Preste Atenção Você já Imaginou a Felicidade

atenção

Preste Atenção você já imaginou a felicidade que você pode levar na vida de alguém?

Esperança.

 

Amigos, como já escrevemos outras vezes, passamos por momentos de turbulência devido a fase de transição que nos encontramos.
Faz-se oportuno, que reflitamos sobre a ESPERANÇA, pois é através dela que alcançaremos a serenidade necessária para superarmos esse desafio.
Imaginemos agora o leito de um rio. Sem o leito as águas se perderiam ao redor e não teríamos o rio, não é mesmo? Como sabemos é o leito quem direciona o caminho a ser percorrido por ele. Se ao longo de seu leito acumulam-se detritos e sujeiras, o seu curso pode ser mudado, bem como, a qualidade de sua água, tornando-se poluída.
Vamos fazer uma analogia do leito de um rio com a esperança no nosso rio de evolução espiritual. Ao longo de nossa jornada vamos acumulando decepções, mágoas, resultados equivocados, desânimo dentre tantos outros obstáculos, nos impedindo de navegar. A cada dia fica mais difícil a caminhada, pois tudo isso que juntamos, se transforma em lodo e assim o leito desse rio vai lentamente morrendo.
Sem esperança, não conseguimos desenvolver a fé, nem as mudanças necessárias para o nosso amadurecimento. Lembremos meus amigos, que o nosso comportamento, ou seja, nossa maneira de ser (agir, falar e pensar) é fruto daquilo que acreditamos e, tudo ao nosso redor, (o mundo espiritual e o mundo físico), é influenciado por nossa postura.
A título de exemplo visualizemos aqueles pensamentos, palavras e ações de profunda decepção, derrotismo, mágoa e desânimo, o que acham que eles gerarão? Jesus já nos ensinava em suas parábolas que uma árvore boa não dá maus frutos, assim como uma árvore má não dá bons frutos, de onde Ele conclui que cada árvore é conhecida por seus frutos.
Se semearmos pensamentos negativos, colheremos maus frutos tais como o ódio, o desespero, a vingança, o desamor, o desequilíbrio. Mas quando elevamos o pensamento exercitando a Esperança, colheremos bons frutos como a paciência, a resignação, a fé, a alegria, o perdão e o amor.
Por isso dizemos que a Esperança, é capaz de propiciar a luz que irá motivar a transformação interior primeiramente, e depois a exterior, modificando o estado de sintonia que nos encontramos. É como se tivéssemos através dela a permissão para enxergar a beleza do mundo e das oportunidades que nos cercam pela ótica de nosso Criador.
Ainda é através da esperança que somos convidados a nos reanimarmos e nos fortificarmos com emanações provenientes do Pai, superando as dificuldades, levando a qualquer local que estivermos a alegria de um novo recomeço; a serenidade para aceitarmos o que não pode ser mudado, a coragem para modificar o que nos cabe e a sabedoria para encontrarmos o equilíbrio de vivermos nossa evolução espiritual da forma que fomos destinados, ou seja, dando um passo de cada vez.
É ela, meus amigos, que irá reacender a chama da Fé, e assim não apenas acreditarmos mas sabermos que o Pai nunca erra, que tudo é perfeito: estamos no momento que deveríamos estar e tudo existe por uma razão, de forma a ser utilizado em nosso amadurecimento espiritual. Portanto, nada é perdido ou desperdiçado. Tudo se transforma em oportunidade de aprendizado e crescimento.
Amigos, vamos usar toda a nossa Esperança, para gerarmos quadros mentais de alegria, beleza, serenidade, paz, harmonia e muito Amor, já que fomos criados para viver essa imagem de mundo de bem, criada por Deus a qualquer criatura.
Convido-os hoje e sempre a serem a esperança viva a qualquer um.
Sejamos assim como os servos de Maria que levam esperança e luz aos que não encontram mais razão para sorrir, esperar e sonhar. É dessa maneira que veremos o tempo de regeneração! Deixo-os com meu carinho e muita alegria.

 

25/05/2014 Médium: Lúcia
Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré).
Arte: Carlos Antônio de Oliveira (Equipe Luz Espírita).

o amor

A Nova Era

 

