O Consolador Prometido

o consolador prometido

 

Consolador Prometido

 
Quando os Jardins estiverem mais floridos e as rosas de vários matizes desabrocharem.
Quando o sol brilhante e majestoso aquecer com mais intensidade os dias.
 
Quando a lua clara e radiosa iluminar as noites com mais beleza, e as estrelas cintilantes e incontáveis no infinito permanecerem com sua beleza em luz.
 
Quando após as temporal se fizer a bonança, os trovões e granizos se desfizerem, as flores das árvores caídas serem renovadas em seus troncos.
 
Quando o cântico dos pássaros soarem como música nos ouvidos atentos, e a natureza toda em festa ressoar o retorno do Consolador Prometido, mesmo assim, nuvens que pairam se afastarão para sua passagem mangânica e ditosa.
 
Chegado o mundo em regeneração ele tomará lugar do velho e arcaico, para abrir novos horizontes de luz e beleza!
 
A vida estuante e bela persistirá em renovação a cada amanhecer…
 
O progresso do ciclo evolutivo ganhará mais enfase no amor do Pai Celestial, em todas as direções intensificadoras do bem e portadora de paz, reinará o equilíbrio de um mundo regenerado e feliz.
Vera Jacubowski
codificador espírita

Ante o Cristo Consolador 

Emmanuel

Nas consolações e tarefas do Espiritismo, é necessário que o coração vibre acordado em sintonia com o cérebro para que não venhamos a perder valiosas oportunidades no tempo. Provarás a sobrevivência da alma, além da morte, através de testemunhos insofismáveis da experimentação, entretanto, que valor apresentará semelhante esforço, se não auxiliais o aperfeiçoamento moral do Espírito em peregrinação na carne? Movimentarás equações filosóficas, anunciando à mente do povo os princípios da reencarnação, contudo que adiantarão teus assertos, se não ofereces ao próximo os recursos indispensáveis à sublimação da vida interior? Aproveitarás a mediunidade, distribuindo idéias novas e novas convicções, entre os homens sedentos de esperança, por intermédio da argumentação irretorquível; no entanto, de que te servirá o interesse fortuito, nas revelações graciosas, se não despertas a noção de responsabilidade naqueles que te observam e ouvem?… Realizarás as melhores demonstrações científicas, positivando a vida consciente em outros mundos e em outras esferas de ação; todavia, de que valerá semelhante empreendimento se te não dispões a ajudar o pedaço de chão em que nasceste contribuindo de algum modo, na construção da Terra melhor? É por isso que, quase sempre, Espiritismo sem Cristianismo é simples empresa intelectual, destinada a desaparecer no sorvedouro de caprichos da inteligência. Não se entrelaçariam dois mundos diferentes para o simples trabalho da pesquisa ociosa ou do êxtase inoperante. Não se abririam as portas do Grande Além para que o homem se infantilizasse na irresponsabilidade ou na inconsequência.
EADE – Roteiro 1 – O Cristo Consolador
Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
Cristo é o ponto de equilíbrio em nosso reencontro.
Espíritos desencarnados e encarnados, todos nos achamos em degraus diferentes da escada evolutiva.
Sem Jesus, estaríamos confinados à sombra de nós mesmos, e, sem a disciplina do Seu Evangelho de Luz e Amor, com todas as pompas de nossa fenomenologia convincente e brilhante não passaríamos de consciências extraviadas e irrequietas a caminho do caos.
* XAVIER, Francisco Cândido. Escrínio de luz. Pelo Espírito Emmanuel. Matão [SP]:
O Clarim, 1973. Item: Ante o Cristo consolador, p. 3-4.

inspiração de jesus

 

“[…] o Espiritismo realiza o que Jesus
disse do Consolador prometido: conhecimento
das coisas, fazendo que o homem
saiba de onde vem, para onde vai e por
que está na Terra; um chamamento aos
verdadeiros princípios da lei de Deus e
consolação pela fé e pela esperança.”
Allan Kardec

