Se cumpres com teu dever e estás com a consciência tranquila

coração

Consciência

 
Se cumpres com teu dever

e estás com a consciência tranquila.

Quem te poderá fazer mal,

se procuras somente bem?

Se a segurança íntima

reside em ti mesmo…
Qual acontece a paz da alma,

num coração pacificado,

e este é inevitavelmente,

o patrimônio de cada um.

vera jacubowski 4

sentido da vida

A CONSCIÊNCIA TRANQUILA E O DEVER

 

A consciência tranquila é uma das mais vibrantes conquistas que um ser humano pode alcançar. Ela representa a felicidade e o doce frescor advindos do reto cumprimento do dever.
De todos os deveres que fazem parte do processo evolutivo de um Espírito, o primeiro está voltado para ele próprio: o de amar a si mesmo, como filho de Deus, criado simples e sem ciência[1], porém com toda uma complexidade e uma inteligência latentes, para serem desenvolvidas pela experiência, até alcançar a perfeição relativa mais elevada.
Virão depois os deveres para com os seus semelhantes, amando-os na mesma medida que aprendeu a amar-se. Respeitando, agindo com caridade, perdoando sempre.
Em seguida há o dever para com a natureza, fonte de luz, energia, paz, aconchego, sobrevivência e equilíbrio.
O dever cumprido é fonte de alegria e paz. Não há lugar para sentimentos de culpa ou para remorsos. Não tem vez a aflição, a inquietação negativa, o conflito. A irritação e a cólera fogem para dar guarida à serenidade e à calma.
O homem e a mulher que sempre estão em dia com seus deveres, são instrumentos dóceis das mensagens do Senhor.
Em todos os momentos e em qualquer lugar Deus sempre poderá com eles contar, para consolar aqueles contritos pela dor, secar a lágrima do desvalido, implantar esperança no que perdeu a fé no futuro, saciar a fome e orientar rumo ao Evangelho.
A consciência tranquila é um bálsamo ainda por poucos conquistado aqui na Terra. Mobilizemos, assim, todas as nossas forças, no sentido de construirmos estratégias que nos conduzam rumo a este oásis.
Evangelho, meditação, oração e vigilância. Auto-perdão perante nossas quedas, perdão das ofensas quando for o outro a tropeçar. Compaixão, perseverança, fidelidade até o fim.
E que possamos dizer, com Emmanuel: é preciso morrer para o mundo, para que o Cristo viva em nós[2].
Graças sejam elevadas ao Criador.
[1] O livro dos Espíritos, itens 115 e 121.
[2] EMMANUEL (XAVIER, F. C). Paulo e Estêvão. 2ª parte, cap. I

acontecer

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