Os pais são executivos muito requisitados, sempre envolvidos com reuniões, atividades sociais, congressos pelo mundo.
Quase nunca estagiam em casa, onde mais parecem visitantes que entram e saem a horas certas.
Dessa forma, dificilmente conseguiam estar junto aos dois filhos, no decorrer dos dias.
A adolescente se ressentia dessas ausências, enquanto o pequeno parecia administrar um pouco melhor a carência.
A babá e a doméstica eram as pessoas mais próximas a eles.
Foi quando se anunciou o inesperado.
Um vírus se espalhou pelo mundo e a pandemia se instalou.
Por questões de colaboração, quanto de preservação da própria vida, a quarentena se impôs.
Os auxiliares domésticos entraram em férias, considerando que também deveriam permanecer em isolamento social.
Pai e mãe ficaram em casa. Foram canceladas reuniões presenciais, viagens para congressos internacionais, as ausências diárias.
A rotina da casa foi totalmente alterada.
Foi quando as surpresas começaram a aparecer, com as sequentes admirações mútuas.
Mãe, você sabe cozinhar. Acho que nunca comi uma comida tão gostosa.
Olha só o papai varrendo o quintal. Pensei que ele nem soubesse segurar uma vassoura.
Filha, conseguiu colocar a roupa na máquina sozinha?
Filhote, que linda ficou a prateleira dos calçados!
Mais encantado ficava o pequeno quando a mãe se punha a passar roupas. Aquilo era mesmo algo bem diferente.
E vieram os filmes com pipoca, os doces e bolos que preparavam juntos.
Também o estudo das matérias escolares acompanhados pelos pais.
As revelações de amor e carinho ficaram intensas e significativas:
Pai, sempre amei você, mas agora aprendi a admirar você.
Não sabia que você pudesse ser tão legal em casa e nas brincadeiras.
Mãe, agora vi que você também faz o que fazem as mães dos meus amigos.
Sempre tive orgulho da executiva que você é. Agora descobri que você é uma mãe muito especial.
As surpresas se desdobraram, no transcorrer dos dias e das semanas. Pais e filhos se descobriram como criaturas que tinham muito a ser apreciado e valorizado.
A família é um ninho de amor, de reconstruções impensáveis.
Ao conceber a família, Deus nos presenteou com um espaço de construção pessoal, que tem a função de enriquecer a sociedade à qual pertencemos.
Quando o carinho, o amor, a amizade, o respeito aos direitos e limites acontece dentro do lar, esses valores automaticamente passam a integrar a sociedade.
Por isso, é sempre útil cultivarmos esses momentos de crescimento entre nossos amores mais próximos, pois o que nesse ninho construímos será para sempre vivenciado.
Construções de amor espalharão amor.
Construções de solidariedade espalharão solidariedade.
Construções de respeito, amizade e lealdade darão seus frutos no momento certo.
E, se ao convívio, aos processos educativos, associarmos as bênçãos do Evangelho, o lar se transformará em luz, traçando roteiro seguro para todos!
Redação do Momento Espírita. Em 27.6.2020
Famílias felizes
Elas existem. Não são exceção. Ao contrário, mais e mais proliferam nesta Terra bendita de todos nós.
São famílias de pessoas felizes que fazem a outros felizes. As pessoas que as compõem se reencontram na Terra, pelos laços do afeto e do bem querer.
Amam-se: pais, irmãos. E os que vêm de fora, para alargar esse Universo familiar, genros, noras, são da mesma nobre estirpe.
Não são pessoas incólumes ao sofrimento. Não. Pelo contrário, nelas registramos pesadas cargas expiatórias.
Em algumas dessas famílias, é um filho que nasce como esperança de muitas alegrias para logo mais demonstrar a enfermidade de que é portador, envolvendo todo o conjunto familiar em redobradas preocupações.
Em outras, é o filho que nasce portador de alguma deficiência, necessitando de especiais cuidados. E todos se reúnem para isso lhe proporcionar.
Famílias assim superam tragédias que as atingem, em forma de morte súbita de um ente querido, ou reveses de qualquer outra ordem.
Sustentam-se mutuamente pela força do amor e transmitem energias uns aos outros pela proposta de afetividade que registram.
Nessas famílias cultua-se a ciência ou a religiosidade ou a arte ou tudo como um conjunto.
São famílias nas quais os membros tendem para as carreiras de um mesmo ramo ou ramos diferentes, mas em que todos estudam e alcançam títulos universitários, de graduação, demonstrando seu grande potencial intelectivo.
Elas se envolvem com a arte e cada membro apresenta uma qualidade específica na execução de instrumentos musicais, no canto, na composição, na arte dramática.
Por vezes, parecem compor uma fenomenal orquestra, pois que cada um tem uma especial habilidade.