 

IDÉIAS PRINCIPAIS

• Tendo como base o princípio de que a providência é a “solicitude de Deus para com as suas criaturas”, a ação providencial se manifesta porque […] Deus está em toda parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mais insignificantes […]. Allan Kardec: A gênese, cap. 2, item 20.
• O Espiritismo explica que […] quer o pensamento de Deus atue diretamente, quer por intermédio de um fluido, representemo-lo, para facilitar a nossa compreensão, sob a forma concreta de um fluido inteligente preenchendo o Universo infinito, e penetrando todas as partes da Criação: a Natureza inteira mergulhada no fluido divino. Ora, em virtude do princípio de que as partes de um todo são da mesma natureza e têm as mesmas propriedades que ele, cada áLIVRO desse fluido, se assim nos podemos exprimir, possuindo o pensamento, isto é, os atributos essenciais da Divindade e estando o mesmo fluido em toda parte, tudo está submetido à sua ação inteligente, à sua previdência, à sua solicitude. Não haverá nenhum ser, por mais ínfimo que o suponhamos, que de algum modo não esteja saturado dele.
Allan Kardec: A gênese, cap. 2, item 24
joanna de ângelis

O ADVENTO DO CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS

Com o advento do Consolador prometido por Jesus, a compreensão a respeito da divindade ganha uma nova dimensão, visto que o Espiritismo vem nos revelar que a ação divina se manifesta por meio da aplicação de
leis naturais e imutáveis, criadas por Deus. A ação do Criador na criação é o que chamamos de providência divina, conforme nos esclarece Kardec, em A Gênese: “A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Ele está em toda parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mais mínimas. É nisto que consiste a ação providencial. […].” (1)
Perante o simbolismo e poesia de Léon Dennis, a providência divina: […] “é o Espírito superior, é o anjo velando sobre o infortúnio, é o consolador invisível, cujas inspirações reaquecem o coração gelado pelo desespero, cujos fluidos vivificantes sustentam o viajor prostrado pela fadiga; é o farol aceso no meio da noite, para a salvação dos que erram sobre o mar tempestuoso da vida. […].” (2)
A respeito, assevera Emmanuel: (3)
São tão grandes as expressões da Misericórdia Divina que nos cercam o espírito, em qualquer plano da vida, que basta um olhar à natureza física ou invisível, para sentirmos, em torno de nós, uma aluvião de graças. O favor divino, porém, como o homem pretende receber no seu antropomorfismo, não se observa no caminho da vida, pois Deus não pode assemelhar-se a um monarca humano, cheio de preferências pessoais ou subornado por motivos de ordem inferior. A alma, aqui ou alhures, receberá sempre de acordo com o trabalho da edificação de si mesma. É o próprio espírito que inventa o seu inferno ou cria as belezas do seu céu. E tal seja o seu procedimento, acelerando o processo de evolução pelo esforço próprio, poderá Deus dispensar na Lei, em seu favor,
Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
EADE – Roteiro 2 – A Providência Divina
pois a Lei é uma só e Deus o seu Juiz Supremo e Eterno.

