RELACIONAMENTOS COMPLICADOS – VISÃO ESPÍRITA

luzluz

  Amar os Inimigos

Se Jesus nos recomendou amar nossos inimigos…
Vamos amá-los como irmãos em caminhada conosco,
necessitados do nosso amor e do nosso perdão.

vera jacubowski assina

francisco de assis 2

RELACIONAMENTOS

Estimados amigos da jornada espírita na vida da Terra, amigos do ideal espírita, este assunto um dos mais complexos do atual momento, RELACIONAMENTO, me fez ler durante uma semana, baseado em casos reais que tenho conhecimento venho vos falar a luz da verdade, e da razão ESPÍRITA.
Tenho visto relacionamentos que nascem como filhos de um adultério, a esposa cansada de uma vida sem felicidade na visão dela, se cansa da falta de atenção dos filhos que cresceram, e do marido que segundo ela nunca a amou, mas geralmente só descobrem isto 20 anos depois.
Com o advento da internet, e das relações fáceis e descomplicadas por MSN, Facebook, Badoo, e outros, acabam se levando pelas lindas palavras de alguém geralmente solitário ou em busca de uma aventura.
Raramente na internet se acha alguém a fim de uma relação séria, até porque com tantas mulheres solteiras no mundo, o fato de alguém homem, aceitar uma mulher casada nos mostra dois diagnósticos, o primeiro de fato de amor, o segundo apenas de sexo com maior facilidade.
Enquanto o processo fica somente a parte sexual, onde a mulher habilidosamente cria em sua mente um triangulo amoroso, o marido que a negligenciou, e o novo homem, geralmente um fazedor de sonhos dentro dos reclamos da jovem senhora sem felicidade.
No meio deste vendaval, aparecem filhos, as vezes de ambos os lados, uns que aceitam a relação no afã de ver a mãe feliz, outros que aceitam para ver o pai amante finalmente achar a mulher certa, mas dentro disto toda uma questão espiritual.
Se a mulher tiver na relação nova em busca de confortos financeiros, quando o amante falhar se tornará pior que o marido, e nisto haverá uma cisão, e energias, e de espiritualidade.
Afinal uma relação nascido do ato errado do adultério muito dificilmente dará certo.
Todo processo leva ao divórcio, o marido então na maioria das vezes alcoólatra, ou sexolatra ou mesmo pedófilo na visão da esposa traidora, se perde em suas culpas.
O amante vive então quando se torna marido, o personagem daquela música famosa de Luis Ayrão, se ela fez com ele vai fazer comigo.
No centro desta jornada de amor, e sexo, filhos do silêncio, de casas desmontadas por casais que não pensaram na base em como resolver toda a problemática.
Na real cisão do amante com a esposa, num processo natural, ela causadora de tudo, se faz vitima, e com os filhos atuando de advogado, retorna ao lar do esposo, que pelas culpas de outrora, a aceita, haverá felicidade neste lar?
Muito dificilmente.
O processo de perdão, tem que ser forte e grande, mas as ações de ódio, do amante abandonado, se tornam uma disputa entre o marido que vence o amante, mas não percebem que todos são derrotados.
Pois este processo todo usemos como exemplo aqui 5 filhos, deixará marcas profundas nestes que nada tinham com o fato em si.
Porém não se pode negar que ESPIRITUALMENTE, ente confronto de duas ou as vezes três famílias, é cármico, e vem de outra encarnação, tal é o envolvimento de todos no processo.
Vemos casos de obsessão em vida, porque o amante inconformado acaba obsedando a esposa amante, o marido dela, os filhos, e a si próprio, a energia espiritual de tudo isto é terrível.
Em outros casos vemos jovens alucinados, que realizam gritos, brigas, traições, sexolatria, e acabam rompendo de forma difícil, agressões verbais, morais, sociais, que para serem reparadas demoram anos as vezes.
Vejo hoje casais que ontem falavam de amor falando em suicídio, em matar o ser amado, que agora é odiado e situações de crises morais, sociais, e de caráter.

No Livro do Espíritos, ALLAN KARDEC, na questão 943 pergunta aos imortais:

De onde vem o desgosto pela vida que se apodera de alguns indivíduos sem motivos plausíveis?