E, quando à ciência, ou à arte, reúnem a religiosidade, transformam as comunidades onde se demoram. Atuam em benefício da dor que se espalha, erguendo instituições de amparo aos sofredores.
Esmeram-se na ilustração das mentes alheias, erigindo escolas, oferecendo-se em voluntariado.
O dinheiro que circula em suas mãos, simplesmente circula, direcionado para o bem geral. E parece que quanto mais oferecem, tanto mais lhes chega às mãos.
Famílias felizes. Vivem a alegria do reencontro dos amores de muitas vidas.
Vivem a união de ideais e de beleza. Chegam a causar, por vezes, uma certa inveja por neles se descobrir tantas bênçãos, tantas alegrias.
Contudo, quem preste atenção, verificará que, em meio às marcas abençoadas dos sorrisos, as faces também registram a chibata da dor, em vincos dolorosos.
São felizes por terem aprendido que na Terra tudo é transitório e que cada minuto deve ser vivido em plenitude.
São felizes, acima de tudo, por terem descoberto que a Divindade que lhes permitiu o renascer, abençoados pelos amores próximos e pelas venturas da beleza, de talentos variados e de bens da Terra, lhes exige apenas que façam felizes a outros que cruzam seus caminhos.
Famílias felizes. Famílias que amam e estendem seu amor para além das fronteiras do próprio lar, da própria cidade.
Desde cedo, aprenderam que todos, afinal, somos cidadãos do mundo e herdeiros do Universo.
Por isso, não retêm riquezas em seus cofres. Somente multiplicam pérolas de luz em seus corações.
Redação do Momento Espírita. Disponível no Cd Momento Espírita, v. 30, ed. FEP. Em 6.9.2016.
Um Lindo Dia cheio de Luz!
Recorda-se das vezes que os amigos benfeitores espirituais te ajudaram e muito. Sejas grato pela força e coragem de permanecer com saúde, sabedoria e proteção.
Estás mergulhado no oceano do amor incondicional paternal.
Não és órfão de Pai e segue adiante sem pestelejar Ele te abençoa e te ampara nas horas mais difíceis.
Sejamos fiéis aos princípios da boa moralidade e dos bons costumes e certos de que a proteção divina sempre nos alcançará na hora certa.
Que a paz dos bons mensageiros do Cristo se derrame sobre nós, e que por onde andarmos a luz do eterno Deus nos guie e guarde em harmonia e serenidade.
Vera Jacubowski
O CANSAÇO
Quando te sintas sitiado pelo desfalecimento de forças ou o cansaço se te insinue em forma de desânimo, para um pouco e refaze-te.
O cansaço é mau conselheiro.
Produz irritação ou indiferença, tomando as energias e exaurindo-as.
Renova a paisagem mental, buscando motivação que te predisponha ao prosseguimento da tarefa.
Por um momento, repousa, a fim de conseguires o vigor e o entusiasmo para a continuidade da ação.
Noutra circunstância, muda de atividade, evitando a monotonia que intoxica os centros da atenção e entorpece as forças.
Não te concedas o luxo do repouso exagerado, evitando tombar na negligência do dever. Com método e ritmo, conseguirás o equilíbrio psicológico de que necessitas, para não te renderes à exaustão. * Jesus informou com muita propriedade, numa lição insuperável, que “o Pai até hoje trabalha e eu também trabalho”, sem cansaço nem enfado.
A mente renovada pela prece e o corpo estimulado pela consciência do dever não desfalecem sob os fardos, às vezes, quase inevitáveis do cansaço.
Age sempre com alegria e produze sem a perturbação que o cansaço proporciona.
Joanna de Ângelis Livro: Episódios Diários Médium: Divaldo Pereira Franco
BUSCA INCESSANTE
Uma das formas de ser feliz é buscar a Verdade sempre, não estacionando no já conseguido, e seguindo além.
Não tenhas, porém, a pretensão de obrigar os outros a aceitarem o que hajas conquistado.
As criaturas estacionam e progridem em faixas de valores diferentes, não podendo ser padronizadas mediante a mesma escala.
Além disso, a Verdade absoluta não será conseguida pelo homem finito.
Assim, ela se apresenta com matizes variados que atendem aos diversos graus da evolução humana, sem imposições constrangedoras.
Conquista sem humilhar; submete sem ferir; domina, libertando.
Quem a encontra, modifica-se inteiramente, alterando, para melhor, o padrão do comportamento.
Livre, com ela faz-se mais sábio e paciente, apaziguado e feliz. Como não gostas que te cerceiem a faculdade de pensar e eleger o que te parece melhor, não te imponhas nem as tuas aquisições intelecto-morais a ninguém. * Através do exemplo leciona a verdade, nunca revidando mal por mal, desculpando a ignorância e olvidando toda ofensa.
