VIDA ESPIRITUAL

joanna de angelis

 

Seus Atos

 

Ninguém se evade das consequências de seus atos,
como planta alguma produz diferente fruto
da sua própria estrutura fatalista.

 

Joanna de Ângelis

Deus é

Vida Espiritual

 

Apesar de todo o material existente sobre a vida após o desencarne, com experiências que se não comprovam cientificamente, por falta de conhecimento apropriado, ao menos não trazem a certeza da morte. Muitos ainda são os incrédulos.
Meus amigos, não desanimem. As dúvidas existem e sempre existirão, pois cada um está num estagio de entendimento e ainda temos muito por aprender.
A dúvida sempre nos leva a dois caminhos: estagnar e não buscar respostas, tornando o caminho muito mais longo, ou se predispor a pesquisar e estudar, avançando mais rápido na evolução do aprendizado. A opção sempre é individual.
Voltemos ao tema de nossos comentários: o que é a vida espiritual? Será que temos noção de sua abrangência?
Se inquiríssemos pessoas, uma grande maioria iria definir como sendo a vida após o desencarne, o que não está errado, mas incompleto, sendo apenas uma verdade parcial.
A vida espiritual também abrange a vida enquanto encarnado.
Vejamos: como encarnados possuímos um corpo físico (matéria grosseira, e deteriorável) que reveste o nosso espírito (que é imortal), nos possibilitando a interação com o mundo material que nos inserimos. Como espíritos imortais carregamos conosco todas as nossas qualidades e imperfeições ao longo de nossas existências.
Supondo que a vida espiritual seja somente enquanto desencarnados, estaríamos anulando tudo o quanto aprendemos e vivenciamos em todas as nossas encarnações.
Entendendo que a vida espiritual pertence ao espírito esteja ele em que estágio estiver, estaremos trazendo a nova perspectiva de que a vida espiritual é o nosso cotidiano, o nosso momento zero.
Alguns dizem que se preocuparão com mais zelo da vida espiritual bem próximo do desencarne, quando supõe que a mesma irá iniciar. Outros se julgam incapazes de vivenciarem a vida espiritual por não possuírem os “poderes” dos espíritos.
Não existem “poderes” enquanto desencarnados, mas somente uma percepção mais acurada por não se estar mais envolvido em matéria tão densa quanto ao corpo físico.
Percebam meus amigos, que ao nos perdermos em conceitos equivocados, vamos construindo desculpas para justificar a falta de vontade e os equívocos cometidos.
É preciso despertar, conscientizar-se de nossa responsabilidade no agora, no momento zero, por nossa vida espiritual.
O orbe sendo uma grande escola é nossa valiosa oportunidade de desenvolvimento de nosso espírito, com qualidades que enquanto encarnados ou desencarnados, nos permitirão aproximarmo-nos mais da tão almejada felicidade.
Vida espiritual não é céu, inferno, purgatório, umbral ou colônia espiritual. É o eu Crístico refletido em pensamento e sentimentos que nos induzem a ação em qualquer dimensão ou grau evolutivo.
Convido-os a assumirem o controle da vida espiritual, assumindo as responsabilidades que se apresentam neste momento, fazendo o melhor que sabemos tendo como linha mestra o amor e o serviço no bem.

Com carinho,

 

Em: 20.06.2015
Médium: Lúcia (Grupo Mediúnico Maria de Nazaré – CAVILE)
Espírito: Irmão Matheus (Colônia Espiritual Maria de Nazaré)
joanna de angelis2

Diferentes Estados da Alma

na Erraticidade

 

Não se turbe o vosso coração. – Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. – Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais. ( S. JOÃO, cap. XIV, vv. 1 a 3.)

 

A casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos.
Independente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha. Enquanto uns não se podem afastar da esfera onde viveram, outros se elevam e percorrem o espaço e os mundos; enquanto alguns Espíritos culpados erram nas trevas, os bem-aventurados gozam de resplendente claridade e do espetáculo sublime do Infinito; finalmente, enquanto o mau, atormentado de remorsos e pesares, muitas vezes insulado, sem consolação, separado dos que constituíam objeto de suas afeições, pena sob o guante dos sofrimentos morais, o justo, em convívio com aqueles a quem ama, frui as delícias de uma felicidade indizível. Também nisso, portanto, há muitas moradas, embora não circunscritas, nem localizadas.

 

KARDEC, Allan.
O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB. Capítulo 3.

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