Não te Desesperes em Vão se te Sentes Excruciado – Joanna de Ângelis

problemas

Conduzir

Não te desesperes em vão, se te sentes excruciado por problemas e dores.
Recorda-te de Jesus e deixa-te por ele conduzir.

 

Joanna de Ângelis

COINCIDÊNCIA JOANNA DE ÂNGELIS

O poder do amor silencioso

 

 

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

 

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.Em 17.2.2015.

CONTROLE EMOCIONAL JOANNA DE ÂNGELIS

Lamentável Equívoco

 

Convencionou-se que felicidade é despreocupação, logo seguida de alegrias em paisagens rutilantes de Sol e de bem-estar.
Para fruí-la, até a embriaguez dos sentidos, basta acumular haveres ou recebê-los de outrem, de modo que a despreocupação acompanhe a trajetória do indivíduo fútil e ditoso.
Lamentável equívoco tal conceito, porquanto, esse estado, mais de prazer do que de felicidade, somente existe como alguma forma de utopia.
A existência humana é uma sucessão de desafios, mediante os quais, os valores morais se fortalecem na luta, desenvolvendo as potencialidades íntimas do ser.
Qualquer anseio por comodidade sem ação dignificadora, transforma-se em indolência que trabalha em favor da decomposição moral e emocional do indivíduo.
Aquele que não se vincula a um labor, exercitando a mente, vitalizando a emoção, acionando o corpo, avança para a desorganização da existência e converte-se em parasita social, nutrindo-se do esforço alheio e das concessões da vida, que não deseja retribuir.
A constituição orgânica é suscetível de alterações sutis ou expressivas, sempre manifestando situações que alteram completamente os quadros ilusórios do prazer que é sempre de breve duração.
Como conseqüência, os estados emocionais estão sujeitos a mudanças de humor, mesmo quando, aparentemente, tudo transcorre bem.
Essa satisfação, disfarçada de felicidade, também oculta situações penosas em que o Espírito se encontra.
Pode indicar leviandade e desinteresse em relação aos acontecimentos morais ou mesmo manifestar-se como síndrome de alguma alienação mental em processo de agravamento.
A criatura responsável não se aquieta no banquete do prazer, nem se amolenta no veículo do comodismo, desfrutando sem produzir, gozando sem favorecer aos demais.
É propelida ao esforço do automelhoramento, e, para tanto, empreende lutas e sacrifícios que lhe exigem tensão emocional, desgaste de energias físicas que, no entanto, renovam-se sem cessar, em face do próprio estímulo a que são propelidas.
O riso, que expressa alegria, quando deslocado no tempo e na oportunidade, demonstra desequilíbrio, falta de sensatez, porque momentos se apresentam que exigem seriedade e reflexão.
Certamente que o sofrimento não representa felicidade, se olhado sob o ponto de vista do imediatismo social.
Pelo contrário, a sua presença no trânsito carnal constitui convite à avaliação de como transcorrem os dias e as experiências, tornando-se uma advertência em torno da maneira de se viver.
O ser humano é um conjunto eletrônico regido pela consciência, que se exterioriza do Espírito imortal.
*
Pretendendo alcançar a meta programada para a reencarnação, desperta para a realização do teu processo iluminativo.
Se visitado pelas dores de quaisquer matizes, não te aflijas em demasia, antes considerando que elas são mecanismos ex-pungitivos que a Vida te proporciona, a fim de que redundem como alegrias reais.
Se a escassez de recursos econômicos te constringe ou se problemas se apresentam na área da saúde, de forma alguma consideres o evento como sendo uma desgraça, valorizando a experiência como recurso de aprendizado e renovação de comportamento que trabalha pela tua edificação pessoal.
Se sofres perseguições e te vês a braços com problemas que exigem atenção, mantém-te sereno e encontrarás meios para superá-los todos.
Se a ausência de afeto, de companheirismo, para ajudar-te na escalada evolutiva magoa-te, renova-te na esperança de que amanhã encontrarás a alma querida que, no momento, não pode estar ao teu lado.
Melhor a solidão, não poucas vezes, do que as companhias turbulentas, afligentes e desesperadoras, mediante, as quais, são impostas reparações morais muito complexas.
Em realidade, felizes são todos aqueles que, na Terra, por enquanto experimentam aflição e abandono, enfermidades e dores, porque esses são recursos valiosos de que se utiliza a Divindade para facultar o aprimoramento do Espírito que se aformoseia na luta de crescimento íntimo.
As pessoas que se banqueteiam no conforto e na saúde, na beleza e no prazer, desfrutando de facilidades sem que retribuam de alguma forma, encontram-se em parasitose doentia, explorando os tesouros do amor de Deus, que devem ser multiplicados para o atendimento de todos os Seus filhos.
Com que direito se atribuem, esses indivíduos, o mérito para existências privilegiadas e regimes de exceção, quando as demais pessoas encontram-se em batalhas contínuas para a aquisição do apenas necessário à sobrevivência?
Sucede que, esses que ora sorriem na indiferença das alheias aflições, serão chamados a contas e deverão compreender que, felicidade, na Terra, é lamentável equívoco dos seus sentidos físicos e presunção como vanglória do seu desenvolvimento intelectual.
Riam, portanto, os que sofrem hoje, porque, concluídas as provas em que se encontram, desfrutarão da felicidade, ora escassa, que se lhes instalará no coração, fruindo as bênçãos da paz de consciência.
Pode parecer paradoxal tal colocação. Nada obstante, é a realidade, porquanto, todo aquele que recebe, na contabilidade da Vida é devedor, enquanto que aqueloutro que doa, é credor.
Aqueles que ora desfrutam, encontram-se em provas de avaliação de conduta, a fim de que aprendam a aplicar, conforme a parábola das Virgens loucas e das Virgens prudentes que receberam combustível com finalidade exclusiva, que não podia nem devia ser utilizado inadequadamente.
*
Por essas razões, convencionou-se, também, por outro lado, que tais afirmações, essas que fazemos, são apologia ao sofrimento, necessidade masoquista de realização pessoal.
Mais um equívoco esse, que a mínima lógica se encarrega de diluir, tendo-se em vista a brevidade da existência física e a perenidade do existir como Espírito.
Agradece, portanto, a Deus, os teus testemunhos, as tuas lutas ásperas, as tuas ansiedades e carências.
Conforme os administres hoje, poderás revertê-los em júbilos, em paz e em prosperidade para amanhã.
Equívoco é pensar que a existência humana é uma viagem ao país da fantasia e da ilusão, não uma experiência de aformoseamento do caráter e de desenvolvimento do Espírito.
Por isso, Jesus foi muito enfático ao asseverar: O meu reino não é deste mundo, portanto, a felicidade igualmente não o é.

