Paz de Consciência Um Caminho com Jesus

calma de Jesus

Paz de Consciência

Um caminho com Jesus

Muitas vezes passamos por situações que nos exigem tomadas de decisões que nos tiram o sono e a tranquilidade.
As dúvidas e incertezas tomam conta do coração sem saber qual rumo tomar.
A insegurança retarda a caminhada não permitindo que sigamos em frente.
Nestes momentos a melhor opção é analisar os sentimentos e pensamentos que nos tomam a alma.
Procura refletir no quanto as escolhas e decisões a tomar podem prejudicar a si mesmo e ao irmão de jornada.
Deixar que a consciência escolha qual o caminho a seguir é uma atitude sensata.
Ao se deparar com grandes decisões a tomar, primeiramente eleva o coração ao Pai da Vida clamando a presença do anjo guardião que o intuirá com pensamentos salutares de paz e serenidade para escolher pelo melhor caminho a seguir.
Busca a consciência que nunca falha e opta sempre pelas escolhas que não prejudicam ao seu próximo, mas apenas lhe direcionam para o caminho do bem.
Lembra-se sempre que é artífice do próprio destino, detentor de seu livre-arbítrio e que a ti foi dado a oportunidade de seguir em frente com decência, honestidade, prudência e amor ao próximo.
Deixa que a oração e a comunhão com a Espiritualidade Maior lhe auxilie nas escolhas da vida, para que possa conquistar a Paz interior que busca.
Persevera sempre, mesmo que as lutas do cotidiano e as dores da alma lhe anuviem a caminhada.
Lembra-se sempre que é filho de Deus, imperfeito, errante, vacilante, mas que tem o amparo da Providência Divina para vencer todas as más tendências que acumula em seu interior.
Busca Jesus, tomando-o como guia para lhe amparar na difícil caminhada, e lembra que sua fé pode mover montanhas.
Acredita em ti como filho de Deus e segue com fé e coragem nesta jornada que Deus colocou em seu caminho, por confiar e acreditar que você pode vencer.

“A paz da consciência é o maior de todos os dons.

Uma pessoa com a consciência limpa

não tem motivos para temer os espectros.”

― Lin Yutang
“A paz na consciência de que estamos sempre fazendo o nosso melhor, compensa qualquer ingratidão, ofensa e injúria das pessoas que nos querem mal…
Confie no bem e faça a sua parte, pois desta forma, terá todo o exército de Deus lutando junto com você para vencer qualquer guerra que venha em sua direção…”
Vanessa Matos

critica e respeito

Sinto PENA de quem me critica,

porque a INVEJA é sempre mais dolorosa

para quem a PRATICA.!

O Caminho da Iluminação

Rogério Coelho

“Brilhe a vossa luz”.
Jesus. (Mt., 5:16.)

