Felicidade Hoje Serenidade

jesus pintura mediúnica
crise

Felicidade Hoje: Serenidade!

 

Dando continuidade ao nosso entendimento do que seja Felicidade, vamos abordar o desdobramento serenidade.
Mas antes eu os indago se conseguiram, na semana que passou experimentarem a paz interior, pois ela é o primeiro passo para a construção do estado de alma que nos permite usufruir a felicidade. Como foi?
Sei que é difícil diante das inúmeras atividades e preocupações do dia a dia, mas sem o esforço do aprendizado não é possível à alegria do saber.
Assim, a paz interior deve continuar a ser apreendida e exercitada diariamente, isto posto em prática, ficará mais fácil o exercício da serenidade.
Como mencionamos diversas vezes, estamos interligados a tudo e a todos na imensa teia da vida.
A serenidade, meus amigos, nada mais é do que aquele estado de alma, onde os ruídos externos e internos já acalmados pela paz não nos envolvem mais.
É o momento em que conseguimos de forma plena, vivenciar o presente, o agora, seja ele qual for.
Pode parecer fácil viver o presente, mas sejamos sinceros, quantas vezes conseguimos estar por inteiro no “momento zero”, assim o vamos denominar, em que as ações de um segundo atrás não nos consomem bem como as ações de um segundo posterior. É quando nos fixamos em quem somos agora, nas atividades que estamos desempenhando, nas dores ou nas alegrias que estamos sentimos. Vocês conseguem?
Geralmente conseguimos nos fixar por breves instantes, mas nos falta ainda a compreensão do momento e de sua importância. Pois é nele que nos colocamos por inteiro com aquilo que temos de melhor dentro de nós Particularmente, sinto certa dificuldade em permanecer no momento zero.
Entendendo que somos energia, fruto de nossas ações e pensamentos, perceberemos a necessidade real de focarmos no momento zero. Só posso saber aquilo que aprendi e só aprendo o que realmente interiorizei.
É no momento zero que conseguimos essa interiorização. Somos obrigados a repetir diversas vezes uma mesma situação, passando por diversos contextos, afim de que possamos aprender. Isto se dá, pois nos acostumamos a passar apenas pelas situações, acontecimentos e pessoas, sem vivê-los em essência, ou ainda sem saboreá-los como fonte do saber. Toda vez que agimos assim, estamos contribuindo para o crescimento do mundo descartável e perdendo a oportunidade de viver o mundo do amor.
Convido-os, a continuarem o exercício da paz, ampliando o conceito, incluindo a serenidade, vivenciando o hoje. Pois é através dele que construímos as lembranças do passado e o que seremos amanhã.
Vivamos o momento zero como um presente divino que não pode ser armazenado, mas pode ser saboreado lentamente como o melhor momento de todos, mesmo que seja um momento de dor, pois dele renasceremos mais fortes e mais sábios.

cachorinha fofa

Com muito carinho,

Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)
Em: 20.04.2015
Médium: Lúcia (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – CAVILE)

feliz joanna de ângela

cavalo preto

A conquista da serenidade

 

Um dia amanhece, glorioso, com a luz do sol atravessando as folhas. Silêncio que é quebrado pelo som dos passarinhos que acordam.
Murmúrio de regatos que cantam, perfume de relva molhada pelo orvalho da noite. Será isso serenidade?
A natureza oferece ao homem a oportunidade do silêncio externo, o exemplo da calma. Mas sozinha, ela, a natureza, será capaz de trazer a paz interna?
Muita gente diz assim: Vou sair da cidade, a fim de descansar. Quero esquecer barulho, poluição, trânsito.
Essa é uma paz artificial. Em geral, depois de alguns dias descansando, a pessoa volta para a cidade e aos ruídos da chamada civilização. E ainda exclama ao chegar: Que bom é voltar para o conforto da cidade.
E, nas semanas seguintes, enfrenta novamente os engarrafamentos de trânsito, o som constante das buzinas, a fuligem. A comida engolida às pressas e o estresse do cotidiano estão de volta.
Então vem a pergunta: Será que realmente a serenidade existe em nossa alma? Se ela estivesse mesmo em nós, não teríamos de deixar o local em que vivemos para encontrar a paz, não é mesmo?
A conquista da serenidade é gradativa. A natureza não dá saltos e as mudanças de hábitos arraigados ocorrem muito lentamente. Não se engane com isso.
Muita gente acredita que a simples decisão de modificar um padrão de comportamento é suficiente para que isso aconteça. Mas não é assim.
Um antigo provérbio chinês traduz muito bem essa dificuldade. Ele diz assim: “Um hábito inicia como uma teia de aranha e depois se torna um cabo de aço”. O mesmo acontece em nossa vida.
E a conquista da serenidade não escapa a essa lógica de criar novos hábitos, de reeducar-se. Sim, pois tornar-se pacificado é um exercício de auto-educação.
A pessoa educa-se constantemente. Treina a paciência, o silêncio da mente. É uma conquista diária, um processo que vai se instalando e se fortalecendo.
E por onde começar? O melhor é iniciar pelo dia a dia. Treinando com parentes, amigos, colegas de trabalho. Não se deixando perturbar pelas pequenas coisas do cotidiano.
Das pequenas coisas que irritam, a pessoa passa a adquirir mais força para superar problemas mais graves, situações mais complexas.
Aos poucos, suaviza-se o impacto que os outros exercem sobre nós. Acalma-se o coração, domina-se as emoções, tranqüiliza-se a mente.
O resultado é o melhor possível. Com o passar do tempo, a verdadeira paz se instala. E mesmo em meio aos ruídos de todo dia, o homem pacificado não se deixa perturbar.
É como um oásis em meio ao caos da vida moderna. Um espelho de água em meio a tempestades. Esse homem, em qualquer lugar que esteja, traz a serenidade dentro de si.
Experimente começar essa jornada hoje mesmo. Vai torná-lo muito mais feliz.
* * *
A serenidade resulta de uma vida metódica, postulada nas ações dinâmicas do bem e na austera disciplina da vontade.
Mantenhamos a serenidade e a nossa paz se espalhará entre todos.

 

Redação do Momento Espírita, e pensamentos do verbete Serenidade, do livro Repositório de sabedoria, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

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