TODOS NÓS SOMOS SUSCETÍVEIS AO ERRO E PERDOAR É FUNDAMENTAL

 perdoar é fundamental.

PERDOAR É FUNDAMENTAL

“Todos nós somos suscetíveis ao erro e perdoar é fundamental.
Auto-perdão e perdão significa benevolência para conosco mesmos.”
 
Vera Jacubowski

Fiel para sempre

No embate contínuo das inúmeras paixões para a intransferível sublimação espiritual, o cristão, descontente com as concessões que frui, compreende a necessidade de prosseguir lutando.
O triunfo imediato, as glórias fáceis, as alegrias ligeiras não o fascinam, porque lhes confere a transitoriedade.
Ante os monumentos colossais do passado, agora corroídos pelo tempo, constata a vacuidade dos bens terrenos.
Colunas de mármores raros cinzelados, granitos preciosos ornados de metais que produzem pujança e beleza deslumbrante, ressurgem, frios, tristes, aos seus olhos, narrando a história das mãos escravas que os trabalharam, lavando com suores e lágrimas de sangue a poeira que os instrumentos produziram ao dar-lhes forma arrancando dos minerais brutos a mensagem da beleza.
Museus abarrotados de valores de alto preço, que descrevem conquistas e poder, parecem páginas que choram em esculturas quebradas e ornatos incompletos, preciosidades mortas, fitando homens que a miséria mata desde a orfandade e que, possivelmente, foram os mesmos, que um dia no passado, se banquetearam na abastança da ilusão.
Lajes que suportaram, indiferentes, o tropel de exércitos com os seus animais e carros de guerra, continuam, gastas, suportando máquinas velozes que a técnica constrói…
E as paixões hoje são quase as mesmas de ontem, senão mais açuladas, mais violentas e devastadoras, no homem que prossegue inquieto.
Fala-se muito sobre tais belezas, ora transformadas em mausoléus de lembranças. Sem dúvida, retratam a arte, expressam grandezas espirituais, muitas delas. Fitando-as, todavia, não há como deixar de inquirir:
“Se Deus concede ao homem ímpio e infeliz tanta fortuna, que não reservará ao filho generoso e trabalhador que Lhe é fiel?!”
Luta, pois, e sofre, mesmo sozinho.
Desencarcera-te das primitivas manifestações do instinto, por cujos impulsos tens transitado e ascende aos panoramas da emoção superior, buscando com os sentimentos nobres e a inteligência lúcida, a intuição libertadora.
Não te equivoques com o sorriso dos conquistadores iludidos, nem suponhas que, promovendo alaridos, eles hajam encontrado a felicidade. O júbilo que promove balbúrdia é loucura em plena explosão.
A alegria que brota de dentro é como córrego precioso, que nasce discretamente e dessedenta a terra por onde cantam, docemente, suas águas passantes.
A atroada dos infelizes é produzida pela fuga que promovem, aparentando festa interior.
Ei-los que se embriagam por um dia, se entristecem no outro, murcham repentinamente e se desgarram na excentricidade das alienações mentais, conquanto aplaudidos por outros enfermos, sumindo pela porta do suicídio direto ou indireto para defrontar a realidade dolorosa, logo depois.
Todo cristão autêntico sofre um “espinho na carne”, que lhe dói e é, também, sua advertência.
O Calvário não é apenas a recordação ou o nome do lugar onde Ele padeceu. É a mensagem eterna da superação do Filho de Deus a todas as contingências, circunstâncias e imposições humanas, falando de amor, coragem, renúncia e fé.
Todos os mártires da fé, os heróis do bem e os santos do amor, caminhando entre os homens, sofriam com alegria o seu calvário, que era o sinal de união contínua com Ele, o Herói Estelar.
Abre, desse modo, os teus braços, submete-te à cruz redentora e avança. Pára a ouvir um pouco as vozes do passado que ensinam experiências e não temas: sê fiel a Jesus até o fim!
Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: Sol de Esperança

