Promovendo o Bem

promovendo o bem

Promovendo o Bem

*Sementes de Felicidade*

Equilibre-se.
Quando o desequilíbrio lhe bate à porta, resista.
Quando a dor o visita, use a paciência.
Quando a paz lhe foge, busque a Deus.
A qualquer hora, Deus está consigo, aperfeiçoando as suas aspirações e desejos.
O poder infinito tudo dirige e penetra.
O seu equilíbrio depende do seu ajuste ao comando de Deus.
Trabalhe e produza.
Siga avante. Persista.
Lourival Lopes

Obediência com resignação

Estudo: Cap. IX – Item 8 – Evangelho Segundo o Espiritismo.
O equilíbrio, a harmonia, resultam da obediência às leis que regem a vida.
Em torno dos Sóis gravitam os demais astros, e, por sua vez, estes se submetem às soberanas diretrizes que mantêm as galáxias.
A sinfonia harmoniosa é o resultado da submissão de notas e instrumentos à pauta e à regência.
O equilíbrio da máquina decorre da perfeita submissão das peças do mecanismo que lhe constitui a engrenagem…
A saúde do corpo e da mente, por sua vez, é consequência da obediência do espírito às conjunturas da evolução inadiável.
A obediência revela-se como elemento essencial para a ordem, fator base do equilíbrio fomentador do progresso.
Medida que revela a sabedoria da criatura, a obediência decorre, naturalmente, de um perfeito conhecimento dos deveres em relação aos objetivos da existência humana.
Somente as almas disciplinadas logram o cometimento da obediência, em conseqüência da resignação ante os sucessos nem sempre ditosos.
Assevera-se que os fracos são mais fáceis de serem conduzidos, portanto mais maleáveis à obediência. Conveniente, porém, não confundir obediência com receio submisso, nem resignação com indiferença diante da luta, que é sempre um desafio da evolução.
Obediência e resignação constituem termos equivalentes da equação evolutiva, a grande incógnita para o espírito em processo libertador.
*
Vives num Universo onde vigem as leis de equilíbrio, soberanamente, em nome de Deus.
Qualquer agressão à ordem impõe a necessidade de recuperação como impositivo de dignidade e harmonia.
A rebeldia é processo de luta em faixa primitiva, enquanto que a obediência é conquista da razão esclarecida.
O bruto reage. O sábio age. O primeiro agride, o segundo elucida.
Submete-se, desse modo, aos impositivos da evolução, mesmo quando as circunstâncias te pareçam aziagas ou tormentosas.
A resignação, como conseqüência natural do conhecimento das leis de causa e efeito, ser-te-á o lenitivo e o amparo para o prosseguimento do ministério abraçado, em busca da libertação que almejas.
Não te revoltes, portanto, se as coisas não te saírem conforme o teu desejo. A realidade é consoante como deve ser e não conforme a cada qual apraz.
Aplica-te ao serviço fraternal de auxílio, confiante e resignado, adquirindo experiências iluminativas que se te incorporarão ao patrimônio existente de bênçãos.
Convidado ao revide, empurrado ao desespero, chamado ao remoque, concitado à desordem, silencia e ama, obedecendo às determinações da vida e resignando-te face às suas injunções.
A obediência liberta; a resignação sublima a alma.
Uma deflui do conhecimento e a outra do sentimento.
*
Não obstante a arbitrária justiça do atormentado representante de César, Jesus não se rebelou, não agrediu, não duvidou da misericórdia nem da sabedoria do Pai. Obedeceu, resignado e amoroso, embora fosse o Senhor da Terra, concitando-nos, desde ali, a coragem para sofrer com equilíbrio e confiança total nas determinações divinas.
FRANCO, Divaldo Pereira. Rumos Libertadores. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 22.

Consultas

“E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?” – (JOÃO, capítulo 8, versículo 5.)
Várias vezes o espírito de má fé cercou o Mestre, com interrogações, aguardando determinadas respostas pelas quais o ridicularizasse. A palavra d’Ele, porém, era sempre firme, incontestável, cheia de sabor divino.
Referimo-nos ao fato para considerar que semelhantes anotações convidam o discípulo a consultar sempre a sabedoria, o gesto e o exemplo do Mestre.
Os ensinamentos e atos de Jesus constituem lições espontâneas para todas as questões da vida.
O homem costuma gastar grandes patrimônios financeiros nos inquéritos da inteligência. O parecer dos profissionais do direito custa, por vezes, o preço de angustioso sacrifício.
Jesus, porém, fornece opiniões decisivas e profundas, gratuitamente. Basta que a alma procure a oração, o equilíbrio e a quietude. O Mestre falar- lhe-á na Boa Nova da Redenção.
Frequentemente, surgem casos inesperados, problemas de solução difícil. Não ignora o homem o que os costumes e as tradições mandam resolver, de certo modo; no entanto, é indispensável que o aprendiz do Evangelho pergunte, no santuário do coração:
– Tu, porém, Mestre, que me dizes a isto?
E a resposta não se fará esperar como divina luz no grande silêncio.
XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 43.

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