Que Deus e Jesus nos Abençoem a Todos – Scheilla

AMOR CARIDADE E DEVER

 

Prática do Bem

 

Que Deus e Jesus nos abençoem a todos,
onde estivermos, dando início,
se ainda não começamos,
à prática do Bem,
pelo Amor,
e da Caridade, por Dever.

 

Espírito Scheilla.
Médium, João Nunes Maia.

RAIO DE SOL

Figurino

 

À medida que se alteia o padrão cultural, preocupa-se a pessoa humana com o próprio aspecto.
É preciso impressionar de maneira agradável.
E a moda entra em ação para solucionar-lhe o problema.
Movimentam-se alfaiates e modistas, lojas e gabinetes, agulhas e trenas para o mister da costura. Confecção simples e alta costura.
Surgem às criações para inverno e verão, outono e primavera, em linhas especiais segundo sugestões de tempo e clima.
Combinações e negócios felizes, no mundo, quase sempre se realizam conforme as credenciais do figurino e, por isso, homens e mulheres capricham no concurso de esbeltez e elegância que levam a efeito, cotidianamente, nas ruas.
Não nos esqueçamos, porém, de que somos igualmente observados no reino da verdade, através do porte espiritual que adotamos.
Nossos pensamentos são as criações de que se nos veste a personalidade autêntica e, por eles, somos conhecidos, vistos, ouvidos e analisados na Vida Superior, cabendo-nos o dever de buscar em Jesus o modelo das nossas atitudes e decisões.
Nos círculos terrestres, os requerimentos à autoridade humana, para serem considerados, reclamam primor de apresentação. E, no Mundo Espiritual, muitas vezes, depois dessa ou daquela petição aos Administradores Celestes, temos ouvido, de coração opresso:
– Filha repare o teu figurino.

 

SCHEILLA

EU PASSARINHO

Suor e Lágrimas

 

Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime.
Sem suor o mundo agonizaria na inércia.
Sem lágrimas a consciência perder-se-ia no erro.
Sem trabalho não teríamos a escola que habilita o homem ao progresso.
Sem o sofrimento não encontraríamos o santuário de nossa redenção para a imortalidade.
Com o suor engrandecemos a passagem pela Terra.
Com a lágrima rasgamos a senda para o Céu.
Suando, aperfeiçoamo-nos.
Sofrendo, santificamo-nos.
Homens, nossos irmãos do grande caminho, aceitemos no suor e nas lágrimas, nossos guias para a ascensão a Deus.
Rendamos culto aos silenciosos e sublimes instrutores que nos visitam em nome do Senhor. E, suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.

 

Scheilla

MOMENTOS INESQUECÍVEIS VERA JACUBOWSKI

Treinamentos e Regimes

 

Dizes-te interessado no corpo robusto e confias-te a severas disciplinas, com ginástica rigorosa e desportos educativos.
Afirma-te doente e consagras-te a tratamentos de sacrifício, suportando largos jejuns e ingerindo porções amargas.
Lembra-te de que em nossa tranqüilidade e segurança, necessitamos também de regimes e treinamentos.
Não ingressaremos no santuário da educação sem constante exercício no estudo e nem penetraremos a glória do amor, sem a prática incessante da caridade.
O atleta do corpo costuma indagar, sob os aplausos do povo:
– Quantas vezes venci meus competidores?
O atleta da alma pode perguntar a si próprio, com a Bênção Divina:
– Quantas vezes venci os meus competidores?
Em nossas atividades morais, na conquista da perfeição, é justo estejamos sempre na regata de suor do trabalho nobre, aprendendo o salto mental sobre as víboras da calúnia e da insensatez e mantendo-nos na maratona da humildade, em partidas valiosas de tolerância e gentileza no amparo aos semelhantes.
Na defesa de nossa paz íntima, é preciso igualmente não esquecer a abstenção dos pensamentos infelizes, com deliberada fuga aos pratos da maledicência e ao vinagre da crítica, abolindo-se totalmente o vinho da lisonja e o licor do elogio que operam lastimável embriaguez com deserção de nossas responsabilidades.
Treinamentos e regimes…
Não olvides, porém, que, em favor da harmonia de tua alma, não dispensarás esses mesmos recursos na sustentação da reta consciência e no cultivo da própria felicidade, porque, somente obedecendo às leis de trabalho e caridade, simplicidade e cooperação é que obteremos os títulos de simpatia e merecimento, capazes de conduzir-nos à alegria triunfante.

