Se o Momento é de Crise não te Perturbes Segue – Chico Xavier

AMOR E SABEDORIA

Segue…

“Se o momento é de crise, não te perturbes, segue…
Serve e ora, esperando que suceda o melhor.
Queixas, gritos e mágoas são golpes em ti mesmo.
Silencia e abençoa, a verdade tem voz.”  – CHICO XAVIER

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A caridade material

e a caridade moral

“Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos que nos fosse feito”. Toda a religião, toda a moral se encerram nestes dois preceitos. Se eles fossem seguidos no mundo, todos seriam perfeitos. Não haveria ódios, nem ressentimentos”. (Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XIII, item 09 – Allan Kardec.)
Incontestavelmente, a felicidade e a paz da criatura humana devem ser a meta e o objetivo de todas as nossas ações.
É imperioso que saibamos analisar o nosso comportamento, atitudes e procedimentos, na vida, para detectarmos se estamos realmente agindo de forma a priorizar os valores que promovam o bem-estar dos nossos irmãos de caminhada.
Quando a nossa participação, dentro do contexto social em que vivemos, estiver acarretando um mínimo prejuízo a alguém, nesse instante estaremos atravancando o progresso da humanidade. Agindo assim, ilusoriamente, colheremos, talvez, alguns benefícios imediatos que acreditamos ser merecedores, para no futuro, com arrependimento, repará-los sob o peso do sofrimento.
Precisamos viver pensando sim em nós, mas sem esquecer os outros, uma vez que ninguém consegue ser feliz sozinho. Sejamos, então, caridosos.
A caridade poderá ser material ou moral, ambas de suma e imprescindível importância, que devem ser praticadas exaustivamente.
A caridade material, de valor inquestionável, é mais fácil de ser praticada, pois que dificilmente alguém não disporá de algum recurso para minorar, mesmo que seja um pouco, as carências materiais de um necessitado.
Uma cesta básica de alimentos à família pobre, roupas destinadas ao desnudo, edificação de instituições de caráter filantrópico e de promoção humana para abrigo de crianças, adolescentes, jovens e idosos desamparados, preparação de enxovais para recém-nascidos carentes são algumas das formas da caridade material, de extremo valor aos que dela necessitam.
Já a caridade moral, de maior e mais intensa abrangência, carece de maior empenho e perseverança para a sua execução. Ela nada custa financeiramente, mas exige de nós um amadurecimento mais acurado e uma visão real da vida bem mais profunda e estruturada.
Fazemos a caridade moral quando conseguimos, com equilíbrio, suportarmos uns aos outros, aceitando cada criatura como ela é, e não como gostaríamos que ela fosse.
Fazemos a caridade moral quando sabemos silenciar para ouvir alguém falar, principalmente quando esse alguém sabe menos do que nós e se julga superior.
Fazemos a caridade moral quando convivemos com um familiar doente, que por muitos anos exige os nossos cuidados e dedicação, sem lamentarmos ou nos revoltarmos com a situação.
Fazemos a caridade moral quando cuidamos de um filho problemático e deslocado do contexto da normalidade, amando-o intensamente, esperando pela sua melhora e adequação ao equilíbrio.
Fazemos a caridade moral quando temos forças para caminhar com um cônjuge desequilibrado, muitas vezes atolado em viciações e futilidades.
Fazemos a caridade moral quando doamos o nosso tempo de folga, as nossas preocupações e os nossos interesses a ideais de nobreza, visando prestar serviços para construção de um mundo melhor, mais solidário e humano.
O importante é que façamos a caridade, seja ela material ou moral, mas façamos a caridade, pois, à medida que plantamos a alegria de viver nos corações que nos cercam, a Providência Divina, que tudo sabe e vê, agirá de forma a improvisar a nossa ventura. Francisco de Assis, há mais de um milênio, já nos informou “que é dando que se recebe”.
Sejamos, então, caridosos…. Reflitamos.
WALDENIR APARECIDO CUIN – O Consolador

Convite à Fraternidade


“Ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo do médio, mas no velador.” (Mateus: capítulo 5º, versículo 15.)
Abençoado pela oportunidade de progredir em regime de liberdade relativa, no corpo que te serve de esteio para a evolução, considera a situação dos que foram colhidos pelas malhas da criminalidade e expungem em regime carcerário os erros, à margem da sociedade, a benefício deles mesmos e da comunidade.
Visitá-los constitui dever impostergável.
Não é necessário que sindiques as razões que os retêm entre as grades ou no campo aberto das colônias agrícolas correcionais ou que te inquietes em face aos dramas que os sobrecarregam.
Há sim, alguns que são criminosos impenitentes, reincidentes, sem coração… Doentes, portanto, psicopatas infelizes ou obsidiados atormentados, sem dúvida…
Outros, no entanto…
Mães que não suportaram os incessantes maus-tratos de companheiros degenerados;
Irmãos avassalados pelo que consideravam injustiças terríveis e não tiveram energias para superar o momento crítico;
Operários espezinhados que não dispunham de forças para vencer a crise;
Patrões ludibriados que tomaram a justiça nas mãos;
Jovens viciados por este ou aquele fator desequilibrante, que agiram atados sob a constrição de drogas ou paixões;
Homens e mulheres probos que foram surpreendidos pela infelicidade num momento de fraqueza;
Adolescentes ou anciãos que foram levados ao furto pela fome.
Quantas crianças, também, em Reformatórios, Escolas corretivas, porque não tiveram um pouco de carinho e desde cedo somente receberam reproche e desprezo social!
Podes fazer algo.
Tens muito para dar, especialmente no que diz respeito a valores morais e espirituais.
Confraterniza com eles e acende nas suas almas a flama do ideal imortalista, para que encontrem mesmo aí onde sofrem um norte que lhes constitua bússola e rota na imensa noite do desespero que sempre irrompe nas celas em que se demoram enjaulados por fora ou encarcerados por dentro.
Constatarás que ajudá-los é ajudar-se e ser fraterno para com eles é libertar-se de várias constrições que te inquietam, pondo a luz da tua fé no velador da fraternidade.
FRANCO, Divaldo Pereira. Convites da Vida. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. LEAL. Capítulo 25.

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