viver em paz Joanna de Ângelis

Alguém Magoou Você

Você está magoado. Alguém fez algo que o deixou assim, decepcionado, chateado, talvez até indignado.
Pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.
Você se sente ferido. É justo. Foi machucado. E dói mais ainda quando isso acontece nos momentos em que estamos tentando ajudar ou fazendo algo de boa vontade. É a mágoa pela ingratidão do outro.
Você tem pensado sobre isso faz algum tempo, há algumas horas, há alguns dias. Por vezes, esquece, mas logo algo o faz recordar do ocorrido.
É um incômodo constante, não percebe? Como se o pensamento quisesse estar em tantas outras coisas mais importantes, mas não conseguisse.
Bom pensar numa solução.
Primeiro, é importante entender que estamos num mundo onde todos temos espinhos ainda e, naturalmente, esses espinhos acabam espetando os mais próximos.
Hoje você recebeu pequena pontada doída. Amanhã será um de seus próprios espinhos que poderá arranhar alguém.
Outra questão a ser analisada é a nossa sensibilidade.
Muitos de nós, devido a conflitos íntimos, somos hipersensíveis, extremamente suscetíveis. Pequenas coisas nos atingem e fazemos um escândalo por detalhes que não têm maior importância.
Podemos pensar que têm, mas se consultarmos algumas pessoas, pedir conselhos, inquirir nossa razão, perceberemos que o monstro não é tão grande assim.
Por algum motivo que desconhecemos, o tornamos maior do que verdadeiramente é.
São os melindres, egos feridos. Às vezes nos magoamos e a pessoa que nos feriu não tem a mínima ideia do que fez ou deixou de fazer, pois simplesmente agiu naturalmente, sem querer machucar.
Fomos nós que nos autoferimos, que nos deixamos riscar por oferecermos uma superfície muito frágil, que necessita sim, de tratamento.
Mas, se ainda nos resta a mágoa, se ela for autêntica, e realmente desejarmos nos ver livres desse sentimento ruim, precisamos do processo de libertação.
Não significa o jogar para debaixo do tapete, o fazer de conta que não aconteceu, pois isso não resolve nada, mas o buscar respostas em nós e no outro.
Por que será que isso aconteceu? Será que não vale a pena uma conversa? Será que o outro sabe que nos magoou?
Por vezes, tudo pode ser dissolvido, numa breve e fraterna conversa.
Quem sabe entendemos de forma equivocada o que nos fez ou falou o outro.
Por fim, compreendamos e perdoemos. Deixemos de pensar mal do outro. Escolhamos novos pensamentos. Substituamos as ocorrências negativas pelas lembranças positivas dessa pessoa.
E ainda, se possível, se pudermos oferecer a outra face, a face do amor, melhor ainda. Devolvermos a ofensa com favores, com uma palavra amiga.
Mesmo que seja difícil num primeiro momento, entendamos que se trata de um processo terapêutico em que substituímos a implicância, a mágoa, a revolta, pela indulgência e pela generosidade.
Não guardemos veneno em nós. Não deixemos o grão de pó virar mar de lama.
A vida é maior do que esses pequenos problemas.

Autor : Momento Espírita

VIDAS SUCESSIVAS


Emmanuel


“Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo.”
Jesus. (JOÃO, 3:7.)

A palavra de Jesus a Nicodemos foi suficientemente clara.
Desviá-la para interpretações descabidas pode ser compreensível no sacerdócio organizado, atento às injunções da luta humana, mas nunca nos espíritos amantes da verdade legítima.

A reencarnação é lei universal.

Sem ela, a existência terrena representaria turbilhão de desordem e injustiça; à luz de seus esclarecimentos, entendemos todos os fenômenos dolorosos do caminho.

O homem ainda não percebeu toda a extensão da misericórdia divina, nos processos de resgate e reajustamento.

Entre os homens, o criminoso é enviado a penas cruéis, seja pela condenação à morte ou aos sofrimentos prolongados.

A Providência, todavia, corrige, amando… Não encaminha os réus a prisões infectas e úmidas. Determina somente que os comparsas de dramas nefastos troquem a vestimenta carnal e voltem ao palco da atividade humana, de modo a se redimirem, uns à frente dos outros.
Para a Sabedoria Magnânima nem sempre o que errou é um celerado, como nem sempre a vítima é pura e sincera. Deus não vê apenas a maldade que surge à superfície do escândalo; conhece o mecanismo sombrio de todas as circunstâncias que provocaram um crime.

O algoz integral como a vítima integral são desconhecidos do homem; o Pai, contudo, identifica as necessidades de seus filhos e reúne-os, periodicamente, pelos laços de sangue ou na rede dos compromissos edificantes, a fim de que aprendam a lei do amor, entre as dificuldades e as dores do destino, com a bênção de temporário esquecimento.
Francisco Cândido Xavier, Da obra: Caminho, Verdade e Vida.
Ditado pelo Espírito Emmanuel.

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