Em Verdade Vos Declaro Não Passará Esta Geração JESUS

prática do bem
TEMPO SER FELIZ

Em Verdade

 

“Em verdade vos declaro: não passará esta geração antes que tudo isto aconteça.
O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão.
Quanto àquele DIA e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai”. JESUS.

 

 Mateus

SOZINHO

Metas Para Nossa Vida

 

lª – Fazer o bem ao nosso semelhante sem olhar a quem.

2ª – Aprender a olhar as situações de forma diferente compreendendo os efeitos que elas nos trazem, para nossa própria melhoria física, moral e intelectual.

3ª – Gratidão pelo que temos no presente para que possamos agradecer as novas conquistas e situações.

4ª – Amar sem condições, amar incondicionalmente a todos os irmãos em humanidade.

5ª – Se auto-perdoar e perdoar o próximo, esquecendo gradualmente as ofensas dirigidas e recebidas, usando piedade com as faltas alheias e próprias.

Vera Jacubowski

ANJOS DE LUZ

“ESPIRITISMO E TRAIÇÃO”

 

Como já é de se esperar, a traição é extremamente negativa, tanto para a pessoa que trai mas também por quem é traído. A traição é a essência da quebra de confiança entre duas pessoas. Mas o que tem a ver a traição e o espiritismo? Vamos mostrar alguns exemplos das consequências desses atos.
Antes de tudo é preciso esclarecer que existem diversas formas de traição. É possível trair um marido ou uma esposa, uma namorada, um pai, um filho ou até mesmo um colega de trabalho. Como falamos acima, a traição é a quebra de confiança entre duas pessoas, ou até entre um grupo de pessoas, no caso de um ambiente familiar ou de trabalho. Para este texto, vamos ficar somente no caso da infidelidade conjugal.
Normalmente a pessoa que traí o conjugue considera esse ato um pequeno deslize, um tropeço, mas é muito difícil para a pessoa traída superar este acontecimento.
O Espiritismo, através da literatura, nos apresenta vários de casos de traição que ocasionaram grandes tragédias, perseguições além-túmulo que perduram por muito tempo.
Talvez nenhum ato gere tanto sofrimento quanto a traição. Sei que pode haver traição em qualquer relação; Judas traiu Jesus, Dalila traiu Sansão, Brutus traiu César, Silvério traiu Tiradentes, Hitler traiu Stalin.
Mas eu me refiro à traição conjugal, à quebra de confiança entre duas pessoas que se relacionam amorosamente. Não sei se há maior motivo de mágoa e rancor do que o sentimento gerado pela traição. Vários gêneros musicais retratam a traição; o tango e a música sertaneja são exemplos. Há pessoas que se notabilizam por traírem ou serem traídos.
A traição abala estruturas emocionais frágeis. É um ato que atinge vários pontos fracos de uma vez só. O orgulho ferido, o amor-próprio despedaçado, o sentimento de posse desrespeitado, o sentimento desconsiderado, a decepção com alguém importante e, provavelmente, amado.
Conheci dezenas de casos de traição. Todos eles dolorosos. Poucos os traídos que superam a situação com facilidade, sem dar ao caso mais importância do que realmente tem. Porque se analisarmos friamente, o que mais gera dor é o orgulho, o sentimento de posse e a crença na própria importância.
Quando nos relacionamos seriamente ou nos casamos, nos sentimos de posse da pessoa amada. Queremos seus passos sob controle. Mesmo nas relações onde reina a confiança mútua e onde há mais liberdade, há códigos de proibições. Tem aquelas coisas, lugares, pessoas ou atividades que são proibidas de comum acordo. Uma dessas coisas, quase sempre, é o sexo fora da relação. É proibido. A cultura milenar monogâmica não admite a possibilidade de que uma pessoa estranha à relação possa se envolver, mesmo que só sexualmente, com um dos cônjuges.
Recebo relatos de pessoas que traíram ou foram traídas. Pedem conselhos, orientações. O que dizer, que já não seja dito para todo mundo? Perdoar, pedir perdão, orar, aprender com o erro e não repeti-lo. Não há orientação que resolva os conflitos gerados pela traição. Mesmo que haja o perdão, é difícil manter a relação. Como recobrar a confiança? Como não lembrar?
A traição conjugal deixa claro nossa condição moral precária, nosso acanhamento espiritual. Perdoar é conceder nova chance. Se a distância ou a separação for uma condição para o perdão, talvez não seja perdão verdadeiro…
A traição é um erro dos mais graves e deve ser evitada a qualquer custo. O preço de alguns momentos de prazer (que talvez nem sejam compensadores) é muito alto. É dor para quem trai, para quem é traído e para as demais pessoas envolvidas. No caso de adultério entre pessoas casadas, são famílias inteiras pagando o preço de uma irresponsabilidade nascida de um desejo carnal… Sem contar as consequências futuras. É muito provável que a traição deixe sequelas a serem sanadas depois do desencarne.
A dor da traição é tão forte nas pessoas que ela pode perdurar mais de uma encarnação, gerando prejuízos de longo alcance. A literatura espírita está repleta de casos sobre o assunto, quando a dor e o prejuízo da traição ultrapassa a vida do infiel e impacta sua vida, e a da pessoa que foi traída, nas encarnações que estão por vir.
A chave para superar uma traição é o perdão, seja ele sucedido por uma nova chance ou pelo fim da relação. Perdoar é o primeiro passo para superar e seguir em frente.
Morel Felipe Wilkon-Espírito Imortal

única pessoa

NÃO ESTAMOS ISENTOS DE LUTAS….

 

 

Nós, pela nossa condição de espíritas, não estamos isentos de lutas.
Somos espíritos comuns, iguais a outros que, ao longo das vidas sucessivas, vêm lutando para se redimirem.
A diferença que agora nos favorece é que travamos contato com a Doutrina Libertadora.
Pela primeira vez, desde muitas reencarnações, estamos mais conscientes de nós mesmos e nos encontramos em
condições de não prosseguirmos complicando o próprio destino.
Mas, repetimos, a rigor, não há o que nos diferencie de nossos demais irmãos em Humanidade, adeptos de outras
crenças religiosas.
Se algo nós adquirimos a mais, em relação a quem seja, foi acréscimo de responsabilidade – sim, porque, nos erros que, porventura, prossigamos a cometer, não teremos mais as atenuantes de outrora.
E porque não estamos em situação de privilégio, a colheita da semeadura infeliz efetuada no passado poderá nos alcançar a qualquer momento.
Todavia, esclarecidos quanto a esta realidade, não nos rebelaremos, reclamando proteção a que nos fazemos jus, nem inculpando os desencarnados pelo que nos venha a suceder.
A vida do Cristo é inesgotável fonte de lições para todos. Se ele não se eximiu da cruz que não merecia, o que nos
habilitaria à isenção das lutas que, ainda ontem, no uso pleno de nosso livre-arbítrio, engendramos nas consequências de agora?!…
Espírito: Laurentino Simões.

A VIDA DO CRISTO

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