 

Franco, Divaldo Pereira. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Página psicografada pelo médium Divaldo P. Franco, na sessão mediúnica da noite de 5 de julho de 2004, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador, Bahia.

DIREÇÃO

Decisão de Ser Feliz

 

Empenha-te ao máximo para tornar tua vida agradável a ti mesmo e aos outros.
É importante que tudo quanto faças apresente um significado positivo, motivador de novos estímulos para o prosseguimento da tua existência, que se deve caracterizar por experiências enriquecedoras.
Se as pessoas que te cercam não concordarem com a tua opção de ser feliz, não te descoroçoes e, sem qualquer agressão, continua gerando bem-estar.
És a única pessoa com quem contarás para estar contigo, desde o berço até o túmulo e depois dele, como resultado dos teus atos…
Gerar simpatia, produzindo estímulos otimistas para ti mesmo, representa um crescimento emocional significativo, a maturidade psicológica em pleno desabrochar.
É relevante que o teu comportamento produza um intercâmbio agradável, caricioso, com as demais pessoas. No entanto, se não te comprazer, transformar-se-á em tormento, induzindo-te a atitudes perturbadoras, desonestas.
Tuas mudanças e atitudes afetam aqueles com os quais convives. É natural, portanto, que te plenificando, brindem-te com mais recursos para a geração de alegrias em volta de ti.
Todos os grandes líderes da Humanidade lutaram até lograr sua meta – alcançar o que haviam elegido como felicidade, como fundamental para a contínua busca.
Buda renunciou a todo conforto principesco para atingir a iluminação.
Maomé sofreu perseguições e permaneceu indômito até lograr sua meta.
Gandhi foi preso inúmeras vezes, sem reagir, fiel aos planos da não-violência e da liberdade para o seu povo.
E Jesus preferiu a cruz infamante à mudança de comportamento fixado no amor.
Todos quantos anelam pela integração com a Consciência Cósmica geram simpatia e animosidade no mundo, estando sempre a braços com os sentimentos desencontrados dos outros, porém fiéis a si mesmos, com quem sempre contam, tanto quanto, naturalmente, com Deus.
Quando se elege uma existência enriquecida de paz e bemestar, não se está eximindo ao sofrimento, às lutas, às dificuldades que aparecem. Pelo contrário, eles sempre surgem como desafios perturbadores, que a pessoa deve enfrentar, sem perder o rumo nem alterar o prazer que experimenta na preservação do comportamento elegido. Transforma, dessa maneira, os estímulos afligentes em contribuição positiva, não se lamentando, não sofrendo, não desistindo.
Quem, na luta, apenas vê sofrimento, possui conduta patológica, necessitando de tratamento adequado.
A vida é bênção e deve ser mantida saudável, alegre, promissora, mesmo quando sob a injunção libertadora de provas e expiações.
Tornando tua vida agradável, serão frutíferos e ensolarados todos os teus dias.