Com uma visão mais clara e perfeita da vida, entendes melhor os homens e suas debilidades, sendo paciente com eles e conquistando-os para o clima de bem-estar que desfrutas.
O sábio não é aquele que conhece, mas quem aplica o conhecimento na vivência diária.
A verdade é manifestação de Deus, que a pouco e pouco o homem penetra.
Por isso, ensinou Jesus que todos buscássemos a verdade, pois que ela, expressando o amor em plenitude, liberta e torna feliz o ser.
Joanna de Ângelis Livro: Episódios Diários Médium: Divaldo Pereira Franco
PRESENÇA DO AMOR
O amor – alma da vida – é o hálito divino a espraiar-se em toda parte, manifestando a Paternidade de Deus.
Onde quer que se expresse, imanta quantos se lhe acercam, modificando a estrutura e a realidade para melhor.
No amor se encontram todas as motivações para o progresso, emulando ao avanço, na libertação dos atavismos que, por enquanto, predominam em a natureza humana.
Por não se identificar com o amor, na sua realização incessante, a criatura posterga a conquista dos valores que a alçam à paz e a engrandecem.
Sem o amor se entorpecem os sentimentos, e a marcha da sensação para a emoção torna-se lenta e difícil.
Em qualquer circunstância o amor é sempre o grande divisor de águas.
Vivendo-o, Jesus modificou os conceitos então vigentes, iniciando a Era do Espírito Imortal, que melhor expressa todas as conquistas do pensamento.
Se te encontras sob a alça de mira de injunções dolorosas, sofrendo incompreensões e dificuldades nos teus mais nobres ideais, não te abatas, ama.
A noite tempestuosa e sombria não impede que as estrelas brilhem acima das nuvens borrascosas.
Se o julgamento descaridoso te perturba os planos de serviço, intentando descoroçoar-te, mediante o ridículo que te imponham, mesmo assim, ama.
O sarçal, aparentemente amaldiçoado, no momento oportuno abre-se em flor.
Se defrontas a enfermidade sorrateira que intenta dominar as tuas forças, isolando-te no leito da imobilidade e reduzindo as tuas energias, renova-te na prece e ama.
O deserto de hoje foi berço generoso de vida, e pode, de um momento para outro, sob carinhoso tratamento, reverdecer-se e florir.
O amor é benção de que dispões em todos os dias da tua vida, para avançares e conquistares espaços no rumo da evolução.
Não te canses de amar, sejam quais forem as circunstâncias, por mais ásperas se te apresentem.
A Doutrina de Jesus, ora renascida no pensamento espírita, é um hino-ação de amor, assinalando a marcha do futuro através das luzes da razão unida à fé, em consórcio de legítimo amor.
JOANNA DE ÂNGELIS LIVRO: Viver e Amar MÉDIUM: DIVALDO PEREIRA FRANCO
Prece para hoje
Senhor!… Enquanto o tempo se renova Nos vastos horizontes deste dia, Aspiro a ser, onde me Colocares, A Lembrança da Paz e da Alegria. Ante A Explosão De Amor com que Envolves O Mundo
Deixa que eu Seja Um Raio de Esperança A Todo Coração desalentado Que procura Encontrar-Te e ainda não Te Alcança Que eu tenha os próprios braços No Socorro
A penúria de todos os matizes Entretanto, Senhor, Faze de mim também A Palavra De Fé Levantando na estrada Os Tristes e Infelizes.
Converte-me A Visão Em Caridade, Dá-me O Dom De Servir sem perguntar a quem,
Conserva-me na Escola Do Dever, Faze de minhas mãos Artífices Do Bem
Ampara-me, Senhor, para que me transforme, Na Seara Da Vida e Seja Com Quem For, Num singelo canteiro de Trabalho A Bendizer-Te A luz e A Florir-se De Amor!…
Maria Dolores/Francisco Cândido Xavier
82. Sobrevivência
Reunião pública de 11/11/1960 Questão nº 4
A todos os que, nas linhas do Cristianismo contemporâneo, hostilizem a ideia da sobrevivência, diante de mediunidades e médiuns, respondamos com o testamento do próprio Cristo. * A face desse impositivo, respiguemos, do texto da Boa-Nova, o seguinte trecho de importante carta elucidativa:
— “Notifico-vos também, Irmãos, o Evangelho que já vos tenho anunciado, que também já recebestes e no qual vos mantendes, se não guardais a crença morta.
Entreguei-vos, primeiro, a certeza que igualmente recebi, a certeza de que Jesus morreu por amor a nós todos, de que foi sepultado e de que ressuscitou, ao terceiro dia, conforme as Escrituras.
Logo após, foi visto por Cefas, pelos doze companheiros que lhe eram familiares e, em seguida, por mais de quinhentos irmãos, dos quais a maior parte ainda permanece, junto de nós, neste mundo.
