desejar o bem

DESEJAR O BEM EM VERDADE

nobreza

 

 

Pão do Corpo e do Espírito


“E qual dentre vós é o homem que, pedindo pão o seu filho,

O Pai lhe dará uma pedra? Se meu Pai sustenta todas aves
do céu o que não daria a seus filhos…

(Jesus).”

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“Sempre desejamos para alguém que amamos, aquilo que de melhor julgamos ter. Assim também, nosso Pai Celeste, nos dará de acordo com a nossa busca e disposição em fazer o melhor por nós, para o nosso verdadeiro crescimento material e espiritual.”

Vera Jacubowski

entender tomás de aquino

Em Louvor da Verdade

 

… relevai-nos a sugestão de trabalho, embora rogueis a luz sem esforço.
… o Espiritismo que indaga simplesmente deu lugar, há muito tempo, ao Espiritismo que estende os braços.
…atravessais verdadeira floresta, onde os caminhos de volta ao campo da Luz Divina parecem intransitáveis.
Pensamentos de egoísmo, de incompreensão, de discórdia, vaidade e orgulho se entrechocam, à maneira de projéteis invisíveis ao redor de vossa personalidade, e se faz imperiosa a coragem para os óbices multiplicados não nos vençam os labores recíprocos.
…efetivamente, a vossa procura é nobre e edificante.
… bem-aventurados aqueles que demandam a verdade e que anseiam por passagem libertadora no rumo da claridade eterna!
…não comeceis o empreendimento da própria iluminação, ao modo de um homem que iniciasse a construção de uma casa pelo teto.
…soletrai, antes de tudo, o alfabeto da bondade.
Sem as primeiras letras do amor, nunca entenderemos o sagrado poema da vida.
… é indispensável abrir o coração, vaso destinado às sementes do Céu, convertendo-nos em instrumentos do bem ativo e incessante.
…não iluminaremos a mente sem purificar os olhos, tanto quanto ninguém alcança o discipulado do Senhor, sem mobilizar as mãos na obra redentora da terra.
…encetemos a reestruturação dos próprios destinos, compreendendo-nos mutuamente.
…que lição recolheremos na visita de benfeitores que residem à distância, se não aprendemos a fraternidade primária com o próximo?
…ouçamos a mensagem das necessidades que nos cercam.
Há dor e ignorância, treva e indiferença, na estrada em que pisais: estendamos, através dela, o nosso sentimento cristão, imitando o lavrador que não desampara a terra lodosa do charco.
…não esperemos o paraíso, quando ainda nem mesmo auxiliamos no trato do chão que operamos.
…espíritos endividados, perante a Bondade Divina que nos deu ouvidos para registrar os ensinamentos da vida, olhos para surpreender a luz, braços para erguer o castelo de nossa própria felicidade e recursos imensos para dilatarmos o nosso próprio engrandecimento espiritual, guardemos a fé, servindo e auxiliando, corrigindo a nós mesmos e amando a todos, em louvor da verdade.
…nossa vida é um campo aberto.
Nosso coração é uma fonte.
Cada um de nossos atos é mensagem viva.
Que nossa alma se afeiçoe ao bem supremo, sob a inspiração de Jesus, a fim de que o mundo se transforme em Seu Reino.
Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

escolha e capacidade

Desafio em praça pública

A liderança forte e a diretriz segura do missionário fortalecem o movimento espírita na região. O clero católico, particularmente incomodado com o fato, passa a desenvolver uma campanha difamatória contra Barsanulfo e a Doutrina.
Lutador incansável, ele discorre, através das colunas do jornal Alavanca, principalmente sobre o tema “Deus não é Jesus e Jesus não é Deus”. Com argumentação abalizada e incontestável, impõe fragorosa derrota aos seus opositores.
Famoso por suas pregações e conhecimento, o padre Feliciano Yague é então trazido de Campinas, São Paulo, para dar o golpe final no Espiritismo, numa polêmica em praça pública.
No dia marcado, o padre inicia suas observações insultando a nova doutrina e seus adeptos, num testemunho público de uma alma repleta de ódio, intolerância e sectarismo. Em silêncio respeitoso, a multidão aguarda, confiante, a réplica do defensor do Espiritismo.
O missionário permanece sereno enquanto espera e inicia sua fala com uma prece humilde, comovente e bela. Implora paz e tranquilidade para uns e luz para outros, tornando o ambiente propício à inspiração e assistência do plano maior. Com delicadeza, lógica e inteligência, defende os princípios nos quais se alicerçam seus ensinamentos e põe a descoberto os desvirtuamentos doutrinários de seu desafiante.
A multidão manifesta-se alegre e ruidosamente aplaudindo Barsanulfo.
Este, reconhecendo o estado de alma do padre, aproxima-se dele e o abraça com fraternidade sincera.

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