O que é Família na Visão Espírita?

menino e o mundo 2

Família, instituição obsoleta ou pilar do futuro?

Diante das rápidas e constantes mudanças que ocorrem no Universo, como ter o discernimento e o cuidado para descartar o que parece obsoleto e preservar os pilares do futuro? Será que qualquer conceito ou instituição se tornará obsoleto?
Essas inquirições devem pulular em muitas mentes. Assim iniciemos nossas considerações recordando que todo o Orbe se encontra em movimento. Todos estão a caminho da perfeição, seguindo a Lei do Progresso.
Muitos conceitos, tecnologias e equipamentos vão sendo substituídos por outros mais avançados. O mesmo ocorre com as ciências e diversos outros segmentos da sociedade.
Mas será que os conceitos morais, também se tornam obsoletos?
Os ensinamentos de Jesus, mesmo após mais de 2000 anos, ainda são atuais e dentro de nossas imperfeições e ignorância ainda são objeto de muito estudo e aplicação.
Diante de nossa pequenez compreendemos apenas parcialmente as Leis Divinas (Verdades), que gradativamente descortinam novas facetas da mesma dentro de nossos avanços intelectuais e morais.
Muitos alegam que a família está fora de moda, que se tornou uma instituição obsoleta. Mas será isso uma verdade? Ou apenas mais uma de nossas limitações no entendimento?
Imaginemos um ser que ao nascer em nosso orbe, seja colocado sozinho num recinto. O que acontecerá com esse ser? Conseguirá se desenvolver ou sucumbirá?
Por mais que queiramos ser independentes e autossuficientes, temos que admitir que dependemos um dos outros. Somos seres sociais e como tais precisamos conviver em sociedade para desenvolvermos todas as nossas aptidões e habilidades. Esse é o caminho a ser trilhado para a felicidade almejada.
Como podemos desenvolver o amor e o fazer o bem sem o outro?
A família tem papel fundamental na formação e estabelecimento de nossos valores, e na construção dos valores de toda a sociedade. Portanto a família, jamais será obsoleta, mas sim um dos pilares que possibilitam a construção do futuro.
Admitimos que ao longo dos anos a estrutura familiar vem mudando e se adaptando aos novos costumes e realidade, fato que merece todo o nosso carinho e atenção. Hoje as divisões de tarefas são mais versáteis, possibilitando o compartilhamento das responsabilidades entre todos os membros, de acordo com as habilidades e maturidade de cada um. Todos os membros devem desenvolver suas habilidades e juntos evoluírem emocionalmente e materialmente.
A família é a nossa primeira escola enquanto encarnados, nos proporcionando grandes aprendizados como: vivência do amor incondicional (ainda muito limitado, mas já ensaiando os primeiros voos), o ser solidário, o saber compartilhar, o viver as diferenças e o assumir responsabilidades.
Reportando-nos a Jesus, vamos observar que Ele também teve uma família da qual recebeu as condições físicas e psicológicas para o seu desenvolvimento integral. Assim pode nos ensinar um pouco mais, ampliando nosso conceito de família, não o vinculando somente ao plano físico/consanguíneo, mas expandindo-o para afinidades e vibrações.
A casa espírita passa a ser nossa família também, exigindo responsabilidade, comprometimento e dedicação de seus integrantes.
Nesse conceito ampliado podemos perceber que fazemos parte de diversos grupos familiares e que todos pertencemos a grande família do Pai.
Dessa forma meus amigos, como a instituição familiar poderia ser obsoleta? Creio que o obsoleto são nossos entendimentos, nosso egoísmo que nos priva da emancipação de nossa alma, rumo a patamares mais elevados de consciência e exercício efetivo do bem.
Sugiro que esta semana, nossa reflexão seja em torno de nossas ações e relações com as diversas categorias de famílias das quais fazemos parte e procuremos estabelecer laços mais sólidos que favoreçam o desenvolvimento e amadurecimento espiritual de todos os membros.
Que sejamos meus irmãos, Todos Um, na grande família do Pai!
Em: 09-06-15
Médium: Lúcia (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – CAVILE)
Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)