Deus é único e Moisés é o Espírito que Ele enviou em missão para torná-lo conhecido não só dos hebreus, como também dos povos pagãos. O povo hebreu foi o instrumento de que se serviu Deus para se revelar por Moisés e pelos profetas, e as vicissitudes por que passou esse povo destinavam-se a chamar a atenção geral e a fazer cair o véu que ocultava aos homens a divindade.
Os mandamentos de Deus, dados por intermédio de Moisés, contêm o gérmen da mais ampla moral cristã. Os comentários da Bíblia, porém, restringiam-lhe o sentido, porque, praticada em toda a sua pureza, não na teriam então compreendido. Mas, nem por isso os dez mandamentos de Deus deixavam de ser um como frontispício brilhante, qual farol destinado a clarear a estrada que a Humanidade tinha de percorrer.
A moral que Moisés ensinou era apropriada ao estado de adiantamento em que se encontravam os povos que ela se propunha regenerar, e esses povos, semi-selvagens quanto ao aperfeiçoamento da alma, não teriam compreendido que se pudesse adorar a Deus de outro modo que não por meio de holocaustos, nem que se devesse perdoar a um inimigo. Notável do ponto de vista da matéria e mesmo do das artes e das ciências, a inteligência deles muito atrasada se achava em moralidade e não se houvera convertido sob o império de uma religião inteiramente espiritual. Era-lhes necessária uma representação semimaterial, qual a que apresentava então a religião hebraica. Os holocaustos lhes falavam aos sentidos, do mesmo passo que a ideia de Deus lhes falava ao espírito.
O Cristo foi o iniciador da mais pura, da mais sublime moral, da moral evangélico-cristã, que há de renovar o mundo, aproximar os homens e torná-los irmãos; que há de fazer brotar de todos os corações a caridade e o amor do próximo e estabelecer entre os humanos uma solidariedade comum; de uma moral, enfim, que há de transformar a Terra, tornando-a morada de Espíritos superiores aos que hoje a habitam. E a lei do progresso, a que a Natureza está submetida, que se cumpre, e o Espiritismo é a alavanca de que Deus se utiliza para fazer que a Humanidade avance.
São chegados os tempos em que se hão de desenvolver as ideias, para que se realizem os progressos que estão nos desígnios de Deus. Têm elas de seguir a mesma rota que percorreram as idéias de liberdade, suas precursoras. Não se acredite, porém, que esse desenvolvimento se efetue sem lutas. Não; aquelas idéias precisam, para atingirem a maturidade, de abalos e discussões, a fim de que atraiam a atenção das massas. Uma vez isso conseguido, a beleza e a santidade da moral tocarão os espíritos, que então abraçarão uma ciência que lhes dá a chave da vida futura e descerra as portas da felicidade eterna. Moisés abriu o caminho; Jesus continuou a obra; o Espiritismo a concluirá. – Um Espírito israelita. (Mulhouse, 1861.)
Um dia, Deus, em sua inesgotável caridade, permitiu que o homem visse a verdade varar as trevas. Esse dia foi o do advento do Cristo. Depois da luz viva, voltaram as trevas. Após alternativas de verdade e obscuridade, o mundo novamente se perdia. Então, semelhantemente aos profetas do Antigo Testamento, os Espíritos se puseram a falar e a vos advertir. O mundo está abalado em seus fundamentos; reboará o trovão. Sede firmes!
O Espiritismo é de ordem divina, pois que se assenta nas próprias leis da Natureza, e estai certos de que tudo o que é de ordem divina tem grande e útil objetivo. O vosso mundo se perdia; a Ciência, desenvolvida à custa do que é de ordem moral, mas conduzindo-vos ao bem-estar material, redundava em proveito do espírito das trevas. Como sabeis, cristãos, o coração e o amor têm de caminhar unidos à Ciência. O reino do Cristo, ah! passados que são dezoito séculos e apesar do sangue de tantos mártires, ainda não veio. Cristãos, voltai para o Mestre, que vos quer salvar. Tudo é fácil àquele que crê e ama; o amor o enche de inefável alegria. Sim, meus filhos, o mundo está abalado; os bons Espíritos vo-lo dizem sobejamente; dobrai-vos à rajada que anuncia a tempestade, a fim de não serdes derribados, isto é, preparai-vos e não imiteis as virgens loucas, que foram apanhadas desprevenidas à chegada do esposo.
A revolução que se apresta é antes moral do que material. Os grandes Espíritos, mensageiros divinos, sopram a fé, para que todos vós, obreiros esclarecidos e ardorosos, façais ouvir a vossa voz humilde, porquanto sois o grão de areia; mas, sem grãos de areia, não existiriam as montanhas. Assim, pois, que estas palavras – “Somos pequenos” – careçam para vós de significação. A cada um a sua missão, a cada um o seu trabalho. Não constrói a formiga o edifício de sua república e imperceptíveis animálculos não elevam continentes? Começou a nova cruzada. Apóstolos da paz universal, que não de uma guerra, modernos São Bernardos, olhai e marchai para frente; a lei dos mundos é a do progresso. Fénelon. (Poitiers, 1861.)
Santo Agostinho é um dos maiores vulgarizadores do Espiritismo. Manifesta-se quase por toda parte. A razão disso, encontramo-la na vida desse grande filósofo cristão. Pertence ele à vigorosa falange do Pais da Igreja, aos quais deve a cristandade seus mais sólidos esteios. Como vários outros, foi arrancado ao paganismo, ou melhor, à impiedade mais profunda, pelo fulgor da verdade. Quando, entregue aos maiores excessos, sentiu em sua alma aquela singular vibração que o fez voltar a si e compreender que a felicidade estava alhures, que não nos prazeres enervantes e fugitivos; quando, afinal, no seu caminho de Damasco, também lhe foi dado ouvir a santa voz a clamar-lhe: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” exclamou:
“Meu Deus! Meu Deus! perdoai-me, creio, sou cristão!” E desde então tornou-se um dos mais fortes sustentáculos do Evangelho. Podem ler-se, nas notáveis confissões que esse eminente espírito deixou, as características e, ao mesmo tempo, proféticas palavras que proferiu, depois da morte de Santa Mônica: Estou convencido de que minha mãe me virá visitar e dar conselhos, revelando-me o que nos espera na vida futura. Que ensinamento nessas palavras e que retumbante previsão da doutrina porvindoura! Essa a razão por que hoje, vendo chegada a hora de divulgar-se a verdade que ele outrora pressentira, se constituiu seu ardoroso disseminador e, por assim dizer, se multiplica para responder a todos os que o chamam. – Erasto, discípulo de S. Paulo. (Paris, 1863.)
Nota. – Dar-se-á venha Santo Agostinho demolir o que edificou? Certamente que não. Como tantos outros, ele vê com os olhos do espírito o que não via enquanto homem. Liberta, sua alma entrevê claridades novas, compreende o que antes não compreendia. Novas idéias lhe revelaram o sentido verdadeiro de algumas sentenças. Na Terra, apreciava as coisas de acordo com os conhecimentos que possuía; desde que, porém, uma nova luz lhe brilhou, pôde apreciá-las mais judiciosamente Assim é que teve de abandonar a crença, que alimentara, nos Espíritos íncubos e súcubos e o anátema que lançara contra a teoria dos antípodas. Agora que o Cristianismo se lhe mostra em toda a pureza, pode ele, sobre alguns pontos, pensar de modo diverso do que pensava quando vivo, sem deixar de ser um apóstolo cristão. Pode, sem renegar a sua fé, constituir-se disseminador do Espiritismo, porque vê cumprir-se o que fora predito. Proclamando-o, na atualidade, outra coisa não faz senão conduzir-nos a uma interpretação mais acertada e lógica dos textos. O mesmo ocorre com outros Espíritos que se encontram em posição análoga.

