Viver não é dizer aos outros que somos felizes

VIVER NÃO É DIZER AOS OUTROS

viver não é dizer aos outros que somos felizes

VIVER NÃO É DIZER
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VIVER É DIZER AOS OUTROS

Viver não é dizer aos outros que somos felizes.
 
A vida é um constante aprendizado. 
E felicidade mesmo é aprender as lições,  
que a vida nos dá todos os dias.
 
Vera Jacubowski
caminhando

aprendizado

Espiritismo valorosa semente

1. “Se me amais, guardai meus mandamentos. E rogarei a meu Pai e ele vos dará outro Consolador, a fim deque fique eternamente convosco: o Espírito da Verdade que  o mundo não pode receber, porque não o vê e absolutamente não o conhece. Mas, quanto a vós,conhecê-lo-eis, porque ficará convosco e estará em vós” (João, 14:15 a 17)
2. Da mesma maneira que disse o Cristo: “Eu não venho destruir a lei, mas dar-lhe cumprimento”.Também diz o Espiritismo: “Eu não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe cumprimento”.(Allan Kardec -O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I, nº 7
3. “Um semeador saiu a semear.E semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho.Os pássaros vieram e a comeram.Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda
4. Logo, porém, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de raízes.Outras sementes caíram entre os espinhos; os espinhos cresceram e as sufocaram.
5. Outras, enfim, caíram em terra boa; deram frutos, cempor um, sessenta por um, trinta por um.Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.(Mt 13; Mc 4; Lc 8).
6. Quem é o semeador?
7. O que é a semente?Os solos são diferentes.
8. Tipos de solo colocados por Jesus na parábola.
9. É um solo muito pisado, duro, pouco permeável à penetração das sementes.Ouvem, mas as idéias sublimes ficam por fora de sua mente, não lhes penetram na alma.
10. E o que acontece, então? As aves comem
11. Pelas próprias tendências inferiores ou insuflados por maus Espíritos, outros pensamentos surgem na mente da pessoa e a ocupam, apagando nela a ideia sublime que ali não chegou a penetrar.
12. Neste solo havia terra entre as pedras, mas era muito pouca; sem poder aprofundar raízes, a semente nasceu logo.
13. Jesus diz que são os que acolhem a palavra com alegria, mostram muito entusiasmo ao receber a mensagem.Mas é um interesse superficial, tanto assim que logo que o sol nasceu, queimou-se (= sobre vindo uma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo encontra uma ocasião de queda).
14. Se acontece qualquer dificuldade (dores,enfermidades, problemas financeiros etc.), ouse tiver de enfrentar qualquer prejuízo em seus interesses ou sofrer hostilidades, a pessoa logo desanima do bem, deserta do serviço,renega a mensagem.
15. Neste solo há terra em condições de fazer a semente germinar, pois ali até já nasceu alguma coisa, a plantado espinheiro.
16. Mas os espinhos (= cuidados do mundo,sedução das riquezas), ou seja, os interesses e atividades inferiores também cresceram e as sufocaram (=tornam-na infrutuosa), ocupam-na de tal modo que ela nada produz de bom,conforme o que já sabe e entende das coisas espirituais.
17. É o que ouve e compreende, o adepto sincero,que reconhece a grandeza dos ensinamentos espirituais.
18. Os frutos variaram de 100 a 60 e a 30 por um: a produção não é igual, porque cada ensinamento aprendido poderá ser empregado para produzir muitos atos bons ( trabalho e caridade) e cada um produzirá quanto puder e quiser.
19. Em O Livro dos Médiuns, Kardec propõe uma nomenclatura para cada tipo de adepto, a saber: Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26 a ed., FEB, 1ª parte, cap. III, item 28
20. Espíritas experimentadores Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26a ed., FEB, 1ª parte, cap. III, item 28
21. Espíritas imperfeitos: Os que, além dos fatos, compreendem as consequências morais,mas não as colocam em prática, que não abrem mão de ser como são. Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26 a ed., FEB, 1ª parte, cap. III, item 28
22. Os verdadeiros espíritas ou espíritas cristãosKardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26a ed., FEB, 1ª parte, cap. III, item 28
23. Espíritas exaltados: Os demasiadamente confiantes em tudo o que se refere ao mundo invisível, aceitando sem verificação ou reflexão todos os conteúdos que lhes chegam ás mãos. Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26a ed., FEB, 1ª parte, cap. III, item 28
24. O que caracteriza os verdadeiros espiritas ou espiritas-cristãos? “O Evangelho Segundo o Espiritismo” Capítulo XVII, item 4 – FEB
25. “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações”.(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XVII, nº 4. Os bons Espíritas)
26. esquecer a reforma íntima, afastar-se da caridade, negar-se ao estudo,Xavier, Francisco C. Opinião Espírita, pelo Esp. André Luiz , Cap. 19
27. abdicar do raciocínio, deixando-se manobrar por movimentos ou criaturas que tentam sutilmente ensombrar a área do conhecimento espírita com preconceitos e ilusões.Xavier, Francisco C. Opinião Espírita, pelo Esp. André Luiz , Cap. 19
28. O verdadeiro espírita ou o espírita cristão é aquele que adquiriu a “maturidade do senso moral” segundo o Codificador Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, 86a ed. FEB, cap. XVII, nº 4
29. A Parábola dos Talentos (Mateus, cap. 25, vv. 14 a 30) Slide org. por Sérgio Biagi Gregório
30. O Espírito Irmão X, no livro Estante da Vida, por F. C. Xavier Slide org. por Sérgio Biagi Gregório
31. Temos recebido, à luz do Espiritismo, as sementes de Jesus, a palavra do reino, os ensinos espirituais.Conforme o que produzir em vida com o que recebeu de ensinamentos, cada qual revelará que tipo de solo é a sua alma.