OTIMISMO NA VIDA

Você e a sua família numa visão espírita

Sob o ângulo espírita, percebemos que a família geralmente é um grupo de espíritos ligados por desajustes ou necessidades de aprimoramento, a família é um laboratório de experiências reparadoras.
Você dá o devido valor à sua família? Você gosta dos momentos de intimidade em família? Que bom se as imagens que vêm à sua cabeça são boas; que bom se a ideia que surge em sua cabeça ao pensar na família é uma ideia boa, positiva. A família deve ser valorizada, ela é o seu primeiro núcleo social e espiritual.
Mas a intimidade em família nem sempre é benéfica. Você sabe que a família é um grupo de espíritos ligados por desajustes ou necessidades de aprimoramento, a família é um laboratório de experiências reparadoras. A proximidade entre os membros familiares, o compartilhamento do espaço, o conhecimento aprofundado das pessoas que nos são mais próximas nos possibilita um convívio sem máscaras.
Na vida em sociedade as máscaras são úteis e até necessárias. Ou você acha que pode se mostrar sempre exatamente como você é? Em nosso estágio evolutivo não podemos demonstrar permanentemente o que sentimos e o que pensamos sem ferir as pessoas à nossa volta. Então encarnamos personagens, na melhor das hipóteses não muito diferentes do que somos em realidade
Mas isso é na vida em sociedade, lá fora, na rua, no trabalho, entre colegas e vizinhos. No lar somos mais espontâneos, e quando tiramos a roupa ao chegar em casa tiramos também a máscara. E aí se mostra a face oculta do pacato cidadão. As pessoas economicamente ativas, na maior parte das vezes, passam mais tempo no trabalho do que em casa. E raramente o comportamento é o mesmo nesses dois ambientes, casa e trabalho. O funcionário humilde e cabisbaixo pode ser um pai rigoroso e severo em casa, a executiva exigente de uma organização mostra-se frágil e sem pulso no lar, o chefezinho autoritário não é respeitado por ninguém onde habita.
Mas o lado realmente nefasto das relações domésticas é a intimidade desrespeitosa que se cria com o tempo em muitas famílias. Tratam-se por apelidos pejorativos, procuram defeitos uns nos outros numa disputa baixa e cruel em que a maneira de elevar-se é rebaixando o próximo.
Você já parou pra pensar que não se dá a liberdade de fazer certas brincadeiras com colegas e amigos, mas que faz essas brincadeiras com os familiares? Você percebe que outra pessoa provavelmente se magoaria ou se aborreceria com essas liberdades? Você, que é uma pessoa de boa índole e bons modos, já percebeu que é em família que você se permite eventuais deslizes? Você se dá conta de que em casa você se despe do verniz social que o torna bem aceito pela sociedade e deixa transparecer o que há de podre em você? No entanto, você ama sua família, não ama? As pessoas que você mais ama não são justamente aquelas que fazem parte da sua família?
Se tivéssemos pelos colegas e amigos, se tivéssemos pelas pessoas em geral o mesmo afeto que temos por nossos familiares; e se tivéssemos pelos nossos familiares o mesmo respeito e a mesma noção de distanciamento que temos pelos outros, as relações estariam mais próximas do razoável. Mas o abuso e o desrespeito são mais comuns exatamente para com aqueles que amamos, para com aqueles que nos são mais caros. E aos outros, aos quais respeitamos mais e mantemos um certo distanciamento discreto, raramente dedicamos qualquer sentimento maior do que a simples simpatia.
Talvez a explicação para esse fenômeno seja justamente o fato de que formamos as famílias em busca de reparação de erros pretéritos, como forma de aprendizado conjunto que às vezes vem de milênios! Você sabe que é muito raro o caso de uma família unida unicamente por laços de simpatia e interesse afins.
Mas o conhecimento de que há uma causa milenar gerando efeitos em nosso cotidiano não nos isenta da responsabilidade de tentar, todos os dias de nossas vidas, vencer a nós mesmos. Nós não podemos nos esquecer de que o maior objetivo de estarmos aqui é a tentativa de superação dessas fraquezas que tanto aborrecimento nos causam. E nós já aprendemos que não há fórmula mágica para superar nossa fraquezas. O que há é apenas o bom e velho exercício da tolerância, e do respeito, e da paciência, e do amor, essas coisas todas que já sabemos, mas que precisamos estar sempre lembrando, sempre trazendo à mente, até que, um dia, passem a fazer parte de nossas características de espírito imortal.
Morel Felipe Wilkon

O AMOR SEMPRE

FAMÍLIA A L E R T A !

Existe forças ocultas tentando destruir a família, atingindo principalmente a boa moral e os bons costumes conquistados por séculos pelo homem de bem.
A prostituição, as drogas e a corrupção são os principais alvo do mal generalizado, que estão sendo implantados pelo império das trevas.
Que a LUZ de Deus se faça!
E que permaneça em todos corações o reino da PAZ e do BEM, acima de qualquer conspiração contra a Família Universal.
Vera Jacubowski

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