TRATAMENTO ESPIRITUAL DURANTE O SONO

sono e tratamento

Tratamento Espiritual durante o Sono

Muitas vezes somos operados espiritualmente durante o sono sem saber. Muitas das nossas doenças podem ser curadas durante o sono com a ajuda de bons espíritos quando a cura é importante.
Pelo sono e desligado a consciência da vigília ou consciente físico, assim há uma facilidade maior de se trabalhar o nível do corpo astral e os demais níveis de consciência para que desdobrados, os espíritos trabalhem essas situações e liberem através do magnetismo algumas memórias ou mesmo sanar as mazelas do corpo.
As criaturas que normalmente adormecem profundamente nessa espécie de tratamento, teriam dificuldade maior de expandir a consciência (entrar em estado alterado) para verificação de seu passado, caso não estivessem em processo de sono.
Produzido o sono, a expansão e o trabalho em nível interno ficam facilitados e a criatura terá condições de entrar em contato com as situações de passado, não trazendo nada para a memória consciente. Mas haverá da mesma forma, a libertação do problema e resolução da dificuldade.
O ser humano manifesta-se em múltiplas dimensões de vida e suas dificuldades procedem ou tem sua raiz encravada nessas mesmas dimensões, que por enquanto são invisíveis. Insuspeitadas ou não admitidas para uma gama grande de pesquisadores das ciências humanas.

memórias

Pelo Sono o Espírito se Desdobra.

