PACIÊNCIA

Paciência Cortar algumas pessoas de sua vida ?

Paciência

ser humilde

paciência

Paciência

 

“Cortar algumas pessoas de sua vida, não significa que você as odeie, significa que você se respeita.?”
…Será mesmo?
– Então vamos Refletir nestas frases seguintes:
– O Nosso INIMIGO é o nosso…”Melhor PROFESSOR”.
– Ninguém pode ser Perfeito, mas todos podemos ser “MELHORES”.
– Se não houver altos e baixos na sua Vida você morre…”
– É preciso acender uma LUZ.
– Não basta não fazer o Mal é preciso Fazer o BEM.

 

Vera Jacubowski

Paciência Cortar algumas pessoas de sua vida

M e d i u n i d a d e

 

Se não queres descaminho,
Pretextando caridade,
Inda seja baratinho
Não cobres mediunidade.

 

Formiga/Baccelli
Uberaba, 22-3-17

egoísmo

tempestades

COMPETIÇÃO E ESPIRITISMO

 

Por Francisco Cajazeiras
A sociedade em que vivemos fomenta, a cada instante e em todo lugar, a competitividade e a rivalidade  interpessoais e intergrupais com finalidades seletivas. Assim acontece na escola, no trabalho, no esporte, no lazer… e, até mesmo, na Casa Espírita – menos por orientação doutrinária e mais pela força dos hábitos e costumes arraigados em nosso íntimo e ainda hoje vigentes.
O esforço para melhor realizar e o anelo de mais produzir não são necessariamente um mal nem deveriam originar as emulações e os antagonismos. Não obstante, assim o fazem a expensas das sombras do egoísmo e do personalismo, como também da desenfreada busca pelo prazer mundano. Competir, em verdade, deve constituir-se em mecanismo favorecedor do aperfeiçoamento e do crescimento anímicos, nas fronteiras individuais e comunitárias, pela viabilização dos potenciais de conjunto, através da força do exemplo dos pioneiros e pelo encorajamento da precedência.
A Lei do Progresso age inexoravelmente, acordada à vontade divina, tornando compulsória a trajetória ascendente do Espírito.
Está no âmago de cada indivíduo a força motriz que o anima, destacando-lhe a necessidade impreterível do desenvolvimento espiritual. Cada criatura, no entanto, além da força intrínseca que a impele sempre e perenemente ao progresso, encontra nas necessidades da vida corpórea e nas realizações de seus pares o de que carece para a promoção do impulso essencial ao encontro do melhor, da perfeição, de Deus.
A incompreensão de que o mundo é escola pública a todos oferecida como dispositivo de burilamento e educação; dos princípios morais que devem nortear as relações humanas no sentido de garantir paz e equilíbrio coletivos; e de que a suplantação da marca atingida pelo vizinho deve ter gênese unicamente no estímulo às aspirações ascensionais do Espírito; essa incompreensão é que transforma as relações humanas em tumultos, as competições em guerrilhas e os companheiros de jornada terrena em adversários.
Não deve ser simplesmente a superação do feito alheio a meta de cada um, mas a própria melhoria pelo esforço nobre como prova de continuado progresso e de que ninguém é detentor da última palavra sobre o que for e em tempo algum. A tentativa de superação pode deturpar a diretriz a seguir, pela tendência egoica de se rebaixar a personalidade de outrem, desvalorizando-lhe a ação. A autopromoção deve invariavelmente traduzir-se em agradecimento pelo limite imposto e que proporciona probabilidade evolutiva.
A vitória, pois, de outrem, antes de ser encarada como desconsolo, deve, ao contrário, ser vista com júbilo, por fazer-nos entender nosso perfil de vencedor, haja vista a nossa condição de Espíritos e irmãos.
Quando o espectro sombrio da inveja obsidia nosso íntimo, isto faz de nós perdedores ou, no mínimo, inconformados com os limites momentâneos do agora.
Competir, no molde espírita, deve ser atitude destituída de ciúme e de despeito, consciente de que é sempre factível obrar o melhor e, ainda, que é somando e associando as realizações no Bem que contribuiremos com a nossa (mesmo ínfima) parcela para reformar o mundo, a Humanidade e as relações entre os seus membros.