Depois disso, foi visto por Tiago e, outra vez, pelos amigos mais íntimos e, ultimamente, apareceu também a mim, num fenômeno inesperado.
Isso aconteceu, embora seja, de minha parte, o menor dos apóstolos, não me reconhecendo digno desse nome, mas, pela bênção de Deus, sou o que sou, cabendo-me trabalhar intensivamente para que essa bênção do Senhor para comigo não seja frustrada.
Desse modo, seja por mim ou pelos outros, assim é a verdade que ensinamos e haveis crido.
Ora, se se prega que o Cristo ressuscitou dos mortos, por que motivo há, entre vós, quem diga que os mortos não ressuscitam?
Se não há ressurreição dos mortos, Cristo igualmente não ressuscitou, e, se o Cristo não ressuscitou, vã é a nossa pregação e vã é a vossa fé.” * Semelhantes considerações parecem nascidas do punho de valoroso comentarista espírita da atualidade; entretanto, foram escritas há quase dois milênios, por Paulo de Tarso, e constam nos versículos 1 a 14, do capítulo 15, da primeira mensagem do grande amigo da gentilidade aos coríntios, aqui transcritas por nós, na linguagem de nossos dias.
É fácil observar, assim, que todos os cristãos, dessa ou daquela escola de fé, que procurem desacreditar mediunidades e médiuns, mais não fazem que tentar destruir as bases espirituais em que se levantam, golpeando e defraudando a si mesmos.
Emmanuel/Francisco Cândido Xavier do livro Seara dos Médiuns
ALEGRIA
Alegria é cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que aspiras, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse renovar-se, diariamente, em festa de amor e luz.
Meimei
Fidelidade
Sem dúvida, não nos pede o Senhor votos reluzentes na boca, nem promessas brilhantes.
Jesus não necessita nem mesmo das nossas afirmações labiais de fé, nem tampouco de manifestações adorativas.
Conta, sim, com a nossa fidelidade, sejam quais forem as circunstâncias.
Se o dia resplende o céu azul, tenhamos a coragem de romper com todas as sugestões de conforto próprio, avançando à frente…
Se a tempestade relampeia no teto do mundo, cultivemos bastante abnegação para sofrer o granizo e o vento, demandando o horizonte que nos cabe atingir.
De todos os lados, invariavelmente, chegarão apelos que nos convidam à deserção. Elogios e injúrias, pedrada e incenso aparecerão, decerto, como procurando entorpecer-nos a consciência, entanto a cavaleiro de uns e outros, é imperioso recordar o Divino Mestre, na pessoa do próximo, e buscá-lo sem pausa, através do bem incessante.
Somos poucos; no entanto, com Ele no coração, teremos o suficiente para executar as obrigações com que fomos honrados.
Saibamos conservar a fidelidade, como quem alça ininterruptamente a luz nas trevas, pois que, em muitos lances da vida, precisamos muito mais de lealdade no Espírito que de pão para o corpo.
Para que semelhante vitória nos coroe o caminho, tanta vez solitário e espinhoso, o segredo é suportar, e o lema é servir.
Batuíra
Livro: Paz e Renovação/Espíritos Diversos Psicografia Chico Xavier. Editora CEC.
Fazendo as malas
Quando uma longa viagem surge na vida de alguém, várias são as providências a tomar.
O indivíduo começa um planejamento de longo prazo, com calma e tranquilidade, para tudo poder executar a tempo.
Aos poucos vai se inteirando das informações do país em que irá morar.
Busca conhecer seus aspectos culturais, o clima, a alimentação, os hábitos locais.
E, antes de partir, aos poucos vai se desfazendo das coisas de menor importância, doando alguns pertences, passando a frente outros objetos, descartando as coisas inúteis que no tempo foi guardando.
Pondera o que efetivamente lhe é de grande valia para poder carregar consigo. Repensa em como irá conduzir a vida, a partir de uma nova morada. E aquilata as novas experiências que lhe serão possibilitadas com a viagem.
Como sabe que os anos no exílio lhe serão longos, despede-se dos amigos, não desesperadamente, mas com lágrimas de até breve.
Dá à família as instruções necessárias para sua ausência, para que tudo corra de maneira adequada e para que sua falta não lhes seja um grande fardo.
E assim se vai preparando, para que o dia da viagem não lhe chegue de forma súbita e inesperada, encontrando-o com a mala por fazer e com os preparativos ainda por se concluírem.
* * *
Assim se dá com nosso regresso ao mundo espiritual. É a viagem inevitável que todos faremos de retorno à nossa pátria, deixando a Terra que nos é escola bendita e redentora.
Como a viagem está marcada para todos e apenas desconhecemos a data da partida, que possamos aos poucos avaliar como estamos, caso logo mais sejamos convidados a voltar para casa.