 

SCHEILLA

OFENSAS

Pensar e Querer

 

O homem foi capaz de desenvolver sofisticados radares para detectar presença estranha a longa distância, mas ainda não conseguiu estabelecer um sistema de vigilância em torno da própria mente.
Todo pensamento estabelece uma sintonia. Pensando a criatura interage sobre seus semelhantes, estabelecendo ligações, conforme o campo mental que a envolve. Se a situação é gerada por pensamentos infelizes, estabelecem-se as presenças indesejáveis, oriundas do plano extrafísico, consolidando, assim, o início de processos obsessivos que poderão aprisionar a pessoa em dolorosos processos de subjugação.
Entretanto cabe ressaltar que, entre a abordagem do pensamento infeliz e a sua aceitação em nosso campo mental, há uma distância a ser percorrida.
No mundo, pensamentos infelizes nos ocorrem a todos. Cabe-nos, porém, a devida vigilância, para rebatê-los com o escudo do bom senso, a fim de que nossa vida interior se desenvolva em base de equilíbrio desejável.
Pensa com amor, e a luz do teu pensamento te iluminará por dentro.

 

SCHEILLA

VITÓRIA JOANNA DE ÂNGELIS

Luz no Coração

 

As sombras que recaem sobre a humanidade, no campo moral, nada mais são que a ausência do Evangelho nos corações das criaturas.
Daí a necessidade de uma vivência maior dentro dos padrões traçados por Jesus, por parte daqueles que já se encontraram com o Mestre.
A esses, cabe a tarefa de iluminação do planeta.
Conforme o próprio Mestre asseverou, eles terão de ser o “sal da Terra”, conservando a elevação do pensamento e dando o sabor da fraternidade à vida de relação.
Se a tarefa parece difícil, é oportuno recordar que, sem o espírito de renúncia, desprendimento e disciplina, as dores da humanidade se agravariam ainda mais.
As sombras, contudo, hão de ser passageiras, porque o sol do amor de Deus não deixará que a ignorância imponha, por muito tempo, seus efeitos nefastos aos homens de boa vontade e amantes da paz.
Se brutalidade ainda recrudesce, cabe aos seguidores do Cristo o desenvolvimento da concórdia, por meio do próprio exemplo, na prática dos ensinos evangélicos.
Se a dor moral ainda persiste, como efeito dos enganos e da rebeldia, o alívio por meio do esclarecimento é o único caminho e o principal recurso a ser mobilizado.
Se o homem se ressente de seus atos cheios de sombras, cabe a ele mesmo reerguer-se para a luz de Deus, a fim de construir em sua consciência a cidadela de paz que o mundo deseja.
Somente com o desenvolvimento do amor em níveis mais elevados, conseguirá o homem construir a sociedade livre das mazelas que hoje assolam os povos e retardam o progresso.
Confiemos, porém, no amor do Pai, oferecendo nossos esforços, em nosso campo de atuação, para que a luz que todos desejamos venha a nascer dos nossos próprios corações.

 

Scheilla

ÁGUA DO MAR

 

Cultura de Graça

 