 

FRANCO, Divaldo Pereira. Momentos de Saúde. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL.

ATUA NO BEM JOANNA DE ÂNGELIS

Em Serenidade

 

A serenidade é pedra angular das edificações morais e espirituais da criatura humana, sem a qual muito difíceis se tornam as realizações. Resulta de uma conduta correta e uma consciência equânime, que proporcionam a visão real dos acontecimentos, bem como facultam a identificação dos objetivos da vida, que merecem os valiosos investimentos da existência corporal.
Na atormentada busca do prazer, desperdiça-se o tesouro da cultura, que se converte em serva das paixões inferiores, perturbadoras, de conseqüências negativas. Quanto mais se frui do gozo, mais necessidade surge de experimentá-lo, renovando sensações que se disfarçam de emoções.
A serenidade é o estado de anuência entre o dever e o direito, que se harmonizam a benefício do indivíduo.
Quando se adquire a consciência asserenada, enfrenta-se toda e qualquer situação com equilíbrio, nunca se permitindo desestruturar. As ocorrências, as pessoas e os fenômenos existenciais são considerados nos seus verdadeiros níveis de importância, não se tornando motivo de aflição, por piores se apresentem.
A pessoa serena é feliz, porque superou os apegos e os desapegos, a ilusão e os desejos, mantendo-se em harmonia em qualquer situação. Equilibrada, não se faz vítima de extremos, elegendo o caminho do meio com decisão firme, inquebrantável.
A serenidade não é quietação exterior, indiferença, mas plenitude da ação, destituída de ansiedade ou de receio, de pressa ou de insegurança.
Jesus, no fragor de todas as batalhas, na eloquente epopéia das bem-aventuranças ou sendo crucificado, manteve a serenidade, embora de maneiras diferentes, impertérrito e seguro de si mesmo, com irrestrita confiança em Deus.
Buda, meditando em Varanasi, onde apresentou as suas Quatro Nobres Verdades ou açodado por terríveis perseguições que lhe moveram os brâmanes, seus inimigos apaixonados, permaneceu em serenidade, totalmente entregue à paz.
Jan Huss, pregando a desnecessidade de intermediários entre Deus e os homens, ou ardendo nas chamas implacáveis da fogueira a que foi condenado, manteve-se fiel, sereno, sabendo que ninguém o poderia aniquilar.
Os mártires conheceram a serenidade que o ideal lhes deu, em todas as áreas nas quais pugnaram, e, por isso mesmo, não foram atingidos pela impiedade, nem pela perseguição dos maus.
A serenidade provém, igualmente, da certeza, da confiança no que se sabe e se faz e se é.
Âncora de segurança, finca-se no solo e sustenta a barca da existência, dando-lhe tempo para preparar-se e seguir adiante.
Age sempre conforme a consciência lúcida, a fim de não caíres em conflito, perdendo a serenidade.
Estuda-te e ama-te, elegendo o melhor, o duradouro para os teus dias, e nunca recuarás. No entanto, se errares, se te comprometeres, se te arrependeres, antes que te perturbe a culpa, recompõe- te, refaze o equívoco, recupera-te e reconquista a serenidade. Sem ela experimentarás sofrimentos que poderias evitar e te impedem o avanço.
Serenidade é vida.

 

FRANCO, Divaldo Pereira. Momentos de Saúde. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 16.