Será que nos despediremos de nossos entes queridos com a tranquilidade de quem sabe que irá reencontrá-los um dia?
Será que já nos desfizemos do peso desnecessário e improdutivo que carregamos em nosso coração? Afinal, ele será a única mala que carregaremos.
Será que já nos desapegamos das coisas daqui, que hoje, por mais importantes que sejam, logo mais não terão serventia, quando partirmos?
Não poucos a morte do corpo físico arrebata de maneira despreparada e surpreendente.
Vivem como se a vida física fosse a de eternidade, sem refletir em momento algum sobre a fragilidade da existência humana, esquecendo-se que imortal é a alma, porém jamais o corpo.
Desta forma, útil será que todos possamos, vez ou outra, refletir sobre a vida e seus valores.
Saber que ela vai muito além dos limites do corpo físico faz com que cada um de nós, aos poucos, vá arrumando as malas para a inexorável viagem de volta a casa.
Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 11, ed. FEP. Em 29.6.2024
Não se opor ao erro é aprová-lo. Não defender a verdade é negá-la.
Thomas de Aquino
Não te queixes de Deus porque dificuldades te povoam a vida. Certamente Deus conhece todos os programas de ação que te estruturam a existência.
O parente difícil, a casa em provas, as tarefas árduas, a conquista de simpatia, o relacionamento espinhoso… Tudo isso poderia Deus suprimir num momento.
Entretanto, sem os familiares incompreensivos, não conhecerias o amor; fora dos obstáculos domésticos, não adquiririas responsabilidade; fugindo aos encargos de sacrifício, não terias experiência; longe da procura de apoio, não praticarias fraternidade e desertando das lutas de equipe, acabarias desconhecendo o valor da cooperação.
Convence-te de que Deus pode sanar-nos qualquer preocupação, mas deixa-nos a cada um a bênção do trabalho, de modo a que consigamos sair da ingenuidade e da inércia, para sermos, um dia, colaboradores conscientes da Divina Sabedoria que sustenta a Criação.
Extraído do Livro Amizade, psicografado por Francisco Cândido Xavier ditado pelo espírito de Meimei.
A MÁGOA
À semelhança de ácido que corrói a superfície na qual se encontra, a mágoa desgasta, a pouco e pouco, as peças delicadas das engrenagens orgânicas do homem, destrambelhando-lhe os equipamentos muito delicados da organização psíquica.
A mágoa é conselheira impiedosa e artesã de males cujos efeitos são imprevisíveis.
Penetra no âmago do ser e envenena-o, impedindo-lhe o recebimento dos socorros do otimismo, da esperança e da boa vontade em relação aos fatores que o maceram.
Instalando-se, arma a sua vítima de impiedade e rancor, levando-a a atitudes desesperadas, desde que lhe satisfaça a programação vil.
Exala amargura e desconforto, expulsando as pessoas que intentam contribuir para a mudança de estado, graças às altas cargas vibratórias negativas, que exteriorizam mau humor e azedume. * Quem acumula mágoas, coleciona lixo mental.
Reage às tentativas de alojamento da mágoa nos teus sentimentos. Não estás no mundo por acaso; antes, com finalidades adredemente estabelecidas que deves atender.
Acompanha a marcha do Sol, e enriquece-te de luz, não mergulhando na sombra dos ressentimentos destrutivos.
Sorri ante o infortúnio, agradecendo a oportunidade de superá-lo através dos valores éticos e educativos que já possuis, poupando-te à consumpção de que é portadora a mágoa.
Joanna de Ângelis Livro: Episódios Diários Médium: Divaldo Pereira Franco
TUA FÉ
“Irradia a claridade da tua fé através do teu sorriso, das tuas palavras, da tua atitude perante a vida. O mundo necessita de luz para superar as sombras dominantes.
Distende a tua presença confiante e rica de luminosidade, auxiliando os tímidos e os desanimados, os que caíram e os revoltados.
A luz atrai sempre, enriquecendo de beleza.
Não deixes que se apague essa estrela, porque haja fatores dissolventes e agressões em volta.
Deixa-a brilhar, apontando rumos ditosos para os que anelam por uma oportunidade de realização.”
Joanna de Ângelis Livro: Vida Feliz Médium: Divaldo Pereira Franco
Favor do coração
Era uma sexta-feira. Cidade do interior. Uma reunião importante levara aquela advogada e sua assessora até ali. As duas tinham passagem marcada para o voo das 19h:30m, em outra cidade.
Seriam duas horas na estrada até chegar ao aeroporto. A reunião tardou além do previsto e ambas tomaram um táxi, pedindo pressa.
O taxista se dispôs a driblar o tráfego intenso da rodovia, enveredando por um atalho em estrada não asfaltada. Dizia conhecer bem o caminho, que lhes abreviaria a chegada ao destino.