Além da cultura primária da inteligência, o homem paga na Terra todos os dotes do conhecimento mais elevado.
Pelo currículo de várias disciplinas, cobram-se-lhe matrículas, taxas, honorários e emolumentos diversos, nas casas de ensino superior.
Se quiser explicadores dessa ou daquela matéria em que se veja atrasado, é constrangido ao dispêndio de extraordinários recursos.
Se decide penetrar o domínio das artes, é obrigado a remunerar as notas do solfejo ou a iniciação do pincel.
Entretanto, para as nossas aquisições sublimes, permite o Senhor que a Doutrina Espírita abra atualmente na terra preciosos cursos de elevação, em que a cultura da alma nada pede à bolsa dos aprendizes.
Cada templo do Espiritismo é uma escola aberta às nossas mais altas aspirações e cada reunião doutrinária é uma aula, suscetível de habilitar-nos às mais amplas conquista para o caminho terrestre e para a Vida Maior.
Pela administração desses valores eternos não há preço amoedado.
Cada aluno da organização redentora pode comparecer de mãos vazias, trazendo simplesmente o sinal do respeito e vaso da atenção.
Jesus, o Mestre dos Mestres, passou entre os homens sem nada cobrar por Seus Divinos Ensinamentos.
E o Espiritismo, que Lhe revive agora as bênçãos de amor, pode ser comparado a instituto mundial de educação gratuita, conduzindo-nos a todos, sem exigência e sem paga, do vale obscuro da ignorância para os montes da luz.
Scheilla

AULA MA DOLORES

 

Jesus

 

O Mestre dos mestres, como o guia divino a plantar na atmosfera da Terra, é um astro de luz a aquecer nos corações
as sementes do amor
as sementes do perdão
as sementes da concórdia
as sementes da caridade.
O Cristo se fez estrela de primeira grandeza e a sua presença tornou o homem melhor, induzindo todas as criaturas à esperança, e essa esperança computa para nós a alegria, dadas as condições do saber que esclarece e proporciona vida rumo à vida maior.
Jesus é o nosso Guia; diante do rebanho Ele é
a Luz,
a água da vida,
o alimento de amor!
Nós ainda não sabemos quem é Jesus; a sua grandeza escapa ao raciocínio da alma. Jesus é,
em sua estrutura, a paz;
em sua intimidade, o amor;
em seus trabalhos, a fraternidade;
porque é canal de Deus
para alegria da humanidade.
Depois de Jesus, a atmosfera reacendeu-se na dimensão da luz; a própria natureza cresceu na luz da bondade, de modo a suplantar todas as suas multiplicidades.
Agradeçamos ao Senhor a presença de Jesus e a sua estada na Terra, porque depois d’Ele ficamos conhecendo
a alegria pura,
a fé construtiva,
o amor que cria
e a paz de consciência.
Glória a Jesus em todos os planos que conhecemos, porque Ele, em Deus, alimenta a vida de todos nós nEle.

 

Scheilla

MUNDO ILUMINAR

 

Gratidão

Oh, quando o sol bate na serra
Ilumina toda a Terra
Deslumbrando a Natureza
Eu me sinto tão pequena
E me alma em Ti se algema
Ao sentir Tua grandeza
E então se enche de paz meu coração
E me curvo numa prece
Cheiinha de gratidão
Muito obrigado por estas serras
Por estes montes
Por este mar
Por este amor
Que meu ser encerra
E tem vontade de espalhar
Pai, faz de mim
Um instrumento do Teu Amor
Faz que eu possa cada vez mais
Refletir Teu esplendor
Me ensina a Te agradecer
Me ensina a sempre Te ver
Me ensina a me humilhar
Me ensina a Te exaltar
Me ensina o Teu saber
Me ensina a Te amar
Me ensina a todos querer
Me ensina a crescer
Pai, faz de mim
Um instrumento do Teu Amor
Faz que eu possa cada vez mais
Refletir Teu esplendor
Me ensina a Te agradecer
Me ensina a sempre Te ver
Me ensina a me humilhar
Me ensina a Te exaltar
Me ensina o Teu saber
Me ensina a Te amar
Me ensina a todos querer
Me ensina a crescer

 

Célia Tomboly

IRMÃO DAS ESTRELAS

APRENDE A AMAR

 

…e buscas a saúde física e psíquica de forma integral, aprende a amar.
Assim como a linfa que brota da fonte converte-se no rio que irriga o solo por onde passa, o amor que nasce do coração fraterno transforma-se em energia luminosa, favorecendo o equilíbrio das células.
Quem já aprendeu o valor do verdadeiro amor sabe sair de si mesmo para ir ao encontro do semelhante.
Por isso, não conhece a solidão.