AMAR JOANNA DE ÂNGELIS

Incompreensão e Fidelidade

 

A consideração que desfrutavas, subitamente desapareceu e passaste a engrossar as fileiras dos que padecem difamações, entre doestos sibilinos e acusações impiedosas.
As palavras bordadas de melodias que cantavam aos teus ouvidos, agora chegam agressivas, arrasadoras, como trovoada que prenuncia tempestade imediata.
Os sorrisos murcharam em muitos lábios, hoje contraídos em ríctus de amargura, quando não de cólera prestes a explodir em fúria destrutiva.
As afeições que insinuavam segurança e as amizades que produziam ruido, sem que possas explicar, se converteram em sombrias ameaças como tiranos soezes, que não ocultam os sentimentos acalentados interiormente.
As mãos da fraternidade sempre distendidas a fim de envolver-te, recolheram-se e cederam lugar a tenazes que poderiam dilacerar-te com inusitada crueza.
A alfândega da cordialidade que trazia as portas abertas para os tesouros da tua alegria, jaz cerrada, e fiscais impenitentes conferem as suas bagagens, comprazendo-se em afligir-te demasiadamente, através de referências odientas quão inconcebíveis.
Estranha amargura domina as ambições e os sonhos do teu espírito, enquanto sombras densas comandam os teus painéis mentais.
Não estranhes o cometimento necessário de dor e o suplemento de agonia que te chegam. Constituem indispensável processo de burilamento que não podes postergar.
Facilidade é sinônimo de amolentamento do caráter.
Cicatriz é ônus que a ferida exige ao organismo para liberá-lo.
Teste, avaliação de fôrça e capacidade são medidas aplicáveis para verificação de aprendizagem.
*
Em nenhum momento Jesus prometeu a Terra dos homens aos seguidores da Boa Nova.
Tôdas as suas doações se referem ao Reino dos Céus, que ora está sendo levantado entre as criaturas, tendo em vista que as suas fundações só a pouco e pouco penetram na rocha dura das almas.
Disse Êle que o “caminho é apertado” e “a porta estreita”, reservando àqueles que lhe fossem fiéis o mesmo cálice que sorveu.
Não é, portanto, estranhável, desde que O sigas em regime de fidelidade, que te sintas deslocado, expulso da roda da comodidade pelos salteadores da paz alheia, cultivadores da insensatez, usurpadores dos bens de todos.
Renteando com êles, enquanto não te conheciam e criam na possibilidade de subornar-te a alma sensível, para envileceres a mensagem de que te fazes portador, por coerência, mensageiro do Senhor, utilizavam-se de oferenda mentirosa das aparências para conquistar-te.
Constatando, porém, que o Evangelho é luz, e o Senhor é Rei, ante a impossibilidade de os destruírem, planejam destroçar-te, silenciando-te o verbo, ferindo-te até as entranhas, calcinando tuas horas ou amordaçando-te.
Pigmeus não enfrentam gigantes. Traem-nos ou aliciam outras fôrças para engendrarem o combate, no qual seriam esmagados, não fOssem utilizadas a astúcia e a intriga, que pensam dominar as cidadelas da força nobre por dentro, Invencíveis, todavia, na sua nobre estrutura.
Liga-te, mais, portanto, ao Senhor.
Passaram os enganosos favores que supunhas receber. Também passarão as débeis perseguições que ora experimentas
Içando o Espírito ao Amigo Divino, dar-te-á Êle desconhecida coragem e ignorada resistência, revestindo-te de dúlcida alegria, enquanto perseveres no cumprimento do dever reto, no qual avanças na direção das estrêlas.
Se sentires, nessa luta, o cêrco de outras fôrças conjugadas àquelas que pertencem aos teus antigos amigos, hoje transformados em irmãos atormentados, recorda dos Espíritos Infelizes, que se rebolcam além do túmulo em desespero e rebeldia, comprazendo-se em os afligir e os azucrinar – como fuga para a própria desdita -, envolvendo-os na luz da oração, de modo a ajudá-los, conquanto não te compreendam o gesto fraternal nem creiam na honestidade dêle, entregando-os todos ao Excelso Benfeitor em regime de totalidade, a fim de permaneceres em paz.
*
“Bem-aventurados sois, quando vos injuriarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa”. Mateus:´capítulo 5º, versículo 11.
*
“Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobre ponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespêro, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: “Fui o mais forte”.

 

Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo 5º – Item 18 parágrafo 2.

 

FRANCO, Divaldo Pereira. Florações Evangélicas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 22.

oração joanna de ângelis

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