Não demorou muito para as jovens perceberem que aquela ideia não fora nada boa.
A estrada era ruim e foi ficando pior. O carro começou a arrastar-se lentamente, e, por fim, o motor deu seu último suspiro. Ninguém nas redondezas que pudesse auxiliar.
E a chuva começou a cair. Pouco depois, uma caminhonete dos correios passou e, ao aceno de Lídia, a assessora, parou.
No entanto, o servidor público escusou-se dizendo que não poderia levá-las em seu veículo. Era contra o regulamento da empresa.
O desespero foi chegando devagarinho. Perderiam o voo, com certeza.
Nisso, surgiu a salvação. Um pequeno caminhão carregado de sacos de milho até o teto e no banco traseiro da cabine.
Antes que elas acabassem de explicar todo seu drama, o motorista foi dizendo:
Bom, se as senhoras não se importarem, não tem problema…
Ambas jogaram suas malas por cima do milho e se acomodaram no banco dianteiro.
Livres da chuva, logo verificaram que aquele transporte também não desenvolvia boa velocidade. E os ponteiros do relógio avançavam sempre mais rápidos.
Para tornar a situação ainda mais tensa, o motorista, em certo momento, fez um comentário: As senhoras não deveriam andar por esta estrada. Este é o caminho do tráfico.
Por fim, estressadas, roupas e cabelos molhados, chegaram ao aeroporto, em cima da hora do embarque.
A advogada trazia em mãos uma sacola de uvas, que lhe havia sido presenteada por um dos colegas. Desejando agradecer àquela alma generosa que desviara sua rota para as deixar no aeroporto, ela lhe ofereceu as uvas. Também uma nota de cinquenta reais.
O homem simples avaliou a situação e respondeu: Dona, as uvas eu aceito. Mas, o dinheiro, não. Eu fiz esse favor com o coração.
E, tornando a ligar o motor do seu pequeno caminhão, se foi, abrindo caminho entre carros particulares, táxis e ônibus que deixavam passageiros naquele terminal.
* * *
Pessoas corretas, desejosas de auxiliar o próximo existem muitas.
Por vezes, ante tantos noticiários tristes de assaltos, corrupção, desonestidade, esquecemos que homens e mulheres de boa índole somam-se às centenas neste imenso mundo de Deus.
Encontram-se em toda parte, à espreita de uma oportunidade de servir.
Sequer declinam seus nomes. Simplesmente auxiliam. E, depois, com a mesma simplicidade, retomam seu caminho e suas vidas, que, a muitos, podem parecer pequenas.
Almas simples, almas boas. Quantos de nós já fomos auxiliados, em algum momento, por uma dessas, em nossa jornada?
Filhos de Deus, servidores do bem. Pessoas que prestam favores com o coração. Exemplos de que nós também, onde nos encontremos, podemos agir de igual forma.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base no artigo O coração entre o milho e as uvas, da Revista da Ordem, de 30.3.2015, ed. Ordem dos Advogados do Paraná. Em 24.6.2015.
Não Tanto…
Indubitavelmente, o Espiritismo é doutrina de libertação e de paz; no entanto, não nos podemos escorar nisso para justificar a rebeldia e a irresponsabilidade onde estejam.
A propósito de semelhante afirmativa, alinharemos algumas legendas, junto das quais, em nome do Espiritismo, muitos enganos se cometem, quando não sejam lastimáveis abusos:
Terra – Referimo-nos, vezes e vezes, ao planeta por estância de provas: todavia, não tanto que não lhe reconheçamos a função de escola bendita em que nos preparamos para as Esferas Superiores.
Corpo – Figuramos habitualmente o corpo material como sendo armadura de carne, encarcerando a alma: contudo, não tanto que não lhe observemos a condição de instrumento precioso, no aperfeiçoamento do Espírito.
Família– Mencionamos, em muitas circunstâncias, a consanguinidade, no Plano físico, por sistema de ligações regenerativas ou expiatórias, mas não tanto que não saibamos agradecer as bênçãos do amor e os tesouros do lar, na luz da reencarnação.
Sexo – Compreendemos que a individualidade humana é livre para presidir as suas próprias manifestações de afetividade: todavia, não tanto que se prevaleça disso para escarnecer os sentimentos alheios e retalhar corações, depois de escravizá-los à confiança.
Dinheiro – Quase sempre nos reportamos à fortuna terrestre como sendo um perigo moral para os que a desfrutam, porém, não tanto que não vejamos nela poderosa alavanca do progresso e do bem.
Título – Interpretamos, de modo geral, as titulações terrenas por acesso arriscado à influência e ao poder, mas não tanto que não as aceitamos por mandatos da Vida Maior, oferecendo aos seus portadores valioso ensejo de construir novas estradas de educação e aprimoramento, concórdia e apoio fraterno, em benefício da Humanidade.