 

Scheilla

MOMENTOS INESQUECÍVEIS

 

Suor e Lágrimas

 

Suor é trabalho.
Lágrima é sofrimento.
Com o suor aprendemos.
Com a lágrima purificamos.
O trabalho esclarece.
O sofrimento redime.
Sem suor o mundo agonizaria na inércia.
Sem lágrimas a consciência perder-se-ia no erro.
Sem trabalho não teríamos a escola que habilita o homem ao progresso.
Sem o sofrimento não encontraríamos o santuário de nossa redenção para a imortalidade.
Com o suor engrandecemos a passagem pela Terra.
Com a lágrima rasgamos a senda para o Céu.
Suando, aperfeiçoamo-nos.
Sofrendo, santificamo-nos.
Homens, nossos irmãos do grande caminho, aceitemos no suor e nas lágrimas, nossos guias para a ascensão a Deus.
Rendamos culto aos silenciosos e sublimes instrutores que nos visitam em nome do Senhor. E, suando e sofrendo, guardemos a certeza de que construiremos as asas divinas que nos transportarão das sombras do mundo à glória da Vida Eterna.

 

Scheilla

HONESTIDADE E RETIDÃO

 

Lembra-te Deles

 

Lembra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis, não se fizeram ausentes…
Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor.
Eles avançam para a vanguarda…
Muitas vezes, quando menos felizes, esmolam-te o reconforto de uma oração e, vezes outras, mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto, sequiosos de paz e libertação…
Outros muitos, porém, quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade, buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu, envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar…
Lembra-te deles e guarda-lhes a lição.
Ontem, apertavam-te nos braços, partilhando-te a experiência.
Hoje, transferidos de plano, colhem os frutos das espécies que semearam.
Aguça a audição mental e ouvirás o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te esperança e coragem, alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti, desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria, porque, amanhã, estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime, sem lágrimas e sem morte.

 

Scheilla

BÊNÇÃO DA LUZ

 

Bens e Males

 

Quase sempre, na Terra, muitos bens são caminhos a muitos males e muitos males são caminhos a muitos bens.
Por isso, muitas vezes, quem vive bem à frente dos preceitos humanos, pode estar mal ante as Leis Divinas.
A dor, sendo um mal, é sempre um bem, se sabemos bem sofrê-la, enquanto que o prazer, sendo um bem, é sempre um mal se mal sabemos fruí-lo.
Em razão disso, há muitas situações, nas quais o bem de hoje é o mal de amanhã, ao passo que o mal de agora é o bem que virá depois.
Muita gente persegue o bem, fugindo ao bem verdadeiro e encontra o mal com que não contava e muita gente se desespera, a fim de desvencilhar-se do mal que não consegue entender e acaba encontrando o bem por surpresa divina.
Há quem se ria no gozo dos bens do mundo para chorar nos males da Terra para colher os bens da Esfera Superior.
Não procures unicamente estar bem, porquanto no bem apenas nosso talvez se ache oculto o mal que flagela os outros por nossa causa e o mal que flagela os outros por nossa causa é mal vivo em nós mesmos, a roubar-nos o bem que furtamos do próximo..
Se desejas entesourar na estrada o em dos mensageiros do bem, atende, antes de tudo, ao bem dos semelhantes, sem cogitar do bem que se te faça posse exclusiva.
Recordemos o Cristo que, aparentemente escravo ao mal do mundo, era o Senhor do Bem, a dominar, soberano, acima das circunstâncias terrestres, e, tentando seguir-Lhe o passo, aceitemos com valor, no mal da própria cruz, o roteiro do bem para a Grande Vida.

