Senhor! Concede-nos a fé que remove montanhas

borboletas

Prece ao Pai

“Senhor! Concede-nos a fé que remove montanhas na escalada evolutiva.
A resistência dos fortes que sabem lutar pelo que é justo.
A alegria e a coragem dos otimistas e dos humildes de coração.
O bom ânimo nas diversidades que se apresentam na vida.
A perseverança dos bons e a paciência dos mansos.
A gratidão dos que compreendem o valor da vida e das coisas.
A compaixão das criaturas umas para com as outras…
Dai-nos Senhor, forças e coragem para enfrentar as dificuldades e aflições.
Uma parcela pequenina da confiança inabalável do nosso Mestre Jesus!
Senhor, que possamos ter o entendimento e ação de tuas Leis Divinas.
Que tenhamos a fidelidade ao ideal cristão duma vida assinalada por fé e bênçãos.
E o exemplo da caridade praticada em nossos próprios atos.
Senhor! concede-nos o dom de amar igual a uma bela canção de amor.
E nos doar, para que sejamos como um pescador de almas.”

Assim Seja.

Vera Jacubowski

abraço de jesus

Prece de Coração

 

Senhor Nosso Pai,

Vimos-nos neste instante de coração aberto

dirigir os nossos pensamentos

e nossas súplica a Ti em oração:

Que o Seu Espírito Santo nos envolva em luz, vida e amor.

Renova Senhor, nossos mais profundos sentimentos bons

e coloca em nós a coragem e a força,

para prosseguir com fé e determinação,

paz nos propósitos que nos propomos realizar.

Dá-nos Senhor a saúde, luz renovada, a nossa fé,

para que o Teu reino habite em nós.

Assim Seja Agora e Sempre.

Vera Jacubowski

o presente

Coragem para mudar

 

Muitos dos conflitos que afligem o ser humano decorrem dos padrões de comportamento que ele próprio adota em sua jornada terrestre.
É comum que se copiem modelos do mundo, que entusiasmam por pouco tempo, sem que se analisem as conseqüências que esses modos comportamentais podem acarretar.
Não se tem dado a devida importância ao crescimento e ao progresso individual dos seres.
Alguns creem que os próprios equívocos são menores do que os erros dos outros.
Outros supõem que, embora o tempo passe para todos, não passará do mesmo modo para eles.
Iludem-se no sentido de que a severidade das leis da consciência atingirá somente os outros.
Embriagados pelo orgulho e pelo egoísmo deixam-se levar pelos desvarios da multidão sem refletir a respeito do que é necessário realmente buscar-se.
É chegado o momento em que nós, espíritos em estágio de progresso na Terra, devemos procurar superar, de forma verdadeira, o disfarçado egoísmo, em busca da inadiável renovação.
Provocados pela perversidade que campeia, ajamos em silêncio, por meio da oração que nos resguarda a tranqüilidade.
Gastemos nossas energias excedentes na atividade fraternal e voltada à verdadeira caridade.
Cultivemos a paciência e aguardemos a benção do tempo que tudo vence.
Prossigamos no compromisso abraçado, sem desânimo, sem vãs ilusões, confiando sempre no valor do bem.
É muito fácil desistir do esforço nobre, comprazer-se por um momento, tornar-se igual aos demais, nas suas manifestações inferiores.
Todavia, os estímulos e gozos de hoje, no campo das paixões desgovernadas, caracterizam-se pelo sabor dos temperos que se convertem em ácido e fel, passados os primeiros momentos.
Aprendamos a controlar nossas más inclinações e lograremos vencer se perseverarmos no bom combate.
Convertamos sombras em luz.
Modifiquemos hábitos danosos, em qualquer área da existência, começando por aqueles que pareçam mais fáceis de serem derrotados.
Sempre que surgir a oportunidade, façamos o bem, por mais insignificante que nosso ato possa parecer.
Geremos o momento útil e aproveitemo-lo.
Não nos cabe aguardar pelas realizações grandiosas, e tampouco podemos esperar glorificação pelos nossos acertos.
O maior reconhecimento que se pode ter por fazer o que é certo é a consciência tranquila.
Toda ascensão exige esforço, adaptação e sacrifício, enquanto toda queda resulta em prejuízo, desencanto e recomeço.
Trabalhemos nossa própria intimidade, vencendo limites e obstáculos impostos, muitas vezes, por nó mesmos.
Valorizemos nossas conquistas, sem nos deixarmos embevecer e iludir por essas vitórias.
Há muitas paisagens, ainda, a percorrer e muitos caminhos a trilhar.
Somente a reforma íntima nos concederá a paz e a felicidade que almejamos.
A mudança para melhor é urgente, mas compete a cada um de nós, corajosa e individualmente, decidir a partir de quando e como ela se dará.
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no capítulo 10 do livro Revelações da luz de Raul Teixeira, pelo Espírito Camilo, e capítulo 11 do livro Vigilância, de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

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