TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE

TUDO POSSO

Privilégios Cristãos

 

Manter suprema fidelidade a Deus.
Olvidar os próprios desejos, atendendo aos Superiores Desígnios.
Humilhar-se para que a mão do Senhor seja exaltada.
Conquistar a si mesmo.
Renunciar com alegria, em benefício dos outros.
Retirar lucros eternos de perdas temporárias.
Trabalhar na construção do Reino Divino.
Esperar quando outros desesperam.
Penetrar o templo do silêncio, em meio do vozerio.
Guardar a fé, acima da tormenta de dúvidas.
Calar a tempo, de modo a não ferir.
Falar com proveito.
Ouvir o Divino Amigo em plena solidão.
Servir sem recompensa.
Suportar com valor a própria cruz.
Sofrer, aprendendo e aproveitando.
Amar sem exigências.
Ajudar em segredo.
Semear com o Cristo, desapegando-nos dos resultados.
Encontrar irmãos em toda parte.
Cultivar o prazer de ser útil.
Discernir o justo valor das causas e das coisas.
Santificar o mal.
Amparar com sinceridade os que erram.
Perdoar quantas vezes for necessário.
Superar os obstáculos.
Conservar a jovialidade e a doçura.
Sustentar o bom ânimo.
Desprender-se dos enganos do mundo, antes que o mundo nos
desengane.
Perseverar no bem até o fim.

 

Autor: André Luiz
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Agenda Cristã

perdoai-lhes

INVEJA e PERJÚRIO

 

“Quem nutre sentimentos de inveja em relação a qualquer pessoa ou se satisfaz com o sofrimento e a desgraça alheia é sinal de desequilíbrio energético e emocional, pois a vida é a soma do amor e do compartilhar aquele que emite sentimentos secos e vazios como a inveja e a alegria por um sofrimento de outrem é doente da alma, é infeliz pois desnaturou sua essência, é como se alimentar de lixo e beber ácido, nada de bom volta para esta pessoa.
Quem comete perjúrio, afeta a honra da alma de outra pessoa, a dignidade da alma é um alicerce do universo, é o mesmo que afetar o brilho do sol ou apagar uma estrela no céu, infeliz quem comete perjúrio e espalha ao vento falsas palavras, recebe da vida a tranca que impede de caminhar para frente, se alimenta das sobras dos outros e não enxerga a luz, pois as sombras acompanham quem não se arrepende de uma ato de perjúrio.
A inveja, o perjúrio, são sinais de ignorância espiritual , isto é falta de esclarecimento como funciona as leis da vida, ignorância que estimula o preconceito, que estimula a arrogância, que alimenta o orgulho e que torna a pessoa ambiciosa e egoísta, os outros são apenas pacotes para algum fim, cuidado, nada na vida é escondido tudo aparece na hora da verdade, portanto acorde e mude sua postura, o seu comportamento não é de um santo ou fanático e sim de alguém que tem a cabeça no lugar, a mente aberta com responsabilidades e o coração equilibrado para não ferir e não quebrar os sentimentos de outrem, mas sim ter a capacidade de ser altamente espiritual para rever seus comportamentos no dia a dia.
Quando alguém o ofender pergunte a si mesmo, o que vou aprender com esta ofensa, me valorizar, considerar o outro uma pessoa de valor, rever meus atos, aprender o que não devo fazer, analisar a fundo até ao ponto de se defender dependendo da situação, cada caso é único e merece atenção, assim mede sua conduta e o mundo será seu espelho.
Procure no outro algo de bom, se gostar admire e desenvolva na sua vida algo de valor, se não gostar aprenda a não fazer semelhante, mas não se ofenda, tenha paciência, tudo se aprende, mas quem escolhe as sombras sofre consequências, a vida merece sempre uma chance, cuidado com a boca e julgamentos não sinta inveja e não cometa perjúrio, a doença da alma quando se instala é como uma fofoca acende um pavil e estoura no fim como uma bomba, muitos feridos e acaba com uma frase…
Se eu soubesse não faria novamente…”

 

Dra. Miriam Zelikowski

estude allan kardec
cansados

Nos Tempos Novos

 

Não desconhecemos a complexidade de nossos chamados tempos novos na Terra.
Ouro e mais ouro e penúria e mais penúria. Ascensões a outros mundos e mergulhos na aflição.
Ajuntamentos que valem por multidões e multidões reunidas e solidão para milhares de criaturas que desfalecem à míngua de amor.
Cultura acadêmica laureando legiões de pessoas e conflitos desencadeados por toda parte como se a escola não existisse.
Métodos de renovação e conservação do corpo e processos de criminalidade rebaixando milhões de almas à condição dos brutos.
Em toda parte chocantes antinomias, contrastes dolorosos evidenciando a distância em que se patenteiam o cérebro e o coração.
Tudo nos convida ao retorno para o Cristo.
Não queremos dizer que a riqueza, a instrução, a abundância e a ciência não devam ser glorificadas, mas sim que é indispensável alçar o sentimento ao nível do raciocínio, a fim de que a felicidade não seja um conceito vazio entre os homens.
Trabalhar pelo mundo melhor é nosso dever de todos os instantes, não só edificando para os olhos, e sim também construindo igualmente santuários de amor e paz, invisíveis à humana percepção mas palpáveis no reino da alma, para que a Terra encontre a finalidade de seus próprios destinos.

 

Batuíra


Iluminemos o Coração

 

Guardemos o coração na luz do bem, para que nossa alma diariamente, possa banhar-se nas águas vivas da grande compreensão.
Somente assim nossos olhos aprenderão a ver ignorância onde presumimos encontrar a delinquência e apenas desse modo, nossos ouvidos registrarão a dor e o infortúnio, onde costumamos assinalar a intemperança e a revolta.
*
Não basta observar as telas do mundo, na conceituação habitual da experiência terrestre, porque o raciocínio, quase sempre, mora na faixa estreita do cálculo que se atrela ao egoísmo para entregar-se ao jogo pernicioso das vantagens imediatas e nem vale criticar com a inteligência, porquanto, muitas vezes, a apreciação que nos é própria resulta de enganosa exigência do nosso modo de ser.
*
É preciso mergulhar o sentimento nas desventuras e necessidades alheias com a elevação do amor que não apenas situa o defeito, mas acima de tudo busca extirpá-Io em silêncio, à força de espontânea bondade e justa cooperação.
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Busquemos preservar o templo íntimo contra todas as formas de condenação e de crueldade, procurando, em toda parte, a nossa quota de serviço na exaltação do bem que esposamos e, socorrendo as vítimas do mal sem nos prendermos à sombra, aprenderemos com Jesus a retirar a cegueira dos cegos, a enfermidade dos enfermos, a obsessão dos obsessos, a tristeza dos tristes, a fraqueza dos fracos, a desesperação dos desesperados e a derrota dos que se sentem vencidos, restituindo os nossos companheiros à sanidade espiritual e conservando toda a nossa existência erguida ao amor que tudo aprimora, de vez que é do coração que partem as fontes da vida.
XAVIER, Francisco Cândido. Viajor. Pelo Espírito Emmanuel. IDE.

essencial

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