 

Scheilla

SEGREDO DA VIDA

 

Luz No Lar

 

Organizemos o nosso agrupamento doméstico do Evangelho. O Lar é o coração do organismo social.
Em casa, começa nossa missão no mundo.
Entre as paredes do templo familiar, preparamo-nos para a vida com todos.
Seremos, lá fora, no grande campo da experiência pública, o prosseguimento daquilo que já somos na intimidade de nós mesmos.
Fujamos à frustração espiritual e busquemos no relicário doméstico o sublime cultivo dos nossos ideais com Jesus. O Evangelho foi iniciado na Manjedoura e demorou-se na casa humilde e operosa de Nazaré, antes de espraiar-se pelo mundo.
Sustentemos em casa a chama de nossa esperança, estudando a Revelação Divina, praticando a fraternidade e crescendo em amor e sabedoria, porque, segundo a promessa do Evangelho Redentor, “onde estiverem dois ou três corações em Seu Nome”, aí estará Jesus, amparando-nos para a ascensão à Luz Celestial, hoje, amanhã e sempre.

 

Scheilla

GESTOS E PALAVRAS

 

O Instrumento

 

Onde estiveres agradece ao Senhor o instrumento da purificação.
Ninguém vive sem ele.
Aqui, é o esposo de trato difícil.
Além, é a companheira de presença desagradável.
Acolá, é o filho rebelde.
Mais além é a filha inconseqüente.
Hoje, é o amigo que se confiou à incompreensão.
Amanhã, será o chefe áspero.
Depois, será o subalterno distraído.
Agora, é o companheiro que desertou.
Mais tarde será o adversário, compelindo-te à aflição.
Silencia, aproveita e segue adiante.
A pedra recebe do martelo que a estilhaça, a dignidade com que se faz útil à construção.
O metal deve a pureza que lhe é próprio ao cadinho esfogueante que o martiriza.
Não olvides que o corpo é o santuário de possibilidades divinas em que temporariamente te refugias para recolher a lição do progresso.
Cada caminho cede lugar a outro caminho.
Cada experiência conduz a experiência maior.
Toda luta é pão espiritual e toda dor é impulso a sublime ascensão.
Aprendamos, pois, a entesourar os dons da vida, respeitando os ensinamentos que o mundo nos impõe, na certeza de que, entre a humildade e o trabalho, alcançaremos um dia, os cimos da glória eterna.

 

Scheilla

FAMÍLIA HUMANA

 

O Que Penso dos Nossos Pais

 

A idade vai avançando, na plenitude da vida; e a vida vai-nos mostrando os caminhos a serem trilhados. Mas, é necessário longo tempo, com as bênçãos de Deus, para atingirmos o aprendizado.
Quando crianças, até certa idade somos apegados aos nossos pais, por estarmos a eles ligados, biológica e espiritualmente, em obediência ao pensamento divino. Entretanto, aos poucos nos alcançam anseios de liberdade; começamos a pensar por nós mesmos, encontrando em nossos pais algo que nos entrava os impulsos.
A partir dessa circunstância, tornamo-nos propensos a encontrar defeitos em nossos pais; queremos nos afastar um pouco do lar, rejeitar a educação, e as disciplinas impostas por eles. Essa vontade que surge no nosso mundo íntimo, por vezes tem uma razão de ser. Todavia, é preciso que se faça uma análise minuciosa, a fim de não cairmos nos extremos das inconveniências…
Em primeiro lugar, somos filhos de Deus… Depois, compromissados com o lar. E é a interação dos regulamentos dos dois planos que faz dissiparem as dúvidas, surgindo o bom senso em tudo o que pensamos e fazemos, de forma a nascer em nós uma personalidade divina, concretizando em nosso íntimo a mais alta formação espiritual, consubstanciada no Amor.
Não devemos alimentar a idéia de que o lar é uma prisão. Nem considerarmos os pais como carrascos. O fato de sermos crianças ou adolescentes, não nos serve de desculpa, pois somos, todos, espíritos milenares, revestindo formas diversas, na esteira do progresso.
Nossos pais estão nos ajudando, em nossas jornadas, e recebendo ajuda das nossas presenças. O jovem de hoje compreende o seu dever ante a sua família e perante a sociedade. Ele traz, na subconsciência, a recordação do que aprendeu no mundo espiritual, e junto à escola do mundo físico.
Os jovens espíritas têm uma obrigação maior, por conhecerem os livros provenientes do nosso plano, contendo elevadas lições. Ensinando o Amor, em todas as suas gamas de entendimentos, o Espiritismo fala, em muitas dimensões, a palavra do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Estamos tentando dizer aos jovens algumas coisas do que se refere à conduta. No trânsito no lar, devem fazer amizade profunda com seus pais, e, na fusão desse amor, quantas dívidas se resgatam? Se foram inimigos no passado, passam a ser amigos no presente; a harmonia vai crescendo, nas emoções da fraternidade; a Terra, cheia de espinhos, no dizer dos próprios homens, torna-se Chão de Rosas, para alegria dos nossos corações.
Meu filho: se teus pais precisam de certas corrigendas, não o faça usando o verbo violento; emprega o exemplo de vida, que eles entenderão, passando a copiar-te. Não penses que teus pais são maus; eles são teus companheiros, com as mesmas necessidades de melhora.
Começa a pensar que teus progenitores são enviados de Deus, para te educarem, e as tuas vidas mudarão, todos os dias, em bênçãos de flores, com perfumes de Amor.