 

(*) Artigo publicado na revista Reformador,
nº 1998, de setembro de 1995
(**) Médico, professor universitário, escritor espírita,
Pres. do Inst. de Cultura Espírita do Ceará e da Associação Médico-Espírita do Ceará.

paciência chico xavier
trabalhe

LUZ 

Buscando a luz que te apura,
Não te esqueças, alma eleita,
Quanto mais ganha em altura,
Toda estrada mais se estreita.
Formiga/Baccelli
Uberaba, 21-3-17

o efeito victor hugo
FAZER CHICO XAVIER

ESPÍRITO DE COMPETIÇÃO

 

“Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente: a preocupação com todas as igrejas. Quem enfraquece, que também eu não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu não me inflame?”
2 Coríntios, cap. 11 – vv. 28 e 29

 

Lendo e refletindo sobre as palavras de Paulo aos coríntios, não há como não se emocionar, observando o carinhoso zelo do Apóstolo para com os núcleos do Cristianismo nascente.
Solidário, ele se preocupava com os companheiros de ideal nas atividades que empreendiam em seus agrupamentos. A sua preocupação não se concentrava apenas na sua tarefa em si. Ela tinha um caráter abrangente, evidenciando o espírito de unidade pelo qual haveria de pugnar a vida inteira…
Nele, não prevalecia a tendência competitiva que, infelizmente, às vezes se percebe entre os amigos da Doutrina Espírita escravizados a uma visão particularista das realidades da vida de Além-Túmulo.
A preocupação de Paulo com as igrejas nascentes deveria, na atualidade, inspirar os espíritas sinceramente interessados na propagação do ideal que abraçaram, apoiando toda e qualquer iniciativa nobre levada a efeito por este ou por aquele grupo.
Todavia o espírito de competição que impera entre os militantes espíritas que ainda não conseguiram assimilar o verdadeiro espírito da Doutrina é tão arraigado e negativo, que muitos, inconscientemente, chegam a torcer pela ruína das tarefas que não lhes nasceram do cérebro ou nas quais não estejam diretamente envolvidos.
Esqueceram-se, se é que se lembraram um dia, do que escreveu o apóstolo da integração da Boa-Nova junto aos gentios que os próprios cristãos marginalizavam:
“Quem enfraquece, que também eu não enfraqueça?”
Quantos medianeiros disputam, não raro dentro da mesma equipe, a primazia da revelação espiritual?! E quantos outros, veladamente, tecem críticas aos companheiros que com eles ombreiam, olvidando que as trevas não precisam se preocupar em destruir aqueles que mutuamente se destroem?… Aliás, o Cristo já nos havia advertido
sobre a questão da “casa subdividida”… Impossível que ela conseguisse se manter de pé!
É necessário que entre os médiuns haja uma ética que lhes possibilite preservar intacta a imagem da Doutrina acima daquela que lhes reflete a face…
Medianeiros existem que não hesitam em comprometer o Espiritismo perante a opinião pública, desde que os seus rivais sejam enlameados. Esses equivocados confrades assemelham-se a quantos somente conseguem se promover à custa da infelicidade alheia, já que lhes falecem méritos pessoais para tanto. Apontam erros na ânsia de desviarem atenções de sobre si…
Cada núcleo espírita é uma célula importante no organismo da Doutrina e não há uma só que adoecendo não lhe comprometa o equilíbrio.
Cada cristão que negava a fé arrastava outros consigo em sua derrocada moral…
Todo médium que de uma forma ou de outra se exponha ao sarcasmo dos inimigos do ideal espírita, carece ser socorrido, amparado, fortalecido, e não vilipendiado e esquecido pelos que simplesmente proclamam, citando a lei do carma, que ele está tendo o que faz por merecer, quando, desde épocas imemoriais, está escrito:
“Misericórdia quero, e não sacrifício”…
Se a própria lei de causa e efeito é condescendente para com os seus transgressores, por que os espíritas não haveriam de ser mais fraternos com os companheiros, preocupando-se com a Doutrina como um todo e não apenas com o que acontece no quintal de suas atividades?!
Francamente, fica muito difícil entender tanto contraste entre os que trazem o Evangelho em uma mão e o azorrague na outra, repartindo pão com os famintos e palavras maledicentes com os confrades que trazem à mostra as suas feridas.
Exaustivamente, Paulo escrevia aos grupos do Cristianismo primitivo, muitos dos quais ele próprio fundara, exortando-os ao congraçamento e à união. Percorria as cidades, falando de paz e indulgência, compreensão e apoio recíproco aos adeptos da Boa-Nova que, por si sós, já tinham problemas de sobra para enfrentar com os que moviam sangrentas perseguições contra os seguidores do Caminho.
“Além das coisas exteriores — escreve Paulo —, há o que pesa sobre mim diariamente”…
Será que algum médium invés de preocupar-se com a sua mediunidade, tem se preocupado com a Doutrina em si, perguntando-se de que forma lhe ser mais útil?!…
No apostolado da mediunidade, a Doutrina está acima do médium.

