feliz dia das mães

Por Minha Mãe – FELIZ DIA DAS MÃES

Por minha mãe FELIZ DIA DAS MÃES

Por Minha Mãe - FELIZ DIA DAS MÃES

Por Minha Mãe – FELIZ DIA DAS MÃES

Por Minha Mãe

FELIZ DIA DAS MÃES

 

À MÃE CRISTÃ

Mãe feliz, aguça o ouvido ante os que vão sem ninguém…
Cada pequeno esquecido é teu filhinho também.
O mundo será feliz
quando a mulher, sem receio,
abrir a porta da casa
aos órfãos do lar alheio.
(Irene Sousa Pinto)
Mãe feliz, aguça o ouvido
ante os que vão sem ninguém…
Cada pequeno esquecido
é teu filhinho também.
(Rita Barém de Melo)
Não olvides que a criança,
no caminho, vida a fora,
vai devolver-te, mais tarde,
o que lhe deres agora.
(Casimiro Cunha)
Mãezinha – planta celeste,
anjo que chora sorrindo -,
teu filho é a flor que puseste
no ramo de um sonho lindo.
Meimei

mãe

mãezinha

Mãe, eis aí o teu filho

 

Ela era jovem, na flor da idade. Fora desposada por José, que a acolhera em fidelidade e amor. Numa tarde singela, após os seus afazeres, como num sonho, recebeu a visita de um mensageiro celeste.
Ave, cheia de graça, retumbou a voz angélica. Deseja nosso Pai que recebas, em teus braços, o Seu filho.
Maria teve um leve sobressalto. Mas redarguiu: Faça-se em mim, pobre serva, a vontade do meu Deus.
Os meses correram ligeiros. Em difícil viagem, José e Maria se dirigiram a Belém. Numa estrebaria simples, em meio aos animais, nasceu o Filho do Altíssimo e, numa manjedoura, foi acomodado.
A seu tempo, Maria viu o seu Jesus falar e caminhar, contou-lhe histórias, dEle cuidou. Porém, próximo aos trinta anos, Ele partiu. Chegara a hora de cuidar dos negócios do Pai Maior.
Doze amigos se uniram a Ele e, ao Seu lado, se puseram a caminhar. Maria ouvia rumores de que, na presença de seu filho, cegos voltavam a ver; surdos a ouvir e até aquele que era considerado morto, tornara a se levantar.
Seu coração de mãe enchia-se de temores. Os orgulhosos ressentiam-se daquilo que ensinava Jesus: o amor ao próximo, o perdão das ofensas. Lições nem sempre compreendidas, mas que transbordavam o mundo de luz.
Ensinando, doando-se, servindo, o Cristo semeava a paz. Quando Ele a visitava, Maria indagava: Que fazes, meu filho? E Jesus, terno e carinhoso: Eu cuido dos negócios de meu Pai.
* * *
Numa noite de angústias, João trouxe à mãe do Mestre o doloroso aviso: Acusam-no de colocar-se contra a ordem estabelecida.
Num julgamento injusto, foi condenado e ainda teve a multidão a gritar por Sua morte e pela soltura do celerado Barrabás.
Mulher, eis aí o teu filho. Filho, eis aí a tua mãe. Aos pés do filho crucificado, Maria recebe a Divina missão: ser nossa mãe, mãe de toda a Humanidade.
Mãe do Cristo, mãe de todos nós. Que por seu exemplo nos aproximemos de Jesus e possamos ouvir a sua voz.
* * *
É Natal. Ajustemos a acústica da alma para que ouçamos as vozes celestes a cantar: Glória a Deus nas alturas. Paz na Terra. Boa vontade para com os homens.
Contemplemos o Menino Luz que chega ao mundo para nos iluminar a jornada e para nos ensinar a chamar Deus de Pai.
Unamo-nos a Maria, a senhora do silêncio e da fé.
Junto a ela, recebamos Jesus na manjedoura de nossos corações.
Tudo para que o Natal se faça celebração íntima, na qual nos encontremos com o Cristo descrucificado, e presente na vida daqueles que O seguimos.
Presente na vida daqueles que O desconhecem. Daqueles que sofrem, dos que temem, dos que sentem fome, dos adoentados, dos que, arrependidos, buscam no olhar do Mestre o recomeço…
* * *
A Mãe Santíssima compreendeu a sua missão ao contemplar os olhos de seu filho.
A exemplo de Maria, busquemos o olhar de Jesus, a fim de atendermos ao seu convite: Ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.