 

Scheilla

PRECIOSA

 

O Capital dos Minutos

 

No tamanho da Terra, em toda parte, surge a erva daninha.
Aqui, chama-se tiririca, além é joio imprestável, mais adiante guarda o nome de escalracho destruidor.
No fundo, é sempre mato inculto, impedindo a germinação da boa semente e consumindo a vitalidade do solo.
Extensos tratos de gleba proveitosa permanecem dominados por essa relva improdutiva e renascente, onde tanta árvore generosa poderia crescer e produzir para a alegria e segurança de todos.
Referimo-nos a esse elemento invasor para lembrar o vosso valioso capital dos minutos.
Quanta felicidade poderemos plantar com a bênção de meia hora? Quanto estudo nobre investir-nos-á na posse de elevados conhecimentos com apenas alguns instantes de leitura e reflexão?
Dez minutos na conversação digna ou na visita confortadora podem operar a renovação de muitos destinos. Um quarto de hora na assistência aos enfermos ou no trabalho gratuito em favor do próximo consegue prodígios na vitória do bem.
Entretanto, contra a plantação de semelhantes recursos nas leiras do tempo, encontramos a tiririca da maledicência, o joio do azedume verbal e o escalracho das críticas ociosas fantasiadas de interesse pela salvação apressada dos outros…
No fundo, porém, é sempre a conversa inútil que aniquila as mais nobres oportunidades de serviço e progresso.
Não olvidemos o capital dos minutos, a riqueza capaz de comprar-nos a sublimação para a vida eterna, se atendermos à edificação da verdadeira fraternidade.
E com os talentos do amor e da fé, procuremos servir sem repouso, recordando a afirmação do Mestre Divino:
“Meu Pai trabalha até hoje e eu trabalho também”.

 

Scheilla

VALE A PENA

 

Vinte Exercícios

 

Executar alegremente as próprias obrigações.
Silenciar diante da ofensa.
Esquecer o favor prestado.
Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
Emudecer a nossa agressividade.
Não condenar as opiniões que divergem da nossa
Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
Treinar a paciência constante.
Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
Desculpar sem desculpar-se.
Não dizer mal de ninguém.
Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
Alegrar-se com a alegria dos outros.
Não aborrecer quem trabalha.
Ajudar espontaneamente.
Respeitar o serviço alheio.
Reduzir os problemas particulares.
Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.

 

Scheilla

ALMAS ELEVADAS CHICO XAVIER

 

O Que Penso dos Nossos Pais

 