 

KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 1. Itens 9 a 11.

PERMITO SER CHICO XAVIER

Mensagem de Irmão

 

A vida na Terra se assemelha a um estágio em magnífica escola.
A reencarnação é abençoada oportunidade de crescimento espiritual.
Somos, porém, aprendizes rebeldes e incipientes.
Malbaratamos o tempo.
Desprezamos a lição.
Olvidamos os compromissos.
Quando sofremos, recorremos a Deus, ensaiando humildade.
Quando felizes, nem sequer nos lembramos de agradecer ao Dispensador de todas as graças.
É que em contato com a matéria densa, o espírito deixa-se hipnotizar pelos cânticos da ilusão. O imediatismo predomina em suas decisões.
Para o homem comum, importa viver o “agora” com intensidade. Falta-lhe, portanto, senso de eternidade.
Por isso, justamente, a dor se faz companheira constante em nossos caminhos… Ela nos recorda a fugacidade da vida física e nos reconduz à senda do bem.
Ai do homem, se não sofresse!…
Mas Deus não quer o sofrimento voluntário, aquele abismo em que muitos se precipitam para fugir à dor que nos aprimora interiormente. O sofrimento natural é uma luz mas, provocado, qual o suicídio, é uma infelicidade que a palavra não define. Procuremos na caridade o nosso cajado para a subida do monte escarpado da evolução.
Amemos os nossos semelhantes.
Esforcemo-nos para perdoar as ofensas, sem guardar ressentimento no coração.
Não percamos de vista os passos do Senhor, que transitou no mundo entre zombarias e sarcasmos.
Façamos da oração o nosso pão espiritual, cujo fermento divino é a fé que raciocina.
Tenhamos sempre uma palavra de otimismo e um sorriso de esperança para oferecer aos que nos buscam a presença.
Visitemos os doentes nos hospitais, porquanto somos espíritos enfermos, necessitados também da visitação diária do Divino Médico.
Não nos queixemos de sacrifício; antes agradeçamos a Jesus que nos aceita como somos em seu ministério santo entre os homens.
Aprendamos a silenciar as nossas mágoas. A lamentação improdutiva é peso na própria alma, impedindo-nos de seguir à frente.
Que Deus seja sempre louvado em todas as providências que toma para que nós, os seus filhos, possamos viver segundo a sua Vontade.
Restaurando o Evangelho, o Espiritismo aplicado em nossas vidas é o sol que nos ilumina, desfazendo as sombras que, há séculos, pairam sobre o nosso entendimento.
Irmãos, deixo-lhes aqui o meu afetuoso abraço, na certeza de que a morte não existe e que o Senhor vela por cada um de nós.
(Soneto recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier, em sessão pública do Centro Espírita “Amor ao Próximo”, em Leopoldina, MG, na noite de 28-6-50.)

 

Pelo Espírito Sebastião Carmelita
XAVIER, Francisco Cândido; BACCELLI, Carlos A.. Confia e Serve. Espíritos Diversos. IDE.

AO NOSSO LDO

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