Convenções – Costumamos categorizar os preconceitos do mundo social por amarras de sombra, obstando os mais altos voos de nossos mais altos ideais: todavia não tanto que não lhes admitamos o papel de diques compreensíveis contra o extravasamento das paixões animalizadas que caracterizam a maioria de nós outros, os Espíritos em aprendizado e evolução, nos diversos Planos da Terra.
Independência – Entendemos a liberdade por direito natural da criatura consciente de viver a sua própria vida mas não tanto que se apoie nisso para tumultuar ou prejudicar a vida dos outros.
Doutrina Espírita é Jesus que retorna ao caminho dos homens, e, diante de Jesus, direito sem dever e emancipação sem responsabilidade são vias descendentes para o mergulho nas trevas.
Emmanuel
Livro: Passos da Vida/Autores Diversos Psicografia Chico Xavier – Capítulo 19.
Um fato – duas atitudes
Não é estranho constatar que um mesmo fato, vivenciado por pessoas diferentes, em cada uma gere sentimentos e atitudes totalmente contrários?
Que a mesma lição possa ser aprendida por uma e desprezada por outra?
Um desses exemplos colhemos no Evangelho de Lucas. Ele se refere ao banquete, em Magdala, para o qual foram convidados Jesus e dois dos Seus Apóstolos.
Simão era um fariseu, que adorava ostentar suas riquezas e sua posição social. Os banquetes que oferecia, em sua casa, eram comentados por semanas.
Ele convidou Jesus, para se exibir entre os seus amigos. Também O desejava examinar com a malícia, disfarçada de gentileza.
Quase ao final do banquete, uma mulher invadiu a sala. Como conseguira penetrar na luxuosa vivenda, sem que ninguém a detivesse?
A resposta está exatamente em se saber quem era ela. Miriam, de Migdol ou de Magdala. Ou simplesmente, Madalena.
Uma mulher que vendia prazeres. Era buscada por aqueles que possuíssem muitas posses.
E o próprio anfitrião era um deles. Por isso, não a mandou expulsar. Temia que ela o apontasse perante todos.
As noites com ela eram disputadas, entre aqueles que mais moedas, ou pedras preciosas pudessem oferecer.
Ela ouvira o Messias, uma vez, em Cafarnaum. Amara-O, desde o primeiro momento. Aquele era o verdadeiro amor que ela buscava, há muito tempo.
O amor que enchia a sua alma. Por isso, dirigiu-se a Ele, e, com suas lágrimas, regou Seus pés. Depois, os enxugou com seus longos cabelos negros e, por fim, os ungiu com o precioso perfume de lótus, que trouxera.
O dono da casa ficou indignado. Se o Seu convidado fosse realmente um profeta saberia que aquela mulher era uma impura e jamais se deixaria tocar por ela.
Jesus aproveitou o momento para narrar a parábola dos dois devedores, indagando a Simão qual dos dois deveria amar mais ao senhor que lhes perdoara a dívida: aquele que lhe devia cinquenta ou aquele que lhe devia quinhentos denários?
Suponho, respondeu o anfitrião, que aquele a quem mais perdoou.
O Mestre aproveita para ensinar: Simão, entrei em tua casa e não me deste o beijo. Porém, esta mulher não cessa de beijar-me os pés.
Não me ungiste a cabeça com óleo mas ela ungiu os meus pés com perfume. Por isso, perdoados lhe são os seus pecados, porque muito amou.
Aquele a quem pouco foi perdoado, pouco ama.
A mulher se foi, agradecida. Mudou totalmente sua vida, a partir de então.
Simão, no entanto, se encheu de mágoa. No seu entendimento, Jesus o humilhara, perante os amigos.
Surdo desejo de vingança tomou conta do seu coração. Quando soube da crucificação do Nazareno, mais tarde, alegrou-se.
Porém, a mágoa não o abandonou. Ele alimentou esse sentimento ruim, até o final dos seus dias.
A narrativa nos leva a cogitar como um mesmo fato pode alcançar pessoas de modo tão diverso.
Tudo depende de cada um de nós.
Se desejamos aproveitar a oportunidade, alteramos a rota equivocada. Se rejeitamos o que nos é oferecido, podemos nos infelicitar.
Cabe a cada um decidir, quando o ensino nos alcança. Decidir o que desejamos para nós.
Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com narrativa do Evangelho de Lucas, cap. 7, vers. 36 a 50. Em 1º.2.2022.
EXAME DE CONSCIÊNCIA
“Faze um exame de consciência, quando possas e quantas vezes te seja viável.
Muitas queixas e reclamações desapareceriam se o descontente analisasse melhor o próprio comportamento.