O tema “Visitas espíritas entre pessoas vivas” é uma seqüência do estudo sobre “O sono e os sonhos”, encartado no capítulo VIII, do Livro Segundo de O Livro dos Espíritos, sob o título “Emancipação da Alma”.
Pelo sono o Espírito se desdobra. Já os sonhos constituem as lembranças mais ou menos nítidas de fatos ocorridos durante o sono, período em que o Espírito, freqüentemente, entra em contato com outros seres.
Os princípios analisados sob o título “O sono e os sonhos” se aplicam ao presente estudo, com a diferença de que, neste, o intercâmbio se dá entre os chamados “vivos”, isto é, entre encarnados.
Existe outra variedade do fenômeno, menos freqüente, em que o Espírito encarnado, durante o próprio sono, visita outro encarnado acordado, podendo o visitante ser ou não visto pelo visitado.
No caso de o visitante tornar-se visível ao visitado, o fenômeno é designado como “bilocação” ou “bicorporeidade”, espécie do gêner“ubiquidade”, que é a faculdade de estar presente em todos os lugares ao mesmo tempo, na acepção do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.
Sendo o Espírito uma unidade indivisível, a ele é impossível estar em dois ou mais lugares simultaneamente, contudo, esta indivisibilidade não o impede de irradiar seus pensamentos para diversos lados e poder assim manifestar-se em muitos pontos, sem se haver fracionado, como acontece com a luz, que esparrama seus raios à sua volta. Entretanto, nem todos os Espíritos irradiam com a mesma potência. A capacidade de irradiação está diretamente ligada ao desenvolvimento de cada um.
Uma pessoa, encontrando-se adormecida, ou num estado de êxtase leve ou profundo, pode, em Espírito, semidesligado do corpo, aparecer, falar e mesmo tornar-se tangível a outras pessoas. E, de fato, poder-se-á comprovar que estava em dois lugares ao mesmo tempo. Só que em um lugar estava o corpo físico, noutro o Espírito revestido pelo seu perispírito, momentaneamente visível e tangível.
A bicorporeidade, embora seja um acontecimento importante, tem sido ignorada por muitos, como se fosse, sempre, produto da imaginação, impressão que é reforçada pelo fato de que, na maioria das vezes, pouca ou nenhuma lembrança guardamos do que se passa durante o desdobramento, como elucida Gabriel Delanne.
Isso demonstra o quanto desconhecemos a própria natureza espiritual e os nossos potenciais.
Segundo o Espírito André Luiz, em obra psicografada pelos médiuns Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, ainda temos muita dificuldade para compreender os mecanismos das alterações da cor, densidade, forma, locomoção e ubiquidade do corpo espiritual (perispírito), por não dispormos, na Terra, de mais avançadas noções acerca da mecânica do pensamento.
Kardec explica como se dá a bicorporeidade, concluindo que, por mais extraordinário seja tal evento, como todos os outros, se enquadra na “ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito[…]”. Indicamos para consulta o terceiro volume da Revista Espírita – Jornal de Estudos Psicológicos –, março de 1860, editada pela FEB, no qual desponta uma experiência realizada por Kardec, promovida com um encarnado (Dr. Vignal), membro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, que foi invocado durante o sono, de cujo exemplar colhemos interessantes observações comparativas entre as sensações de um “vivo” e de um “morto”, sobre as suas faculdades de ver, ouvir e perceber as coisas, entre outras informações importantes.
Excetuando-se a bicorporeidade, assim como a visita entre encarnados e desencarnados, o encontro de pessoas encarnadas durante o sono é também um fato bem corriqueiro, do qual nem sempre nos damos conta, como vimos, devido à amnésia após o despertamento do sono.
Gustave Geley (1865-1924), cientista renomado, ex-diretor do Instituto Metapsíquico de Paris, médico em Nanci, com base em suas incansáveis pesquisas, assim conceituou morte e vida, fenômenos intrinsecamente ligados ao tema ora em estudo:
“A desencarnação é um processo de síntese, síntese orgânica e síntese psíquica. A encarnação é um processo de análise. É a subdivisão da consciência em faculdades diversas, e do sentido único em sentidos múltiplos, para facilitar seu exercício e conduzir seu desenvolvimento.”
As circunstâncias que levam os Espíritos a se buscarem durante o sono é algo semelhante ao que se dá na Terra, quando temos vontade de visitar nossos familiares, parentes e amigos, com a diferença de que, nos encontros espirituais, estamos despojados da máscara do corpo de carne e, de certa forma, despojados dos papéis provisoriamente executados na vida de relação social.
No estado do sono, o Espírito fica preso ao corpo por uma espécie de fio condutor ou filamento, designado por Kardec como “rastro luminoso” ou “laço fluídico”, por meio do qual passam as impressões e as vontades da alma até o cérebro do encarnado.
O mesmo processo se dá nas outras formas de desdobramento, conscientes ou não, como no caso, por exemplo, dos fenômenos mediúnicos, em que o médium empresta seu organismo físico para as entidades se comunicarem por meio da fala (psicofonia) ou pela escrita (psicografia). Portanto, os Espíritos que não apresentam esse laço ou cordão fluídico estão desencarnados.
Há vários relatos na literatura espírita sobre a visita entre pessoas vivas, durante o sono ou desdobramento, como, por exemplo, nos episódios narrados por Kardec em O Livro dos Médiuns, em especial os casos de Santo Afonso de Liguori e Santo Antônio de Pádua.
Estes dois últimos foram retirados, como diz Kardec, não das lendas populares, mas da história eclesiástica:
Santo Afonso de Liguori foi canonizado antes do tempo prescrito, por se haver mostrado simultaneamente em dois sítios diversos, o que passou por milagre.
Santo Antônio de Pádua estava pregando na Itália […] quando seu pai, em Lisboa, ia ser supliciado, sob a acusação de haver cometido um assassínio. No momento da execução, Santo Antônio aparece e demonstra a inocência do acusado. Comprovou-se que, naquele instante, Santo Antônio pregava na Itália, na cidade de Pádua.
No homem, a vida se apresenta como se fosse uma moeda de duas faces: a do corpo e a da alma, duas fases de uma só existência. Na primeira, o Espírito está constrangido pelo esquecimento em virtude dos laços carnais, sendo que a influência da matéria é tão grande que, muitas vezes, nem se dá conta de que é um Espírito imortal.
Na segunda, vendo-se livre dos laços físicos, as faculdades do Espírito ampliam-se e, conforme o caso, ele pode ajuizar um pouco melhor da sua situação de ser imortal, circunstância que influi grandemente nas suas decisões, durante a vigília.
Como a primazia é da alma, por preexistir e sobreviver ao corpo, o Espírito, durante a encarnação, sente-se um “prisioneiro” ou “exilado” no organismo físico, razão pela qual aproveita todas as brechas ou os momentos de desprendimento para se retemperar no mundo espiritual, onde se encontra com os seus semelhantes, para os quais é atraído por afinidades e por interesses acalentados no íntimo, de acordo com o seu estágio evolutivo.
Aquele que se deu conta desta realidade, antes de se entregar ao repouso noturno, procure fazer uma prece, de modo a ter um repouso tranqüilo, oportunidade em que poderá, nesses instantes de liberdade, haurir forças e consolo para continuar lutando pelo próprio progresso, “e, ao despertar, sentir–se-á mais forte contra o mal, mais corajoso diante da adversidade”.
Christiano Torchi
Fonte: Revista Reformador – setembro/2008