“Eu sou a Luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da Vida”, afirmou1 o Meigo e Singular Zagal Celeste.
Todos os Espíritos fomos criados simples e ignorantes2, mas, sem embargo, somos lucigênitos, pois, ao criar-nos, Deus implantou a Luz Divina na intimidade de cada um de nós. A busca dessa dimensão divina é o fanal de nossa existência e, sendo Jesus a Luz do Mundo, só tendo-O como Modelo e Guia é que lograremos localizar o Reino dos Céus dentro de nós…
Uma lâmpada elétrica não ilumina apenas o interior do bulbo que a contém, mas espraia-se à sua volta. Da mesma forma, a Luz Divina, ínsita em todos nós deverá irradiar-se à nossa volta, vez que ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo da cama e sim no velador. (Mt., 5:15.)
Tal como na lâmpada elétrica cuja luz interior espraia-se para o exterior, o processo de iluminação do Espírito embora sendo interno, desdobra-se em conseqüências externas, pois interage no campo social em que vivemos.
Como encontrar e trilhar o caminho da iluminação?
Com a resposta o confrade psicólogo Adenáuer Novaes3:
“(…) O caminho da iluminação, meta inalcançável numa única existência, não implica tornar-se perfeito, mas descobrir e realizar a personalidade integral, oculta no estreito conhecimento de si mesmo. Pressupõe atravessar obstáculos, enxergar os próprios limites, agindo na Vida para transformar-se a cada momento. Nesse contexto, os problemas não são atestados de fracassos, mas oportunidades preciosas de iluminação.
Iluminar-se é tornar-se dotado de luz, que brilha em si mesmo e em sua volta, isto é, que não está escondida, e que, portanto extrapola os limites da consciência pessoal. O brilho próprio, inerente a todos, naturalmente atrai a quantos se aproximem. O brilho pessoal, sem que se deseje aparecer, atinge a quem interage com seu portador.
O processo de iluminação requer consciência de transformação, de desenvolvimento da personalidade na direção das qualidades superiores do espírito. É um processo interno com conseqüências externas.
O caminho na direção da iluminação se assemelha à jornada de um herói que anseia encontrar seu tesouro oculto em algum lugar de si mesmo. Contará com auxílios diversos, inclusive espiritual, porém terá que retornar sozinho a fim de instalar, paradoxalmente, o reino interior no mundo externo. Todos temos uma jornada em busca de si mesmo, em realizar sua própria Vida, na procura de sua singularidade. Ao cabo da jornada retornamos a um novo início e, como numa espiral, encetamos novo destino, ao encontro, desta feita, com Deus.
Para iniciar essa grande viagem interior é preciso primeiramente desfazermo-nos da ilusão de nossa própria inferioridade, pois somos filhos de Deus, e como tais, fadados à felicidade plena. Isto quer dizer que não devemos permitir a idéia de que somos insignificantes perante a Vida. Não basta descobrir-se, mas ir em busca do que se acredita que poderia ser, caso as circunstâncias fossem outras.
A caminhada do espírito na busca de si mesmo requer otimismo e confiança no sucesso, bem como ausência de receio de estar só, pois o processo sempre se dará com auxílios diversos que, muito embora presentes, nunca tomarão o lugar do indivíduo. Nessa caminhada é preciso ter coragem, disciplina e a certeza de que o processo é pessoal e intransferível. Ninguém crescerá por ninguém. Outros, durante o processo de ascensão, se apresentarão nas mesmas circunstâncias e deverão merecer nossa ajuda. Devemos ter compaixão e generosidade para com os outros.
Deve o espírito não esquecer que o conformismo, a inércia e a acomodação surgirão na caminhada, induzindo o desejo de conclusão imediata sem se chegar ao termo do processo. Muitos param no meio sem forças e motivação para irem adiante. É preciso ter determinação. O compromisso com os objetivos que se pretende atingir é fundamental. É desejável a humildade para não se considerar vitorioso antes do tempo. A felicidade de se perceber caminhando e aprendendo com a Vida, nos permite sentir amor e paixão pelo que fazemos. É desejável se sentir apaixonado pela Vida, pelas pessoas e por si mesmo.
A criatividade é outra marca durante a caminhada. Deve-se dar livre curso à inspiração como instrumento de descoberta das saídas dos conflitos inerentes ao processo.
Mesmo considerando que todo controle pode prejudicar a visão da totalidade, é desejável que não se perca a organização e a ordem durante o processo de caminhada.
A consciência não deve estar fora da jornada da alma na direção da iluminação. Deve-se crer num certo poder pessoal para transformar as coisas, pois somos frutos do desejo de Deus, portanto capazes de operar “milagres” na Vida. Essa certeza de identidade com o Criador nos confere a sabedoria para discernir entre o que nos convém ou não no processo. (Paulo. I Cor., 6:12.)
