No Meu Caminho o Abraço é Apertado

ABRAÇOS

Um dia abençoado pra você

 

“No meu caminho o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero. Por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir. Por isso, não estranhe se eu te abraçar bem apertado, mesmo que seja só em pensamento. Se eu me emocionar com a sua história, se eu chorar junto com você. Afinal de contas, somos gente e gente que fez a opção pelo bem. É assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver. Viver com emoção, com verdade”.
Pe. Fábio de Melo

AMOR DE IRMÃOS

Mensagem de Irmão

 

A vida na Terra se assemelha a um estágio em magnífica escola.
A reencarnação é abençoada oportunidade de crescimento espiritual.
Somos, porém, aprendizes rebeldes e incipientes.
Malbaratamos o tempo.
Desprezamos a lição.
Olvidamos os compromissos.
Quando sofremos, recorremos a Deus, ensaiando humildade.
Quando felizes, nem sequer nos lembramos de agradecer ao Dispensador de todas as graças.
É que em contato com a matéria densa, o espírito deixa-se hipnotizar pelos cânticos da ilusão. O imediatismo predomina em suas decisões.
Para o homem comum, importa viver o “agora” com intensidade. Falta-lhe, portanto, senso de eternidade.
Por isso, justamente, a dor se faz companheira constante em nossos caminhos… Ela nos recorda a fugacidade da vida física e nos reconduz à senda do bem.
Ai do homem, se não sofresse!…
Mas Deus não quer o sofrimento voluntário, aquele abismo em que muitos se precipitam para fugir à dor que nos aprimora interiormente. O sofrimento natural é uma luz mas, provocado, qual o suicídio, é uma infelicidade que a palavra não define. Procuremos na caridade o nosso cajado para a subida do monte escarpado da evolução.
Amemos os nossos semelhantes.
Esforcemo-nos para perdoar as ofensas, sem guardar ressentimento no coração.
Não percamos de vista os passos do Senhor, que transitou no mundo entre zombarias e sarcasmos.
Façamos da oração o nosso pão espiritual, cujo fermento divino é a fé que raciocina.
Tenhamos sempre uma palavra de otimismo e um sorriso de esperança para oferecer aos que nos buscam a presença.
Visitemos os doentes nos hospitais, porquanto somos espíritos enfermos, necessitados também da visitação diária do Divino Médico.
Não nos queixemos de sacrifício; antes agradeçamos a Jesus que nos aceita como somos em seu ministério santo entre os homens.
Aprendamos a silenciar as nossas mágoas. A lamentação improdutiva é peso na própria alma, impedindo-nos de seguir à frente.
Que Deus seja sempre louvado em todas as providências que toma para que nós, os seus filhos, possamos viver segundo a sua Vontade.
Restaurando o Evangelho, o Espiritismo aplicado em nossas vidas é o sol que nos ilumina, desfazendo as sombras que, há séculos, pairam sobre o nosso entendimento.
Irmãos, deixo-lhes aqui o meu afetuoso abraço, na certeza de que a morte não existe e que o Senhor vela por cada um de nós.

 

(Soneto recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier, em sessão pública do Centro Espírita “Amor ao Próximo”, em Leopoldina, MG, na noite de 28-6-50.)
Pelo Espírito Sebastião Carmelita
XAVIER, Francisco Cândido; BACCELLI, Carlos A.. Confia e Serve. Espíritos Diversos. IDE.

OBRIGADO SENHOR

Parentela

 

“E disse-lhe: Sai de tua terra e dentre a tua parentela e dirige-te à terra que eu te mostrar.” – (ATOS, capítulo 7, versículo 3.)

 

Nos círculos da fé, vários candidatos à posição de discípulos de Jesus queixam-se da sistemática oposição dos parentes, com respeito aos princípios que esposaram para as aquisições de ordem religiosa.
Nem sempre os laços de sangue reúnem as almas essencialmente afins. Freqüentemente, pelas imposições da consangüinidade, grandes inimigos são obrigados ao abraço diuturno, sob o mesmo teto.
É razoável sugerir-se uma divisão entre os conceitos de “família” e “parentela”. O primeiro constituiria o símbolo dos laços eternos do amor, o segundo significaria o cadinho de lutas, por vezes acerbas, em que devemos diluir as imperfeições dos sentimentos, fundindo-os na liga divina do amor para a eternidade. A família não seria a parentela, mas a parentela converter-se-ia, mais tarde, nas santas expressões da família.
Recordamos tais conceitos, a fim de acordar a vigilância dos companheiros menos avisados.
A caminho de Jesus, será útil abandonar a esfera de maledicências e incompreensões da parentela e pautar os atos na execução do dever mais sublime, sem esmorecer na exemplificação, porqüanto, assim, o aprendiz fiel estará exortando-a, sem palavras, a participar dos direitos da família maior, que é a de Jesus-Cristo.

 

XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 62.