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Cura Espiritual – Como Funciona e Como Receber

Vivemos um momento em que o ser humano, por conta do seu estilo de vida, afastou-se profundamente da sua própria essência. Em resumo isso que dizer que não se prestigia mais a vida simples, não no sentido dos bens materiais e conquistas, mas no sentido do contato com as coisas mais simples da vida, como andar descalço na grama, ver o por do sol, tomar banho de rio, etc.
Toda essa falta de contato com a natureza e com as pequenas e simples coisas da vida, tem nos custado caro.

POR QUE FICAMOS DOENTES?

Estamos fabricando doenças!
A alimentação muito carregada de gorduras e substâncias sintéticas, pouca qualidade de sono, excesso de agito e ar poluído, são alguns dos exemplo que mais oferecem condições para as doenças proliferarem-se e por isso, é sensato dizer que estamos fabricando novas doenças diariamente.

A CURA ESPIRITUAL PEDE PASSAGEM

Nos dias atuais, é comum, mesmo um médico cético e cartesiano em sua visão pautada pelo materialismo da medicina ocidental, aconselhar seus pacientes com frases do tipo:
“O que a medicina podia fazer ela já fez! Acho melhor você buscar algum tipo de tratamento alternativo e buscar força na sua fé!”
Na minha visão, esse tipo de conselho não é errado, tampouco mostra a fragilidade da medicina ocidental, contudo, enfatiza que toda cura só é completa se abranger todos os principais aspectos da vida humana: físico, emocional, mental e espiritual. Por isso, é sempre sensato, que quando a doença surgir, que você ou a pessoa que precisa de cura, busque tratar esses quatro aspectos.

SÓ A CURA ESPIRITUAL É SUFICIENTE?

Como eu já disse, o segredo da cura integral é também um tratamento integral, o que significa que o doente deve também mudar suas atitudes, pensamentos e sentimentos.

CURA ESPIRITUAL E SUAS FORMAS

Você pode conseguir cura espiritual indo em uma igreja, templo, centro espírita, centro holístico, centro de ioga, centro de meditação, centro de umbanda e até no seu lar.
O conceito genuíno da cura espiritual considera que o tratamento acontece por ação de forças e energias não físicas. Essas energias contudo, podem ser de ordem natural, provinda de elementos da natureza, como também de espíritos guias, protetores e curadores. A chave deste tipo de cura é a construção da comunhão perfeita entre o enfermo e as forças sutis e espirituais. Normalmente são as preces, os rituais, as intenções corretas, a purificação dos pensamentos, dos sentimentos e das emoções, o caminho mais certo para essa comunhão acontecer.

CIRURGIA ESPIRITUAL

Principalmente a doutrina espírita adotou este termo que ficou mundialmente conhecido. Neste tipo de cura espiritual genericamente acontece a intermediação de trabalhadores treinados na mediunidade, que empregam a sua intenção e energia para que possam servir de canais para os médicos espirituais atuarem na cirurgia. Existem também as cirurgias espirituais feitas a distância em que o enfermo não precisa deslocar-se ao local onde os médiuns estejam. Também existe o tipo de cirurgia espiritual em que o espírito projetado, pela fenômeno da projeção astral, recebe o tratamento enquanto o corpo do enfermo dorme no mundo terreno. Este terceiro tipo é muito comum e muitas pessoas já relataram sonhar receber tratamentos médicos, o que é um grande indício desse acontecimento, haja vista que nos dias posteriores, profundas melhoras nas enfermidades forma notadas. Veja abaixo uma técnica para receber esse tipo de tratamento.

