro Espírita Caminho
da Redenção, em Salvador, Bahia.

Prece ao Dr. Bezerra de Menezes


Nós te rogamos ó Pai,
de infinita bondade e justiça,
as graças de Nosso Senhor Jesus Cristo
através de Bezerra de Menezes e suas legiões de companheiros.
Que eles nos assistam, Senhor,
consolando os aflitos,
curando os que se tornem merecedores,
confortando aqueles que tiverem suas provas e expiações a passar,
esclarecendo aos que desejarem conhecer a verdade
e assistindo a todos quantos apelem para teu infinito amor.
Jesus Cristo,
divino portador da graça e da verdade,
estenda tuas mãos dadivosas
em socorro daqueles que te reconhecem
como despenseiro fiel e prudente.

Faze ó Divino Modelo,
através de tuas legiões consoladoras,
de teus santos espíritos,
a fim de que a fé se eleve,
a esperança aumente,
a bondade se expanda
e o amor triunfe sobre todas as causas.
Dr. Bezerra de Menezes,
médico espiritual,
apóstolo do bem e da paz,
amigo dos humildes e dos enfermos,
movimenta as tuas falanges amigas
em benefício daqueles que sofrem
sejam males físicos ou espirituais.
Santos espíritos,
dignos obreiros do Senhor,
derramai as graças e as curas sobre a humanidade sofredora
a fim de que as criaturas se tornem amigas da paz e do conhecimento,
da harmonia e do perdão,
semeando pelo mundo
os divinos exemplos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Seca-se a planta e cai a sua flor,
mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente.

Bezerra de Menezes

Que assim seja!

SABEDORIA

“Tua experiência é um valor que logras através do tempo, vivendo as lições da vida no teu processo de evolução.

Estrada percorrida, caminho conhecido.

Em face de tal conquista, descobres que há uma grande distância entre a teoria e a prática.

Medita mais, antes de agires, tomando decisões tranquilas e alentadoras.

Quando ages por impulso, estás sujeito a erros graves.

Há acontecimentos que sucedem no momento próprio, no entanto, é o homem sábio quem estabelece a hora para as realizações superiores.”
Joanna de Ângelis
Livro: Vida Feliz
Médium: Divaldo Pereira Franco

Mais com Jesus

Desarrazoado exigir de qualquer de nós transformações intempestivas.
Por mais formosas e edificantes as lições de aperfeiçoamento moral, é forçoso acomodar-nos com o espírito de sequência, na marcha do tempo, a fim de que nos afaçamos a elas, adaptando-nos gradativamente aos princípios que nos preceituem.
Ser-nos-á, porém, claramente possível melhorar-nos com mais urgência e segurança se adotarmos a prática de permanecer um tanto mais com Jesus, cada dia.
Problemas intricados surgiram, concitando-nos a soluções inadiáveis.

Se estivermos de sentimento interligado um pouco mais com o Cristo, aprenderemos a ceder de nós, sem qualquer empeço, apagando as questões que nos induzam à perturbação e à discórdia.
Apareceram desacatos, impulsionando-nos ao revide.

Se os recebemos, um tanto mais com Jesus, em nossas atitudes e respostas, todas as expressões de desapreço serão dissolvidas nas fontes da compreensão e da tolerância.

Surpreendemos companheiros que se fazem difíceis.
Se lhes acolhemos os obstáculos, conservando as nossas diretrizes e providências, um tanto mais com Jesus, para breve se nos transfiguram em colaboradores valiosos, convertendo-se, por fim, em estandartes vivos de nossas ideias.
Encontramos desencantos nas trilhas da experiência.

Aceitando-os, no entanto, um tanto mais com Jesus em nosso comportamento, para logo se transformam em lições e bênçãos que passamos a agradecer à Sabedoria da Vida.

Em casa, no grupo de trabalho, na vida social, na profissão, no ideal ou na via pública, experimentemos sentir, pensar, falar e agir, um tanto mais com o Cristo, e observemos os resultados.
Pouco a pouco, perceberemos que o Senhor não nos pede prodígios de transformação imediata ou espetáculos de grandeza e sim que nos apliquemos ao bem, de modo a caminhar com Ele, passo a passo, na edificação de nossa própria paz.
Não te atemorizem programas de reajuste, corrigenda, sublimação ou burilamento.
Ante as normas que nos indiquem elevação para a Vida Superior, recebamo-las respeitosamente, afeiçoando-nos a elas, e, seguindo adiante, na base do dever retamente executado e da consciência tranquila, pratiquemos a regra da ascensão espiritual segura e verdadeira: — sempre um tanto menos com os nossos pontos de vista pessoais e, a cada dia que surja, sempre um tanto mais com Jesus.
Livro: Rumo Certo, do espírito Emmanuel/Psicografia Chico Xavier – Capítulo 54.

