NÃO PRETENDEMOS QUE AS COISAS MUDEM ?

NÃO PRETENDEMOS QUE AS COISAS MUDEM

Para Todos os Tipos de Crise

 

“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grande tragédias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar”superado” .Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

 

Extraído do Livro “Como eu vejo o mundo”, 1935, de Albert Einstein.

diamante chamado vida

tua vida

A Realeza de Jesus

 

Que não é deste mundo o reino de Jesus todos compreendem, mas, também na Terra não terá ele uma realeza? Nem sempre o título de rei implica o exercício do poder temporal. Dá-se esse título, por unânime consenso, a todo aquele que, pelo seu gênio, ascende à primeira plana numa ordem de idéias quaisquer, a todo aquele que domina o seu século e influi sobre o progresso da Humanidade. E nesse sentido que se costuma dizer: o rei ou príncipe dos filósofos, dos artistas, dos poetas, dos escritores, etc. Essa realeza, oriunda do mérito pessoal, consagrada pela posteridade, não revela, muitas vezes, preponderância bem maior do que a que cinge a coroa real? Imperecível é a primeira, enquanto esta outra é joguete das vicissitudes; as gerações que se sucedem à primeira sempre a bendizem, ao passo que, por vezes, amaldiçoam a outra. Esta, a terrestre, acaba com a vida; a realeza moral se prolonga e mantém o seu poder, governa, sobretudo, após a morte. Sob esse aspecto não é Jesus mais poderoso rei do que os potentados da Terra? Razão, pois, lhe assistia para dizer a Pilatos, conforme disse: “Sou rei, mas o meu reino não é deste mundo.”
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 2. 

bens terrenos

Comentários

Os comentários realizados nesse site não são armazenados em nosso banco de dados e podem ser excluídos diretamente na página da postagem.
*Note que para excluir o comentário será necessário encontrá-lo, clicar na caixa ao lado em seguida no botão excluir... Observando que só será possível excluir o comentário se o usuário estiver logado na mesma conta utilizada na hora que efetuou o comentário.

Política de Privacidade

Qualquer dúvida visite nossa Política de Privacidade: http://www.verdadeluz.com.br/politica-de-privacidade/