ANJO DA GUARDA

Respostas de Deus

Eis algumas das respostas de Deus, nos fundamentos da vida, através da Misericórdia Perfeita:
o bem ao mal;
amor ao ódio;
luz às trevas;
equilíbrio à perturbação;
socorro à necessidade;
trabalho à inércia;
alegria à tristeza;
esquecimento às ofensas;
coragem ao desânimo;
fé à descrença;
paz à discórdia;
renovação ao desgaste;
esperança ao desalento;
recomeço ao fracasso;
consolo ao sofrimento;
justiça à crueldade;
reparação aos erros;
conhecimento à ignorância;
bênção à maldição;
amparo ao desvalimento;
verdade à ilusão;
silêncio aos agravos;
companhia à solidão;
remédio à enfermidade;
e sempre mais vida aos processos da morte.
Efetivamente podemos afirmar que Deus está sempre ao nosso lado, mas, pelas respostas de Deus, nos campos da vida, ser-nos-á possível medir sempre as dimensões de nossa permanência pessoal ao lado de Deus.

 

XAVIER, Francisco Cândido. Respostas da Vida. Pelo Espírito André Luiz. IDEAL. Capítulo 40.

MÚSICA ACÚSTICA

Irradiação do Cristo

 

Surge o dia esplendente de luz!
O Sol dardeja setas de ouro sobre o mundo. Verdeja o prado, colore-se o jardim, esvoaçam borboletas, o céu imenso se azula enquanto o espelho d’água o reflete.
Sopra o vento mensageiro agitando a manhã.
A brisa, minuída ventania, carreia perfumes que tudo embalsama, delicadamente.
Viaja o pólen no rumo da fecundação. De galhadas desatam-se folhas secas que balançam no espaço e farfalham ao cair na relva, produzindo sons como carícias para todos os ouvidos.
Ao longe, bale a ovelha, canta o galo, relincha o jumento e chora o pequerrucho. E tudo soa qual música na pauta vibrante da natureza.
Há musicalidade nos ágeis movimentos da criança e no falar compassado do ancião. Há música no riso insolente da juventude quanto há música na lágrima que aljofra dos olhos de quem sofre e de quem festeja, de quem celebra a vida e de quem lamenta a morte…
Em tudo há um sopro inconteste de vida abundante. Em toda parte há um anúncio de saúde plena, após período de difícil enfermidade.
Aves que abrem leque em plena revoada entre cores ridentes.
E é o mundo que em festa se agita.
Há convites de amor e há ternura ao longo das estradas.
Sinos, dentro do coração, soam desde a remota madrugada e evocam figuras de anjos, de pastores, de manjedoura e de uma rútila estrela.
E como não saudar essas evocações?
E por que não cantar os cantos pela paz?
E por que não mirar tantos astros de luz esbatidos no veludo azul da noite alta?
E por que não distender o riso, o abraço, a lágrima e a esperança?
Quando tudo em derredor se achar em festa, no templo, no palácio, na choupana modesta, elevemos aos Céus o próprio coração.
Em tudo e em toda parte há louvores ao Senhor.
Eis o dia cintilante de bênçãos e beleza.
Em verdade, é Jesus que, sublime, irradia!
Eis que surge o esplendente dia.
É Natal!

 

Pelo Espírito Rosângela C. Lima. Mensagem psicografada por Raul Teixeira, em 18.9.2006, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói-RJ.

MAL E BEM

Mocidade e Velhice

Infância, juventude, madureza e velhice são simples fases da experiência material.
A vida é essência divina e a juventude é seiva eterna do espírito imperecível.
Mocidade da alma é condição de todas as criaturas que receberam com a existência o aprendizado sublime, em favor da iluminação de si mesmas e que acolheram no trabalho incessante do bem o melhor programa de engrandecimento e ascensão da personalidade.
A velhice, pois, como índice de senilidade improdutiva ou enfermiça, constitui, portanto, apenas um estado provisório da mente que desistiu de aprender e de progredir nos quadros de luta redentora e santificante que o mundo nos oferece.
Nesse sentido, há jovens no corpo físico que revelam avançadas características de senectude, pela ociosidade e rebeldia a que se confinam, e velhos na indumentária carnal que ressurgem sempre à maneira de moços invulneráveis, clareando as tarefas de todos pelo entusiasmo e bondade, valor e alegria com que sabem fortalecer os semelhantes na jornada para a frente.
Se a individualidade e o caráter não dependem da roupa com que o homem se apresenta na vida social, a varonilidade juvenil e o bom ânimo não se acham escravizados à roupagem transitória.
O jovem de hoje, pelas determinações biológicas do Planeta, será o velho de amanhã; e o ancião de agora, pela lei sublime da reencarnação, será o moço do futuro.
Lembramo-nos, porém, de que a Vida é imortal, de que o Espiritismo é escola ascendente de progresso e sublimação, de que o Evangelho é luz eterna, em torno da qual nos cabe dever de estruturar as nossas asas de Sabedoria e de Amor e, num abraço compreensivo de verdadeira fraternidade, no círculo das esperanças, dificuldades e aspirações que nos identificam uns com os outros, continuemos trabalhando.

 

Pelo Espírito André Luiz
XAVIER, Francisco Cândido. Correio Fraterno. Espíritos Diversos. FEB.

PLANTAR FLORES ANDRÉ LUIZ

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