MEDIUNIDADE DE CURA

A mediunidade de cura está associada a práticas e técnicas em que pessoas consideradas médiuns, atuam como intermediadoras entre energias espirituais sutis e curativas, que são aplicadas em pessoas enfermas ou mesmo, em qualquer tipo de pessoa que queira simplesmente aumentar sua imunidade ou melhorar como um todo.
Esse tipo de prática é conhecida também como uma forma de terapia que oferece ao tratado, fluidos vitais que atuam de forma benéfica em todos os aspectos: físicos, emocionais, mentais e espirituais.
Você poderá encontrar esse tipo de tratamento baseado na mediunidade de cura em qualquer reunião religiosa, como também nas terapias vibracionais como Reiki, Seichim, Magnified Healing, Johrei, Passe Espírita, entre outras.

AJUDA ESPIRITUAL

Algo importante precisa ser evidenciado. A ajuda espiritual será sempre oferecida desde que a pessoa saiba convocar as condições adequadas. Muitas formas são possíveis, algumas mais simples e outras mais complexas, todas elas podem ser acionadas por qualquer tipo de pessoa, haja vista que 100% delas convocam energias naturais extrafísicas.
APRENDA A REZAR!
Aprenda a Meditar!
Aprenda a Relaxar!
Aprenda a limpar-se de pensamento, emoções e sentimentos tóxicos!
Livre-se das reclamações de coisas pequenas da vida!
Aumente a sua Gratidão por pequenas coisas da vida!
Conecte-se com os elementos da natureza!
Durma bem e eleve-se a Deus sempre!
Você terá muitas doses de cura espiritual diarimente.

TRATAMENTO ESPIRITUAL DURANTE O SONO

– É POSSÍVEL CURAR-SE ENQUANTO VOCÊ DORME

Essa prática é incrível! Posso dizer com toda segurança que você não precisa ser de nenhuma religião específica e nem precisa de conhecimentos avançados para beneficiar-se dessa oportunidade de cura espiritual.

DICAS PARA RECEBER TRATAMENTOS ESPIRITUAIS ENQUANTO VOCÊ DORME.

Ciclo de 3 Dias – Tratamento Espiritual Durante o Sono:
> Jamais durma contrariado, chateado ou alcoolizado.
> Coma algo muito leve e no máximo até 3 horas antes de dormir. Não coma carne ou gorduras pesadas.
> Prepare-se para dormir, sentando-se a beira da sua cama, fazendo uma intenção positiva de luz. Faça uma oração apenas de agradecimento. Agradeça a sua vida, a sua existência e eleve os pensamentos aos seres de luz que você acredita e confia. Depois eleve os pensamentos, pedindo em intenção mental que você receba dos seres de luz de cura espiritual, o tratamento que você precisa. Então por último diga. Solicito em nome do bem maior, tratamento para ( diga especificamente o que você precisa)
> Somente depois da fase anterior feita, deite-se na cama. Então peça ao seu anjo da guarda, amparador ou protetor espiritual lhe proteger durante o sono.
> Muito importante: Faça 20 respirações profundas. Inspire e Expire no mesmo tempo. É muito importante que você siga corretamente essa fase e que tome cuidado para que o tempo inspiração e de expiração sejam idênticos e que a respiração não seja rápida, mas longo e calma.
> Entregue-se ao sono e simplesmente relaxe.
> Faça o mesmo processo pelos dois dias seguidos.
> Você sempre deve fazer 3 dias seguidos, não interrompa.
> Depois de fazer os 3 dias, dê uma semana de intervalo, caso você queira fazer o ciclo novamente. Você pode fazer o ciclo quantas vezes quiser, desde que dê o tempo de uma semana de espera.
> No outro dia, ao acordar, é recomendável que você anote possíveis lembranças de possíveis sonhos, pois eles lhe farão muito sentidos e poderão significar muitas mensagens de orientações.
> Faça a sua parte em mudar atitudes, pensamentos e sentimentos.
Buno J. Gimenes