  1. 32. Iniciação ao espiritismo – Terezinha Oliveira – Capítulo 35Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns. 26a ed., FEB, 1ª parte,cap. III, item 28Xavier, Francisco C. Opinião Espírita, pelo Esp. André Luiz ,Cap. 19Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, 86a ed.FEB, cap. XVII, nº 4 , 5 e Cap. I, nº 7

pensamentos

aprender

Um importante aprendizado

A Terra é um imenso planeta, lar de bilhões de seres que aqui têm a oportunidade de viver e aprender, em uma maravilhosa escola.
Este planeta que nos abriga é regido por Jesus, a quem nada passa despercebido, da mesma forma que nenhum som passa sem ser notado pelo maestro de uma orquestra, não importando o número de instrumentos que a compõe.
Tudo o que nos ocorre é do conhecimento de nosso querido Guia e Mestre, que já nos avisava que suave é Seu jugo e leve o Seu fardo, mostrando que ninguém terá uma carga de aprendizado acima das suas possibilidades.
Porém, em meio a acontecimentos que nos causam preocupação, não raramente nos deixamos conduzir por sentimentos de medo e de abandono.
Sendo a Terra uma escola, não é local apenas de folguedos e risos, mas também de tarefas e de aprendizados. Esses, muitas vezes, se fazem através de grandes dificuldades.
As epidemias fazem parte da história da humanidade e, em séculos passados, dizimavam número expressivo da população da Terra.
A medicina, então ainda em sua infância, não possuía meios de combater rapidamente doenças que, por vezes, permaneciam por séculos sem esperança de cura.
A higiene era precária e favorecia a disseminação dos micro-organismos que encontravam solo fértil no organismo de muitos, associada à miséria e à fome.
Mas, Jesus estava atento e não deixou de nos enviar grandes pesquisadores como Louis Pasteur que, em meados do século XIX expõe a tese de que os micróbios causavam as infecções.
A partir de tal descoberta, os hábitos de higiene foram lentamente incorporados ao cotidiano, em uma verdadeira revolução para a época.
Mais tarde, em meio à dor e à destruição da Segunda Guerra Mundial, a descoberta da penicilina, por Alexander Fleming traz à Humanidade, finalmente, uma possibilidade real de cura para muitas doenças infecciosas.
Sempre atento às necessidades da Humanidade, nosso Mestre permitiu, através de tantas inteligências diferenciadas, o desenvolvimento surpreendente da ciência e, com ela, da medicina, principalmente no século XX.
As enfermidades não desapareceram, mas já podem ser curadas. Epidemias continuam a surgir, mas com a mesma rapidez com que aparecem, a Ciência desvenda uma maneira de controlá-las através de vacinas ou de medicamentos.
De maneira alguma estamos sozinhos no combate às doenças. Temos sempre conosco o amparo do Alto.
* * *
Pensemos que tais situações não ocorrem por acaso e que nos trazem muitos ensinamentos.
Nessas situações a Ciência progride, a solidariedade entre as pessoas é maior, os profissionais de saúde têm a oportunidade de reaprender a dar atenção e acolhimento a seus pacientes diante do sofrimento.
Perante tais perigos relembramos dos cuidados básicos de higiene, bem como da alimentação adequada e saudável para ajudar nosso corpo em sua defesa. É uma busca do equilíbrio frente aos exageros tão comuns atualmente.
Valorizamos a permanência em nossas casas junto à família, ao invés das aglomerações em locais onde os vícios facilmente atraem os jovens, ou onde o consumismo desequilibra a vida financeira.
E aprendemos a orar, pois a mente em oração fortalece o corpo físico e o protege, fazendo-o vibrar em uma frequência mais elevada.
Aproveitemos, pois, estes momentos delicados para nosso próprio aprendizado e, ao invés de medo e preocupação, tenhamos a certeza de que estamos sempre amparados.
Redação do Momento Espírita.
Em 26.08.2009.

conquistas

Os Amados

 
“Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores.” – Paulo. (HEBREUS, capítulo 6, versículo 9.)

Comenta-se com amargura o progresso aparente dos ímpios.
Admira-se o crente da boa posição dos homens que desconhecem o escrúpulo, muita vez altamente colocados na esfera financeira.
Muitos perguntam: “Onde está o Senhor que lhes não viu os processos escusos?”
A interrogação, no entanto, evidencia mais ignorância que sensatez. Onde a finalidade do tesouro amoedado do homem perverso? Ainda que experimentasse na Terra inalterável saúde de cem anos, seria compelido a abandonar o patrimônio para recomeçar o aprendizado.
A eternidade confere reduzida importância aos bens exteriores. Aqueles que exclusivamente acumulam vantagens transitórias, fora de sua alma, plena mente esquecidos da esfera interior, são dignos de piedade. Deixarão tudo, quase sempre, ao sabor da irresponsabilidade.
Isso não acontece, porém, com os donos da riqueza espiritual. Constituindo os amados de Deus, sentem-se identificados com o Pai, em qualquer parte a que sejam conduzidos. Na dificuldade e na tormenta guardam a alegria da herança divina que se lhes entesoura no coração.
Do ímpio, é razoável esperarmos a indiferença, a ambição, a avareza, a preocupação de amontoar irrefletidamente; do ignorante, é natural recebermos perguntas loucas. Entretanto, o apóstolo da gentilidade exclama com razão: “Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores.”
XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, Verdade e Vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28.ed. Brasília: FEB, 2009. Capítulo 59.

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