ORAR CHICO XAVIER

21 – ESPÍRITO DE COMPETIÇÃO

 

“Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente: a preocupação com todas as igrejas. Quem enfraquece, que também eu não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu não me inflame?” 2 Coríntios, cap. 11 – vv. 28 e 29 Lendo e refletindo sobre as palavras de Paulo aos coríntios, não há como não se emocionar, observando o carinhoso zelo do Apóstolo para com os núcleos do Cristianismo nascente. Solidário, ele se preocupava com os companheiros de ideal nas atividades que empreendiam em seus agrupamentos.
A sua preocupação não se concentrava apenas na sua tarefa em si. Ela tinha um caráter abrangente, evidenciando o espírito de unidade pelo qual haveria de pugnar a vida inteira… Nele, não prevalecia a tendência competitiva que, infelizmente, às vezes se percebe entre os amigos da Doutrina Espírita escravizados a uma visão particularista das realidades da vida de Além-Túmulo. A preocupação de Paulo com as igrejas nascentes deveria, na atualidade, inspirar os espíritas sinceramente interessados na propagação do ideal que abraçaram, apoiando toda e qualquer iniciativa nobre levada a efeito por este ou por aquele grupo. Todavia o espírito de competição que impera entre os militantes espíritas que ainda não conseguiram assimilar o verdadeiro espírito da Doutrina é tão arraigado e negativo, que muitos, inconscientemente, chegam a torcer pela ruína das tarefas que não lhes nasceram do cérebro ou nas quais não estejam diretamente envolvidos. Esqueceram-se, se é que se lembraram um dia, do que escreveu o apóstolo da integração da Boa-Nova junto aos gentios que os próprios cristãos marginalizavam: “Quem enfraquece, que também eu não enfraqueça?”
Quantos medianeiros disputam, não raro dentro da mesma equipe, a primazia da revelação espiritual?! E quantos outros, veladamente, tecem críticas aos companheiros que com eles ombreiam, olvidando que as trevas não precisam se preocupar em destruir aqueles que mutuamente se destroem?… Aliás, o Cristo já nos havia advertido sobre a questão da “casa subdividida”… Impossível que ela conseguisse se manter de pé!
É necessário que entre os médiuns haja uma ética que lhes possibilite preservar intacta a imagem da Doutrina acima daquela que lhes reflete a face… Medianeiros existem que não hesitam em comprometer o Espiritismo perante a opinião pública, desde que os seus rivais sejam enlameados. Esses equivocados confrades assemelham-se a quantos somente conseguem se promover à custa da infelicidade alheia, já que lhes falecem méritos pessoais para tanto. Apontam erros na ânsia de desviarem atenções de sobre si… Cada núcleo espírita é uma célula importante no organismo da Doutrina e não há uma só que adoecendo não lhe comprometa o equilíbrio.
Cada cristão que negava a fé arrastava outros consigo em sua derrocada moral… Todo médium que de uma forma ou de outra se exponha ao sarcasmo dos inimigos do ideal espírita, carece ser socorrido, amparado, fortalecido, e não vilipendiado e esquecido pelos que simplesmente proclamam, citando a lei do carma, que ele está tendo o que faz por merecer, quando, desde épocas imemoriais, está escrito: “Misericórdia quero, e não sacrifício”… Se a própria lei de causa e efeito é condescendente para com os seus transgressores, por que os espíritas não haveriam de ser mais fraternos com os companheiros, preocupando-se com a Doutrina como um todo e não apenas com o que acontece no quintal de suas atividades?!
Francamente, fica muito difícil entender tanto contraste entre os que trazem o Evangelho em uma mão e o azorrague na outra, repartindo pão com os famintos e palavras maledicentes com os confrades que trazem à mostra as suas feridas. Exaustivamente, Paulo escrevia aos grupos do Cristianismo primitivo, muitos dos quais ele próprio fundara, exortando-os ao congraçamento e à união. Percorria as cidades, falando de paz e indulgência, compreensão e apoio recíproco aos adeptos da Boa-Nova que, por si sós, já tinham problemas de sobra para enfrentar com os que moviam sangrentas perseguições contra os seguidores do Caminho. “
Além das coisas exteriores — escreve Paulo —, há o que pesa sobre mim diariamente”… Será que algum médium invés de preocupar-se com a sua mediunidade, tem se preocupado com a Doutrina em si, perguntando-se de que forma lhe ser mais útil?!… No apostolado da mediunidade, a Doutrina está acima do médium que, no exercício de suas funções medianímicas, coloca Jesus além de si mesmo.

 

Fonte- Mediunidade e Apostolado / Carlos A. Baccelli -Odilon Fernandes

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