Senhor Deus,

Pai de infinita bondade e amor.
Sei que andas ocupado, cuidando dos meus irmãos em situações de guerra.
Tanta gente sofrendo nos hospitais, nas ruas com dor, fome e medo, muitos estão te pedindo amparo e proteção.
Fico feliz porque tenho certeza que Jesus com seu imenso amor nos abraça onde estivermos.
Peço piedade para os que sofrem com fome e miséria, mas peço principalmente por aqueles que não conhecem o amor de DEUS por todos, e vivem na ilusão do mal.
Hoje não quero te pedir nada, quero apenas te agradecer por tudo o que tem feito por mim e minha família.
Peço a Deus e a Jesus para que as guerras se acabem e a paz possa reinar entre todos, que todos possam sentirem que são irmãos muito amados.
Que possamos senhor, aprender as lições que precisamos para a nossa evolução.
Que possamos ser solidários e nos unir em preces pedindo ajuda pra todos que estão passando por guerra externa e interna.
Que Jesus e os mensageiros de luz possam apagar as chamas do mal com a chama do bem, reunindo a bondade do mundo e trazendo ternura a todos corações cansados.
Livra-nos de todo mal, que seja no mundo feita a vontade de Deus, que as Leis Divinas sejam por nós adotadas.
Que assim seja!
Texto recebido de Vera Fernandes

A flor da honestidade

Conta-se que, por volta do ano 250 a.C., na China antiga, um príncipe da região norte do país estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Sabendo disso, ele resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta.
No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula:
Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta ideia insensata da cabeça. Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
E a filha respondeu: Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca. Eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar, ao menos alguns momentos, perto do príncipe. Isto já me torna feliz.
À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas joias e com as mais determinadas intenções.
Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:
Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valoriza muito a especialidade de cultivar algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos.
O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura da sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse, na mesma extensão do seu amor, ela não precisaria se preocupar com o resultado.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido.
Dia após dia, ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.
Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou à sua mãe que, independente das circunstâncias, retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.
Ela estava admirada. Nunca havia presenciado tão bela cena.
Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa.
As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu:
Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz: a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.
* * *
A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.
Redação do Momento Espírita, com base
em texto de autoria desconhecida.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 5
e no livro Momento Espírita, v. 2, ed. FEP.
Em 22.6.2024

PENSAMENTOS

A ação do pensamento sobre a saúde é incontestável.

Vejamos alguns exemplos: a ansiedade estimula a secreção de adrenalina, que sobrecarrega o sistema nervoso e o descontrola; o pessimismo perturba o aparelho digestivo e produz distúrbios gerais; o medo, a revolta, são agentes de úlceras gástricas e duodenais de curso largo.

Da mesma forma, a tranquilidade, o otimismo, a coragem, são estimulantes que trabalham pela harmonia emocional e orgânica, produzindo salutares efeitos na vida.

O homem se torna o que pensa, portanto, o que quer.

Os pensamentos emitidos atraem ou sintonizam outros semelhantes, nas mesmas faixas de ondas mentais por onde transitam as aspirações e os estados psíquicos de toda a Humanidade.

Adicionados a estes, temos as mentes dos desencarnados que se intercomunicam com os homens, vibrando nos climas que lhes são afins.
*
Acostuma-te a pensar de forma edificante.

Assume uma postura vitoriosa.

Atrai pensamentos salutares.

O cérebro é antena que emite vibrações e as capta incessantemente.

Irradia idéias do bem, do progresso, da paz, e captarás, por sintonia, equivalentes estímulos para o teu bem.

Quem pensa em derrota, já perdeu uma parte da luta por empreender.

Quem cultiva o insucesso, dificilmente enfrentará os desafios para a vitória.
*
A cada momento adicionas experiências novas às tuas conquistas.

A todo instante pensa corretamente e somarás força psíquica para o êxito da tua reencarnação.
Joanna de Ângelis
Livro: Episódios Diários
Médium: Divaldo Pereira Franco