 

Redação do Momento Espírita.
Em 1.12.2016

luzes dia das mães

Mãe, simplesmente

 

Deus, em Sua Criação, fez no infinito, um belo jardim. Pelo Universo lançou sementes de amor. Sol a sol, luz a luz, um por um, um por vez.
Em todo o jardim encontramos o Criador. Em tudo, a divina assinatura. Feche os olhos, sinta e creia, procure.
No Universo, tudo é movimento, dinâmica, equilíbrio, perfeição. Não há pergunta sem resposta, não há efeito sem causa, conquista sem trabalho, mérito sem doação.
As sementes foram lançadas, espalhadas por onde a vista não alcança. Não há morte, não há fim. Em cada morte, um recomeço. Em cada fim, uma esperança.
* * *
Olhos atentos encontrarão a mais bela flor do jardim do Onipotente. Para ela, adjetivos diversos: ternura, vida, carinho, amor, devoção. Ou mãe, simplesmente.
* * *
Senhor, rogo a Ti por todas as mães.
Em todo gesto de amor Tu te revelas e, ainda mais te encontro, ó Pai, no amor de mãe, pois sei que a maternidade é uma de Tuas faces.
Mães, Senhor. Mães que são exemplo de doação, de sacrifício, de abnegação, de generosidade, de fé.
Rogo-te, Pai, pelas mães que, durante nove meses, carregaram em seus ventres os rebentos de amor e que, para toda a vida, continuam a lhes guiar os passos, a perdoar-lhes as fraquezas e a lhes ofertar o abraço reparador.
Peço, também, pelas mães adotivas, que amam com desprendimento e desinteresse o filho de outras mães. E por aquelas que tiveram seus filhos desaparecidos, jamais recuperados e, assim, perderam parte de seu próprio coração.
Eu te rogo, Deus do perdão, pelas mães presidiárias, que não podem estar junto dos seus e sofrem a aguda dor da saudade.
E, por aquelas que têm os filhos na prisão e que, esperançosas, depositam neles a confiança, aguardando retornem ao bom caminho que elas lhes apontaram.
Pelas mães doentes, acamadas, hospitalizadas. Que os bons Espíritos, cumpridores de Tua vontade, lhes fortaleçam os ânimos e derramem sobre elas o bálsamo de Teu consolo, misericórdia e paz.
Rogo também pelas mães abandonadas. Aquelas que, na velhice, foram deixadas em asilos, derramando as lágrimas amargas da solidão.
E pelas avós, tias, madrastas que, por amor, transformam netos, sobrinhos, enteados, em filhos do coração.
Ainda, Senhor da eternidade, te rogo pelas mães desencarnadas, esses verdadeiros anjos da guarda, que continuam a zelar pelos seus, pois compreendem que a maternidade não é mero fenômeno biológico e, sim, um laço eterno de almas.
* * *
Doce mãe de Jesus, na singela manjedoura, Tu o acolheste em Teus braços. Teu coração, no silêncio, bateu no ritmo do dEle e Tu soubeste: era o Teu filho, também o filho de Deus.
Acolhe, mãe por excelência, todas as mães do mundo em Teu amor. Faz do coração delas manjedoura para o Cristo Jesus, a fim de que Ele nasça no Espírito de cada filho deste nosso chão.

 

Redação do Momento Espírita.
Em 22.6.2015.

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