1. A ação da providência divina

Para entender aos mecanismos de ação da providência divina é preciso ter alguma compreensão das leis que regem os fluidos, os tipos e frequências das vibrações energéticas, pois são estes elementos materiais que servem de veiculo à manifestação da vontade do Criador, e de todos os Espíritos, ainda que em escala bem reduzida. Assim, Kardec faz a seguinte reflexão: (1) “Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, intrometer-se em pormenores sem importância, preocupar-se com os menores atos da nossa vida ecom os mais ínfimos pensamentos de cada indivíduo?” Tal a interrogação que o incrédulo dirige a si mesmo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode aceitar, quanto à sua ação, que ela se exerça sobre as leis gerais do Universo; que o Universo funcione de toda a eternidade, em virtude dessas leis, às quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas atividades, sem que seja preciso a intervenção incessante da Providência. Ainda que os fluidos e energias sirvam de manifestação da ação providencial, não são dotados de inteligência, por mais poderosos que sejam, mesmo em se tratando dos fluidos etéreos ou de vibrações sutilíssimas. Para melhor entender o assunto, o Codificador recorda como se expressam a propriedades do perispírito, já conhecidas pelos espíritas: As propriedades do fluido perispirítico dão-nos disso uma idéia. Ele não é inteligente de si mesmo porque é matéria, mas serve de veículo ao pensamento, às sensações e percepções do Espírito. O fluido perispiritual não é o pensamento do Espírito, mas o agente e o intermediário desse pensamento. Sendo ele quem o transmite, fica, de certo modo, impregnado do pensamento transmitido. […]. (4)
Neste sentido, o fluido que serve de veículo à ação mental simula algum efeito inteligente (apenas simula!), uma vez que está impregnado de elementos inteligentes oriundos da mente emissora. Seja ou não assim no que respeita ao pensamento de Deus, isto é, quer o pensamento de Deus atue diretamente, quer por intermédio de um fluido, representemo-lo, para facilitar a compreensão, sob a forma concreta de um fluido inteligente preechendo o Universo infinito e penetrando todas as partes da Criação: a Natureza inteira mergulhada no fluido divino. Ora, em virtude do princípio de que as partes de um todo são da mesma natureza e têm as mesmas propriedades que ele, cada LIVRO desse fluido, se assim nos podemos Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita exprimir, possuindo o pensamento, isto é, os atributos essenciais da Divindade e estando o mesmo fluido em toda parte, tudo está submetido à sua ação inteligente, à sua previdência, à sua solicitude. Não haverá nenhum ser, por mais ínfimo que o suponhamos, que de algum modo não esteja saturado dele. Achamo-nos assim, constantemente, em presença da Divindade; não lhe podemos subtrair ao olhar nenhuma de nossas ações; o nosso pensamento está em contato incessante com o seu pensamento, havendo, pois, razão para dizer-se que Deus vê os mais profundos refolhos do nosso coração. Estamos nele, como ele está em nós, segundo a palavra do Cristo. […]. (5) Fica, pois, evidente a forma como age a providência divina, utiliza os elementos materiais (fluídicos e energéticos), existentes na Natureza para se manifestar.
Para estender a sua solicitude a todas as criaturas, Deus não precisa lançar o olhar do Alto da imensidade. Para que as nossas preces sejam ouvidas, não precisam transpor o espaço, nem ser ditas com voz retumbante, porque, estando Deus continuamente ao nosso lado, os nossos pensamentos repercutem nele. Os nossos pensamentos são como os sons de um sino, que fazem vibrar todas as moléculas do ar ambiente. (6) Essas explicações são tanto mais esclarecedoras quanto maior for o nosso entendimento a respeito de Deus. Se o entendimento que temos de Deus ainda é o de natureza antropomórfica, dificilmente iremos compreender como acontece a providência divina. É preciso, por outro lado, agir com humildade e, também coragem para rever a concepção que, usualmente, temos de Deus, escapando das armadilhas das opiniões pessoais, dos dogmas fornecidos pelas religiões ou conclusões filosóficas apressadas, as quais se restringem, em geral, a meros palpites, destituídos de cunho filosófico ou embasamento religioso mais aprofundado. No estado de inferioridade em que ainda se encontram, só com muita dificilmente podem os homens compreender que Deus seja infinito, visto que, sendo eles mesmos limitados e circunscritos, imaginam também que Deus seja circunscrito e limitado, figurando-o à imagem e semelhança deles. […] Para a maioria, Ele é um soberano poderoso, sentado num trono inacessível e perdido na imensidade dos céus. Como suas faculdades e percepções são limitadas, não compreendem que Deus possa ou se digne de intervir diretamente nas pequeninas coisas. (7) Há, contudo, um fato concreto que não podemos ignorar: a providência divina existe e somos dela beneficiários, cotidianamente, no plano físico e no espiritual. Eis o que Emmanuel tem a dizer: (8)

Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
EADE – Roteiro 2 – A Providência Divina

Seja onde for, recorda que Deus está sempre em nós e agindo por nós. Para assegurarmos, quanto a isso, bastar-nos-á a prática da oração, mesmo ligeira ou inarticulada, que desenvolverá em nós outros a convicção da presença divina, em todas as faixas da existência. Certamente, a prece não se fará seguida de demonstrações espetaculares, nem de transformações externas imprevistas. Pensa, todavia, no amparo de Deus e, em todos os episódios da estrada, senti-lo-ás contigo no silêncio do coração. Nos obstáculos de ordem material, esse apoio não te chegará na obtenção do dinheiro fácil que te solva os compromissos, mas na força para trabalhar a fim de que os recursos necessários te venham às mãos; nas horas de dúvida, não te virá em fórmulas verbais diretas que te anulem o livre arbítrio e sim na inspiração exata que te ajude a tomar as decisões indispensáveis à paz da própria consciência; nos momentos de inquietação, não surgirá em acontecimentos especiais que te afastem dos testemunhos de fé, mas percebê-los-ás contigo em forma de segurança e bom ânimo, na travessia da aflição; nos dias em que o mal te pareça derrotar a golpes de incompreensão ou de injúria, não se te expressará configurado em favores de exceção que te retirem dos ombros a carga das provas redentoras e sim na energia bendita da fé viva que te restaure a esperança, revestindo-te de coragem, a fim de que não esmoreças na rude jornada, em direção à vida nova. Seja qual for a dificuldade em que te vejas ou a provação que experimentes, recorda que Deus está contigo e nada te faltará, nos domínios do socorro e da bênção, para que atravesses todos os túneis de tribulação e de sombra, ao encontro da paz e a caminho da luz.
1. XAVIER, Francisco Cândido. Emmanuel. Pelo Espírito Emmanuel. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. XXVI, p. 182. 2. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed.Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap.I, item 9, p.63. 3. XAVIER, Francisco Cândido. O consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Questão 283, p. 229-230. 4. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Op. Cit. Cap. I, item 3, p.57-58. 5. ______. Cap. VI, item 2, p. 149-150. 6. XAVIER, Francisco Cândido. Fonte viva. Pelo Espírito Emmanuel 34 ed.. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 5, p. 25-26. 7. ______. Livro da esperança. Pelo Espírito Emmanuel. 9. ed. Uberaba: CEC, 1987. Cap. 14, p. 58-59. 8. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Op. Cit. Cap VI, item 4, p.151. 9. _____. Cap. I, item 4, p. 58. 10. XAVIER, Francisco Cândido. Opinião espírita. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 5. ed. Uberaba: CEC, 1982. Cap. 2, item 4, p. 23-25. 11. KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Op. Cit. Cap VI, item 4, p.151-152. R
Alla Kardec

JESUS,

Amigo de todas as horas, a uma oração de distância. Para proferir uma oração nos basta conversar com Jesus, dizer o que nos atormenta, pedir um conselho , pedir ajuda, forças e condições de resolver os problemas, pedir a Jesus que abençoe nossos filhos, que os proteja e guie no caminho do bem e da paz, agradecer a Jesus por toda ajuda que recebemos, mesmo aquela ajuda que escapa aos nossos sentidos. Mesmo que estejamos passando por algo que tenhamos que passar, por uma doença, por um grande problema ou sofrimento, algo que faça parte de nosso programa de vida e Jesus não possa fazer nada para nos tirar dessa situação, pois esse momento difícil deve ser o melhor para nós. Mesmo assim em meio ao sofrimento Jesus nos daria um afago, um carinho e um afago de Jesus pode nos fazer perceber o quanto isto tudo que passamos aqui é tão pequenino diante da eternidade de paz e felicidade que nos aguarda em nossa vida espiritual.
SANDRO SIMÕES

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