Na dimensão criativa incluímos nossa capacidade de estabelecer uma identidade pessoal naquilo que fazemos. Criar, no nível humano, significa imprimir sua forma singular de fazer e sentir as coisas da Vida. Todos podemos encontrar formas pessoais de fazer as coisas sem exagerar pelo desejo exclusivo de ser apenas diferente dos outros. Criar algo significa buscar o melhor que possa ser feito. É também saber encontrar as saídas para os complexos problemas da Vida de uma maneira própria; é usar a criatividade em todas as situações da Vida. Dentro da dimensão criativa deve-se buscar desenvolver a intuição como ferramenta poderosa, não só na solução de conflitos como também no próprio crescimento espiritual. Estar resolvido nessa dimensão é buscar cada vez mais estabelecer conexão profunda com sua essência divina interna, que, em nome de Deus, promove o encanto da Vida.
O desapego é exercício essencial na jornada de iluminação. À medida que contatamos com nossa própria criatividade e autonomia, precisamos nos desligar das exigências para com as pessoas e as situações da Vida. Os sentimentos de posse decorrentes do medo de sermos abandonados por aqueles aos quais entregamos a responsabilidade de nos fazer felizes, deturpam a natureza das relações afetivas e geram padrões escravizantes. Ao desenvolvermos o desapego, amando com liberdade, poderemos cultivar a alegria de viver em paz…
Somos todos caminhantes ao nos colocarmos em busca da realização interior, motivados pelo desejo de encontrar o significado da própria existência. Nessa estrada, inexorável e invariavelmente, nos depararemos com sombras ameaçadoras, representantes de nosso passado [desta e de outras encarnações], das quais não devemos fugir ou nos proteger, evitando-as. Elas são sinalizadoras de que é chegada a hora de questionar os valores sobre os quais alicerçamos a nossa Vida até o momento. A crise é o início da jornada, e deveremos estar dispostos a sacrificar certas características pessoais, pois daí virá a reformulação dos aspectos da personalidade que perpetuam as repetições do passado.
O caminho da iluminação é árduo e difícil para quem estabelece como paradigma de Vida a matéria e tudo que lhe diga respeito. A percepção da Vida espiritual e suas conseqüências, possibilita tornar a jornada menos penosa e sacrificial. Iluminação no caminho é consciência de eternidade e de presença divina consigo.
A jornada longa não é uma via crucis, nem tampouco um mar de rosas; é o caminho traçado por cada um, que lhe dará forma própria, de acordo com seus méritos e seu passado. (Mateus, 16:27.)
Iluminar-se é ter confiança em si mesmo, é viver sem ressentimentos, sem vínculos desnecessários, sem exigências às pessoas. É trilhar nos próprios passos a estrada que a Vida oferece, procurando enxergar os outros como companheiros de viagem. É compartilhar a própria Vida, colocando-a a serviço de Deus junto à Humanidade, em favor de si e do próximo. A Vida é um dom de Deus que merece ser dividida com as pessoas à nossa volta. O viver egoísta, isolado em si mesmo, não possibilita a iluminação.
O caminho da iluminação pessoal leva-nos a compreender as verdades possíveis, a falar pelo coração, a entender poeticamente a Vida e a agir com amorosidade. É a paz que tanto almejamos e que ainda não percebemos que se situa tão perto de nós.
A fé não deve levar-nos a pensar que já ultrapassamos as várias fases da Vida. Algumas etapas têm que ser vividas a fim de alcançarmos certos valores necessários ao espírito feliz. Para entrar no caminho da iluminação não basta a fé, é preciso o contato com a nossa natureza material, bem como viver os processos inerentes a ela. Iluminar-se é estar resolvido nas várias dimensões da Vida. É aprender a lidar com o que efetivamente não se tem, isto é, com a ausência de tudo, mesmo se tendo alguma coisa, pois nada pertence ao ser humano que não esteja nele mesmo, que não seja ele mesmo.
É preciso objetivar, isto é, ter objetivos na Vida além do desejo de solucionar os problemas comuns. Não se determinar para uma única tarefa na Vida, mas para a própria Vida como um todo. Buscar finalidades e objetivos para a Vida além de resolver conflitos, por mais graves que sejam, isso é dar um passo a mais para se viver bem e feliz.
Iniciar um processo de autoiluminação é espiritualizar o próprio olhar sobre o mundo, colocando o amor na consciência, inundando a razão do sentimento de amorosidade. Nossas idéias e raciocínios passam a ser dinamizados pelos sentimentos superiores oriundos do espírito, dotado de amor e sabedoria. Nesse momento alcançaremos a prosperidade e tranqüilidade na Vida. Ser próspero é estar resolvido nas várias dimensões, e isto ocorre quando atuamos no mundo com amor e sabedoria”.
1 – Jesus. (Jo., 8:12.)
2 – Kardec, A. “O Livro dos Espíritos” – Questões 115 e 121
3 – Novaes, Adenáuer Marcos Ferraz de “Psicologia e Evangelho”
(Jornal Mundo Espírita de Setembro de 2000)


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