Benfeitores desencarnados

Reunião pública de 12/12/1960
Questão nº 267 Parágrafo 17º
Perceberás, sem dificuldade, a presença deles.
Onde as vozes habituadas a escarnecer se mostram a ponto de condenar, eles falam a palavra da compaixão e do entendimento.
Onde as cruzes se destacam, massacrando ombros doridos, eles surgem, de inesperado, por cireneus silenciosos, amparando os que caíram em desagrado e abandono.
Onde os problemas repontam, graves, prenunciando falência, eles semeiam a fé, cunhando valores novos de trabalho e esperança.
Onde as chagas se aprofundam, dilacerando corpo e alma, eles se convertem no remédio que sustenta a força e restaura a vida.
Onde o enxurro da ignorância cria a erosão do sofrimento, no solo do espírito, eles plantam a semente renovadora da elevação, regenerando o destino.
Onde os homens desistem de auxiliar, eles encontram vias diferentes de ação para a vitória do Amor Infinito.
*
Anseias pela convivência dos benfeitores desencarnados, com residência nos Planos Superiores, e têlos-ás
contigo, se quiseres.
Guarda, porém, a convicção de que todos eles são agentes do bem para todos e com todos, buscando agir através de todos em favor de todos.
Disse Jesus: “Quem me segue não anda em trevas.”
Se acompanhas os Bons Espíritos que, em tudo e por tudo, se revelam companheiros fiéis do Cristo, deixarás para sempre as sombras da retaguarda e avançarás para Deus, sob a glória da luz.
— EMMANUEL/FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER – LIVRO: SEARA DOS MÉDIUNS —

CRÍTICA

Diante dos acontecimentos chocantes do dia-a-dia e face a determinados comportamentos equivocados que recebem aplauso geral, vem-te a tentação de criticar.

Algumas palavras bem colocadas, e serão suficientes para desmascarar mandatários inescrupulosos e indivíduos subservientes de conduta vil.

Quase todas as pessoas do círculo onde eles se movimentam, conhecem-lhes as falhas.
Não obstante, sorriem com falsa anuência em relação à sua forma de viver, quase os detestando.
*
Tu, que procuras ser honesto contigo mesmo e com o teu próximo, ficas magoado, desejoso de te referires às deficiências que caracterizam essas pessoas e esses fatos.

Este procedimento em nada ajudará aos criticados, que se irritarão, carregando-se de ódio contra ti e passando a perseguir-te, piorando a própria situação.

A crítica ácida, inspirada pela revolta ou pelo ressentimento, não contribui para a mudança delas ou das ocorrências examinadas.

Ninguém gosta de sofrer críticas, mesmo quando merecidas.
*
A palavra gentil de ajuda e de esclarecimento produz melhor efeito do que a acusação, irada, a censura severa.

A tua melhor maneira de criticar o erro será agir com acerto, diferenciando-te pela forma de atuar, em relação àquele que se comporta irregularmente.

A força da retidão se expressa pela conduta, muito mais do que através das palavras.

Evita a crítica, forma sutil de vingança e, não raro, de despeito sórdido.

A tua vida deve tornar-se uma lição viva de correção e dignidade, sem que estejas apontando os erros e debilidades alheios.
Joanna de Ângelis
Livro: Episódios Diários
Médium: Divaldo Pereira Franco

POR QUE TANTAS GUERRAS?


Para mestre Ramatís, a Terra é considerada um planeta-escola e um hospital-presídio devido ao atual estágio de egoísmo, desamor e falta de empatia preponderantes na humanidade.

A ideia central é que o planeta serve como um local de “exílio” para a reeducação de almas que ainda não conseguem vibrar em planetas mais sutis e amorosos.

A densidade da matéria e as experiências de sofrimento físico ainda funcionam como freios para o orgulho e o egoísmo. As dificuldades da vida terrena são as “grades” que forçam o espírito a refletir sobre suas ações passadas, quanto a dor e o sofrimento que ele causou aos outros.

Todavia, o esquecimento do passado e a transitoriedade do corpo físico servem para que o espírito não se perca em suas memórias traumáticas ou na arrogância de suas capacidades anteriores, permitindo um novo começo através de novas experiências, reação de suas próprias ações, reações de retorno pedagógicas para corrigir o egoísmo.

Espíritos que cometeram deslizes graves em existência anterior renascem para expiar em si o sofrimento que causaram a coletividade, não como punição, mas como pedagogia de educação da consciência.

Ramatís enfatiza que a Terra está deixando de ser esse “presídio” para se tornar um mundo de Regeneração, onde apenas aqueles que aprenderam as lições de fraternidade, de empatia e amor poderão permanecer.
Por isto, neste momento há um visível recrudescimento de conflitos e guerras no planeta, uma aceleração do processo natural expiatório, abrindo caminho rumo a regeneração coletiva.

Concluindo, na visão de mestre Ramatís, a Terra é um “presídio” porque limita a liberdade dos espíritos de acesso aos mundos superiores em favor da correção coletiva a ser vivenciada no planeta – uma “escola” porque cada experiência vivida é uma ferramenta pedagógica para tomada de consciência sobre a responsabilidade sobre os próprios atos, expiando em si o sofrimento causado ao outro.
E mestre Ramatís nos lembra que ninguém morre e tudo são justas experiências educativas para o amadurecimento anímico consciencial.

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