DESPRENDIMENTO DO SONO

O sono e os sonhos

Categorizados por Allan Kardec como fenômenos de emancipação da alma, o sono e os sonhos são indicativos de que o Espírito encarnado nunca está inativo, ainda que mantido ligado ao corpo físico pelo perispírito:
Durante o sono, apenas o corpo repousa, pois o Espírito não dorme; aproveita-se do repouso do corpo e dos momentos em que a sua presença não é necessária para atuar isoladamente e ir aonde quiser, no gozo então da sua liberdade e da plenitude das suas faculdades. Durante a encarnação, o Espírito jamais se acha separado completamente do corpo; qualquer que seja a distância a que se transporte, conserva-se preso sempre ao corpo físico por um laço fluídico , que serve para lembrá-lo de retornar a este, desde que a sua presença ali se torne necessária. Somente a morte rompe esse laço.1
O resultado imediato do sono é o sonho, conceituado pelos orientadores da Codificação Espírita como “(…) a lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono. Notais, porém, que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais do que vistes ou de tudo o que vistes. (…).”2
Todas as pessoas sonham, uma vez que o Espírito continua em plena atividade enquanto o corpo físico dorme. Apenas não se recordam dos acontecimentos ocorridos na outra dimensão da vida: “(…) como o corpo é matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, já que tais impressões não chegaram ao Espírito por meio dos órgãos do corpo.”3
A relativa liberdade adquirida pelo Espírito encarnado durante o sono apresenta, contudo, algumas características que merecem ser assinaladas.
– Ampliação das faculdades psíquicas: “ (…) Sabei que, quando o corpo repousa, o Espírito tem mas faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro. Adquire mais poder (…).”4
Os sonhos são efeito da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de relação. Daí uma espécie de clarividência indefinida, que se estende aos lugares mais distantes ou que jamais viu (…).5
– O sono é treino para a desencarnação: “O sono liberta a alma parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha momentaneamente no estado em que ficará de forma definitiva depois da morte. (…).”6
– O sono viabiliza o encontro com entes queridos e com os bons Espíritos
Por efeito do sono, os Espíritos estão sempre em relação com o mundos dos Espíritos (…) O sono é a porta que Deus lhes abriu para entrarem em contato com seus amigos do Céu; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.7
– O sono possibilita oportunidades de progresso espiritual: “(…) quando dormem, vão para junto dos seres que lhes são superiores; viajam, conversam, conversam e se instruem com eles. Trabalham mesmo em obras que encontram prontas ao morrerem. (…).”8

DESPREENDIMENTO DO SONO

– Pelo sono os Espíritos imperfeitos buscam os seus afins,

a eles se integrando…

[Os Espíritos](…) vão, enquanto dormem, ou a mundos inferiores à Terra, onde os chamam velhas afeições, ou em busca de prazeres talvez ainda mais baixos do que os que têm aqui; vão beber doutrinas ainda mais vir, mais ignóbeis, mais nocivas do que as que professam entre vós. E o que gera a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de sentir-se o homem, ao despertar, ligado pelo coração àqueles com quem acaba de passar oito ou nove horas de felicidade ou de prazer. O que também explica essas antipatias invencíveis é o fato de sentirmos intimamente que essas pessoas têm uma consciência diversa da nossa, porque as conhecemos sem nunca as termos visto com os olhos. É também o que explica a indiferença de muitos homens, que não procuram conquistar novos amigos, por saberem que há outros que os amam e os querem. Numa palavra: o sono influi mais do que pensais na vossa vida.9
À medida que a pessoa desenvolve a capacidade de lembrar-se dos sonhos — há orientações médicas e psicológicas a respeito —, os sonhos se tornam mais nítidos. Surgem, então, com frequência cada vez maior, os chamados sonhos espíritas, assim denominados pela lucidez e coerência das lembranças. Esta situação é de grande valia para o encarnado, auxiliando-o em seu progresso espiritual.
Os avisos por meio dos sonhos desempenham grande papel nos livros sagrados de todas as religiões. (…) É com frequência a ocasião que os Espíritos protetores aproveitam para se manifestar a seus protegidos e lhes dar conselhos mais diretos. São numerosos os exemplos autênticos de avisos por sonhos; porém, não se deve concluir daí que todos os sonhos são avisos, nem, ainda menos, que tudo o que vê em sonho tem uma significação qualquer. Deve-se incluir a arte de interpretar os sonhos no rol das crenças supersticiosas e absurdas.10
Referência Bibliográfica
KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cão. IV, it. 24, pág. 74/75.
_____. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 4ª ed. 1ª imp. Questão 401, pág. 209. Brasília: FEB Editora, 2013.
____. Questão 403, pág. 210.
____. Questão 402, pág. 207.
____. Pág. 209.
____. Pág. 208.
____. Pág. 209.
____. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cap. IV, it. 24, pág. 75.
____. Pág. 75/76.
10. ____. A Gênese. Os Milagres e as predições. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Cap. XV, it. 3, pág.265.

SONINHO

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