E os Espíritos, respondem: ” Efeito da ociosidade, da falta de fé, e geralmente da saciedade. Para aqueles que exercem as suas faculdades com um fim útil e segundo as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente; suportam as suas vicissitudes com tanto mais paciência e resignação quanto mais agem tendo em vista a felicidade mais sólida e mais durável que os espera.”
Atormentados pelo final do relacionamento seguem agredindo o ser que de “meu amor” virou meu agressor, em alguns casos inimigos cru[eis, pois todo aquele que numa discussão quer ter a última palavra acaba cometendo erros de posicionamento e de caráter.
Vivemos este momento, jovens se matando, e matando em nome do amor, suicídios como vimos a pouco tempo por desilusões amorosas, de um senhor num motel famoso de Piracicaba, ele tinha cerca de 46 anos, portanto um homem formado, se suicidou.
Maridos que se envolveram em pedofilia com os próprios filhos sendo agora elementos que tentam apagar na reconstrução da vida com os filhos que se tornam tiranos, e com a esposa adultera que retorna para compor, dramas que levam a depressão, a síndrome do panico.
Nos levam a verdadeiros confrontos, de OBSESSÃO, POSSESSÃO, em caso de morte, um virará obsessor espiritual do outro, em caso de sorte, alguns irão poder reencarnar para reparar o erro cometido, afinal se o amante errou, alguém contou histórias para ele, alguém prometeu coisas e depois não pode cumprir.
Nisto companheiros de casas espíritas são procurados para dar atendimento fraterno, orientação, lutando com os companheiros espíritos para que o pior não ocorra.

Na questão 944, Kardec, no Livro dos Espíritos, pergunta aos imortais, O Homem ou a mulher tem direito de dispor da sua própria vida?

E os espíritos respondem: “Não; somente Deus tem esse direito. O suicídio voluntário é uma transgressão dessa lei”
E vemos casais prometendo assassinatos, suicídios, onde antes víamos sexo, amor, promessas sonhos, que um ou outro por motivos vários acabaram levando a entrada na relação do tumulto mental, e com ele dos agressores espirituais.
Um leitora deste BLOG, minha amiga, me envia um e-mail dizendo que se não fosse pelo filho, teria ficado com o amante, ora, na verdade isto é desculpe disse eu a ela, se o novo amor, era a salvação, representava o de melhor filho nenhum tem direito de mudar nada.
Se ela deixou seu amado e vive em calvário, numa casamento fraudado, em nome do que nunca conseguiu enfrentar, ficará doente, perdida, abalada emocionalmente, além e marcada pela sociedade.
Sobre este tema que tem causado tantos transtornos vou agora transcrever um texto de Suely Shulbert, e de seu famoso livro TRANSTORNOS MENTAIS, em suas páginas 82 e 83.