A idade vai avançando, na plenitude da vida; e a vida vai-nos mostrando os caminhos a serem trilhados. Mas, é necessário longo tempo, com as bênçãos de Deus, para atingirmos o aprendizado.
Quando crianças, até certa idade somos apegados aos nossos pais, por estarmos a eles ligados, biológica e espiritualmente, em obediência ao pensamento divino. Entretanto, aos poucos nos alcançam anseios de liberdade; começamos a pensar por nós mesmos, encontrando em nossos pais algo que nos entrava os impulsos.
A partir dessa circunstância, tornamo-nos propensos a encontrar defeitos em nossos pais; queremos nos afastar um pouco do lar, rejeitar a educação, e as disciplinas impostas por eles. Essa vontade que surge no nosso mundo íntimo, por vezes tem uma razão de ser. Todavia, é preciso que se faça uma análise minuciosa, a fim de não cairmos nos extremos das inconveniências…
Em primeiro lugar, somos filhos de Deus… Depois, compromissados com o lar. E é a interação dos regulamentos dos dois planos que faz dissiparem as dúvidas, surgindo o bom senso em tudo o que pensamos e fazemos, de forma a nascer em nós uma personalidade divina, concretizando em nosso íntimo a mais alta formação espiritual, consubstanciada no Amor.
Não devemos alimentar a idéia de que o lar é uma prisão. Nem considerarmos os pais como carrascos. O fato de sermos crianças ou adolescentes, não nos serve de desculpa, pois somos, todos, espíritos milenares, revestindo formas diversas, na esteira do progresso.
Nossos pais estão nos ajudando, em nossas jornadas, e recebendo ajuda das nossas presenças. O jovem de hoje compreende o seu dever ante a sua família e perante a sociedade. Ele traz, na subconsciência, a recordação do que aprendeu no mundo espiritual, e junto à escola do mundo físico.
Os jovens espíritas têm uma obrigação maior, por conhecerem os livros provenientes do nosso plano, contendo elevadas lições. Ensinando o Amor, em todas as suas gamas de entendimentos, o Espiritismo fala, em muitas dimensões, a palavra do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Estamos tentando dizer aos jovens algumas coisas do que se refere à conduta. No trânsito no lar, devem fazer amizade profunda com seus pais, e, na fusão desse amor, quantas dívidas se resgatam? Se foram inimigos no passado, passam a ser amigos no presente; a harmonia vai crescendo, nas emoções da fraternidade; a Terra, cheia de espinhos, no dizer dos próprios homens, torna-se Chão de Rosas, para alegria dos nossos corações.
Meu filho: se teus pais precisam de certas corrigendas, não o faça usando o verbo violento; emprega o exemplo de vida, que eles entenderão, passando a copiar-te. Não penses que teus pais são maus; eles são teus companheiros, com as mesmas necessidades de melhora.
Começa a pensar que teus progenitores são enviados de Deus, para te educarem, e as tuas vidas mudarão, todos os dias, em bênçãos de flores, com perfumes de Amor.

 

Scheilla

FORÇA

 

O Capital dos Minutos

 

No tamanho da Terra, em toda parte, surge a erva daninha.
Aqui, chama-se tiririca, além é joio imprestável, mais adiante guarda o nome de escalracho destruidor.
No fundo, é sempre mato inculto, impedindo a germinação da boa semente e consumindo a vitalidade do solo.
Extensos tratos de gleba proveitosa permanecem dominados por essa relva improdutiva e renascente, onde tanta árvore generosa poderia crescer e produzir para a alegria e segurança de todos.
Referimo-nos a esse elemento invasor para lembrar o vosso valioso capital dos minutos.
Quanta felicidade poderemos plantar com a bênção de meia hora? Quanto estudo nobre investir-nos-á na posse de elevados conhecimentos com apenas alguns instantes de leitura e reflexão?
Dez minutos na conversação digna ou na visita confortadora podem operar a renovação de muitos destinos. Um quarto de hora na assistência aos enfermos ou no trabalho gratuito em favor do próximo consegue prodígios na vitória do bem.
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Entretanto, contra a plantação de semelhantes recursos nas leiras do tempo, encontramos a tiririca da maledicência, o joio do azedume verbal e o escalracho das críticas ociosas fantasiadas de interesse pela salvação apressada dos outros…
No fundo, porém, é sempre a conversa inútil que aniquila as mais nobres oportunidades de serviço e progresso.
Não olvidemos o capital dos minutos, a riqueza capaz de comprar-nos a sublimação para a vida eterna, se atendermos à edificação da verdadeira fraternidade.
E com os talentos do amor e da fé, procuremos servir sem repouso, recordando a afirmação do Mestre Divino:
“Meu Pai trabalha até hoje e eu trabalho também”.