Sempre se vê o problema na outra pessoa e o erro estampado no semblante do outro.
Normalmente, quando alguém te cria dificuldades e embaraços, está reagindo contra a tua conduta, à forma como te expressaste e à maneira como agiste.
Tem a coragem de examinar-te com mais severidade, rememorando atitudes e palavras.
Ao descobrires erros, apressa-te em corrigi-los; busca aquele a quem magoaste e recompõe a situação.
Não persevere em erro, seja qual for a justificação.”
Joanna de Ângelis Livro: Vida Feliz Médium: Divaldo Pereira Franco
Ora e pede.
Em seguida, presta atenção.
Algo virá por alguém ou por intermédio de alguma coisa doando-te, na essência, as informações ou os avisos que solicites.
Chico Xavier/Emmanuel
Fases da vida
Nossa vida na Terra é a bênção maior que Deus nos permite na senda do progresso.
Quando, em espírito, somos encaminhados para nova experiência na matéria, enchemo-nos de esperanças.
Desejo de superação de nossas fraquezas, vontade de muitos aprendizados positivos, de reconciliações e de reencontros felizes.
Passamos por várias fases até chegar aos sonhados objetivos.
Cabe a cada um de nós fazer o melhor em cada fase, para colher o melhor resultado.
Enquanto no ventre materno, sonhamos vivenciar a experiência que nos aguarda.
Quando na infância, esperamos de nossos responsáveis o direcionamento positivo que melhor nos impulsione ao bem.
E para lhes facilitar a tarefa contamos com toda a ingenuidade e doçura que Deus nos permite, conquistando-lhes os corações amorosos.
Chega a adolescência, o período dos conflitos existenciais, quando as forças genésicas fazem acordar em nós o homem velho, adormecido temporariamente.
São antigas forças, sentimentos diferentes, vícios e virtudes, que nos turbilhonam internamente.
É a fase que nos faz andar fora do ritmo compassado, nos levando muitas vezes a tombos doloridos.
Porém, devagar e sistematicamente, vamos acertando o passo na cadência da nova empreitada.
Para isso, o aprendizado adquirido na infância, os exemplos observados, as atitudes reformuladas nos mostram uma opção nova a seguir.
Começamos a amadurecer, a ter que escolher um rumo para seguir.
Há os que optam por formar um lar, ter companhia certa para a realização do sonho familiar.
Outros buscam servir aos demais com generosidade, e partilham seu tempo e seus bens.
Existem os que preferem, egoisticamente, viver para gozar a vida, sem abraçar compromissos com ninguém.
Cada qual faz a sua escolha e realiza seu sonho de vida, de acordo com os princípios abraçados.
Deus nos concedeu o livre-arbítrio e, ao optarmos por uma forma de vida, escolhemos também os efeitos dessa escolha.
Chega a maturidade e vemos, pelo caminho, pessoas afortunadas, felizes e cheias de amores a lhes oferecer carinhos.
Essas respiram felicidade por terem conseguido bem cumprir seus objetivos, trazendo a consciência tranquila.
Outros, exibindo a cabeleira de neve, sorriem satisfeitos por terem espalhado ao seu redor a solidariedade e o amor desinteressado.
Encontramos também, os amargurados, os acabrunhados, por não terem saído do seu egoísmo profundo, permanecendo no fosso da solidão.
Essa fase da vida nos mostra o balanço intransferível, quando pesamos o que demos, o que negamos, e o que lucramos.
Alguns poderemos padecer a senilidade. E teremos amores a nos amparar. Ou contaremos com alheio auxílio, por misericórdia de Deus.
Talvez tenhamos que suplicar ajuda, para chegar ao fim da viagem.
Etapas da vida, bênçãos do céu para serem bem utilizadas em nosso próprio benefício.
Redação do Momento Espírita. Em 6.2.2016
Ora sempre
Quando estiveres a ponto de desistir de uma ação edificante, ora e continua até o fim.
Quando te encontrares no momento de cometer um erro, ora e desiste com tranquilidade.
Quando perceberes que as forças não te auxiliarão no trabalho do bem, ora e reanima-te, chegando ao termo planejado.
Quando fores aliciado para uma situação vexatória, ora e retoma o teu equilíbrio.
Quando te sentires abandonado pela pessoa em quem confias ou a quem amas, ora e tem paciência, permanecendo no teu posto.
Quando, desarvorado, desejes tombar, sem mais estímulo, ora e te serão concedidas as resistências para o triunfo.
Não deixes nunca de orar.
Joanna de Ângelis Divaldo Franco Obra: Vida feliz
CAMINHO
Todos nós estamos caminhando para a luz. Cada dia um passo. O tamanho do passo depende de cada um de nós. Da nossa vontade de construir o Reino de Deus dentro de nós.
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