Decepção Amorosa

Um outro aspecto que observamos é que grande número de pacientes depressivos não consegue aceitar ou administrar certas perdas que a vida lhes impôs. Isto passa pela “perda” de entes queridos e pelos revezes amorosos.
Falemos um pouco sobre as decepções na área afetiva.
Hoje em dia é muito comum que as pessoas, ao romperem um relacionamento afetivo, especialmente guiando o parceiro provoca o rompimento, aquele que foi abandonado ou traído não consegue suportar a desvinculação, caindo em ações de desequilíbrio e depois de depressão.
Quando uma pessoa cultiva uma fixação mental e emocional em alguém que passa a ser responsável pela sua felicidade ou desgraça, isso pode vir a desaguar num autêntico processo OBSESSIVO de encarnado para encarnado, podendo culminar, em casos extremos, em crime passional ou suicídio.
Por aí se vê o grande erro em colocar-se a própria felicidade numa pessoa, Se esta, em cujas mãos depositamos o nosso destino e que, segundo pensamos, tem a incumbência ou obrigação de nos fazer feliz, tiver outra preferência, mudar de ideia, gostar de outro, o mundo virá abaixo.
O Desespero toma conta da criatura como se não houvesse mais nenhuma perspectiva de voltar a ser feliz. Muitos, nesta situação, dizem não suportar a vida sem a tal pessoa, que tudo acabou, que ela a completava e, por isso só há uma saída: a morte, para ficar livre do sofrimento, do vazio que a sua perda significa.
Prossegue Suely Shulbert pedindo a leitura da obra Obsessão e Desobesessão de Divaldo Pereira Franco, e prossegue na página 83, de Transtornos mentais falando:
Quem se mata por amor não pensou direito. Deixo de ressaltar aqui as gravíssimas implicações e consequências do suicídio explicadas e demonstradas pelo ESPIRITISMO, para analisar o assunto sob outro angulo. Queremos falar não apenas do ponto de vista feminino, pois não são unicamente as mulheres que põem termo à vida ao se sentirem abandonadas por alguém, mas também do ponto de vista masculino, pois os homens se matam ou matal em razão de uma decepção amorosa.
Vejamos a situação. Uma pessoa ama alguém que resolve partir, arranjou um novo amor, mudou de ideia, deu fim ao relacionamento. Pega o que lhe pertence, faz as malas e se vai. Não Chora, não está desesperado, talvez até aliviado ou contente. Quem fica se desespera, às vezes se rebaixa de todas as formas possíveis para forçar a retomada do relacionamento. Julga que a vida acabou, por isto chora desesperadamente, entra em depressão.
Devagar, a ideia de pôr fim à própria vida começa a crescer em seu íntimo. Alguns chegam a consumar o ato.
Nosso parecer sobre esse dramático momento tem outro enfoque. Se não, vejamos: a pessoa pensa em se matar, julga que irá provocar o arrependimento ou, na melhor das hipóteses, que irá provocar o arrependimento ou, na melhor das hipóteses, que irá provocar um sentimento de culpa naquele que desgraçou sua vida. Ledo engano!
Em pouco tempo será esquecido! Essa é a dura realidade, mas é o que acontece, Assim é preciso pensar se o chamado traidor vale o sacrifício ou a vingança que esteja sendo premeditada.
O suicídio não é a saída e sim um terrível agravamento do caso em relação à própria pessoa. Quem prejudicou continua vivo e aproveitando a vida. Viva e deixe viver, é o melhor caminho.
Suely Shulbert recomenda o livro Memórias de um Suicida, de Ivvone Pereira.
Prosseguimento deste texto pode ser lido na obra que indicamos aos senhores que lêem este BLOG.
Trouxe amadas e amados, uma parte deste livro que acho fantástico pela segunda vez neste BLOG, temos que enfrentar as relações que eram lindas e maravilhosas e trouxeram dor, deixar ir, pois isto pode virar como disse Suely, OBSESSÃO DE ENCARNADO PARA ENCARNADO, e no futuro um virar OBSESSOR DO OUTRO.
Se existisse amor, ninguém abandona, vemos mulheres ficando com bandidos, viciados, loucos, perturbados sexolatras, e nada muda.
Tecnicamente existe amor, com o tempo perdão, se não existe as mulheres largam e os homens também.
Se vingar de alguém que é incapaz de dizer eu te amo, de amar, de perdoar, entrando em sites de relacionamento é se auto destruir, pensem bem nisto.
Um longo trabalho na casa espírita, para se verem livre do tipo de espíritos que foram atraídos para estas relações polemicas.
Não existe como o passado voltar, é necessário seguir, deixar ir, sim eu sei que existem casos, que a família impõe o fim da relação da mulher com o amante, mas se ela amou mesmo, e voltou por pressões familiares, religiosas, e financeiras, um dia ela largará tudo de novo, para ficar ao lado do ser amado, então é perder tempo e saúde e aprendizado espirita com isto.
Deixe ir pois com o tempo as respostas surgem, e se o amor foi aquele para sempre até na vida além da vida, acreditem ele irá vencer.
Tratemos de nossa vida, de nossa mente, de nosso espírito, libertemos o ser amado, para que ele viva suas novas experiências, e um dia se houver o reencontro, ambos com base na realidade, no amor, e no perdão avaliar se existe chance de uma nova história de amor.
Sem suícidios, sem assassinatos, sem dores, que depois para consertar fica impossível, devemos pois pensar no que estamos fazendo para nós e para quem de fato amamos, ou pensamos amar.
Recomendo a terapia do espelho do DIVALDO FRANCO, é fantástica, logo, se PERDOEM, não existe relações erradas de um lado só, os dois lados erram, mais ou menos.
O importante é seguir a vida, guardar o aprendizado, afinal esta pessoa estará ao seu lado no plano espiritual, ou voltará um dia em sua vida, então em equilíbrio, em fé, resolverem que farão, ou se deixarão para uma próxima encarnação.

David Guilherme Campos Chinaglia, Radialista, 54,
Espírita, pesquisador e divulgador do Espiritismo de
Allan Kardec.
maldade e vingança

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