 

Scheilla

LÍCITO

 

Esmola Esquecida

 

Dá o que possas, como possas e quanto possas em benefício dos outros, mas recorda sempre essas esmolas esquecidas…
O timbre de voz fraterna com quem ainda não simpatizas…
O sorriso acolhedor para a visita inesperada…
O minuto de boa vontade no esclarecimento amigo…
A simples conversação reconfortante com a pessoa cuja presença te desagrada…
O silêncio generoso ante a provocação daqueles que ainda te não compreende…
A insignificante gentileza na via pública…
A referência construtiva em favor dos ausentes…
O serviço singelo aos desconhecidos…
A Oração pelos adversários…
A consideração para com os mais velhos…
O amparo à criança…
A ligeira visita aos doentes…
O bilhete afetuoso ao Irmão necessitado de bom ânimo…
O carinho em casa…
O socorro aos desalentados…
A palavra otimista para quem te ouve…
A leitura edificante…
O respeito às situações que não conheces…
O auxílio à natureza…
A cooperação desinteressada no Bem…
Não te afaste do abençoado serviço a todos.
Os pequenos gestos espontâneos da verdadeira fraternidade são alicerces seguros na construção do reino de Amor e Luz.

 

Scheilla

RESPEITAR O PRÓXIMO

 

Em Louvor do Serviço

 

Enquanto irmanados nos serviços do Consolador, urge ajustar corações e mentes com o objetivo de melhor atender aos labores do Senhor.
Não há porque temer dificuldades, tendo em vista que não existe, sobre o chão do mundo, aquele que não se debate com problemas mais ou menos graves, requisitando maturidade e tolerância, de modo a solvê-los, devidamente.
Não há motivos para fugir dos compromissos na área do Consolador, atentos à referência do Mestre Jesus, quando afirma que a cada qual será concedido consoante as próprias obras…
Não procuremos justificativas para a divulgação do Mal, relembrando a expressão do Rabi Galileu, ao ensinar-nos que a boca expressa o conteúdo do coração, coadjuvado pela ternura do Apóstolo Pedro, quando assevera que somente o amor é capaz de neutralizar todos os pecados…
Não armemos situações para a omissão, com relação ao serviço aos semelhantes, elaborando, a cada dia, os mecanismos da própria renovação, estabelecendo os pilotis da vera Caridade. Ouçamos o Cristo em Sua verberação aos hipócritas, afirmando que onde estiver nosso tesouro, ali depositaremos as emoções, estabelecendo o coração…
Não encontremos razões para deixar de arrostar as lutas, as perseguições, as injustiças, por amor do Bem, reflexionando sobre a Boa Nova do Senhor, na assertiva de que são bem-aventurados os perseguidos por amor à justiça e à paz, pois que serão justiçados.
Não admitamos retirar os pés da caminhada de luz, por injunções sociais, pelo sofrimento ou pela agressão que se nos crave na contextura da alma por acúleos ferintes, observando o posicionamento de Jesus: Se fazem padecer ao tronco verde, que não farão aos lenhos secos, que representamos!?
Apressemo-nos na conquista do Reino dos Céus, a partir do cerne da alma, arrimados à certeza de que somente o serviço do auto-iluminamento, por meio do que possamos oferecer de nós, em favor da Vida, receberemos as respostas da própria Vida, de vez que, conforme as advertências da Mensagem do Pai, somos, todos nós, heréus dos nossos serviços em prol ou contrários à luz.
Avancemos – intemeratos – no serviço que nos amplia a visão e liberta-nos dos grilhões de antanho, apresentando, em louvor do serviço do bem, nossa disposição e nossa fé, nosso esforço e nossa Vida toda ao Senhor da Vinha.
Que nada e ninguém logre deter-nos os passos no jornadear que ora empreendemos, para os Cimos da Paz.

 

Scheilla

reta consciência scheilla

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